COMO SE FAZ UM RELATÓRIO   
A consulta de um dicionário de Língua Portuguesa dá-nos a seguinte definição de relatório:
"exposição circunstanciada e objectiva, oral ou por escrito, daquilo que se viu, estudou, observou, analisou... "

Ao longo da tua vida académica e profissional, vais ter de produzir relatórios cujos objectivos são descrever situações, factos, actividades, comunicar um trabalho, uma pesquisa, um projecto desenvolvido. Para além do papel de comunicação que o relatório efectivamente tem, a sua elaboração permite uma análise crítica sobre o trabalho e a perspectivação da actividade futura. Daí que num relatório, não te possas limitar a descrever o que foi feito, mas como foi feito: deves registar os processos que te levaram a determinadas conclusões, as dificuldades sentidas, as hipóteses de trabalho levantadas, etc.

O professor avisa com antecedência o dia em que terás de apresentar o(s) relatório(s). Tens de reter dois aspectos muito importantes:
1 – Cumprimento do prazo – se entregas um relatório fora do prazo podes ser penalizado na avaliação. Na tua vida futura, pode até acontecer que o teu trabalho não seja aceite.

2 – Um relatório prepara-se com tempo. O conhecimento antecipado da data de entrega permite-te gerir o tempo da sua produção para que o documento final reflicta cuidado na apresentação e um conteúdo substancial, quer dizer, que reflicta de facto o teu trabalho.
Tipos de Relatório
No âmbito da AP vais ter de produzir diferentes tipos de relatórios:
1 - Relatório de actividade
2 - Relatório de desenvolvimento/processo
3 - Relatório do produto final
Vamos analisar os objectivos de cada um destes tipos de relatório e de seguida a estrutura que deves seguir para a sua elaboração.
1 - Relatório de actividade – o professor pode solicitar um relatório individual ou de grupo de uma iniciativa, de uma saída ou actividade de campo, de uma visita de estudo, de um conjunto de actividades produzidas num determinado período de tempo.
2 - Relatório de desenvolvimento/processo – está prevista a apresentação de um relatório do desenvolvimento do projecto em AP em dois momentos: * no fim do 1° período; * no Carnaval.
Contudo, o professor pode solicitar um relatório de desenvolvimento sempre que considere oportuno.
Os objectivos destes relatórios, também designados por relatórios de processo, são, entre outros, os seguintes:
  • permitem que o grupo e cada um dos seus elementos tome consciência do processo de execução do projecto e da participação de cada um;
  • ajudam a reflectir sobre as dificuldades e até bloqueios do projecto favorecendo a sua superação;
  • podem orientar a reformulação do projecto;
  • promovem a auto-avaliação;
  • constituem elementos de avaliação para o professor.
3 - Relatório do produto final – acompanha a apresentação do produto no fim do ano lectivo. O produto final é a concretização do projecto desenvolvido: integra a experiência do projecto.

Pode acontecer que ao longo do ano o professor solicite produtos do trabalho, e nesse caso, estás a apresentar um relatório de produto.
Em diferentes momentos terás de apresentar quer relatórios individuais, quer relatórios de grupo. A sua solicitação é geralmente acompanhada por um conjunto de instruções que te orientam na sua produção.
A estrutura de um relatório



Vamos apresentar-te um conjunto de elementos que poderás encarar como um guião para a elaboração de relatórios. Geralmente o relatório apresenta as seguintes partes: capa, índice, texto, anexos.

Capa
Na capa devem constar os seguintes elementos:
  • O nome da escola
  • O título (por exemplo. "Relatório do Trabalho de Projecto")
  • A tua identificação
  • A identificação do professor
  • A data
Apesar de a capa não ter registado o número de página, conta como página 1.

Índice
Na página 2 deves registar o índice, que tem como função apresentar a estrutura do relatório e a sua localização através do registo da página. Exemplo:
1 - Introdução .............................................. 3
2 - O carácter da Área de Projecto ................ 5
3 -............................................................... 7
4 - .............................................................. 11
5 - Bibliografia ............................................. 15
6 - Anexos .................................................. 17

Texto
Deves iniciar o teu texto com uma introdução em que justificas a razão de ser do relatório e os seus objectivos. Podes apresentar, brevemente, o plano do texto que produziste. No relatório, isto é no texto propriamente dito, identificas o objectivo do relatório, descreves o trabalho que realizaste, as metodologias utilizadas, os resultados e as dificuldades que encontraste, as questões que o trabalho suscitou.

Um relatório que se limite a descrever as actividades desenvolvidas é pobre: é a reflexão sobre as dificuldades que sentiste, a forma como as ultrapassaste, o modo como interagiste com os teus colegas e com outras pessoas com quem colaboraste que torna o teu relatório um documento único, porque reflecte a tua experiência pessoal. Mostra como organizaste e desenvolveste o trabalho e a tua contribuição para o grupo: integra, portanto, uma apreciação autocrítica do teu trabalho.

Deves incluir uma conclusão onde registes comentários finais, observações críticas e um balanço genérico da actividade ou do trabalho objecto do relatório.
No teu texto, há alguns aspectos éticos que deves respeitar:
  • só citar documentos selectivamente consultados;
  • citar as fontes a que recorreste, registando todos os dados que permitam a sua identificação;
  • ser rigoroso no registo dos dados e nos contactos que mantiveste;
  • ser autêntico na descrição das tuas experiências e na análise crítica que produzas.
Anexos
Nos anexos, deves integrar os documentos, gráficos, legislação, imagens, conforme o caso. Estes materiais devem ser numerados e a paginação deve continuar a do texto principal. Deves incluir também a bibliografia

Redacção e apresentação gráfica
No teu relatório, a forma como rediges tem muita importância.
Assim:
  • procura apresentar as tuas ideias de forma estruturada, com clareza e rigor;
  • as frases e os parágrafos não devem ser extensos;
  • a expressão deve ser correcta e clara. Procura fazer várias revisões para evitares erros ou frases mal construídas;
  • podes utilizar a primeira pessoa do singular ou a primeira do plural.
A apresentação gráfica do relatório é também relevante, devendo-se pautar pela descrição e pela regularidade. Apresentamos-te algumas sugestões:
  • tipo de letra: Deves escolher uma fonte que seja discreta e bem legível;
  • tamanho: os textos devem ter tamanho 12; as notas de rodapé devem ser escritas em tamanho 8;
  • os títulos devem ser escritos a bold (negrito), hierarquizados, isto é, usando diferentes tamanhos para os títulos e os subtítulos;
  • espaçamento – 1,5;
  • tipo de papel: A4 branco.
Avaliação do relatório

O teu professor de AP esclarecerá os critérios que terá em conta na avaliação.
Contudo, há alguns aspectos que são comuns à avaliação dos relatórios:

  • a organização do trabalho;
  • a descrição ordenada dos procedimentos;
  • a justificação das opções tomadas;
  • a organização das ideias e dos raciocínios; 
  • a clareza e correcção da linguagem utilizada;
  • a criatividade.

A título de exemplo, apresentamos dois modelos de relatórios.


RELATÓRIO DO 1° PERÍODO

O relatório que tens de apresentar para Área de Projecto é o primeiro. do ponto de vista formal. Informalmente, em diálogo com o professor ou com os teus colegas de grupo ou de turma, já produziste muitos relatórios informais. Reconheces afirmações como:

  • “Já percebo melhor o que se pretende com área de Projecto”;
  • “Não sabia que as consequências das faltas em AP eram tão graves”;
  • “Tenho tido problemas em aceder ao site x”;
  • “O tema que o meu grupo está a desenvolver dá mais trabalho do que imaginávamos”;
  • “Já sou capaz de organizar melhor as informações que recolho”;
  • “Já sou capaz de trabalhar melhor em equipa”.

Estas e muitas outras reflexões estão registadas, com certeza, no teu diário de bordo.
Tendo em conta o que acabámos de dizer e a orientação que tem sido desenvolvida na turma, propõe-se que elabores o teu relatório tendo em conta os seguintes itens:
  1. Analisar as expectativas em relação à AP.
  2. Reflectir sobre as mudanças que esta área exige e os desafios que coloca.
  3. Analisar as actividades que desenvolveste no âmbito das técnicas de investigação e das suas aplicações. Reflectir sobre as aprendizagens que fizeste.
  4. Descrever a forma como o tema foi escolhido e a sua relação com os teus interesses as tuas opções vocacionais e profissionais.
  5. A experiência do trabalho de grupo.
  6. Planificação do projecto.
  7. Perspectivas de trabalho.
O registo das dificuldades sentidas e a forma de as superar
Para elaborares o relatório irás recorrer aos diário de bordo, ao teu portefólio/dossier individual de projecto, onde tens os materiais organizados, aos registos pessoais que foste fazendo, à planificação das tarefas, etc.

          COMO SE FAZ UM PORTEFÓLIO   
"Em Área de Projecto, o portefólio é constituído pelo conjunto dos trabalhos produzidos ao longo do desenvolvimento do projecto.
Permite seguir o modo como vais construindo, com os outros, o projecto e reflectir o teu contributo pessoal. Implica organização, planeamento e contextualização dos materiais que reflectem a prática do teu trabalho.

O portefólio concretiza-se numa pasta, num dossier de argolas, que integra o material recolhido e produzido.

Pode também ser apresentado em suporte digital (por exemplo, CD). Permite a compreensão detalhada das várias componentes do processo de trabalho constituindo um importante meio de avaliação.

O portefólio é um registo global de um percurso, de um processo pessoal de aprendizagem, sendo portanto único. É um instrumento de trabalho em constante reformulação.

O que constitui o portefólio

Não é possível fazer uma listagem exaustiva dos materiais que constituem o portefólio porque este tem de reflectir o projecto, o trabalho concreto que está a ser desenvolvido. Contudo, a listagem que se segue é um indicador do que pode fazer parte de um portefólio:

documentos que são os produtos das investigações levadas a cabo e que podem ter várias origens: entrevistas, questionários, pesquisas bibliográficas, etc. Este material deve ser acompanhado por uma fundamentação rigorosa;

diários de bordo;

comentários e reflexões críticas;

relatórios de actividades e relatórios individuais de desenvolvimento;

sínteses, fichas de leitura e de análise de filmes;

mapas conceptuais;

levantamento de problemas;

grelhas de observação;

glossário;

fotografias e outras produções gráficas;

bibliografia e outros recursos;

comentários produzidos por outras pessoas;

auto-avaliação e hetero-avaliação.



Todos os materiais que reflictam o teu percurso pessoal de trabalho no desenvolvimento do projecto devem ser integrados no teu portefólio. Contudo, o portefólio não é uma acumulação mais ou menos volumosa de materiais. Se o fosse, confundia-se com um dossier.

Características de um portefólio

Que características devem ter os matérias seleccionados? Vamos apresentar algumas delas:

oportunidade/significado - no portefólio não se reúnem todos os materiais produzidos ou recolhidos. Tem de haver uma selecção, integrando aqueles que sejam significativos e adequados ao processo de desenvolvimento do trabalho. Isso não significa que não se incluam materiais que reconheces que não foram úteis para o trabalho. Nesse caso, justificas o motivo da sua exploração e posterior exclusão;

diversidade - o portefólio, para além de reflectir as diferentes fases da investigação e produção do projecto, traduz o recurso a várias fontes e pontos de vista. A lista que registámos no ponto anterior manifesta essa diversidade;

organização - enquanto que um dossier é uma colecção de documentos, o portefólio implica organização que se reflecte na integração dos documentos de modo regular e planificado. Seleccionados, tendo em conta os objectivos e o percurso de trabalho, os documentos devem ser datados e devidamente contextualizados;

criatividade — a apresentação de soluções originais é um elemento de valorização de um portefólio;

fundamentação - as opções tomadas devem ser fundamentadas, isto é, apresentam a justificação. A escolha dos documentos seleccionados deve ser também justificada;

reflexão - esta será uma das mais importantes componentes do portefólio dado que deve acompanhar os trabalhos ou realizações produzidas pelo seu autor. É a reflexão que está na base da selecção dos materiais. É pela reflexão que o aluno toma consciência dos seus progressos: distingue a forma como uma mesma actividade é encarada, por exemplo, por diferentes elementos do grupo que desenvolveram a mesma tarefa. O portefólio deve reflectir a identidade do seu autor.

Construído ao longo do ano, acompanhando a evolução do trabalho, vai assumindo diferentes versões. Por exemplo, no final do ano já integra a descrição do produto final, a avaliação da sua apresentação pública, o relatório do produto, etc. O portefólio cresce e evolui com o projecto.

Como organizar o portefólio

Como já afirmámos, o portefólio não é uma colecção, uma acumulação de materiais. Na base da concepção do portefólio está a planificação, a selecção e a organização do material. Estas características devem manifestar-se na forma como o organizas. Seguem-se algumas sugestões para a organização do portefólio:

folha de rosto com identificação;

inclusão de um índice ou sumário;

apresentação/justificação do projecto;

organização em partes que revelem uma estrutura adequada;

inclusão de separadores claramente identificados.

Deves ter muita atenção ao aspecto gráfico, que deve ser cuidado e motivador da sua consulta. Podes seguir algumas das instruções que já te demos sobre a apresentação gráfica quando abordámos o relatório. Para poderes auto-avaliar o teu portefólio, apresentamos-te uma sugestão de lista de verificação que te permitirá aferir alguns aspectos do teu produto:


          Recruitment drive to meet high demand for luxury British boats   

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A constant stream of visitors at the London Boat Show earlier in the month saw the continuation of an upward sales trend for Fairline, with sales figures exceeding the previous year and strong forward order books now extending into late 2014 for some models. 

The introduction of the brand’s new 48ft range has contributed to the recent increase in demand. Powered by Volvo IPS, Fairline’s three 48ft models are manufactured at Fairline’s state-of-the-art facility in Corby, using the latest technology and production systems. All three new models feature a dynamic new hull, significant weight savings and an array of available options to ensure each model is perfectly suited to different markets.

The third model in this range – the Targa 48 GRAN TURISMO – recently made its world debut at the London Boat Show, where it was displayed alongside the Squadron 48 and the Targa 48 OPEN. The boat features a stunning retractable hard top offering an ‘open, even when closed’ feel and intelligent space-saving innovations engineered throughout the boat.

Kevin Gaskell, CEO of Fairline, commented: “We are delighted with the success we enjoyed at this year’s London Boat Show and would like to thank our teams in Oundle and Corby for all their hard work in producing such beautiful boats. Sales were excellent at the show, showing a strong growth over last year and our impressive stand was busy with visitors throughout the show. As a result of this excellent news, we are delighted to be recruiting for roles across the factory and have been able to approach previous employees. We are all very excited about what the future holds for Fairline.”


          See the latest from Fairline New South Wales at the Middle Harbour Yacht Show   

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The Middle Harbour Boat Show provides a unique opportunity for boating enthusiasts in New South Wales to beat the crowds and preview some of the stars of the Sydney International Boat Show, a week before everyone else!

Glen Moltoni, Managing Director of Fairline New South Wales, commented: "We are looking forward to being a significant contributor to the Middle Harbour Boat Show this year, showcasing the very popular Fairline Targa 58 GRAN TURISMO alongside a large range of selected brokerage boats from 28 to 61 feet."

Entrance to the Middle Harbour Boat Show is FREE and promises to be an excellent day out for anyone interested in boats, with everything you need to enjoy your time on the water.

Fairline Boats manufactures luxury motor yachts from 38 - 78 feet in two distinct ranges, Targa and Squadron. Fairline Boats is also launching a trio of eagerly-anticipated 48 foot models which are available globally from July 2013.  

Contact details:
Glen Moltoni
Managing Director
Mob: +61 (0) 419 948 117
Email: sales@fairlinewa.com.au

Show Details:
www.middleharbourboatshow.com.au
North arm D'Albora Marina, The Spit Bridge, Mosman
Opening times: 10am-6pm


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          Re: Regulatory Board Recognises Validity of Publicly-Listed Patent Attorney Structures   

I am beginning to think I may need some special disclosure rules for comments on posts about the state of the Australian IP profession, i.e. whether or not the commenter is a registered Australian patent attorney, whether they are affiliated with, a partner/director of, or employed by an independent firm or listed group firm, and whether or not they own shares in any of the listed firms. Because it is clear to me that these matters inform many of the comments.

Why do you think it 'fair to assume' that the sibling firm scenario was 'purposely omitted from the explanatory memorandum'? That's a pretty serious allegation against IP Australia, the Department of Industry and/or the Minister. And what 'scrutiny' would such an omission have avoided?

I also don't see how you can be so sure that the listed group firms have 'not bothered' to inform overseas or local clients and associates about the changed arrangements. Indeed, I know for a fact that this is untrue in at least one case, and I believe that other firms have acted similarly. I don't think you can read much into what you hear from overseas attorneys. How many newsletters/updates from overseas associates do you think are actually read by the bulk of attorneys within any firm? And you can certainly infer nothing from this about what firms have communicated to their local clients.

While there is certainly a discussion to be had about the changes in the profession (and the TTIPAB is leading that discussion), ill-informed and unsubstantiated allegations do not make a useful contribution.


          Support Worker - Deohaeko Family Group - Oshawa, ON   
Is a group of eleven families that meets regularly to share ideas and plan for ways that our adult sons and daughters might live good, full, and contributing... $16 an hour
From Indeed - Mon, 19 Jun 2017 19:59:43 GMT - View all Oshawa, ON jobs
          2017, año del Turismo Sostenible   

2017 será el año dedicado al Turismo Sostenible, un modelo que buscar hacer compatible los usos tradicionales del territorio con la creación de productos turísticos, y que todo ello contribuya a la generación de recursos que favorezcan la consolidación de las poblaciones rurales. Es, además, un modelo respetuoso con las costumbres, la naturaleza y el patrimonio, […]

2017, año del Turismo Sostenible ha sido publicado originalmente en fieldworkriotinto. Puedes seguirnos también en Twitter, Facebook y Google+.


          HSEQ Engineer (PMR Hunterston) - Amec Foster Wheeler - West Kilbride   
The GSUK team has an annual turnover in excess of £40M, contributing to the wider Clean Energy target. The PMR team within the Clean Energy Generation Services...
From Amec Foster Wheeler - Tue, 27 Jun 2017 19:42:03 GMT - View all West Kilbride jobs
          R& D Research Scientist - Aleo BME, Inc. - State College, PA   
Manage research associates' contribution to various projects to expedite POC development. Aleo BME, Inc....
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          Updated: Chris Sacca: “I am sorry” for contributing to Silicon Valley’s sexism problem   
none
          Re: 33 and getting serious about retirement   
aristotelian wrote:
camillus wrote:Pardon me, but paying 28% fed income tax & 9.3% CA tax would have me maxing out the 401k before contributing to Roth.

Why this recommendation when OP expects his income to sharply increase?


Good point. I was going with OP's assumption that he is already maxing the Roth. You are right, it is not a given. The point is, he should absolutely get his employer match, and max the 401k if possible.

If he expects his income to increase even more - and in CA at age 33 that is a possibility - Roth may still make sense at this point in his career.


Going to take these one-by-one.

First of all, "she." :-) Second of all, thanks for all the input. I'll probably started contributing 6% (to get employer match) and see where that leaves me in terms of take-home pay versus my fixed expenses.

I am completely phased out of my Roth (unless I can backdoor Roth, I guess???) due to my salary, which is why I opened my taxable.

ruralavalon wrote:Please double check the expense ratio on the Vanguard Target Retirement 2050 Fund in your 401k, that 0.60% seems very high and not normal for that fund.

Let us know what you find on double checking that expense ratio, that can affect the advice you are given. Getting low expense ratios is critical to long-term investing returns.

If you are going to use target retirement funds (which may be better for you, since you want to set-it-and-forget-it), then there is no need to use the advisory service or pay a fee for advice.


Thanks! I will double check--maybe I was looking at the wrong line.


delamer wrote:
zaboomafoozarg wrote:With a 6% guaranteed return paying off the $200k student loans, I'd consider putting money into those after hitting the 401k match.


Agreed! Those student loans are a big drag on your investments and your lifestyle. Have you figured out how much you'll pay in interest if you just pay the "manageable" monthly payment until the loan is paid off? If you did, the number might shock you into prepaying.


Most of my loans at ~6% (though I still have an outstanding balance from undergrad of $12k that's 2.5%). I will be (and am) paying a crazy amount of interest. I think once I start get a little more settled in my career, I can definitely up my manageable monthly payments to start eating away a little more.
          Childless couple - want siblings to inherit after we both go   
We are childless. I am 62, DH is 69. When one spouse goes, the other should inherit everything. However, when the remaining spouse goes, we want both sets of siblings to inherit based on each spouse's contribution to the marriage. Same goal if we go simultaneously. I can think of several ways to go about this and would like BHs' opinions. BTW, all our accounts are entirely separate.

1. I can base it on the assets at the time of death of the first spouse. So, if I go first and my assets at the time are $1 million and DH's assets are $2 million, when DH goes, my sibs should inherit 1/3 of whatever remains and his siblings get 2/3. All of this should be per stirpes. To implement this, DH would need to revise the will upon my death to add my siblings using these ratios. In this case, I have 4 siblings and they would each get 1/12th of his assets, his 3 siblings would each get 2/9ths of his assets. Our earlier wills would leave our assets to the spouse, and then to our own siblings if spouse is not alive. This would meet our goal for simultaneous death. However, for the siblings, this proration doesn't seem as fair as #2, although it seems easier to implement (just change the will).

2. We can continue our current practice of spending out of our individual accounts. So if I go first, DH would continue to spend out of his assets. He can use my accounts if he runs out of money. Whatever is left in my accounts when he goes will go to my siblings; his to his siblings. It seems fair that the spouse left standing should continue to deplete his/her own assets first and leave the spouse's assets for his siblings. My friend has implemented this sort of thing with individual trusts. If her spouse goes first, his trust becomes irrevocable but it will accommodate her "reasonable" requests. I'm leery of this Mother May I approach. Seems like if I want to go around the world and I need DH's money, I should be able to get it. However, trustee may not consider it "reasonable". And if the trustee is from DH's family, he has incentive to be stingy with me. Could I implement this without trusts and trustees? If DH goes first, can I preserve his bank accounts, etc. but put in my name but I can differentiate them from my assets because they are separate accounts. I would not commingle and continue to spend out of my own accounts. Then I could do PODs for his accounts to his sibs and PODs on my accounts to my sibs.

This is the extent of my analysis so far. Sorry if I'm being fuzzy but this is how I feel. :confused Any help in crystallizing my strategy would be greatly appreciated.
          Re: Tax deferred or taxable account?   
Welcome to the forum!

The tax-deferred 401(k) is still a better investment even if you expect to leave the money to your heirs.

It's easier to see the comparison between a Roth (tax-free) and a taxable account. If you hold a taxable account, you earn less than on a tax-free account, because you pay tax on your dividends every year. You may avoid tax on capital gains if you leave the account to your heirs, but the dividend tax compounds over time. If you live for forty years before you leave the account to your heirs, and are paying 15% tax on a 2% dividend yield, the 0.3% tax every year costs you 12% of the money.

A traditional 401(k) works the same way, because you get a deduction on contributions. If you are in a 25% tax bracket and contribute $18,000 to your 401(k), that cost you only $13,500 out of pocket. If you (or your heirs) are in a 25% tax bracket when the money is withdrawn, you come out just as well as if you had invested $13,500 tax-free. If you have to take the money out as a required minimum distribution, you can invest it in a taxable account then, but you still gained the benefit of years of tax deferral.
          Re: BRKB Stock [Berkshire Hathaway Inc. Class B]   
Besides the mantra about individual stocks (which can be read on hundreds of threads on the board), there's also the question of whether one already owns BRK in a taxable account, and how much in the way of capital gains one would realize by selling it.

I own it, but it's only 2% or so of my portfolio. If I were to sell it, the capital gains would put my AGI above the limit for making a Roth IRA contribution, and a backdoor isn't an option in my particular circumstance due to the pro-rata rule.

I think continuing to make Roth contributions as long as I can is probably much more important than selling BRK for the sake of passing somebody's purity test. It will probably perform comparably to the rest of the S&P, give or take.
          How Much Does It Cost To Buy A Great White Shark   
In the Arab world, Islam and Western democracy means dictatorship

by Abdenur Prado - posted Friday, February 11, 2011
Source: UMMA . COM

The West finances dictators in the Middle East and the Arab world for over a century.
pro-democracy demonstrations against dictatorships supported by the West in the Arab world, shows once again the immense hypocrisy of our leaders. Which side Western governments are, with the demonstrators or the dictators? The answer is simple: the side of those who generate millions for the benefit of Western multinational corporations.

But that does not surprise anyone. It is well known that the West has funded more than a century of dictatorships in the Middle East and the Arab world because it is through the autocracies that [the West] were able to control the resources of this region. Even if this leads to the exploitation and misery of people facing decommissioning, orchestrated by the International Monetary Fund, their social services in order to repay foreign debt generated by the millions in arms purchases in the West ... As the aspirations of civil society, increasing poverty, torture and repression, lack of civil liberties and human rights ... No Western leader does not care at all. And all have shown, continuously, without exception, for over a century. Remarks made recently by Henry Kissinger are revealing in this regard: "We've had five presidents who have considered Hosni Mubarak as the best ally of the U.S. objectives in the region. "

Just out of the archives all the statements of Western leaders who praise the Arab tyrants: their economic policies, their continued political stability, their contributions to international security, that they safeguard secularism and prevent the advance of Islamist movements ... In short, for submission to the dictates of Western financial markets and the International Monetary Fund.

This overview does only one variable: whether or not the connivance with the State of Israel. This underscores the critical role of Israel vis-à-vis the maintenance of dictatorships in the Arab world, a fact corroborated by the comments made by Netanyahu in support of Ben Ali and Mubarak as well as decades of collusion with the family Royal Saudi monarchy and other issues of colonialism. No surprise then to learn that Israeli diplomacy has done everything possible to save Mubarak. It is true that Israel has cause for concern, not only for the danger posed by the rise of political Islam, but also because the democratic governments that might arise would maintain not only their country's complicity in the genocide of the Palestinian people. The open border between Gaza and Sinai is crucial for the survival of the Palestinian people. This is a convincing argument in favor of democracy in Egypt and the Middle East! And
"Islamism" in all this? It serves as a bogeyman to justify the support of dictatorships "secularists." However, it obscures the fact that the majority of parties "Islamists" in the Arab world accepted the idea of parliamentary democracy.
An example of this paradigm is that the Muslim Brotherhood in Egypt. In 1944 the founder, Hassan al-Banna, supported the participation in parliamentary elections, saying that the Egyptian constitution was "Islamic" because it recognized that the authority resides in the people, ensured the decision-making through consultation (Shura) and respect for individual freedoms. In some of his writings, he defends parliamentary democracy: "The bases of political organization based on the system of parliamentary representation does not contradict the fundamental principles that Islam has set in organization of power. "Since its founding, the Muslim Brotherhood have repeatedly stated that their intention is not to take power, but to educate society and to influence the system for Islamic ideals in justice being implemented. Despite this, they are portrayed as villains by the media manipulation and by Western governments. (I'm not a fan of the Muslim Brotherhood, but I am against their demonization. For their positions, see their website in English).

There is talk now of returning to Tunisia Rachid al-Ghannouchi, founder and historic leader of the party-Nahda in Tunisia, after 22 years of exile. According Ghannouchi, Islam provides a more fertile than that of the West to carry out democracy. There is a book of Azam Tamimi, where he studied his thought in detail, Rachid Ghannouchi: A Democrat within Islam, published by Oxford University Press. Among his ideals: "an Islamic system based on the will of the majority, free elections, free press, minority protection, equality between laity and religious parties, and achieving complete women's rights in all areas, participation in elections to the freedom to dress as they wish, the right to divorce, and even the right to be head of state. The role of Islam is to provide an ethical system. "

An ethical system that necessarily involves the abolition of usury Financial, which provides a minimum of social services for the entire population and the establishment mechanisms that prevent the accumulation of capital in the hands of a few individuals. An equally valid for Spain than for Egypt.

In Brief: Islamist movements are champions of democracy against tyranny corrupt funded by the West. It is curious to see how the terms were reversed at the point of passing the opposition, which demands democracy, for ... absolutists, and dictators that suppress civil liberties as saviors. The world upside down? The world seen through a mass media manipulation. That is to say, from a perspective of the interests of major Western financial corporations.


Translation: Amy Fetchman

          Drupal core: Add change records to all @deprecated code   

Problem/Motivation

Drupal 8 has adopted a new deprecation policy to make it easier for developers to update outdated code: https://www.drupal.org/core/deprecation

One new part of this policy is that deprecation notices should have a change record listed with an @see that clearly indicates how to update the deprecated code. For example:

 * @deprecated in Drupal 8.0.0 and will be removed before Drupal 9.0.0.
 *   Instead, you should just check if a variable is an instance of
 *   \Drupal\Component\Render\MarkupInterface.
 *
 * @see https://www.drupal.org/node/2549395

However, we have hundreds deprecated notices in core that do not yet have the appropriate change record listed.

Proposed resolution

Read over the steps below before you start.

Try reviewing existing issues before creating more new ones. If you understand the instructions well, before creating a new issue, check to see if there are existing child issues that need review (yellow background) in the right sidebar on this page, and use the instructions as a guide to evaluate another contributor's existing patch.

  1. Look for an @deprecated tag in core. (There are hundreds!)
  2. Look for or create an issue for one you find with this issue as its parent. Make sure to look at the existing child issues to make sure you don't accidentally create the same issue twice!
  3. Check when the @deprecated notice was added using git log -L. Reference: https://dev.acquia.com/blog/maintainers-toolbox/maintainers-toolbox-git-...
  4. The issue for the commit will be included in the commit message with text like:
    Issue #2575615 by alexpott, pwolanin, stefan.r, catch, dawehner, effulgentsia, xjm, David_Rothstein, iMiksu, lauriii, joelpittet: Introduce HtmlEscapedText and remove SafeMarkup::setMultiple() and SafeMarkup::getAll() and remove the static safeStrings list
    Visit the issue node by going to that node ID on Drupal.org, e.g.: https://www.drupal.org/node/2575615
  5. Look in the old issue's right sidebar for the issue node for any change records it:
  6. If there is a single change record, look it over to make sure it has instructions for how to replace the deprecated code.
  7. If there are multiple change records, look over each to see which best explains how to replace the deprecated code.
  8. If there are no change records attached to the issue, see below for what to do if you cannot locate a change record.
  9. Check in the same file and the same commit to see if there are other @deprecated notices that should have the same change record.
  10. Create a patch that adds an @see linking the change record as in the example above, and set your issue to needs review.

Examples of where it went right

In #2873721: Add Change record to @deprecated for MigrateIdMapInterface, it was noted that effort went into seeing what was the original issue(s) that made the change. Then the final patches and commit from the original issue(s) was inspected to make sure that all deprecations are/were updated to reference the @see to the change record. Later on, the reviewer checked this as well and noted in his review that he verified there were no other places where the deprecation notice should be updated.

Examples of where some things were missed

In #2873738-10: Add Change record to @deprecated for LinkUri, it was noted that not all of the deprecations where caught. The review and initial patches earlier on also just checked for code style and if the CR was linked correctly. It did not note if all locations seem to be caught. By checking the original commit that introduced the deprecation it can be noted that changes where made to several classes. All the deprecations should note the @see.

If you cannot find a change record

If there is no change record attached to the issue for the deprecation, there are a few possibilities:

  • The change record wasn't attached to the issue properly
  • the deprecation was done in a separate issue from the API addition without the change record being updated.
  • No change record was ever created for the change (by mistake, or because it was considered too trivial, or because it was part of a larger change or pattern).
  • The deprecation itself was premature or incorrect and no replacement API exists yet.

What to do when you can't locate the change record:

  1. First, make note on your issue that you did not find a change record directly attached to the issue where the @deprecated line was committed.
  2. Then, search the existing change records related to the API: https://www.drupal.org/list-changes/drupal Be sure to search under both the "Published" and "Draft" change records, and try a few different keywords.
  3. If you find a change record that seems related, read over it to see if it has information on updating the deprecated code. Also make note of any other issues attached to the same change record, since one change record may cover many issues. These issues might help you understand more about the deprecation.
  4. At this point it's a good idea to check with a mentor or reviewer to see if the change record you've found is a good fit. Post a comment on your issue linking whatever change records you've found. Contributors to the original issue or maintainers for the subsystem might be able to give you quick feedback; try asking in IRC. Even if no change record was ever created for your specific issue, it's often better to add to an existing change record rather than creating a new one.
  5. If you find a change record that seems like a good fit:
    • Click the "Edit" tab on the change record.
    • Add a reference to both your issue and the issue that introduced the deprecation.
    • If the change record does not yet clearly cover your change, you can also edit the change record to address it. Link your revision on your issue to get review on that as well! Ask reviewers for help if you're not sure what to add.
  6. If no change records are a good fit, then you can draft a new one at: http://drupal.org/node/add/changenotice Follow the instructions on: https://www.drupal.org/contributor-tasks/draft-change-record

    As above, be sure that your new change record references both your issue and the original issue that introduced the deprecation.

  7. Finally, continue with the next steps above, including checking other deprecations in the same commit or the same file and seeing if they also should share the same change record.

An example where the CR didn't exist is #2873742: Add Change record to @deprecated for Term. This was noted, then the related issue was found, reviewed for impacts and a new CR was created at https://www.drupal.org/node/2879193.


          Drupal core: Add a startup configuration for the built-in PHP server that supports clean URLs   

Problem/Motivation

As of 5.4, PHP has a built-in web server which is useful for testing. As it does not support .htaccess files it won't work with clean-urls out of the box as it requires urls on the form http://example.com/node/1 to be rewritten to http://example.com/?q=node/1 on the fly.

Proposed resolution

Create a router-script that introduces the q query Create a startup script for the built-in web server that supports clean URLs.

The latest patch contains a file called .ht.router.php, which when used as a router script for the build-in web server, makes clean urls work. Usage:

php -S localhost:8888 .ht.router.php

Be aware that Drupal's Clean URL test does not work because the built-in web server runs only one thread and Drupal tries to make one more request when the test runs (it uses drupal_http_request() in the request). You must visit 'admin/config/search/clean-urls' path without ?q= where you can switch on clean urls.

Beta phase evaluation

Reference: https://www.drupal.org/core/beta-changes
Issue category Task because this is necessary to have Drupal working with PHP's built-in web server.
Issue priority Normal because this feature is needed by developers only.
Prioritized changes This issue is prioritized because it is going to be back-ported. The main goal of this issue is providing the expected feature of being able to run Drupal on the built-in PHP server. Plus, it works with drush.
Disruption Not disruptive for core/contributed and custom modules/themes because it is a startup script for the built-in PHP server that is used only by developers who know what they are doing.

          Dr. Michael Nana Nyame-Mireku wants Africa to make it enticing for Diaspora Professionals to return to the continent   
US-based Clinical Pharmacist Dr. Michael Nana Nyame-Mireku during an interview with TheAfricanDream.net called on Ghana and African governments to make it less rigorous and tedious for pharmacists and other professionals that have practiced in their respective fields for over a decade return to contribute towards the development and moder ...
          #3: A Beautiful Poison   
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          #4: Secondborn (Secondborn Series Book 1)   
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          #8: The Keeper of Lost Things: The feel-good novel of the year   
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          #9: The Sea Detective   
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          Bichara dice informe Punta Catalina permite no confundir a la población sobre costo y precios    

SANTO DOMINGO. La Central Termoeléctrica Punta Catalina debe hacernos sentir satisfechos, por su significado y por cómo fue contratada. El informe presentado por la comisión creada mediante el decreto 6-17 permitió a la ciudadanía entender el proyecto.

Estas consideraciones fueron emitidas por el vicepresidente ejecutivo de la CDEEE, Rubén Jiménez Bichara, al ser entrevistado en Telenoticias, canal 11, donde afirmó que la población “comprendió por qué el proyecto se tomó seis meses estudiándolo y profundizándolo”.

Valoró como importantes las sugerencias presentadas por la comisión encargada de investigar la licitación y adjudicación, la cual está integrada por monseñor Agripino Núñez Collado, el pastor Jorge Alberto Reynoso, los empresarios Pedro Brache Álvarez y José Luis Corripio (Pepín). Asimismo, el dirigente sindicalista Gabriel Del Río Doñé y el vicepresidente de la Fundación Institucionalidad y Justicia, Servio Tulio Castaños.

Del mismo modo, el presidente de la Sociedad Dominicana de Diarios, Persio Maldonado y el economista, Jaime Aristy Escuder. Junto a ellos, el exvicepresidente ejecutivo de la CDEEE, Celso Marranzini.

Jiménez Bichara lamentó que se haya querido confundir a las y los ciudadanos con informaciones sobre costos y precios.

“Todos los estudios técnicos de firmas internacionales dan cuenta del buen precio a que fue contratada Punta Catalina”.

La firma FTI Consulting concluyó que la licitación fue transparente y siguió las leyes dominicanas. Igualmente, que las propuestas presentadas fueron evaluadas consistentemente.

Asegura que el Gobierno ha hecho un gran esfuerzo para continuar el desarrollo de la obra que representará un ahorro anual de US$450 millones.

La construcción de Punta Catalina nunca se ha detenido y ya tiene un nivel de construcción de un 78 por ciento. “La ingeniería de la obra está en un 96 por ciento y los equipos principales de la planta están en un 98 por ciento”.

Propuestas deben respetar intereses del país

“No creo que haya en la región de Latinoamérica una planta con la calidad de Punta Catalina”.

Respecto a cualquier propuesta del sector privado para invertir en el proyecto, dijo que deberá respetar los intereses del país. Asimismo, “que no se arriesguen los objetivos que dieron origen a Punta Catalina”.

Diversificación de matriz a precios sostenibles

Esta central busca adicionar generación al sistema eléctrico interconectado a precios sostenibles. La finalidad es un sistema de servicio ininterrumpido de 24 horas para el desarrollo del país.

Primera unidad lista para junio del 2018

El cronograma de entrega actual, coloca la primera unidad de la obra para junio o julio del 2018. En tanto, la segunda unidad estaría lista para diciembre de ese mismo año.

La central está ubicada en el distrito municipal de Catalina, Baní. Se construyó en esa zona porque se habían hecho diseños de plantas de generación y estudios previos.

La urgencia era desarrollar 600 megavatios para poder abastecer la creciente demanda de generación, que en estos momentos se coloca en 125 megavatios por año.

La Central Termoeléctrica Punta Catalina está integrada por dos unidades de 337.4 megavatios cada una. Generará energía a partir de la quema limpia de carbón pulverizado. El 40 por ciento de la energía producida en el mundo es a partir de ese mineral.

Punta Catalina contribuirá, además, a reducir el 98% de las emisiones de gases. Se logrará a través de un purificador AQCS y la siembra de 1, 500,000 plantas de caoba.

Esta construcción ha generado más de 6,400 empleos. El 98 por ciento de la mano de obra es dominicana.


          Sales Account Executive - Text2Car - Saskatchewan   
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From Text2Car - Fri, 07 Apr 2017 07:23:52 GMT - View all Saskatchewan jobs
          Comentário sobre Parque de diversões ou horrores por WilliamKix   
?Essay for 2017 Software Below are essay prompts for your 2017 Standard Software along with the Coalition Software. Equally first-time college students (potential freshmen) and transfer students use either the Widespread Software or the Coalition Software to apply to Purdue. For 2017 enrollment, these purposes will be available in the market in early August 2016.  Guidelines When applying to Purdue you should make use of the Well-known Software OR the Coalition Software, not equally. Do your research. Select your essay prompt(s) by primary deciding which colleges you plan to apply to. If all the colleges you plan to apply to make use of the Typical Software, this software may be the most useful choice for you. If all make use of the Coalition Software, that may be the more beneficial choice. Although Purdue employs both of those, some colleges only use a person or the opposite. The essay demonstrates your ability to put in writing clearly and concisely over a selected topic and helps you distinguish yourself inside your very own voice. What do you like the readers of your software to know about you apart from courses, grades, and examination scores? Purdue's own Web-based Composing Lab  gives you advice on creating essays for college purposes. First-Time College Students (Freshmen) The Widespread Software Freshman Essay Prompts (required minimum-maximum word count: 250-650) Some students have a background, identity, interest, or talent that is definitely so meaningful they believe their software would be incomplete without it. If this sounds like you, then please share your story. The lessons we take from failure may very well be fundamental to later success. Recount an incident or time in case you knowledgeable failure. How did it affect you, and what did you learn from the adventure? Reflect over a time in the event you challenged a belief or idea. What prompted you to definitely act? Would you make the same decision again? Describe a problem you've solved or a problem you'd like to solve. It should be an intellectual challenge, a research query, an ethical dilemma - anything that's of personal importance, no matter the scale. Explain its significance to you and what steps you took or could be taken to identify a method. Discuss an accomplishment or event, formal or informal, that marked your transition from childhood to adulthood within just your culture, community, or family. The Coalition Software Freshman Essay Prompts (recommended minimum-maximum word count: 300-500) Tell a story from your life, describing an have that either demonstrates your character or helped to shape it. Describe a time whenever you made a meaningful contribution to others in which the greater positive was your focus. Discuss the challenges and rewards of making your contribution. Has there been a time when you’ve had a long-cherished or accepted belief challenged? How did you respond? How did the challenge affect your beliefs? What is the hardest part of being a teenager now? What’s the right part? What advice would you give a younger sibling or friend (assuming they would listen to you)? Post an essay on the topic of your choice. College Transfer Students  Essay Prompt to the Basic and Coalition Purposes - same for each (minimum/maximum word count: 250-650) Please produce a statement that addresses your reasons for transferring as well as the objectives you hope to attain. 
          - Interview d'Aaron Russo sur les confidences de N.Rockefeller   


Aaron Russo (14 février 1943, New York - 24 août 2007) était un producteur et réalisateur américain de films, basé à Hollywood.

Russo a notamment été le manager de Bette Midler entre 1972 et 1979. Durant sa carrière cinématographique, il a produit des acteurs tels que Eddie Murphy, Dan Aykroyd dans Trading Places, qui deviendra pour le public un des classiques de Noël. Il réunira Nick Nolte, Morgan Freeman et Ralph Macchio dans Teachers. Il a reçu un Grammy, un Tony et un Emmy pour OL' Red Hair is Back en 1978.

Son dernier documentaire America…From Freedom To Fascism, sorti en 2006, dénonce la politique américaine en matière de taxe fédérale sur le revenu et quant au système bancaire fédéral. Selon lui, la politique américaine depuis la création de la Banque Fédérale Américaine, conduit à une restriction croissante des droits des citoyens américains, surtout avec la mise en place des nouvelles lois depuis les attentats du 11 septembre 2001 et de la création de la nouvelle carte d'identité.

Très impliqué dans la vie politique américaine, il s'est présenté aux élections du gouverneur du Nevada en 1998, sous les couleurs du parti Républicain, où il a fini deuxième, avec presque 30% des votes. Membre important du Parti Libertarien américain, il a été candidat de ce parti lors des primaires organisées pour l'élection présidentielle de 2004.

En 2007, dans une interview de Alex Jones, il dénonça le CFR, supporte les théories du complot à propos des attentats du 11 septembre 2001, la guerre contre le terrorisme, ainsi que le plan de domination mondial des sionistes (Rockefeller, etc…).

Il y raconte une discussion tenue entre Nicholas Rockefeller et lui-même 11 mois avant les attentats du 11 septembre 2001, expliquant entre autres les propos tenus par Rockefeller : comment "un évènement allait se produire … et comment à partir de cet évènement nous (les USA) allions envahir l'Afghanistan, construire des pipelines pour amener le pétrole de la mer Caspienne, que nous allions envahir l'Irak pour prendre le contrôle du pétrole au Moyen-Orient et pouvoir nous implanter là-bas et intégrer cette région dans un nouvel ordre mondial et qu'ensuite nous irions nous occuper de Chavez, au Vénézuela ainsi que de l'Iran. Je me rappelle qu'il me disait qu'on verrait des soldats fouiller des grottes à la recherche des responsables, en Afghanistan, au Pakistan et dans toutes ces régions-là. Il y aurait alors une guerre contre le terrorisme où il n'y aurait pas de véritable ennemi. Tout cela ne serait qu'une mystification. Ce serait une façon pour le gouvernement de contrôler les Américains.

Rockefeller lui a aussi affirmé que ses projets pour l'avenir étaient de réduire la population mondiale de moitié et de remplacer la monnaie de papier par des puces sous-cutanées ou seraient stockées toute les informations personnelles de la personne. Tout ceci étant une manière détournée de contrôler ce que Nicholas Rockefeller a désigné comme les "serfs", les "esclaves", en parlant de la population mondiale.
Il évoque aussi l'émancipation des femmes comme étant une duperie. Ce mouvement n'aurait pour finalité rien d'autre que de doubler le nombre de contribuables et de demandeurs d'emploi, mais aussi de réduire l'influence familiale sur chaque enfant, qui finira, par la présence restreinte des parents, par s'attacher plutôt à l'Etat, de façon indirecte.

Il meurt six mois plus tard d'un cancer de la vessie après 6 ans de combat.


          Predators sign Bonino away from Pens and trade Wilson to Avs   

NASHVILLE, Tenn. (AP) — The Nashville Predators took care of an area of concern Saturday, signing center Nick Bonino away from the Stanley Cup champion Pittsburgh Penguins with a $16.4 million, four-year contract. Bonino was a key player for the Penguins during the past two postseasons, contributing a total of 25 points to help them […]
          #3: BOGI超吸水運動タオル - 100%竹繊維 - スポーツタオル 速乾タオルアウトドア/ 運動/水泳/ヨガ/登山/旅行に最適   
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          Ex-Mass. Sen. Brown Talking To Fox About Job   
Former Massachusetts U.S. Sen. Scott Brown is in talks with Fox News about a possible job as a contributor.
          PORTUGAL À SOMBRA DE AMBIGUIDADES AINDA NÃO ULTRAPASSADAS – VIII   



Em saudação aos 60 anos do MPLA, aos 52 anos da passagem do Che por África e aos 43 anos do 25 de Abril… e assinalando os 50 anos do início do “Exercício ALCORA” e os 50 anos do início da Guerra do Biafra.

15- O fascismo e colonialismo do Estado Novo, em função dos problemas que criou, tornou-se praticamente indigente no que ao armamento e equipamento militar dizia respeito: e vassalo nas obrigações internacionais no quadro da NATO e do Exercício ALCORA, uma vassalagem que não parou com o 25 de Abril de 1974.

Em Goa, Damão e Dio, ficou evidente que a capacidade militar do colonialismo português praticamente não existia e no campo da NATO, muito poucos tinham interesse em ajudar essa indigência avassalada, inclusive o aliado Grã-Bretanha.

Logo em 1961 relativamente a Angola, era essa a impressão do cônsul-geral da África do Sul em Luanda e por isso os portugueses recorreram desde logo ao “apartheid” para criar comunicações que levassem a futuros entendimentos com a África do Sul.

Se a vassalagem era impotente em relação à NATO, iriam buscá-la noutras paragens.

Em Setembro de 1963, a África do Sul ofereceu assistência militar e um ano depois, os portugueses manifestaram ao “apartheid” que estavam interessados num acordo permanente para o fornecimento de peças e outros serviços de apoio para os helicópteros Alouette III.

Em 1967 os dois países deram mais um passo no sentido do fornecimento por parte da África do Sul de material militar, algo que agradava ao “apartheid”, que além do mais se ia apercebendo que Portugal iria ficar em dependência em relação ao seu poderio e interesses.

Em 1968 os enlaces derivaram no sentido de se criar as bases do acordo do âmbito do Exercício ALCORA, sendo definida a entrada das SADF e Polícia sul-africana no sudeste de Angola, a pretexto do “apartheid” se juntar aos portugueses e dar caça simultaneamente às guerrilhas da SWAPO e do MPLA.

Em ambos os casos o “apartheid” aproveitou para estreitar laços com a PIDE/DGS, uma vez que o conceito e a doutrina dos Flechas às ordens de Óscar Cardoso lhes interessava, tanto como a Operação Madeira.

De entre os equipamentos que a África do Sul se comprometeu a fornecer nesse ano, estavam 5 helicópteros Alouette III, 33 autometralhadoras Panhard AML e 283 rádios TR 28C.

Algum desse armamento foi parar aos “Dragões” instalados no Bié, o que é um indicativo da percepção que o colonialismo português tinha sobre a importância geoestratégica da Região Central das Grandes Nascentes em Angola.

Para efeito desse fornecimento, os sul-africanos solicitaram ao Estado Novo que pedisse autorização aos franceses, uma vez que eram eles os produtores desses meios e o “apartheid”, que sob licença os produzia no seu território, respeitava os compromissos existentes com a França…

Portugal acedeu e os fornecimentos a partir de então passaram a ter plena garantia.

A França passou a ser um fornecedor de material de guerra que supria as necessidades do“apartheid”, no âmbito da internacional fascista que renitentemente se erguia em armas na África Austral e por tabela do colonialismo português, em especial nos teatros operacionais de Angola, Moçambique e Guiné Bissau.

É evidente que isso não teria sido possível sem que houvesse fortes laços entre os interessados da internacional fascista, ao abrigo do “Le Cercle”, um dos mentores mais reaccionários das políticas de então, unindo as tendências fascistas e colonialistas na Europa, na América Latina e em África, com respaldo das sucessivas administrações estado-unidenses.

O “Le Cercle” haveria de ter muitos êxitos nos seus “bons ofícios” na “defesa da civilização judaico-cristã ocidental” e entre eles os resultantes dos papados no Vaticano dum polaco (João Paulo II – 22 de Outubro de 1978 a 2 de Abril de 2005) e dum alemão (Bento XVI – 24 de Abril de 2005 a 28 de Fevereiro de 2013)…

As mais “conservadoras” doutrinas da Igreja Católica Apostólica Romana, impactaram em Angola nos anos da “glasnost”, nos anos de chumbo, precisa e sincronizadamente na mesma altura dos impactos do capitalismo neoliberal após o desaparecimento do socialismo real da Europa e essa, sob o ponto de vista ideológico, é uma das explicações das aproximações que em função de Bicesse se fizeram a Angola, por via de partidos como o CDS, PSD e PS, até aos nossos dias… coisas de agenciados social-democratas do âmbito da “civilização judaico-cristã ocidental” e dos negócios que ela tão bem propicia, já se vê…

Antes era nesse mesmo esteio que se movia a “Aginter Press”, no quadro das “redes stay behind” da NATO e do “Le Cercle”, acima das capacidades operacionais dos serviços de inteligência de Portugal, Rodésia e África do Sul, ainda que tivesse ficado sem efeito a Concordata do Estado Novo com o Vaticano…

O apoio da França foi garantido e a África do Sul teve luz verde para continuar o fornecimento de material militar ao Estado Novo, o que reforçou o seu relativo domínio na definição, formulação e organização das tarefas e missões implícitas no acordo do Exercício ALCORA.

O Estado Novo foi ficando cada vez mais avassalado ao “apartheid”, à medida que progredia a instalação do Exercício ALCORA.

As políticas de Richard Nixon para África por seu turno, deram outra cobertura às iniciativas em prol do Exercício ALCORA e no leste de Angola, a África do Sul desencadeou a Operação Bombaim, contra as guerrilhas do MPLA e da SWAPO, dando início a uma prolongada “border war” que só iria terminar em finais da década de 80 do século XX, quando a Linha da Frente passou irreversivelmente do paralelo de Brazzaville – Dar es Salam, para o paralelo da fronteira sul de Angola, Zâmbia e Moçambique, dando posteriormente origem à criação da “Southern African Development Community”, SADC.

O Exercício ALCORA teve início formal entre 4 e 7 de Dezembro de 1971, permitindo um aumento dos fornecimentos de material de guerra por parte da França e da África do Sul ao Estado Novo.

Em 1973 e 1974 o estudo dos riscos e ameaças, em função das informações colhidas em Kinshasa no âmbito do Exercício ALCORA (que envolveu também a “antena diplomática” que dava pelo nome de António Monteiro), apontava para a eminência dum ataque a Cabinda e norte de Angola, sob orientação do apêndice da CIA, Mobutu, Presidente do Zaíre, reforçado por outros países africanos.

O Zaíre havia adquirido armamento e os programas de acção contra o colonialismo português em suporte das FLEC e da FNLA, começaram a ganhar corpo.

A escalada de fornecimento de material de guerra em 1974, por parte do “apartheid” ao colonialismo português, subiu uma vez mais a fasquia: os sul-africanos iriam fazer reconhecimentos aéreos em Cabinda e norte de Angola, “a fim de detectar indícios de preparativos de concentração de forças inimigas”, estimularam o fornecimento de mísseis Crotale e prepararam um acordo financeiro, com uma ampla política de crédito disponível.

O 25 de Abril de 1974 inviabilizou alguns dos fornecimentos militares e o reconhecimento aéreo acordado, não terá inviabilizado o financiamento (que lhe terá sido anterior também por causa do Plano do Cunene e Cabora Bassa), mas o aproveitamento das iniciativas de Mobutu na direcção de Cabinda e do norte de Angola, estimuladas pela CIA no encontro “secreto” entre o general Spínola e Mobutu na ilha do Sal, ficaram proteladas para o quadro das disputas relativas à independência de Angola a 11 de Novembro de 1975.

Foi assim que o aproveitamento das iniciativas de Mobutu, passaram a integrar a Operação IAFEATURE, da “CIA contra Angola”, conforme a denúncia de John Stockwell.

De entre esses aproveitamentos esteve o Exército de Libertação de Portugal, ELP, um resultado dos compromissos do general Spínola, que depois de ultrapassar a hesitação de alinhamento directo com o “apartheid”, acabou por alinhar na operação da “CIA contra Angola”, tendo à frente o Coronel Santos e Castro, um profundo conhecedor das áreas a norte de Luanda (Caxito e Dembos).

O ELP aglutinou alguns sectores ligados à Frente Unida de Angola, FUA e à Frente Revolucionária de Angola, FRA (criado por Jaime Nogueira Pinto), entre outros, cujos programas levavam à independência de Angola de acordo com as ideias de Ian Smith na Rodésia e de forma a “repescar”em tempo oportuno o Exercício ALCORA.

Em “Jogos africanos”, Jaime Nogueira Pinto (membro assumido do “Le Cercle”), revela:

“… Com a partida de Silvério Marques e a chegada de Rosa Coutinho a situação agravou-se muito em todos os sectores.

O Almirante Vermelho, que logo se fizera rodear de uma segurança nunca vista, mostrava-se frio e eficaz no prosseguimento dos seus objectivos.

Achei que era tempo de passar a formas superiores de luta.

AGITPROP.

Tive então a ideia de criar a FRA – Frente Revolucionária de Angola.

O conceito era simples.

Se fôssemos fazer uma coisa de raiz, nós, os miúdos, os militares metropolitanos, não teríamos qualquer hipótese de ser levados a sério pelos civis locais.

Por isso achámos melhor recorrer à acção psicológica e à agitprop, criando um mito, uma lenda.

Engendramos então uma organização secreta – a FRA.

Redigíamos os panfletos originais da dita organização e fazíamos como se nos tivessem vindo parar às mãos.

Depois fotocopiávamos os panfletos e distribuíamo-los por círculos de activistas, onde estavam o Engenheiro Pompílio da Cruz, o capitão Seara e outros.

O Mariz Fernandes era a única pessoa, para além de mim e do Nunes, que sabia da coisa.

A ideia que passávamos era a de que existia uma forte organização secreta de resistência ao MFA e que quem aderia a essa sofisticadíssima rede clandestina passava a fazer parte duma poderosa máquina subversiva.

Assim a FRA funcionou, teve adesões, recrutou militantes e fez até algumas operações.

Era o que importava: não estar quieto, tentar coisas contra o apocalipse que se aproximava”…

…Por aquela altura já estava eu incorporado no Movimento Democrático de Angola (MDA) que, antes da chegada do MPLA a Luanda, sob orientação da Drª Maria do Carmo Medina e de Antero de Abreu, se contrapunha às influências da FUA e do FRA.

O ELP tinha influências também no sul de Angola, (Huíla, Namibe e em Benguela), com resíduos que foram permanecendo até hoje, com influência nos sectores económicos e sócio-políticos daquelas províncias, e intimamente associados a outros intervenientes dentro e fora de Angola, nomeadamente em Portugal e na África do Sul.

Era nesse cadinho que a BOSS/NIS recrutava agentes, como os que foram mais tarde detectados e neutralizados pela segurança angolana; Amílcar Fernandes Freire, Francisco Alberto Abarran Barata e Dongala Kamati, (meados da década de 80)… eu fui um dos oficiais instrutores do processo que lhes foi correspondente em defesa dasegurança e soberania de Angola… mal sabendo eu que em breve seria acusado, julgado e condenado por “golpe de estado sem efusão de sangue”(Processo 76/86)…

Foi assim também que o “apartheid”, tacitamente, desencadearia a Operação Savana, em apoio a Savimbi, em simultâneo à Operação da “CIA contra Angola” e na perspectiva de Holden e Savimbi alcançarem o poder em Luanda, a 11 de Novembro de 1975…”border war” já se vê…

… E foi assim que Portugal (onde já se vivia o após 25 de Novembro de 1975), retardou o reconhecimento da República Popular de Angola, (só o fez a 22 de Fevereiro de 1976 e foi o 83º país a fazê-lo) na espectativa de sua inviabilização!

É evidente que à medida que a aristocracia financeira mundial assumia o domínio, todas as peças da “civilização judaico-cristã ocidental” se iam encaixando na sua estrutura em pirâmide, cada vez mais avassaladora, preparando a hegemonia unipolar.

16- A passagem da linha da frente progressista e informal, para a Linha da Frente contra o“apartheid” a sul de Angola, acompanhou a trajectória da evolução do Exercício ALCORA até ao seu colapso.

Em Brazzaville, sucederam-se vários governos progressistas, fora da órbitra das redes de Jacques Foccard e para tal muito contribuiu a ajuda internacionalista da 2ª coluna do Che, que teve em Jorge Risquet um dos seus principais dirigentes.

Instalada a partir de 1965, a 2ª coluna do Che, que continuou mesmo depois da passagem do Che pelo Congo na espectativa dos sucessos da guerrilha de Mulele, vocacionou-se também e desde logo no apoio ao Movimento de Libertação em África, nomeadamente no apoio ao MPLA.

No livro “El  Segundo Frente del Che en el Congo – Historia del Batallón Patricio Lumumba”, Jorge Risquet Valdés dá conta do papel da iniciativa solidária e internacionalista para com África, nos termos da linha da frente progressista informal que se instalou entre Dar es Salam e Brazzaville, narrando com detalhe as acções e citando uma nota do Comandante Fidel de Castro de 30 de Dezembro de 1966:

“Informa a nuestros compañeros en esa,

A nuestros instructores militares, que han permanecido meses alejados de nuestra pátria, cumpliendo misión histórica de solidariedade com pueblos hermanos de África y que han puesto mu yen alto el prestígio de la Revolución cubana envio un caluroso y bien merecido Saludo en estes dias de fiestas navideñas.

La actitud firme y decidida de ustedes, combatientes revolucionários, de permanecer voluntariamente junto a pueblos hermanos, amenazados y agredidos por el imperialismo, demuenstra el alto espiritu de internacionalismo proletário y de solidariedade revolucionaria que há alcanzado nuestro Pueblo. En esse gesto está presente el ideal revolucionaria de Camilo y la decisión inquebrantable de lucha del Che.

Nuestro partido, las fuerzas armadas revolucionaias y nuestro Pueblo, que se apresentan a festejar el octavo aniversario de nuestra Revolución, se sienten orgullosos de ustedes, abnegados jóvenes por la disposición de ofrendar sus vidas si fuere necessário por la causa justa de los pueblos oprimidos, conscientes de que com ello sirven a la pátria y a la humanidade”.

Muita capacidade operativa do MPLA e do PAIGC foi forjada nessa conjuntura, inclusive as três colunas que partiriam em socorro da Iª Região Política Militar do MPLA, cercada e vulnerável
a incursões militares e de inteligência por parte do colonialismo português.

Para o MPLA foi também muito importante para reverter as situações vividas com a sua expulsão do Zaíre.

As colunas do MPLA, Camilo Cienfuegos, Cami e Ferraz Bomboco foram apenas um dos resultados dessas iniciativas progressistas a partir de Brazzaville, além da continuidade da guerrilha de Pierre Mulele e da própria consolidação do poder progressista no Congo (Brazzaville).

Os guerrilheiros angolanos forjados nessas lutas inquebrantáveis, foram utilizados depois para a abertura da Frente Leste do MPLA já no início da década de 70 do século XX, fazendo progredir em direcção a sul a Libertação em África, tendo como rectaguarda o território zambiano e ponto de apoio logístico principal Dar es Salam; muitos dos chefes estiveram na proclamação das FAPLA.

A abertura da Frente Leste foi determinante para o “apartheid” se decidir a envolver no Exercício ALCORA, dando início à “border war” em 1968 e presença de suas forças no sudeste angolano, facto que por si comprova quanto era negativamente avaliado o poder militar do Estado Novo em Angola.

A abertura da Frente Leste obrigou por outro lado a internacional fascista (com Mobutu incluído) a reforçar as linhas etno-nacionaistas da FLEC, da FNLA e da UNITA…

Com o 25 de Abril de 1974, o Exercício ALCORA desmorona-se dos termos previstos pela internacional fascista que incluía Portugal, a Rodésia, a África do Sul e alguns aliados africanos infiltrados pelo seu sistema e pela CIA.

O plano de Mobutu para assaltar Cabinda e o norte de Angola, foi então “reconvertido”, o que só por si era um obstáculo à progressão em direcção sul das linhas progressistas a partir de Dar es Salam e Brazzaville.

Com a data de independência de Angola à vista, Mobutu “fazia-se ao bife”, sob os auspícios da CIA e tacitamente alinhado com o “apartheid”, enquanto os portugueses, perdidos nas lutas internas do MFA entre o 25 de abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, iam respondendo conforme cada tendência política.

O Governador de Cabinda de então, Themudo Barata, veladamente alinhou com Mobutu e a FLEC, por efeito das políticas do general Spínola, conferindo à FLEC uma representatividade que não era internacionalmente reconhecida, numa polémica que é sustentada até nossos dias, com muitas entidades portuguesas a seguirem a trilha spinolista desde o 25 de Novembro de 1975.

As FLECs contam com apoios desse tipo em Portugal desde então.

Na aproximação do 11 de Novembro, Mobutu apoia a FLEC e a FNLA, de forma a intervir em Angola ao abrigo da CIA, pelo que angolanos e cubanos tiveram de travar as batalhas decisivas de Cabinda, Quifangondo e Ebo, a fim de ser proclamada a República Popular de Angola.

Em Cuba o Comandante Fidel apercebeu-se da importância de defender a capital angolana e simultaneamente Cabinda, pois sem isso seria impossível a progressão da linha da frente infrmal entre Dar es Salam e Brazzaville, para a Linha da Frente que mis tarde daria origem à SADC.

Pouco relevo se tem dado à batalha de Cabinda, mas o general de corpo de exército das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba, Ramón Espinosa Martin, elaborou um relato completo dos acontecimentos no seu livro “La Batalla de Cabinda”.

Desse livro destaco uma das lições geoestratégicas do Comandante Fidel em África.

“Mensage de Salida nº. 58

Destino: Luanda.

Al: 1er. Comdt. Arguelles- Gondin.

El comandante en Jefenos há pedido les trasmitamos el seguiente texto:

Para Angola se envio todo lo solicitado e incluso más.

Se decidió reforzar Cabinda com recursos absolutamente adicionales.

Se envio também personal que estuviera en disposición de combatir.

Cabinda es el punto más débil y peor defendido.

Si se pierde Cabinda no lo podran recuperar más.

Angola sin Cabinda no podrá consolidar su independenciaporque alli están los recursos económicos fundamentales.

Mobutu quiere apoderar-se de Cabinda y tarde o temprano la va a agredir, sobre todo si sabe que está indefensa.

Es necessário que ustedes entiendan esto y se lo hagan compreender al MPLA.

Se acordo además enviar a Angola el personal necessário para la técnica soviética.

Por esto no lo creemos que se deba continuar debilitando Cabinda.

Si ya bajaron los morteros 120 en Bengela, úsenlos entonces en Angola pero no reduzcan más los medios destinados a Cabinda.

Debemos atenernos a los planos acordados.

Ahora se lucha en Angola pero no sabemos lo que puede ocurrir en Cabinda y no debemos dejar nuestro personal alli debilitado, ya que en caso de ataque por fuerzas d Zaire tendrán que luchar muy duramente y prácticamente solos.

En Angola tienen ya bastantes médios.

Estan recebuiendo además el material de otros países y se puede continuar reforzando desde aqui com personal cubano.

Si Hay peligro real en Luanda es mejor reforzar esa dirección com médios de las otras escuelas antes que descuidar Cabinda.

Ustedes tienen ahi varias opciones posibles cuando lo consideren realmente necesario.

Los ruego analicen com serenidade estos hechos.

Si se gana la guerra en Angola Y se pierde en Cabinda, se habra perdido mucho.

Hay que tratr de obtener los objectivos completos en ambos puntos.

Saludos, Fidel.

Firmado: Colomé.

18.10.75”.

A Operação Carlota estava lançada e a RPA levaria a linha da frente para a sua própria fronteira sul, o que obrigaria o “apartheid” a reinventar e reconverter a “border war”, nunca desperdiçando o que quer que fosse dos “bons ofícios” à portuguesa no quadro dos sucessivos governos de após 25 de Novembro de 1975, tendo em conta a absorção de muitos conceitos e práticas do colonialismo português e dos nexos de inteligência que todos eles propiciavam.

Isso perdurou não só enquanto esteve em vigência o “apartheid”, mas também quando as políticas hegemónicas unipolares incentivadas pela “civilização judaico-cristã ocidental” se fortaleceram e impactaram da maneira mais terrível (choque neoliberal entre 1992 e 2002), quanto da maneira mais “persuasiva” (quando se foi evidenciando a terapia neoliberal em Angola, de 2002 aos nossos dias)… para esse efeito a inteligência económica dos sucessivos governos de Portugal, vassala dos poderosos, tal como do Bilderberg, esperaram a sua hora!

Em relação a Angola, por alturas do passamento físico do Comandante Fidel, foi justo o que escrevi na Embaixada de Cuba enquanto “soldado do MPLA” e antigo combatente angolano, face à fotografia do Comandante, insigne lutador pelas mais justas causas libertárias de África:

“… De Argel ao Cabo…

Cavalgando com Fidel!

… Levando o ardor progressista desde contra o baluarte do colonialismo francês no Norte de África…

… Até contra o bastião mais retrógrado e fascista que existia à face da Terra após a IIª Guerra Mundial, em seu perverso domínio em toda a África Austral…

… Precisamente no sentido inverso ao projetado pelo império anglo-saxónico sob inspiração de Cecil John Rhodes… do Cabo ao Cairo…

… Em 55 anos foi de facto um vulcão libertário que sacudiu África e se distendeu, um vulcão libertário cuja energia tem aqui e agora, no berço da humanidade, oportunidade para muito melhor se refletir, se equacionar e inteligentemente aproveitar!...

… Quanto os africanos não têm saudavelmente absorvido do legítimo contributo e histórica responsabilidade revolucionária cubana, por via das armas enquanto houvera que ser, por via da educação e da saúde enquanto nesses 55 anos o foi, o é… e o será no porvir!?

Vencido o colonialismo pelas armas… vencido o apartheid pelas armas… vencidas algumas de suas sequelas pelas armas… quando face às bombas nucleares nenhum combatente progressista recuou… a paz, a harmonia e a luta contra o subdesenvolvimento tornou-se mais possível que nunca!...”

A consultar de Martinho Júnior:
Eleições na letargia duma colónia periférica – http://paginaglobal.blogspot.com/2013/10/eleicoes-na-letargia-duma-colonia.html 
Programa soft power da CIA contra Angola, passa por Portugal – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/01/programa-soft-power-da-cia-contra.html 
Neocolonialismo em brandos costumes e dois episódios – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/03/neocolonialismo-em-brandos-costumes-e.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – I – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – II – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_30.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – III – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – IV – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_8.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – V – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_14.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – VI – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_18.html


          Timor-Leste precisa de um Plano Nacional de Formação de Quadros | M. Azancot de Meneses   


Próximo governo de Timor-Leste terá que conceber um Plano Nacional de Formação de Quadros

No dia 22 de Julho realizar-se-ão as próximas eleições legislativas em Timor-Leste e será formado o VII Governo Constitucional. Independentemente do governo que vier a ser formado, o país tem um Plano Estratégico de Desenvolvimento projectado para 2030 que não poderá deixado de ser tomado em consideração pelo novo executivo.

O Jornal Tornado, sobre esta problemática, decidiu entrevistar o Dr. Azancot de Menezes, especialista em educação e formação, considerado um dos quadros superiores mais conceituados de Timor-Leste.
Entrevista

Jornal Tornado: Dr. Azancot de Menezes, bom dia, começamos por agradecer a sua disponibilidade em conceder esta entrevista que nos parece fundamental para quem deseja compreender melhor a situação em Timor-Leste. Num momento em que se aproxima a formação de um novo governo, gostaríamos de saber a sua opinião relativamente à implementação e cumprimento do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste.

Azancot de Menezes: O Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste (2011 – 2030) apresenta um sumário de estratégias, acções e metas para 2020, destacando que o sistema de educação e de formação profissional deverá formar os recursos humanos qualificados que Timor-Leste necessita para continuar a construção da Nação.

O documento estratégico refere, também, que em 2030 o povo de Timor-Leste será instruído e bem formado, com longa esperança de vida e produtiva, e terá acesso a uma educação de qualidade que lhe permitirá participar no desenvolvimento económico, social e político da nossa Nação.

Segundo o plano governamental, haverá um serviço de saúde abrangente e de grande qualidade, acessível a todos os timorenses, e terá sido reduzida a pobreza porque haverá elevados níveis de rendimento e melhorado a produtividade nacional, com recursos naturais e o meio ambiente geridos de forma sustentável para benefício de todos, havendo sectores de indústria criativas que contribuirão para a nossa economia e o nosso sentido de identidade nacional.

O documento, tal como o apresenta, é ambicioso e todos sabemos que da teoria à prática há um longo caminho a percorrer, principalmente devido ao facto de Timor-Leste estar com carência de quadros. Concorda comigo? 

Totalmente! O nosso país enfrenta esse problema, de forma conjuntural e estrutural. Não temos quadros médios e superiores em número suficiente e qualificados! Portanto, a educação e a aposta na qualificação dos recursos humanos são imperativos para se dar cumprimento ao Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste.

Quadros médios e superiores

Em Maio de 2017 realizou-se, em Díli, o 3º Congresso Nacional de Educação. Sabemos que estiveram presentes especialistas e houve o envolvimento do governo…

Este encontro, sem dúvida, foi uma excelente iniciativa do Ministério da Educação, contudo, ao falarmos em educação e formação, na prática, continuamos sem encontrar respostas relativamente ao perfil dos professores que desejamos para Timor-Leste, informações que são imprescindíveis para a mudança qualitativa da educação e do futuro do nosso país.

Quais são os principais constrangimentos em relação à formação de professores e de quadros técnicos em geral?

Há um conjunto de questões fundamentais que devem merecer análise cuidada e necessitam de ser discutidas pelos especialistas e pelos decisores que definem as políticas do país.

No domínio da educação, por exemplo, não se sabe em rigor qual é o ponto de situação actual em relação à formação inicial e contínua de professores. Até ao momento não foi ainda realizada uma avaliação credível sobre a formação de professores em Timor-Leste.

Quais são os custos, os recursos humanos, os materiais e o equipamento necessários para darmos cumprimento a uma política educativa de qualidade defendida no Plano Estratégico de Desenvolvimento? Colocar este tipo de perguntas e encontrar respostas é um desafio crucial para a resolução de muitos constrangimentos inerentes à formação e educação.

Prioridade após as eleições?

Após a realização das próximas eleições legislativas será formado o VII Governo Constitucional. Na sua opinião, o que é que o governo deveria realizar como prioritário no domínio da formação de quadros no âmbito do plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste?

O novo executivo nacional, seja ele qual for, não poderá deixar de assumir como relevante e altamente estratégico introduzir na agenda política nacional a importância da obrigatoriedade que se impõe em torno da concepção de um Plano Nacional de Formação de Quadros (2018-2028).

O país tem doze instituições de Ensino Superior, públicas e privadas. Estima-se que existam 1222 docentes com o grau de licenciado, 750 com o grau de mestre e 50 com o grau de doutor.

Mas, pergunto, quais são de facto as necessidades de formação graduada e pós-graduada? Há algum estudo realizado sobre essa matéria e que oriente as universidades e escolas superiores?

Quais são as prioridades e programas de acção para a formação de quadros médios e superiores, para a administração pública e outros sectores? Quais são os resultados esperados e a estimativa de custos para os programas de formação de quadros?

Há algum documento orientador sobre a política de formação profissional na administração pública? Existe um balanço de necessidades de formação da oferta educativa interna nos domínios estratégicos de formação média e superior?

Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste (2011 – 2030)

Timor-Leste precisa de um documento orientador para a formação de quadros que tenha em consideração as necessidades de formação? É isso que defende?

Com certeza! Para respondermos de forma eficaz a questões desta natureza é imprescindível que Timor-Leste conceba um documento orientador da capacidade em termos técnicos e científicos, em harmonia com o Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste (2011 – 2030), e que de forma sustentável consubstancie um plano de implementação especificando aspectos de operacionalização, acções, cronogramas e investimentos.

O próximo Governo de Timor-Leste, caso esteja mesmo interessado no desenvolvimento social e económico do país, como espelha o Plano Estratégico de Desenvolvimento de Timor-Leste (2011 – 2030), terá que assumir o compromisso
de garantir a estratégia nacional de formação de quadros mediante um Plano Nacional de Formação de Quadros e que este seja um documento estratégico, com rigor científico, pelo seu horizonte de acção, e com projecções sobre as necessidades de formação até, digamos, 2028.

Dr. Azancot de Menezes agradecemos muito o seu contributo em ajudar-nos a compreender melhor a situação de Timor-Leste. Desejamos os melhores sucessos para o próximo governo e para os timorenses.

Eu é que agradeço! A discussão e a análise com pensamento crítico é um dos défices do nosso país, portanto, será sempre um prazer e obrigação minha discutir e problematizar em torno de questões tão importantes e estratégicas para o nosso desenvolvimento.


Publicado por TIMOR AGORA

          HONG KONG 20 ANOS | A China chegou e a pobreza aumentou, a democracia minguou   


Sobrevivem em gaiolas... que são os seus quartos, as suas casas

Discriminação de minorias étnicas aumentou desde a transição -- Académica

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- A discriminação racial em Hong Kong foi herdada da era colonial e agravou-se desde a transição para a China, considera a académica Puja Kapai, "desiludida" por o novo governo não refletir a diversidade da sociedade.

"Infelizmente, a discriminação em algumas instâncias, tem sido definitivamente mais pronunciada na era pós-transição", afirmou a professora da Direito da Universidade de Hong Kong, coautora do estudo "Status of Ethnic Minorities in Hong Kong 1997-2014".

De origem indiana, Puja Kapai observou que foi "um processo gradual", mas as mudanças introduzidas desde o governo do primeiro chefe do Executivo de Hong Kong Tung Chee-hwa nas políticas linguísticas "tornaram bastante mais difícil para as crianças das minorias étnicas entrarem em escolas públicas".

Kapai apontou como positiva "a abolição do sistema de escolas segregadas" -- as chamadas 'escolas designadas' --, já no mandato do chefe do Executivo cessante Leung Chun-ying.

"Pelo menos, os responsáveis do governo estão a enviar um sinal de que essa já não é uma prática aceitável em Hong Kong. Infelizmente, como estas crianças não conseguem entrar noutras escolas, acabam por ficar nas mesmas", disse.

Nesse aspeto deu o exemplo da discriminação a que são sujeitos os filhos dos não-falantes de chinês no processo de admissão ao ensino pré-primário com financiamento público: "Se fores uma criança de uma minoria que nunca teve a oportunidade de aprender a língua em casa, porque os teus pais não falam chinês, como é que vais conseguir fazer essa entrevista [de admissão]?".

Nos últimos 20 anos, foi positiva a entrada em vigor do Decreto sobre Discriminação Racial, em 2009, porque veio demonstrar que há algo errado e isso passou a "ser reconhecido na lei", apesar das falhas existentes no diploma, que não define claramente o conceito de tratamento desigual relativamente à língua e não inclui o estatuto de imigrante e a nacionalidade entre os motivos pelos quais a discriminação é proibida por lei.

Apesar de notar uma maior pré-disposição da chefe do Executivo eleita, Carrie Lam, "para ouvir" os problemas das minorias étnicas em Hong Kong, Puja Kapai observou que "não é inteiramente claro" se as recomendações deixadas no relatório que elaborou vão ser implementadas pelo próximo Executivo.

"Fiquei desiludida por ver que a composição do governo de Carrie Lam não reflete o tipo de diversidade que eu esperaria (...), em particular, porque uma das recomendações é a da inclusão das minorias étnicas ao mais alto nível", afirmou.

"Pelo menos tens de ter um representante para que as pessoas possam sentir que podem aspirar a juntar-se às fileiras do governo quando chegar a altura", acrescentou.

As minorias étnicas em Hong Kong representam 7,8% da população estimada em 7,33 milhões de pessoas, uma proporção que tem vindo a crescer nos últimos anos, segundo dados do Intercensos de 2016.

Nos Censos de 2011, estes grupos, maioritariamente formados por indonésios e filipinos, mas também por indianos, nepaleses, paquistaneses e tailandeses, entre outro, correspondiam a 6,38% dos 7,07 milhões de residentes.

O estudo de Puja Kapai concluiu que uma percentagem significativa (63%) dos grupos étnicos residentes na antiga colónia britânica há sete ou mais anos identifica-se com o país de origem e com a identidade de Hong Kong, algo que se verifica "sobretudo nas gerações mais jovens".

A académica destacou a necessidade de Hong Kong "dar mais atenção à diversidade de talentos" existentes na sociedade, sublinhando que os jovens das minorias étnicas podem "ser a chave para ajudar a abordar o problema do envelhecimento da população chinesa na cidade".

"Se não apetrecharmos estes jovens com as necessárias habilidades para serem bem-sucedidos e capazes, em termos de integração, corremos o risco de ter mais problemas do que já temos", disse.

"Se eles não formarem um saudável sentido de pertença não vão sentir que esta é uma sociedade para a qual querem contribuir e isso pode ser potencialmente perigoso e uma oportunidade perdida", acrescentou.

O novo governo liderado por Carrie Lam, a "número dois" do Executivo cessante, toma posse no sábado, dia em que se assinala o 20.º aniversário da transição de Hong Kong para a China.

FV // PJA

Jornalistas encurralados entre a autocensura e o ativismo

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- A associação de jornalistas de Hong Kong alertou para a deterioração da liberdade de imprensa, atualmente pior que nunca, com profissionais encurralados entre a autocensura e o ativismo.

Em entrevista à Lusa, Shirley Yam, vice-presidente da associação, faz um diagnóstico negro: "Numa escala de 1 a 10, em 1997 diria que [a liberdade de imprensa] era 7 ou 8 (...). Agora diria que é 2 a 3, porque ainda temos acesso livre à Internet, o nosso direito à liberdade de imprensa e de expressão é protegido pela lei. Nenhum dos nossos jornalistas foi detido ou morto".

Yam diz que para se compreender o momento atual é preciso perceber que há dois "pontos de viragem" em Hong Kong após a transferência para a China: em 2003 e 2014.

Até à primeira data, Pequim deixou a cidade quase "entregue a si própria", mas as coisas mudaram depois do grande protesto que juntou meio milhão de pessoas contra uma lei para punir crimes de traição à pátria, secessão e subversão, o chamado Artigo 23.º.

"Uma analogia seria que antes de 2003 estavam [o Governo central da China] sentados no banco detrás do carro e depois passaram a estar sentados ao lado do condutor", comenta.

Um segundo momento foi o 'Occupy Central', protestos pró-democracia que paralisaram a cidade por 79 dias, em que [Pequim] passou "a ocupar o lugar do condutor".

"A mesma mudança aplica-se aos 'media'. Desde 2003 que se vê um maior controlo sobre os editores e os patrões, que são empresários com muitas ligações na China. [No passado] ninguém proibia que assim fosse, mas seria surpreendente se empresários da China comprassem 'media' em Hong Kong sem que perguntassem: 'Há objeção?', devido às implicações no princípio 'Um país, dois sistemas'", explica.

A vice-presidente da associação, com cerca de 700 membros, aponta vários exemplos de uma liberdade de imprensa diminuída, por uma pressão exercida não através da censura, mas do medo.

Em 2014, a imprensa de Camberra noticiou que o líder do Governo de Hong Kong teria recebido 50 milhões de dólares de Hong Kong (5,7 milhões de euros) de uma empresa australiana, existindo suspeitas de corrupção. "Surpreendentemente não foi a abertura das notícias da noite. No dia seguinte, dos 18 diários publicados em chinês e inglês, apenas quatro tinham a história na primeira página", recorda.

"Quais são os motivos para os editores de 14 jornais decidirem que este escândalo relacionado com dirigentes de topo de Hong Kong não era bom o suficiente para a primeira página? Uma resposta fácil é que se trata de autocensura", afirma.

A jornalista destaca também a agressão policiail do ativista Ken Tsang, durante uma noite do 'Occupy Central', cujas imagens correram mundo depois de serem transmitidas pela televisão local TVB.

Ainda que o guião da peça -- que descrevia a agressão -- tenha sido editado várias vezes, Yam acredita que a peça só foi emitida devido à hora. "O 'censor principal' estava a dormir, por isso conseguiram pôr no ar", comenta.

O caso teve consequências: "O editor (de madrugada) que aprovou a transmissão passou a investigador. Quase toda a gente relacionada com o caso foi castigada. Outro editor que estava lá, mas que não esteve envolvido com a decisão, foi afastado por não ter travado" a emissão.

A colunista do South China Morning Post conta que "o pior" veio depois. "O cargo do editor que virou investigador foi ocupado pelo antigo secretário-geral de um partido Pró-Pequim de Hong Kong. No espaço de poucos meses uma fatia significativa de ações da TVB foi vendida ao antigo vice-secretário-geral do Partido Comunista de Xangai", relata.

Com uma imprensa livre como peça essencial do princípio "Um país, dois sistemas", são as próprias fundações deste regime, que garante a Hong Kong e Macau um conjunto de liberdades acrescidas, que ficam corroídas.

Yam recorda como há cinco anos foi contactada por uma revista de Taiwan que lhe pediu ajuda para encontrar famílias que partilhassem as suas reflexões a propósito do 15.º aniversário da transferência.

"Abordei alguns amigos, de famílias de classe média. Das dez famílias que contactei, apenas uma aceitou. As restantes disseram coisas como: 'Não queremos tanta exposição', ou 'O meu marido trabalha na China', 'Eu trabalho na China'.

"Deviam estar muito infelizes com o que se passa, e têm medo de falar disso. Mas a lei promete-nos liberdade de expressão. E isto foi antes do movimento 'Occupy', antes dos livreiros de Causeway Bay", que publicavam livros sobre a vida privada dos líderes chineses e que desapareceram, reemergindo mais tarde sob custódia da polícia da China.

As divisões que se sentem hoje na sociedade de Hong Kong refletem-se no jornalismo.

"Quando há uma crescente autocensura, os jovens jornalistas tornam-se mais antagonistas, mais hostis contra o sistema. E isso não é bom. Quando te tornas hostil perdes a tua independência, o teu discernimento e isso compromete o teu trabalho e a confiança do público em ti", lamenta Yam.

No contexto da China, Hong Kong é vista como uma cidade com garra, um "David" feroz contra um "Golias" intocável.

Mas Shirley Yam receia que se trate mais de um caso de fama com pouco proveito: "Em Hong Kong, a opinião pública conta, mas não para mudar coisas. É suficiente para travar algo, para impedir o pior de acontecer, como o artigo 23.º, mas não o suficiente para tornar o mau em bom, como a reforma política".

ISG // PJA

Nunca haverá democracia sem questionar base constitucional -- Deputado

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- O deputado "localista" Hong Kong Eddie Chu Hoi-dick considera que o território só vai ter democracia se questionar a fundação constitucional da região administrativa especial, que nunca teve o aval da população.

"Nunca vamos conseguir ter democracia se não questionarmos a fundação constitucional ou a legitimidade do poder de Pequim sobre Hong Kong e da própria Lei Básica", defende, em entrevista à agência Lusa.

"O movimento democrático em Hong Kong nos últimos 20 a 30 anos (...) não questionou a fundação constitucional desta cidade. Aceitámos o [princípio] 'Um país, dois sistemas', aceitámos a Lei Básica, restringimos o conteúdo do movimento democrático ao sufrágio universal do chefe do Executivo. Isso foi um erro", afirma o deputado de 39 anos, que nas eleições de setembro conseguiu o mais elevado número de votos por círculo eleitoral, 84 mil.

O chamado "rei dos votos" sublinha que tal não significa que "a independência seja a única forma de conseguir democracia".

"Estou a dizer que qualquer estrutura constitucional deve ter o aval das pessoas de Hong Kong antes de ser implementada".

Ao invés de se cingirem ao "pequeno objetivo" do sufrágio universal, "a discussão sobre a fundação constitucional desta cidade deve ser renovada, seja uma nova versão do 'Um país, dois sistemas', ou independência", frisa.

Eddie Chu é um dos seis deputados 'localistas' eleitos em setembro para o Conselho Legislativo, que defendem -- uns de forma mais fervorosa que outros -- maior autonomia para a região em relação à China.

Apesar de Hong Kong ser há muito associada à luta pela democracia, Chu acredita que o movimento só começou verdadeiramente em 2014, com o "Occupy Central", protesto que paralisou a cidade por 79 dias. O trabalho feito até lá pelos 27 deputados pró-democracia "era restritivo" e "destinado a falhar".

Chu olha para este movimento social como um esforço conjunto, além-fronteiras, dos povos de países em contextos próximos, unidos pelo desejo de democracia, como Taiwan, Singapura, Tailândia, Malásia e a própria China.

"Quando olhamos para o contexto geral vemos que não é uma luta de uma cidade, mas de muitas cidades e muitos tipos de pessoas", defende.

O deputado, com 19 anos à data da transferência de Hong Kong, admite que há alguma nostalgia em relação ao tempo colonial, mas alerta que a China usa uma estrutura administrativa herdada dos britânicos.

Do ponto de vista da governação, os problemas mantêm-se: elevado fosso entre ricos e pobres, um 'boom' imobiliário que faz recear um colapso dos preços, falta de habitação, especialmente para os mais desfavorecidos.

"Estas questões estavam lá antes de 1997 e ficaram piores. O governo colonial não era muito poderoso, precisava do apoio de magnatas, profissionais, proprietários de terras. Estes tentavam proteger os seus interesses e 'sequestrar' os governadores. Isso continuou depois da transferência. Os intervenientes podem ter mudado, de britânicos para chineses, mas a estrutura está lá", explica.

Ainda que a transferência gerasse receio em muita gente -- principalmente depois da repressão violenta dos protestos de Tiananmen, em 1989 -- havia a ideia que, com o controlo do Partido Comunista, a sociedade se tornasse mais justa. "Mas foi o oposto", garante.

Existia um equilíbrio entre Londres e Pequim, em que o primeiro governava a cidade, mas tinha de ter em conta as preocupações do segundo. "Agora só temos um poder à nossa frente. Os movimentos sociais ou democráticos tornaram-se muito mais difíceis", diz.

Apesar das ideias provocadoras -- quase hereges para o Governo de Hong Kong, que não admite qualquer discussão sobre independência -- o antigo jornalista opõe-se a atos de violência e demonstra até algum desagrado com o termo 'localista', aplicado àqueles que defendem Hong Kong por oposição à China e uma maior autonomia ou até a independência.

Chu, que não conteve as lágrimas ao falar à imprensa após ser eleito, considera que o termo causa desunião e "não é muito útil tentar distinguir as pessoas de Hong Kong das pessoas da China, dentro do contexto de Hong Kong".

"Se realmente quisermos fazer progressos no nosso movimento democrático, temos de ser o mais inclusivos possível. Todos os residentes desta cidade fazem parte deste movimento", afirma.

Como inspiração no Ocidente, Chu olha para o partido espanhol Podemos, apesar de admitir que pode ter limitações.

"Nunca fui a Espanha, mas li artigos sobre o Podemos e achei que podia ser um exemplo de como pensar na organização de um movimento democrático. A mensagem principal do Podemos para Hong Kong é: Será que podemos ter uma organização interna mais aberta ao invés de elites e um modelo hierárquico?"- questiona.

Lutar apenas pela eleição direta do líder de Hong Kong tem sido "um erro", defende o deputado Eddie Chu Hoi-dick, para quem é preciso questionar a própria base constitucional da região que nunca teve o aval da população.

ISG // PJA

Fosso entre ricos e pobres atinge nível histórico em quase meio século

30 de Junho de 2017, 15:00

Hong Kong, China, 30 jun (Lusa) -- Hong Kong assinala os 20 anos de retorno à China com o maior fosso entre ricos e pobres em quase meio século e com perto de um milhão de pessoas na pobreza.

Quem sobrevive com magros subsídios e sem pensão de reforma tem poucos motivos para celebrar.

O coeficiente de Gini -- indicador utilizado para medir o índice de desigualdade -- subiu para o valor mais elevado em 46 anos, fixado em 0.539, numa escala de zero a um, em que o zero representa a igualdade.

Os dados referentes a 2016 - divulgados este mês - indicam que 10% das famílias mais ricas, com uma mediana salarial na ordem dos 112.450 dólares de Hong Kong (12.882 euros), ganhavam 44 vezes mais do que 10% dos mais pobres, com 2.560 dólares de Hong Kong (293 euros).

O governo atribuiu a disparidade crescente ao aumento de pequenos agregados familiares e ao impacto adverso do envelhecimento da população, cujo número de idosos -- fixado em 1,16 milhões -- aumentou 2,6% em cinco anos, correspondendo a 15,9% da população total.

Com 7,3 milhões de habitantes, o centro financeiro que se mantém na liderança das economias mais livres do mundo esconde por detrás dos arranha-céus uma elevada desigualdade, e graves problemas de habitação, cujos preços superam largamente os vencimentos. O salário mínimo na antiga colónia britânica é de 34,5 dólares de Hong Kong (3,88 euros) por hora.

Segundo o mais recente relatório sobre a pobreza (Hong Kong Poverty Rate Report 2015), a metrópole asiática reduziu o número de pobres de 1,34 milhões (ou 570 mil agregados) para cerca de 970 mil pessoas (ou 390 mil famílias).

A taxa de pobreza baixou de 19,7% para 14,3%, mas as carências dos mais necessitados continuam expostas até nas zonas mais ricas da cidade, onde é possível ver idosos a recolher cartão das lojas para reforçarem o magro orçamento mensal e muitos à procura de alimentos nos caixotes do lixo.

O governo tem mais do que um apoio para a terceira idade, mas nenhuma pensão de reforma universal.

A única verba que chega a todos com idade igual ou superior a 70 anos é de 1.325 dólares de Hong Kong (150 euros). Os restantes são calculados com base no património dos candidatos, podendo ir até 3,435 dólares de Hong Kong (389,6 euros) por mês, segundo os aumentos que entraram em vigor este ano.

O Hong Kong Council of Social Service, que "há mais de 20 anos" luta por uma pensão de reforma universal, propôs uma reforma mensal de 3.500 dólares de Hong Kong (392 euros) para os residentes com idade igual ou superior a 65 anos, disse à agência Lusa Anthony Wong, da direção do organismo. Depois de várias discussões e consultas no ano passado, o plano acabou rejeitado.

"Eles citam sempre os exemplos da Europa ocidental para passarem a mensagem de que [o plano de pensões de reforma] é incomportável", disse.

"Mas para nós é realista porque temos uma população a envelhecer e muitas pessoas têm doenças crónicas. Muitos, mesmo na classe média, podem vir a sofrer uma grande doença que os vai fazer gastar todo o dinheiro e bens que acumularam ao longo da vida. E se gastam todo o dinheiro e de repente ficam pobres, o que é que podem fazer?", questionou.

"Com um plano de reforma, mesmo que fiquem muito pobres, pelo menos teriam uma pensão de reforma", justificou.

O Hong Kong Council of Social Service mantém o objetivo em cima da mesa, mas tem dúvidas em relação à concretização do plano de pensões de reforma no próximo mandato.

"Vamos continuar a lutar por isto, mas a questão é que a chefe do Executivo eleita [Carrie Lam] foi quem recusou avançar com a ideia, por isso não sei, mas vamos ver", disse Anthony Wong.

"Temos uma população envelhecida. (...) Atualmente, uma em cada cinco pessoas é idosa, mas daqui a 20 anos será uma em cada três. Por isso, se cerca de 30% [da população] tiver pelo menos 65 anos, é de esperar que nas próximas duas décadas haja muito mais pessoas na pobreza", afirmou.

Em maio, o número de casos de Assistência Integral à Segurança Social (CSSA, na sigla em inglês) era de 236.259, num total de 345.666 pessoas, segundo dados oficiais. Os idosos a receber apoios totalizavam 144.906 casos.

FV // PJA


          Has the Government's Welcome Home Loan scheme under-performed because of banks' relaxed credit policies?   

By Gareth Vaughan

Housing New Zealand's Welcome Home Loan scheme has not grown as the Government wanted it to.

We've had senior government ministers eagerly promote it, and a bank CEO extolling its virtues to participating lenders by pointing out; "It really carries no risk on our balance sheet because it's all government guaranteed."

The ministers were John Key and Nick Smith, and the CEO quoted above is SBS Bank's Shaun Drylie.

Housing NZ says, as of May 31 this year, it was "at risk" for 6,650 loans through Welcome Home Loan, with an original value of $1.469 billion. That's 150 less loans than the 6,800 - with an original loan value of $1.335 billion - at June 30, 2013. The drop, Housing NZ says, is because more loans have been repaid than taken on.

June 2013 is just before the Reserve Bank restrictions on banks' high loan to value ratio (LVR) residential mortgage lending were unveiled. Welcome Home Loans are excluded fom the Reserve Bank's LVR restrictions.

The Welcome Home Loan scheme launched in July 2003 as a two year pilot project with Kiwibank, known as “In Reach.” In July 2005, the scheme was opened to other lenders, and branded “Welcome Home Loan.” Eight lenders are actively using the Housing New Zealand scheme today. These are SBS, Kiwibank, Westpac, The Co-operative Bank, TSB Bank, NZCU Baywide, the Nelson Building Society, and the New Zealand Employees' Credit Union. 

As Housing NZ puts it; "Welcome Home Loan is offered by lenders, supported by Housing New Zealand, and, designed for first-home buyers who can afford to make regular repayments on a home loan, but have trouble saving for a large deposit. With Welcome Home Loan you only need a 10% deposit, not a 20% deposit as required by most lenders. Housing New Zealand does not issue the loan. This is done through normal lenders such as selected banks and credit unions. Housing New Zealand underwrites the loan for the lender [through lenders' mortgage insurance]. Individual applicants are required to meet the lender’s specific lending criteria. Income and house price caps apply."

'Trebling the number of loans'

Prior to the launch of the LVR restrictions, the Welcome Home Loan scheme had been going backwards. During the June 2013 year, Housing NZ settled 845 new loans, down from 1,358 the previous year.

The Reserve Bank announced on August 20, 2013 that high LVR restrictions would kick-in from October 1 that year, limiting lending to borrowers with deposits of less than 20%. Following that move the Welcome Home Loan scheme appeared, unsurprisingly, to gain in popularity given low equity loans made through the scheme are excluded from the Reserve Bank's restrictions.

Announcing Co-operative Bank's signing up to the scheme in April 2014, Building and Housing Minister Nick Smith said; "I am encouraging other banks to also join the scheme. I want as many New Zealanders as possible to have access to this Government assistance to buy their first home." At that stage ASB said its membership to the Welcome Home Loan Scheme was "currently under consideration." However three years on ASB hasn't joined, with a spokeswoman saying no decisions have been made to apply for entry. A Housing NZ spokesman said no applications from lenders wanting to join the scheme are currently under consideration.

Smith's comments came after Prime Minister John Key announced on August 11, 2013, a week before the Reserve Bank publicly unveiled its LVR move; “We will also expand the [Welcome Home Loan] scheme to treble the number of loans from about 850 loans a year to 2,500 a year."

Both in August 2013 and again in July last year as the Reserve Bank changed the LVR restrictions, Smith announced increases in house price caps for the scheme. In a rising property market, they have gone from $350,000 in Auckland, for example, to $600,000 for an existing house and $650,000 for a new one.

As it sought to "screw the scrum in favour of first home buyers," the Government also aligned the scheme's income caps with those of the KiwiSaver HomeStart scheme at $85,000 for a single person and $130,000 for a couple.

In November 2015 Smith said; "The 287 Welcome Home Loans issued for this latest quarter is also a record and shows how this programme, combined with HomeStart, is assisting families into home ownership."

'A relaxation of lenders' credit policies'

But that hasn't continued, with the 2,500 a year target looking a pipe dream. So what's going on?

Housing NZ's latest annual report, for the year to June 2016, says; "Uptake for Welcome Home Loans was lower than expected due to a relaxation of lenders' credit policies, allowing the provision of standard bank loans, rather than a Welcome Home Loan. This meant banks in the scheme did not have to draw on this product as much as in the past. Monthly demand for the Welcome Home Loan was steady over the year, but was around 10% lower than the previous year." 

Interestingly in its Financial Stability Report last month the Reserve Bank said; "Some banks have tightened lending standards over the past six months [See chart below]. In particular, banks are being more selective about their lending for residential property developments as capacity constraints in the construction industry and rising costs have contributed to increased credit risk in the sector."

The Welcome Home Loan insurance premium is 2.2% of the loan value, of which 1% is paid by the borrower and 1.2% by the Government. The Mortgage Insurance Scheme is assessed, by an actuary, three times a year to ensure the mortgage insurance liability is sufficient to cover any future claims, Housing NZ says. As of June 30 last year the total estimated liability was $29 million. At that point 40% of the original value of settled loans was with Kiwibank.

*This article was first published in our email for paying subscribers early on Tuesday morning. See here for more details and how to subscribe.


          Does Auckland have the infrastructure capacity to host the America's cup? Alex Tarrant reviews two of the Mexican stand-offs involving central government, the Auckland Council, the Airport and Watercare   

By Alex Tarrant

Emirates Team New Zealand’s America’s Cup win has certainly fired up the Auckland infrastructure debate (as if it needed more fuel). Every interested party is now reviewing their wish list trying to figure out whether their pet project could be completed in four years. Rail, roads, houses and water pipes.

The 2021 event (Auckland will also hold the Asia Pacific Economic Cooperation summit that year) might be a Godsend for getting even more Auckland infrastructure work on the move (if we can find the labourers needed – don’t mention foreigners!).

But the multiple Mexican stand-offs between the Government, Auckland Council and other parties like Auckland Airport and Watercare need to be resolved. The key in each dispute is who pays for what, when, why and how.

This (rather long) column focuses on two of those stand-offs. Rail to Auckland Airport from the CBD, and cheaper, faster provision of water services for new housing in Auckland – including boosting incentives for cheaper densification. On Rail, there is a simple answer to get things moving if the project would indeed lead to benefits. On water, revised legislation debated in Parliament last week provides some hope.

Rail to the airport

Politicians were quick to jump on the success of ETNZ earlier this week and the expected economic benefits to Auckland from holding the Cup in 2021. The Green Party used the occasion to question the Transport Minister on whether Auckland would have capacity to host the event.

“Will the government start building rail to the airport sooner, if Auckland hosts the next America’s Cup regatta, or will Aucklanders still have to wait 30 years?” Julie Anne Genter asked Simon Bridges.

Bridges’ answers focussed on the current plan of protecting a sole purpose route that will originally be marked out for a busway to the Airport. This showed the government was prioritising the project, he claimed, being careful to add it was difficult to explain what the timeframe could be for progressing to rail. This would be driven by demand and usage numbers, Bridges said.

So why not just kick-start the project of rail to the airport? If central government were to lead on funding, couldn’t others like the Council be given time to come up with their share? The reason this National-led government isn’t making any firm commitments like this is down to the principle of, whoever benefits should pay.

Steven Joyce, Simon Bridges and other Ministers have in recent months been talking more about the use of value uplift taxes to help fund new projects – rates will be higher in areas that profit from increased transportation links, for example. These could be residential rates paid by homeowners in areas with improved access to the CBD from a new road, which would have boosted the value of their property. They could also be imposed on commercial businesses that benefit from more foot-traffic due to being closer to, say, a new train station.

The government openly admits that a value uplift tax would have been a perfect fit for Auckland’s inner-city rail loop. But, because the loop was announced before Ministers could start spraying the idea around, they feel it would be a bit rude (think a vote-loser) to suddenly turn around and clamp such a tax on business owners close to where the new stations would be, regardless of the economics.

They have to find a project that hasn’t yet started, and which would clearly benefit the areas linked by the project. Penlink has been talked about. I also give you the Airport-City rail link.

However, Bridges and Joyce are engaged in a stand-off with Auckland Airport. ‘If you come to the table, then we will too.’

Auckland Airport would clearly benefit from any rail link with the city. So, Bridges et al are waiting for them to come to the party. If we’re talking light rail – trams – then Dominion Road businesses and residential properties should also benefit in value uplift.

It’s a stand-off though. If the airport argues against paying more because the benefits won’t be that great, then the government can turn around and say, ‘ok well that’s a good argument for not needing to build the new connection’. If the government just starts funding the link itself, then it runs the risk of no-one else coming to the party. They also don't want to be seen starting the project with inclusion of value-uplift taxes that no-one agrees on - that's not the way this government wants to work.

In effect, the sticking point is a matter of principle. It’s a principled Mexican stand-off. Or a prisoners’ dilemma in a low-security prison.

Water pipe dream

The next stand-off is a key component in Auckland’s housing debate. Water pipes. A couple of weeks ago I wrote about how the National Cabinet would love to take a swipe at the monopolistic, not-for-profit Watercare in Auckland. They’re getting nearer to it.

The Local Government Amendment Act 2002 Amendment Bill (No 2) was introduced last year by former Local Government Minister Peseta Sam Lotu-Iiga. And boy was it popular. The Local Government Select Committee heard nearly 200 submissions on the Bill. They’ve now reported back with amendments. The Bill received a second reading last week.

The stand-off between local and central government on water pipes can best be summed up by a conversation between media and Local Government New Zealand a few weeks back. A lot of New Zealand’s water pipe infrastructure was put in in the 1960s, we were told. Those pipes had an expected lifetime of 60 years, so we’re heading towards an exponential renewals curve over the next 15 years for assets worth over $100 billion.

A couple of the journalists (including this correspondent) were a tad miffed by this. Did local councils know there was only a 60-year life span? “Yeah, they did,” was the reply. ““The renewals curve is not a surprise. But it’s here, now.”

So why haven’t councils planned over those 60 years to put replacement funds aside? The problem, we were told, was that in the 1960s a lot of the pipes were paid for by central government. Now, technically only local government is on the hook. “Under our current funding model, it’s rates and debt [to pay for it]. The issue becomes, is that a sustainable position? Our view is it is not.”

That’s why local government is calling on central government to agree to a co-funding model for the replacement of water pipes nationwide that are coming to the end of their working life (even though this was all known about for 60 years).

I asked Local Government New Zealand chairman Lawrence Yule whether they’d had any indications from central government that this could be done. He said central government had always indicated a willingness to look at it “but only once you’ve made sure what you’re doing currently is being done as efficiently as it can be.”

It’s a stand-off. Local government is refusing to consider how to fund replacement pipes until central government agrees to a co-funding model. Central government won’t agree to a co-funding model until local government gets its own house in order and ensures water services operations are as efficient as possible.

The issue got to a point where central government decided to try and take the initiative. This is where the Local Government Local Government Act Amendment Bill (No 2) comes in. Central government clearly believes things aren’t being done as efficiently as possible.

The Bill will allow various councils to band together to create Transport and Water Council Controlled Organisations (CCOs) to provide services across several local authorities. Scale. It will also give greater scope for re-organisation of CCOs. As now-Local Government Minister Anne Tolley put it in Thursday’s second reading, it provides “an opportunity for the sector to show their local strategic leadership, which may require hard decisions about difficult options in order to secure a positive future for their communities.”

Let’s take Watercare. In its submission on the Bill (co-submitted with Auckland Council), it argued that since its first fully operational year in 2011/12, it has reduced the cost of water delivery to Aucklanders compared the rag-tag pricing run previously by individual councils pre-Super City.

That’s true. The $1.30 per thousand litres was below the range of $1.31-$3.50 encompassing Rodney, North Shore, Waitakere, Auckland, Manukau and Franklin. Job well done. Scale worked. But since then, that cost has risen each year to $1.44 per thousand litres in 2016/17. That’s not what central government (or Auckland residents) wanted to see.

A 2015 Cabinet paper introducing the Amendment Bill reveals what some Cabinet Ministers really wanted to do. The Local Government Minister at the time highlighted the potential benefits of requiring Watercare to have to pay a dividend (“distribute surpluses”) to the Council. This could encourage more efficient pricing of water services and allow it better access to finance.

However, due to the prospect of the move not being supported by “the community,” the idea was not included. Indeed, when the Local Government Select Committee reported the Bill back to the House in June, Section 70 was there prohibiting the distribution of surpluses by water services CCOs.

A pity. There is some exciting stuff in there, though. Central government is aiming to be imposing a number of requirements that I’m told are aimed at drastically changing the way Watercare operates.

The Productivity Commission’s 2016 report, Using Land for Housing, helped. Looking at Watercare from a housing supply lens, the Commission raised a number of concerns and recommendations which will partly be tackled by the Bill.

Firstly, Watercare’s Infrastructure Growth Charges (IGCs) do not recover the full costs of growth (new pipes for new housing), the Commission pointed out. Although initially this could produce benefits for new home buyers not paying the full cost for water infrastructure, deficits will need to be recovered from somewhere. Recovery from existing residents will reduce community acceptance of growth, limiting the supply of infrastructure-enabled land, therefore contributing to higher house prices.

Watercare needed to change how it calculates charges to better reflect the underlying economic costs of supply in different locations and for different types of dwelling, the Commission said. This linked in with criticisms of Watercare’s model of charging flat fees.

“To the extent that certain types of development result in lower infrastructure costs than others, a flat charge will result in a cross-subsidy between different types of dwelling. This might result in a situation in which smaller and more affordable dwellings are cross-subsidising larger standalone dwellings.”

The Bill requires Watercare to shift away from the IGC model to a development contribution model. It has until 30 June 2018 at the latest to figure out how to best make the switch.

Meanwhile, the Commission urged Watercare to consider development agreements, which would enable private developers to take responsibility for building trunk infrastructure. It referenced research that developers may be able to provide infrastructure solutions at lower costs than Watercare, particularly due to ‘over specification’ required by Watercare.

“Watercare notes that development agreements have a range of advantages (eg, they provide a mechanism for bringing in private capital into the provision of public infrastructure) and disadvantages (eg, the time required to prepare and finalise the agreements, especially if more than one developer/landowner is involved). The obligation to consider requests from a developer to enter into development agreements and provide the developer with a written response would not compel Watercare and other CCOs to enter agreements where there are good reasons not to. But a requirement to set out in writing why a development agreement may not proceed would provide clarity and transparency about the reasons for the decision.”

The Bill doesn’t appear to go as far as the Commission would have hoped, but it does provide legislation for Watercare to be able to enter into development agreements.

Finally, the Commission appeared horrified that for both Auckland Transport and Watercare, “supply of infrastructure to support growth is not reflected in either organisation’s performance measures.”

“While the primary accountability documents for Watercare and Auckland Transport (the Statements of Intents) are broadly aligned with the Auckland Plan vision, they do not give effect to the specific objective in the Auckland Plan to increase the city’s supply of new dwellings,” it said.

“Auckland Transport and Watercare’s SOIs should be amended to include performance measures relating to the efficient roll-out of new infrastructure to support an increased supply of new dwellings.

“The regulatory and institutional framework around the water sector can be improved. Discipline and transparency around the pricing of water services, and better performance monitoring, would improve the ability of the water sector to support urban growth,” the Commission said.

The Bill includes provision for Council input on CCO statements of intent and for performance monitoring. Each CCO – ie Watercare – must provide its shareholders the opportunity to influence the direction of the organisation, and must provide a basis for the accountability of the directors to their shareholders for the performance of the organisation.

And that performance monitoring? A local authority must undertake regular performance monitoring to evaluate a CCO’s contribution to the achievement of the authority’s objectives for the organisation, the desired results set out in its SOI and the overall aims and outcomes of the local authority.

What’s yet to be seen, however, is whether the changes would have such an effect as to fix the pending funding crisis for water pipe replacement and extension. I would think not. But with this Bill, central and local government will both be able to tap the argument that councils and their organisations have reached, or will soon reach efficiency limits.

And that’s the trigger for central government coming to the funding party.


          Crowdfunding for the Benefit of the Public   

Crowdfunding for the Benefit of the Public Crowdfunding platforms offer a rich vein of inquiry about the implications of digital infrastructure for civil society. Since their early development in the creative arts during the mid-2000s, these online systems for funding projects via smallcontributions from many peoplehave grown in number and reach. The best-known examples in […]

The post Crowdfunding for the Benefit of the Public appeared first on Live Trading News.


          Canada’s contribution to arts, technology is vast   
Canada 150: Take off, eh!
      
 
 

          WAHESC February 2017- Call for Proposals   
WAHESC stands for the Washington Higher Education Sustainability Conference, which is being held February 16 and 17th, 2017 at Gonzaga University in Spokane, Washington. Bellevue College is a contributing co-host this year, and that means we need to be a bigger part of the conference to demonstrate our commitment to sustainability in Washington State and in ...more about WAHESC February 2017- Call for Proposals
          Writing Instructor - Walden University - United States   
TECHNICAL SKILLS REQUIREMENTS. The Writing Center contributes to Walden’s academic community by providing (a) multimodal instructional resources for students,...
From Laureate International Universities - Thu, 29 Jun 2017 22:31:40 GMT - View all United States jobs
          Youth Workers - Mid Yell Youth Club - Shetland Islands Council - Mid Yell   
The Youth Worker’s role is to contribute to the delivery of youth work opportunities in a variety of settings, including youth clubs and in collaboration with... £9.89 - £10.30 an hour
From myjobscotland - Fri, 30 Jun 2017 08:30:59 GMT - View all Mid Yell jobs
          Youth Worker - Unst Youth Club - Shetland Islands Council - Baltasound   
The Youth Worker’s role is to contribute to the delivery of youth work opportunities in a variety of settings, including youth clubs and in collaboration with... £9.89 - £10.30 an hour
From myjobscotland - Thu, 29 Jun 2017 08:29:27 GMT - View all Baltasound jobs
          Misleading Theories Lead People Astray - Gardening and Theology   
 Pirate Bugs are tiny enemies of aphids.

Dr. Lito Cruz blogged about scientists and their theories. That reminded me about the agricultural experts discovering aspects of Creation that eluded them for the last century.

Synthetic fertilizer will make plants grow better, especially when the correct NPK ratio is observed for the crops, which vary in their needs.Nitrogen can make a plant grow without producing fruit. Most of us have put lawn fertilizer on grass and noticed how it became greener and denser. Conclusion - man-made fertilizer is good, even though the pioneering scientist - Liebig - saw that the original outcomes were misleading and the theory wrong. Never-mind, he launched an international industry.

Justus Liebig is Mr. N-P-K.
Nitrogen-Phosphorus-Potassium.


Only recently, soil scientists have taken note of the essential work of soil fungus, whose strands are thinner than a human hair and invisible to the naked eye. Moreover, fungal contributions cannot be easily observed in a lab.

Likewise, organic growers re-discovered the value of manure, mulch, and compost. They had good results, but gave more credit to the larger creatures of the soil -  like earthworms - than to the fungus they could not see. One earthworm per shovel of soil was considered a key  measure of fertility.

Now the scientists realize soil fungus has many powerful effects:
Breaking down the most complex plant compounds, like wood and bark;
Distributing useful chemicals and water to plants;
Fighting plant disease.

The log rotting on top of the soil is feeding many plants, attracting soil creatures, perhaps sheltering a toad, and providing bugs for bird food.

Others have argued that cover crops are essential for renewing the soil, because 75% of the organic matter in soil comes from roots.

Since these results can be measured scientifically, it is easy to compare the Liebig theory with Creation. Whether one starts from

  1. The complex relationship of fungus and soil microbes, or
  2. Replacing toxins with beneficial insects, or 
  3. The regeneration of soil through cover crops, or 
  4. Abandoning the plow - 

Creation explains why those new approaches work so well, whether among Christian believers or not, for the sun shines equally on the just and the unjust.

Dr. Cruz' article reminds me of a professor who knocked us off our assumptions that something was true because everyone said it was. He would offer something from Judaism and then point out the exceptions. He let us plant our flags on everyone's established truth, then blew up the assumption. His final observation was: "Every Harvard graduate gives the same test - short answer, matching, and an essay question." And I thought, "That's my Old Testament professor from Augustana."

 Where do we find cell groups
instead of the Means of Grace? - Pietism.
Where do we find Justification by Faith
instead of UOJ? - Pietism


In Theology
What intrigued me about the WELS clergy in Columbus, Ohio was their smug ignorance and their utter hatred for Lutheran doctrine. Something had to explain how the entire cluster of congregations was running on hypocrisy, so utterly superior to everyone but doing exactly what ELCA, the LCMS, and the Pente-Babtists were doing. Albeit a day late and a dollar short.

The answer was - their complete disregard and contempt for the efficacy of the Word in the Means of Grace. At this point they have already caught up with the early ELCA's commitment to all things radical. The LCMS and WELS are tearing apart their own sects while celebrating the Reformation's 500th by saying, "Here We Stand in our CPH Stockings - Sign Up for a Charitable Annuity Trust from Thrivent."

 Buy yours and a doggie t-shirt at CPH.


          PT / PHYSICAL THERAPIST   
Posted on: 2017-07-01

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          Siguiendo las huellas del cambio   

Son muchas las áreas en las que se tambalean las bases que nos han traído hasta aquí. La lectura puede ser optimista, para quien lo lee como parte necesaria de la evolución, o derrotista para los que se agarran a presupuestos que, y a la vista está para quien quiera mirar, quedan obsoletos. Los cambios no son fáciles ni todos estamos preparados para avanzar al mismo ritmo, pero la buena noticia es que cada vez son más quienes se suman al carro. Y, con emoción, al menos por mi parte, la imagen de cabezas cortadas y gritos al vacío va siendo relegada por las iniciativas a las que cada vez se suman más personas y empresas. No hablamos de un simple cambio de camisa, hablamos de cambios de paradigma que se están dando en nuestros días, como por ejemplo en el mundo de la psiquiatría, de la enseñanza, y en el que nos ocupa hoy en concreto en este reportaje, el de la ecología o medio ambiente. Todos ellos tienen en común la evidencia empírica de que hay bastante que modificar y actualizar, es un cambio bárbaro el que hace falta, pero como podemos ver, ya hemos echado a andar.

En las tres áreas señaladas son graves las consecuencias que estamos pagando, pacientes diagnosticados con patologías y medicados, hasta el punto de llegar a ser enfermos crónicos, cuando muchas veces son estados naturales y humanos, cierto que complejos, de los que se están beneficiando sólo las farmacéuticas, puesto que ya se sabe que podrían tratarse desde otra perspectiva. Más y más alumnos que amplían los índices de fracaso escolar por no entrar en los estrechos márgenes que impone el sistema o la irresponsabilidad social que supone, tanto a nivel particular como corporativo, las conductas comerciales y empresariales a las que nos hemos acostumbrado, dañinas y agresivas, tanto para el medio ambiente como para nosotros.

A este panorama, no demasiado alentador, llegan como agua fresca noticias como las que hemos registrado en este mes y otras que están por llegar. En mayo se celebraba la Feria de Ecología y Sostenibilidad en el espacio del Cabildo La Granja, en el municipio de Arucas. Por allí pasaron miles de personas que conocieron, participaron, compraron o al menos vieron y disfrutaron los más de noventa puestos destinados a promocionar sus productos. La variedad de manufacturas naturales, biológicas o ecológicas allí presentes abarcó desde la alimentación, el vestido, los cosméticos, las terapias alternativas e incluso se expusieron coches eléctricos y distintos proyectos que no asumen el fomento de la economía separado de la responsabilidad social y el bienestar de las personas. Todos ellos con un fin común, contribuir a una mejor calidad de vida y proporcionar bien estar. Tratan de abrirse paso en el mercado y compiten con productos a los que ya estamos acostumbrados pero que, más veces de las que nos gustaría, esconden una parte que muchos de nosotros preferiríamos casi ni saber.

Buscando la manera de sumar

El presidente del Cabildo de Gran Canaria, Antonio Morales, visitó la feria y declaró que cada vez hay más personas, cooperativas, grupos de consumo y vías de comercialización. Llamaron la atención los talleres de terapias alternativas y, además de los stands, las personas que asistieron buscando contactos y colaboración o información. Macu Aguilera gestiona la marca de productos ecológicos Poppy Olé, centrada hasta el momento en la producción de moringa, una planta poco conocida y tan útil en alimentación, agricultura y medicina que la han denominado como la planta de la vida. “Este año no me dio tiempo a preparar el stand y apuntarme, pero el año que viene aquí estaremos”.

Paula Díaz es una de las responsables de la empresa Eco Touristing, organizadores de Verode (Ver- Oir-Debatir), nombre del I Foro de Turismo Sostenible de Canarias. Un evento que tendrá lugar durante los días diez y once de octubre en el municipio de Agüimes. “Pretende ser un espacio de debate y reflexión sobre el modelo turístico de Canarias, ofrecer visibilidad a casos de éxito en las islas y fomentar la transferencia de buenas prácticas en el sector. Todo desde una perspectiva integral de la sostenibilidad, atendiendo a criterios medioambientales, socioculturales y económicos.” Así nos lo presenta Paula que, como Macu, también asiste a la feria con la intención de generar vínculos.

Hablamos con Alicia Mir, responsable del Trade Project en cuyo stand nos explica cómo surgió y en qué consiste su empresa. “Yo me dedico al marketing y lo que hice fue pensar en cómo, desde mi lado creativo, podía ayudar a los sectores más vulnerables. Decidí crear un proyecto de responsabilidad social empresarial y organizo actividades de voluntariados con las multinacionales. Un día al mes, llevamos a un grupo de trabajadores de estas grandes empresas a trabajar en huertos sociales y ecológicos, parcelas que dan los ayuntamientos a organizaciones o grupos en riesgo de exclusión social, además las empresas donan material necesario. Es evidente que hay personas que quieren ayudar y no saben cómo, entonces yo les pongo en contacto, les invito a que lo hagan. No sólo están ayudando a personas sino que están cuidando el medio ambiente”. Alicia lleva dos años de andadura con este proyecto y está encantada, pero reconoce que aún no se explica cómo, pese a que hay financiación, manos para ayudar por un lado y gente que necesita ayuda por otro, por temas administrativos y burocráticos muchas veces no se puede dar ese intercambio.

Entre los productos de la feria todos de comercio justo o ecológicos, también presenciamos productos de importación, sobre lo que nos explica Alicia: “Ahora mismo no hay un nivel de negocio que permita generar empresas que se dediquen a la fabricación y distribución de productos 100% ecológicos, salvando el sector agrario que ya está en marcha, por eso seguimos encontrando productos importados y seguimos en la evolución de lograr acercarnos cada vez más al concepto kilómetro 0 en el resto de productos. Pero si es cierto que nos permite ampliar la variedad y concienciar y educar para que haya más interés en general”.

Alicia se alegra de que empiecen a generarse este tipo de actividades y espera que el pulmón que están significando en la sociedad nos llene de aires nuevos y vitalice la circulación de este tipo de comercio más consciente y saludable. “El público canario está cada vez más abierto a lo ecológico y lo natural, en Barcelona, Madrid, Valencia y Sevilla se hacen ferias como esta y los que estamos interesados en cambiar hábitos de vida y hemos asistido, estamos muy contentos de que por fin se hagan aquí”.

Entre los asistentes se comenta que los precios de los productos que se ofertan no son precisamente baratos. Alicia explica que, al ser aún minoría y el trato diferente que requieren este tipo de productos comparados con los de gran producción hace difícil bajar los precios, pero asegura que ahorramos en enfermedades, gastos derivados y preocupaciones.

La psicóloga Inmaculada Jáuregui, que asistió a la Feria, nos ofrece un breve análisis. “A pesar de haber miles de personas, encuentro que en una ciudad como la de Las Palmas, a estas alturas podrían ser muchos más los interesados. Falta difusión mediática. Variedad si hay, aunque no son todos los que están, ni están todos los que son, considero que es positivo mostrar el auge de este tipo de productos pertenecientes a un mercado que pretende crear conciencia. Los talleres, las conferencias pretenden hacer ver al ciudadano la importancia de lo ecológico y de mirar el panorama de forma cíclica, de ahí la presencia de los productos de temporada. También hemos visto en los stands, que sí hay productos que cumplen con la teoría y otros que son importados, por lo que tienen que seguir vías de comercialización no alternativas. Esto ocurre también con productos que son manufacturados aquí pero los elementos con los que se hacen vienen de fuera. Hemos visto desde placas solares a ropa reciclada o hecha con textiles naturales, en general una comercialización de productos orientada a la salud, al autocuidado. Los talleres de bioenergética y los masajes estaban a tope, paradójicamente ha faltado quorum en las conferencias. Es un muestrario de un tipo de vida que se querría, orientado a lo lento, a la tranquilidad que ha surgido en respuesta al sistema fagotizador y destructivo que conocemos. La edad de los que estamos aquí es entre los cuarenta y sesenta años más o menos, y algunos pequeños que van con sus padres. El factor generacional está claro”.

Ahora falta saber si las administraciones están por la labor de apoyar estas iniciativas y facilitar, visibilizar y apoyar un sector en auge, que, por lo menos apunta a fomentar otro tipo de valores. Como decíamos antes, iniciativas no faltan, como la Semana Internacional de la Energía, cuya cita en Las Palmas de Gran Caria también ha sido este mes de junio. Organizado por el periódico digital energyHub.es y la asociación Fodes por la Semana han pasado más de cien ponentes abordando temas energéticos, posibilidades de autoconsumo, la energía fotovoltaica, maremotriz y demás aplicables en Canarias, la aplicación de energía sostenible en proyectos arquitectónicos, etc. Por primera vez, estas jornadas se han celebrado en cinco escenarios diferentes con conferencias y encuentros entorno a la energía sostenible. Además de en las dos islas capitalinas, Gran Canaria y Tenerife, también en La Palma, Fuerteventura y Lanzarote. Y ya en el mes de octubre, como citaba antes, el I Foro de Turismo Sostenible Verode en el auditorio de Agüímes. Por allí nos vemos, si comparten la idea de desarrollo sostenible; aquél que se logra sin perjudicar al medio ambiente y sin poner en riesgo las posibilidades de desarrollo de las generaciones futuras.


          Book Review: Becoming Westerly - Surfline   

Direct link to article... [littlegreenfootballs.com]

Becoming Westerly spans Peter Drouyn's life, from his first sexual encounter at age eleven or twelve with a girl named Phoebe, to his travels around the world as a flamboyant, womanizing pro in the Seventies; his invention of man-on-man surfing at the inaugural '77 Stubbies Pro at Burleigh (his greatest contribution to the sport), to his gender reassignment surgery at Bangkok's ultra swanky Yanhee Hospital, where dollish nurses glide through glistening white hallways wearing skimpy uniforms and rollerblades.

More: BOOK REVIEW: BECOMING WESTERLY


          Regularity and Stochasticity of Nonlinear Dynamical Systems   
Regularity and Stochasticity of Nonlinear Dynamical Systems By Dimitri Volchenkov, Xavier Leoncini English | PDF | 2018 | 316 Pages | ISBN : 3319580612 | 14.3 MB This book presents recent developments in nonlinear dynamics and physics with an emphasis on complex systems. The contributors provide recent theoretic developments and new techniques to solve nonlinear dynamical systems and help readers understand complexity, stochasticity, and regularity in nonlinear dynamical systems. This ...
          State Single Payer And Medicaid Buy-In: A Look At California, New ... - Health Affairs (blog)   

Health Affairs (blog)

State Single Payer And Medicaid Buy-In: A Look At California, New ...
Health Affairs (blog)
Rising insurance premiums, lack of access, uncertainty, and commotion around Affordable Care Act (ACA) repeal, have all contributed to the growing discontent ...

and more »

          How do targets, nontargets, and scene context influence real-world object detection? - Katti H, Peelen MV, Arun SP.    
Humans excel at finding objects in complex natural scenes, but the features that guide this behaviour have proved elusive. We used computational modeling to measure the contributions of target, nontarget, and coarse scene features towards object detection ...
          Wrong-way driving crashes: a multiple correspondence approach to identify contributing factors - Jalayer M, Pour-Rouholamin M, Zhou H.    
OBJECTIVE: Wrong-way driving (WWD) crashes result in 1.34 fatalities per fatal crash, while for other non-WWD fatal crashes this number drops to 1.10. As such, further in-depth investigation of WWD crashes is necessary. The objective of this study is twofo...
          Encarregado Fiscal - Opus Recursos Humanos - Caxias do Sul, RS   
Emitir os informativos acessórios (SPED Fiscal e Contribuições / DCTF / DIRF / GIA, GIASN, DMS, DASN, EFD Fiscal, DIMOB, DIMED);...
De Opus Recursos Humanos - Tue, 27 Jun 2017 20:11:06 GMT - Visualizar todas as empregos: Caxias do Sul, RS
          VAGA DE SUPERVISOR CONTÁBIL -RIO DE JANEIRO-RJ - Rio de Janeiro, RJ   
DCTF, DIMOB, DIMED, IBGE, SIMPLES, DEFIS, DifAl, SPED (ECD, ECF, SPED Contribuições (PIS/COFINS) e todas as demais obrigações e rotinas de escritório contábil....
De Emprega Carioca - Thu, 29 Jun 2017 20:30:16 GMT - Visualizar todas as empregos: Rio de Janeiro, RJ
          New Investments Announced for Waterfront Toronto   
The Prime Minister of Canada, Justin Trudeau, the Premier of Ontario, Kathleen Wynne, and Mayor of the City of Toronto, John Tory, joined Waterfront Toronto CEO Will Fleissig earlier this week to announce joint funding of $1.185 billion for Waterfront Toronto. The Government of Canada will contribute up to $384 million to this project, and […]
          Dredging Part of Ocean City Boat Ramp Project   
Maryland Governor Larry Hogan joined Maryland Department of Natural Resources Secretary Mark Belton and Ocean City Mayor Rick Meehan two days ago to officially open the public 64th Street Boat Ramp. “The boating industry is incredibly important to our state; it supports thousands of jobs and contributes $2 billion to our state economy,” said Governor Hogan. […]
          DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA   
Caros leitores, o artigo 188 da Lei 6404, Leis das Sociedades Anônimas, estabelece:


As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: 



I - demonstração dos fluxos de caixa - as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos:

a) das operações;
b) dos financiamentos;
c) dos investimentos.


Em decorrência da maioria das empresas apresentarem a Demonstração do Fluxo de Caixa pelo método indireto, nossos esclarecimentos têm por objetivo a apresentação da demonstração pelo referido método.

Inicialmente, é necessário esclarecer que o método indireto parte do Lucro ou Prejuízo Líquido antes do Imposto de Renda e CSLL, ajustado pela diminuição de parcelas correspondentes a receitas e despesas que não transitam pelo caixa e que não são do fluxo operacional, tais como: depreciação, juros, variação cambial, depreciação, resultado de equivalência patrimonial, ou quaisquer outras receitas e despesas que não sejam das operações normais da empresa.

A alínea "a" do Parágrafo 7.7 do Pronunciamento Técnico  PME - CPC, assim define o fluxo de caixa indireto:

"(a) o método indireto, segundo o qual o resultado é ajustado pelos efeitos das transações que não envolvem caixa, quaisquer diferimentos ou outros ajustes por competência sobre recebimentos ou pagamentos operacionais passados ou futuros, e itens de receita ou despesa associados com fluxos de caixa das atividades de investimento ou de financiamento."


Para melhor compreensão, partimos do Balanço, apresentando no Patrimônio Líquido o  Resultado do Exercício apurado antes do Imposto de Renda.






É de se observar que  há três colunas: 2013, 2014 e VAR., tanto no Ativo quanto no Passivo, permitindo que se visualize a variação em cada conta ou grupo de contas, conforme a necessidade.

A seguir, apresentamos a Demonstração do Resultado do Exercício com apuração antes do Imposto de Renda. É de se observar  que demonstramos  a partir da Receita Líquida, ou seja, as vendas menos os abatimentos e impostos incidentes sobre as vendas.



O Balanço, na forma acima apresentada, e Demonstração de Resultado, com apuração do resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), são os elementos necessários à elaboração da Demonstração do Fluxo de Caixa, que passamos a desenvolver a seguir.

Entretanto, para melhor entendimento, é necessário que se façam algumas considerações em relação às variações observadas nas contas constantes do Balanço.

1- A variação positiva no saldo das contas do ativo,  em relação ao exercício anterior, significa aumento, por conseguinte, saída de caixa ou equivalentes.

2 - De forma contrária, ou seja, havendo variação negativa, significa redução pelo recebimento de contas a receber, ou venda de algum ativo, significando entrada de caixa.

3 - A variação negativa no saldo das contas do Passivo, em relação ao exercício anterior, significa diminuição do passivo pelo pagamento dos financiamentos, com correspondente saída de caixa.

4 - A variação positiva na contas do passivo significa aumento de financiamento, com correspondente entrada de recursos em caixa ou equivalentes.

5 - Considera-se equivalentes de caixa as aplicações de curto prazo, de alta liquidez, que são mantidas com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo e não investimento ou outros fins.

Com essas considerações, vamos apurar os três fluxos de caixa previstos na Lei 6404.


FLUXO DAS OPERAÇÕES

Na apuração do fluxo das operações se  parte do resultado apurado antes da dedução do Imposto de Renda, transcrito da Demonstração do Resultado,  acima apresentada, no valor de R$3.800,00.

 A seguir, ajustamos o valor, acrescentando os valores das despesas que não passam pelo caixa, e as despesas de outros fluxos que têm apuração distinta.

No caso, temos os seguintes ajustes:

Despesa de depreciação observada no Balanço Patrimonial, cuja variação importa em R$200,00, admitindo-se que não houve lançamento de baixa nessa conta;

Despesa Financeira Líquida, apurada pela despesa financeira menos a receita da mesma espécie, tendo como resultado líquido R$100,00, conforme apurado na Demonstração do Resultado. 

Assim, o Resultado Ajustado corresponde a: (3.800,00+200,00+100,00) = R$4.100,00, conforme o quadro a seguir.




Agora, apuramos as variações do ativo, resultante das operações da empresa:

Contas a Receber, variação positiva de R$300,00, que significa aumento de recursos aplicados nessa rubrica.

Estoque, variação positiva de R$200,00, com respectiva utilização de recursos financeiros.

No Passivo, observamos variação negativa de Fornecedores e salários, o que significa pagamento de fornecedores, com utilização de recursos financeiros, no valor de R$200,00, conforme se pode observar na coluna VAR do Balanço retro apresentado. 

Partindo-se do resultado ajustado, aumentado e diminuído pelas variações das contas apresentadas no Balanço relativas às operações da empresa, obtém-se o Fluxo das Operações apresentado no quadro acima, que resulta em fluxo operacional de R$3.400,00.


FLUXO DOS INVESTIMENTOS

Como o nome já diz, trata-se de fluxo de investimentos, tanto recebidos como aplicados, inclusive, os rendimentos decorrentes.

O Parágrafo 7.5. do Pronunciamento Técnico do CPC assim define as Atividades de Investimento:

"Atividades de Investimento são a aquisição ou alienação de ativo de longo prazo e outros investimentos não incluídos em equivalentes de caixa." 



Os valores apurados são apresentados na coluna variação o Balanço Patrimonial, da seguinte forma:

1- Investimento permanente relativo a compra de cotas de empresa coligada, no valor de R$200, resultando em saída de caixa e equivalentes no mesmo valor;

2 - Aquisição de máquinas e equipamentos, no valor de R$5.000,00, resultando em saída de caixa e equivalentes em valore correspondente;

3 - Compra de softwar, com saída de caixa no valor de R$100,00;

4 - Venda de veículo ao preço de R$2.800,00;

5- Juros recebidos, no valor de R$200,00, conforme Demonstração de Resultado acima apresentada. Tal valor corresponde ao retorno sobre o investimento, conforme previsto no parágrafo 7.15 do Pronunciamento Técnico - PME  do CPC, que se transcreve:

"7.15 A entidade pode classificar os juros pagos e dividendos  e outras distribuições de lucro recebidos como fluxo de caixa operacionais poque eles estão incluídos no resultado. Alternativamente, a entidade pode classificar os juros pagos e os juros e dividendos  e outras distribuição de lucros recebidos como fluxo de caixa de financiamento e fluxos de caixa de investimento respectivamente, porque são custos de obtenção de recursos financeiros ou retorno sobre investimentos."

6 - Fluxo de investimento, na forma acima apresentada, importa em: (-200-5000-100+2800+200) = - 2.300,00.


FLUXO DE FINANCIAMENTO

O Parágrafo 7.6 do Pronunciamento Técnico do CPC assim define as Atividades de Financiamento:

"As atividades de financiamento são as atividades que resultam das alterações no tamanho e na composição do patrimônio líquido e dos empréstimos da entidade."

Com base no Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado, apuramos o fluxo de financiamento.



O fluxo é composto pelas parcelas que passamos a comentar:

1 - Subscrição de novas ações, resultando em entrada de recurso no valor de R$1.300,00, conforme variação observada no capital subscrito.

2 - Redução do Financiamento a longo prazo, no valor de R$900,00, refletido na variação negativa  da referida conta. 

3 - Juros pagos, representando saída de caixa, no valor de R$300,00, conforme Demonstração de Resultado.

4 - O fluxo líquido de financiamento importa em: (1.300-900-300)=100.


SOMA DOS FLUXOS


Considerando os fluxos das atividades retro analisados, o fluxo líquido corresponde à variação observada no caixa e equivalentes no período: (3.400-2.300+100) = 1.200.



Conforme pode ser observado, o saldo no início do exercício era 300; ao final do período era de 1.500. A variação corresponde a (1.500-300) = 1.200.

O quadro comprova estar correta a Demonstração do Fluxo de Caixa ( e equivalentes) apurada.

A Demonstração do Fluxo de Caixa, retro analisada, é apresentada no quadro a seguir, a qual deverá ser apurada pelas empresas em geral e, cuja publicação é obrigatória para as sociedades anônimas.





Caros leitores até a próxima.


Em caso de dúvida, entre em contato. Terei o máximo prazer em atender.



          BALANÇO PATRIMONIAL   

O Balanço Patrimonial é a demonstração dos valores que compõe o Patrimônio (Ativo e Passivo). Apresenta ainda, os valores relativos aos investimentos dos cotistas e acionistas, chamado Patrimônio Líquido,  que corresponde à diferença do Ativo menos o Passivo, ou seja, os bens e direitos menos as obrigações.


O Balanço Patrimonial pode ser representado pelo quadro acima apresentado.


Para melhor explicar, apresentamos o mesmo quadro, porém, considerando valores, onde se pode observar que o Ativo corresponde à soma do Passivo mais o Patrimônio Líquido.





Como o nome sugere, é um balanço entre as contas do Ativo e a soma do Passivo mais o Patrimônio Líquido, que totaliza (1.500.000+500.000) = 2.000.000, o mesmo valor do Ativo.



O Pronunciamento Técnico PME do CPC assim define o Patrimônio Líquido:


"2.22 - Patrimônio líquido é o resíduo dos ativos reconhecidos menos os passivos reconhecidos. Ele pode ter subclassificações no balanço patrimonial. Por exemplo, as subclassificações  podem incluir capital integralizado por acionistas ou sócios, lucros retidos e ganhos ou perdas reconhecidos diretamente no patrimônio líquido."


Como já devem ter percebido, o Balanço é apresentado com várias subclassificações, que têm por objetivo permitir uma visualização da composição do Ativo, do Passivo e do Patrimônio Líquido, possibilitando observar as condições existentes  para  cumprir suas obrigações, ou seja, pagar os credores, bem como, avaliar a rentabilidade da empresa.


O Ativo é subdividido em Ativo Circulante  e Ativo Não Circulante.

O Passivo é subdividido em Passivo Circulante e Passivo Não Circulante.



O Pronunciamento Técnico PME do CPC assim se manifesta em relação à distinção entre Circulante e Não Circulante:


"4.4 - A entidade deve apresentar ativos circulantes e não circulantes, e passivos circulantes e não circulantes, como grupo de contas separados no balanço patrimonial, de acordo como os itens 4.5 a 4.8, exceto quando uma apresentação baseada na liquidez proporcionar informação confiável  e mais relevante.


Quando essa exceção  se aplicar, todos os ativos e passivos devem ser apresentados por ordem de liquidez (ascendente ou descendente), obedecida a legislação vigente." (grifo nosso)


São classificados como Ativo Circulante, conforme item 4.5 do Pronunciamento Técnico do  CPC - PME, os bens e direitos que atendam às seguintes premissas, quando:

a) espera realizar o ativo, ou pretender vendê-lo ou consumi-lo durante o ciclo operacional normal da entidade;


b) o ativo for mantido essencialmente com a finalidade de negociação;


c) esperar realizar o ativo no período de até doze meses após a data das demonstrações contábeis; ou



d) o ativo for caixa ou equivalente de caixa, a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo seja     restrita durante pelo menos doze meses após a data das demonstrações contábeis.

CONCLUINDO: 


Pelo exposto, regra geral, caixa, banco, todas as contas a receber, títulos e aplicações financeiras a serem resgatados até ao final do período de 12 meses, e estoque de mercadorias, matérias primas, ou produtos em processo são classificados no Ativo Circulante.

O item 4.6 do CPC-PME apresenta:

4.6 - A entidade deve classificar todos os outros ativos como não circulantes. Quando o ciclo operacional normal da entidade não for claramente identificável, presume-se que sua duração seja de doze meses.


É de se observar, o inciso I do artigo 179 da Lei 6404, apresenta as mesmas determinações:

Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo:


"I- no ativo circulante: as disponibilidades, os direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente e as aplicações  de recurso em despesas do exercício seguinte."


Em decorrência do exposto, o Ativo Circulante  deve ser apresentado da seguinte forma:

O inciso II do Art. 179, estabelece:


"II - No ativo realizável a longo prazo: os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte, assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas (art.243), diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia."  

Considerando o Art. 179, no Ativo Não Circulante se classificam, entre outras, as contas:



O Art. 180 da Lei 6404 apresenta o que se transcreve:


"Art. 180 - As obrigações da companhia, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, serão classificados no passivo circulante, quando se vencerem no exercício seguinte, e no passivo não circulante, se tiverem vencimento em prazo maior, observado o disposto no parágrafo único do art. 179."

O Parágrafo Único do art. 179 apresenta:



"Paragrafo Único - Na companhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo.


Assim, considerando o exposto, podemos classificar no passivo circulante as seguintes contas:



No Passivo Não Circulante serão classificadas as obrigações que tiverem vencimento com prazo maior do que o ciclo operacional seguinte, ou seja, após o exercício seguinte, para as empresas que encerram seus balanços em 31 de dezembro de cada ano:


Quanto ao Patrimônio Líquido, o inciso III, do §2º do Art. 178, da Lei 6404, apresenta o que se transcreve:



"III - Patrimônio Líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados."

 O artigo 182 da Lei 6404 estabelece:



"Art. 182 - A conta do capital social discriminará o montante subscrito e por dedução, a parcela ainda não realizada.


§ 1º - Serão classificados como reservas de capital as contas que registrarem:


a) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações, sem valor nominal, que ultrapassar a importância destinada à formação do capital social, inclusive nos casos de conversão em ações de debêntures ou partes beneficiárias;

b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição;


§ 2º Será ainda registrado como reserva de capital o resultado da correção monetária do capital realizado, enquanto não capitalizado. 


§ 3º Serão classificadas como ajuste de avaliação patrimonial, enquanto não computado  no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas  de aumentos ou diminuição  de valor atribuídos a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a valor justo, nos casos previstos nesta Lei ou, em normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, com base na competência conferida pelo §3º do art. 177.


§ 4º Serão classificadas como reservas de lucros as contas constituídas pela apropriação de lucros da companhia;


§ 5º As ações em tesouraria deverão ser destacadas no balanço como dedução da conta do patrimônio líquido que registrar a origem dos recursos aplicados na sua aquisição."

Em decorrência do exposto, com base na Lei 6404, o Patrimônio líquido  é assim constituído:

   

Como se pode observar, há no Patrimônio Líquido, cuja natureza é credora, contas subtrativas, cujo saldo devedor representa diminuição do Patrimônio Líquido, são elas: Capital a Integralizar e Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados, assinaladas com (-).


Para melhor entendimento, apresentamos o Balanço com as contas classificadas na forma da Lei 6404, já ajustada aos padrões internacionais.





Além das contas subtrativas apresentadas no Patrimônio Líquido, há contas subtrativas, que embora não sejam demonstradas no Balanço, reduzem as contas do Ativo. Por exemplo: provisão para devedores duvidosos e depreciação dos bens do Imobilizado.

No caso da Provisão Para Devedores Duvidosos,  que representa a previsão de perda nos valores a receber, o valor é lançado a crédito, diminuindo, assim, o valor das Contas a Receber, conforme se demonstra no exemplo:


Contas a Receber de clientes       (d)   100.000,00

Provisão para Dev. Duvidosos       (c)       3.000,00
Contas a Receber(líquida)           (d)     97.000,00                                                                          
OUTRAS DEMONSTRAÇÕES

Além do Balanço, a Lei nº 6404, das Sociedades Anônimas, prevê a elaboração de mais quatro demonstrações, a saber: Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados,  Demonstração de Resultado, Fluxo de Caixa  e do Valor Adicionado, esta última exigida para as companhias abertas, as quais serão objeto de nossa próxima postagem.

Em caso de dúvida, entre em contato pelo e-mail: pires.antoniocarlos@gmail.com.


Até a próxima, com a Demonstração de Resultado.
          SIMPLES NACIONAL - LUCRO PRESUMIDO - LUCRO REAL - CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE LUCRO    


Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real são formas de tributação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, cuja opção deve ser exercida no inicio de cada ano, ou no início das atividades da empresa. 

A Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido – CSLL foi instituída para o financiamento da seguridade social.

A opção certa resulta em benefícios e menor tributação.

Para se saber qual a forma mais benéfica deve ser elaborado o orçamento da empresa que permita obter informações para simulações do Imposto de Renda, observando a legislação tributária. 

Recomendamos cautela na observação dos tetos de receita bruta, mês a mês, durante o ano fiscal, com alteração obrigatória da forma de tributação, no caso de tributação pelo SIMPLES ou Lucro Presumido, conforme pode ser observado a seguir:




Neste post vamos apresentar as três formas de tributação, com base nas informações transcritas do site da Receita Federal, cujo objetivo é permitir que o estudante e o empresário possam ter uma visão sobre a tributação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, evitando, que, por desconhecimento, tomem decisões que se transformem em grandes problemas.

SIMPLES NACIONAL

O SIMPLES NACIONAL é um regime de tratamento tributário diferenciado favorecido, que, regra geral, tem como base de tributação a receita bruta, com pagamentos mensais de impostos de forma simplificada, em um único DARF, observando alíquotas por faixa de faturamento, conforme estabelece a Lei Complementar nº 123 de 14.12.2006 e seus anexos.

No SIMPLES as alíquotas são progressivas, proporcionais à receita bruta.

O Simples é forma de tributação das ME - Microempresas, EPP- Empresas de Pequeno Porte inscritas no Simples Nacional, com simplificação de apuração e pagamento mensal de impostos, com base na receita bruta e tabelas de alíquotas progressivas de acordo com a atividade desenvolvida e a receita bruta, bem como outras vantagens, das quais destacamos as seguintes:

1) Instalação da empresa com alvará concedido pelos Municípios, para atividades que não sejam de alto risco, em áreas desprovidas de regulação fundiária legal ou com regulamentação precária; ou, na residência do microempreendor individual, titular ou sócio da micro empresa ou empresa da pequeno porte, na forma do Parágrafo Único do Art. 7º da Lei 123;

2) A inscrição no Simples Nacional com recolhimento mensal em documento único de arrecadação dos seguintes impostos e contribuições:

I - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ;

II - Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI;

III - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL;

IV - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS;

V - Contribuição para o PIS/PASEP;

VI - Contribuição Patronal Previdenciária - CPP;

VII - Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre
       Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
       Comunicação - ICMS;

                   VIII - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.


2 - As ME - Microempresas, EPP- Empresas de Pequeno Porte e MEI-Micro Empreendedor Individual estão dispensadas de apresentar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF),  na forma do art. 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.110,  de 24 de dezembro de 2010;

3 - Na forma do inciso I, do art. 5 º da I.N. RFB nº 1252, de 01.03.2012, as Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte estão dispensadas de apresentar a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições);

4-Também estão dispensadas da apresentação do DACON - Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais.

Vale ressaltar, as empresas inscritas no Simples, devem apurar e recolher, a aparte, os impostos não inclusos nos incisos de I a VIII, acima, conforme previsto no Parágrafo 1º do Art. 13 da referida Lei, dos quais destacamos:

I - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos
    ou Valores Mobiliários - IOF;

II - Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros;

III - Imposto sobre a Exportação, para o Exterior, de Produtos Nacionais ou
     Nacionalizados -IE;

IV - Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - ITR;

V - Imposto de Renda, relativo aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em
     aplicações de renda fixa ou variável;

VI - Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de
       bens do ativo permanente;

VII - Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de
        Créditos e Direitos de Natureza Financeira - CPMF;

 VIII - Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS;

 IX - Contribuição para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador;

 X -  Contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na
        qualidade de contribuinte individual;

XI - Imposto de Renda relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa
       jurídica a pessoas físicas;

XII - Contribuição para o PIS/PASEP, COFINS e IPI incidentes na importação de
       bens e serviços;

XIII - ICMS devido:
         a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária;
         b) por terceiro, a que o contribuinte se ache obrigado, por força da legislação
            estadual ou distrital vigente; 

        c) na entrada, no território do Estado ou do Distrito Federal, de petróleo,
            inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, 
            bem como energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou 
            industrialização; 

         d) por ocasião do desembaraço aduaneiro; 

         e) na aquisição ou manutenção em estoque de mercadoria desacobertada de
             documento fiscal; 

          f) na operação ou prestação desacobertada de documento fiscal;

         g) nas operações com bens ou mercadorias sujeitas ao regime de
             antecipação do recolhimento do imposto, nas aquisições em outros
             Estados e Distrito Federal:

                               1. com encerramento da tributação, observado o disposto no inciso IV do
               § 4º do  art. 18 desta Lei Complementar;

           2. sem encerramento da tributação, hipótese em que será cobrada a
               diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sendo vedada
               a agregação de qualquer valor; 

        h) nas aquisições em outros Estados e no Distrito Federal de bens ou
            mercadorias, não sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do
            imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual; 

XIV - ISS devido:

          a) em relação aos serviços sujeitos à substituição tributária ou retenção na
              fonte; 

          b) na importação de serviços; 

XV - demais tributos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal
        ou dos Municípios, não relacionados nos incisos anteriores.

§ 2º Observada a legislação aplicável, a incidência do imposto de renda na fonte, na hipótese do inciso V do § 1º deste artigo, será definitiva.

§ 3º As microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União, inclusive as contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da Constituição Federal, e demais entidades de serviço social autônomo.

§ 5º A diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que tratam as alíneas g e h do inciso XIII do § 1º deste artigo será calculada tomando-se por base as alíquotas aplicáveis às pessoas jurídicas não optantes pelo Simples Nacional.


Para melhor entendimento, sugerimos a leitura do post "MICRO EMPRESA - ME E EMPRESA DE PEQUENO PORTE - EPP", neste blog, que apresenta, inclusive, uma tabela para atividade comercial. 


TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO

O imposto de renda com base no lucro presumido é determinado por períodos de apuração trimestrais, encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário (Lei n º 9.430, de 1996, arts. 1 º e 25; RIR/1999, art. 516, § 5 º )

Do site da Receita Federal transcrevemos: 

Via de regra, a opção é manifestada com o pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido correspondente ao primeiro período de apuração, sendo considerada definitiva para todo o ano-calendário (RIR/1999, art. 516, §§ 1 e 4 ).

As pessoas jurídicas que tenham iniciado suas atividades ou que resultarem de incorporação, fusão ou cisão, ocorrida a partir do segundo trimestre do ano-calendário, poderão manifestar a sua opção por meio do pagamento da primeira ou única quota relativa ao trimestre de apuração correspondente ao início de atividade (RIR/1999, art. 517).

Podem optar as pessoas jurídicas:

a) cuja receita bruta total tenha sido igual ou inferior a R$48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais), no ano-calendário anterior, ou a R$4.000.000,00 (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses em atividade no ano-calendário anterior (Lei n º 10.637, de 2002, art. 46); e

              b) que não estejam obrigadas à tributação pelo lucro real em função da atividade exercida ou da sua constituição societária ou natureza jurídica.

NOTAS:

Considera-se receita bruta total a receita bruta de vendas somada aos ganhos de capital e às demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não compreendidas na atividade.
Durante o período em que estiverem submetidas ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis), as pessoas jurídicas obrigadas ao lucro real, exceto Instituições Financeiras (inclusive as equiparadas e as factoring ), poderão optar pelo lucro presumido (Lei n o 9.718, de 1998, art. 14, inciso II; e Lei n o 9.964, de 2000, art. 4 o ).
A partir de 01/01/2001, as sociedades em conta de participação (SCP) ficaram autorizadas a optar pelo lucro presumido, exceto aquelas com atividades imobiliárias, enquanto mantiverem registro de custo orçado (IN SRF nº 31, de 2001).

A opção pelo lucro presumido deverá ter sido informada na DCTF.
Para efeito da verificação do limite, considera-se como receita bruta total o produto da venda de bens nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações de conta alheia, acrescidos das demais receitas, tais como, rendimentos de aplicações financeiras (renda fixa e variável), receita de locação de imóveis, descontos ativos, variações monetárias ativas, juros recebidos como remuneração do capital próprio etc. e dos ganhos de capital (RIR/1999, arts. 518, 519 e 521).

                 Na receita bruta se inclui o ICMS e deverão ser excluídas as vendas canceladas, os descontos incondicionais concedidos e os impostos não cumulativos cobrados destacadamente do comprador, dos quais o vendedor ou prestador é mero depositário (exemplo: IPI) (RIR/1999, art. 224, parágrafo único, e o art. 519).

               Tendo em vista que o limite para opção pelo lucro presumido verificado em relação à receita bruta total do ano-calendário anterior. Quando a pessoa jurídica ultrapassar o limite legal em algum período de apuração dentro do próprio ano-calendário, tal fato não implica necessariamente mudança do regime de tributação, podendo continuar sendo tributada com base no lucro presumido dentro deste mesmo ano. Contudo, automaticamente, estará obrigada à apuração do lucro real no ano-calendário subsequente, independentemente do valor da receita bruta que for auferida naquele ano. Daí por diante, para que a pessoa jurídica possa retornar à opção pelo lucro presumido deverá observar as regras gerais aplicáveis à espécie.

             As pessoas jurídicas que, por determinação legal (Lei n º 9.718, de 1998, art. 14; e RIR/1999, art. 246), estão obrigadas à apuração do lucro real, são:

            a) Pessoas jurídicas cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguro privado e de capitalização e entidades de previdência privada aberta;
b) Pessoas jurídicas que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior;
c) Pessoas jurídicas que, autorizadas pela legislação tributária, queiram usufruir de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto de renda;
d)  Pessoas jurídicas que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado o recolhimento mensal com base em estimativa; 
e) pessoas jurídicas que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços ( factoring ).
Observação: o recolhimento mensal com base em estimativa é pagamento mensal da tributação pelo Lucro Real, não se confundido com a tributação pelo lucro Presumido.

NOTAS:
1) A obrigatoriedade a que se refere o item "b" acima não se aplica à pessoa jurídica que auferir receita de exportação de mercadorias e da prestação direta de serviços no exterior. Não se considera direta a prestação de serviços realizada no exterior por intermédio de filiais, sucursais, agências, representações, coligadas, controladas e outras unidades descentralizadas da pessoa jurídica que lhes sejam assemelhadas (ADI SRF n º 5, de 2001).
2) A pessoa jurídica que houver pago o imposto com base no lucro presumido e que, em relação ao mesmo ano-calendário, incorrer em situação de obrigatoriedade de apuração pelo lucro real por ter auferido lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior, deverá apurar o IRPJ e a CSLL sob o regime de apuração pelo lucro real trimestral a partir, inclusive, do trimestre da ocorrência do fato (ADI SRF n º 5, de 2001).
3)Os percentuais a serem aplicados na apuração do lucro presumido, conforme  site da Receita Federal, são:



ALÍQUOTA DO IMPOSTO DE RENDA

As pessoas jurídicas e as pessoas físicas a elas equiparadas, domiciliadas no País, devem apurar o IRPJ com base no lucro, que pode ser real, presumido ou arbitrado. A alíquota do IRPJ é de 15% (quinze por cento) sobre o lucro apurado, com adicional de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$ 20.000,00 / mês.

Adicional:
A parcela do lucro real que exceder ao resultado da multiplicação de R$20.000,00 (vinte mil reais) pelo número dos meses do respectivo período de apuração sujeita-se à incidência do adicional, à alíquota de 10% (dez por cento). Também se encontra sujeita ao adicional a parcela da base de cálculo estimada mensal, no caso das pessoas jurídicas que optaram pela apuração do imposto de renda sobre o lucro real anual, presumido ou arbitrado, que exceder a R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
Em relação às pessoas jurídicas que optarem pela apuração do lucro presumido ou arbitrado, o adicional incide sobre a parcela que exceder o valor resultante da multiplicação de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) pelo número de meses do respectivo período de apuração.
A alíquota do adicional é única para todas as pessoas jurídicas, inclusive instituições financeiras, sociedades seguradoras e assemelhadas.
O adicional incide, inclusive, sobre os resultados tributáveis de pessoa jurídica que explore atividade rural (Lei nº 9.249, de 1995, art. 3º, § 3º). No caso de atividades mistas, a base de cálculo do adicional será a soma do lucro real apurado nas atividades em geral com o lucro real apurado na atividade rural.
 LUCRO REAL

RECOLHIMENTO POR ESTIMATIVA 

A pessoa jurídica sujeita à tributação com base no Lucro Real  ANUAL poderá optar pelo pagamento do imposto e adicional, em cada mês, determinados sobre base de cálculo estimada (Lei 9.430/1996, artigo 2o).
 A opção por esse tipo de recolhimento deve ser manifestada com o pagamento do imposto de renda correspondente ao mês de janeiro ou de início de atividade e será considerada irretratável para todo o ano-calendário (RIR/1999, art. 222).
A base de cálculo estimada  pode ser determinada das seguintes formas (facultado ao contribuinte a qual for mais vantajosa):
a) Com base na Receita Bruta auferida mensalmente: sobre a receita bruta mensal aplica-se percentuais constantes no artigo 15, § lº, da Lei 9.249/1995, acrescidos das demais receitas (ganho de capital, juros, variação monetária ativa, etc.).
b) Com base em balancetes mensais de suspensão ou redução:
b1) SUSPENSÃO - através do balancete mensal acumulado, demonstra-se que o imposto pago até a data do balancete é maior que o devido. Exemplo: em 30 de abril, pelo balancete acumulado de janeiro a abril do respectivo ano, apurou-se um imposto devido de R$ 10.000,00 e até essa data já foi recolhido R$ 12.000,00 - portanto, inexiste a obrigação de recolhimento do IRPJ. Essa opção, também, pode ser utilizada  nos meses em que houver prejuízo fiscal.
b2) REDUÇÃO - através do balancete mensal acumulado demonstra-se que o imposto devido, com base no lucro real, é inferior ao apurado com base na receita bruta mensal da empresa, conforme citado no item "a", podendo haver a redução do recolhimento mensal.
Os percentuais a serem aplicados sobre a receita bruta, para fins de determinação da base de cálculo estimada são: (RIR/1999,art.223)
  

NOTAS IMPORTANTES - TABELA DA BASE DE CÁLCULO DO IRPJ

Nota 1:  Se a receita bruta ultrapassar R$ 120.000/ano, ficará sujeita ao percentual de 32%, retroativamente ao mês de janeiro. Neste caso, deve-se efetuar o recolhimento das diferenças do IRPJ apurado, até o último dia útil do mês subsequente àquele que ocorrer o excesso, sem nenhum acréscimo.
Nota 2: As pessoas jurídicas exclusivamente prestadoras de
          MICRO EMPRESA - ME E EMPRESA DE PEQUENO PORTE - EPP   



O SIMPLES NACIONAL é um regime de tratamento tributário diferenciado favorecido, que, regra geral, tem como base de tributação a receita bruta, com pagamentos mensais de impostos de forma simplificada, em um único DARF, observando alíquotas por faixa de faturamento, conforme estabelece a Lei Complementar nº 123 de 14.12.2006 e seus anexos.

No SIMPLES as alíquotas são progressivas, proporcionais à receita bruta.

As empresas que participam do SIMPLES NACIONAL efetuam o pagamento dos tributos, a seguir, em um único DARF, mensalmente:

Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);

Contribuição para o PIS/PASEP;

Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);

Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.


Como se pode observar, a empresa inscrita no SIMPLES NACIONAL faz o recolhimento da Contribuição Patronal à Previdência (CPP) com base na receita bruta. Em face disso, para apurar o preço de venda dos produtos ou mercadorias, do cálculo da Mão-de-Obra deve ser excluída a parcela relativa à Previdência do Empregador.

Vale observar, o recolhimento facultativo dos sócios à Previdência é feita em guia própria, nada tendo haver com o recolhimento unificado que a empresa realiza como empregadora incluída no SIMPLES.

Os valores e impostos retidos dos empregados, bem como FGTS, devem ser recolhidos normalmente, não estando incluídos na tabela de recolhimento unificado.

Os demais impostos estaduais e municipais devem ser recolhidos nos prazos, com as alíquotas próprias.

Há atividades, que a lei especifica, que não podem participar do Simples, pelo que sugiro a leitura da  Lei Complementar 123, de 14.12.2006

Para se ter uma idéia, transcreve-se a seguir a Tabela do Anexo I da referida lei, porém, há uma tabela para tipo de atividade que a lei especifica:
ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006

(vigência: 01/01/2012) 

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio 
     Receita Bruta em 12 meses (em R$)
Alíquota
IRPJ
CSLL
Coins
PIS/Pasep
CPP
ICMS
       Até 180.000,00
4,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
2,75%
1,25%
  De 180.000,01 a 360.000,00
5,47%
0,00%
0,00%
0,86%
0,00%
2,75%
1,86%
  De 360.000,01 a 540.000,00
6,84%
0,27%
0,31%
0,95%
0,23%
2,75%
2,33%
  De 540.000,01 a 720.000,00
7,54%
0,35%
0,35%
1,04%
0,25%
2,99%
2,56%   
  De 720.000,01 a 900.000,00
7,60%
0,35%
0,35%
1,05%
0,25%
3,02%
2,58%
  De 900.000,01 a 1.080.000,00
8,28%
0,38%
0,38%
1,15%
0,27%
3,28%
2,82%
   De 1.080.000,01 a 1.260.000,00
8,36%
0,39%
0,39%
1,16%
0,28%
3,30%
2,84%
   De 1.260.000,01 a 1.440.000,00
8,45%
0,39%
0,39%
1,17%
0,28%
3,35%
2,87%
   De 1.440.000,01 a 1.620.000,00
9,03%
0,42%
0,42%
1,25%
0,30%
3,57%
3,07%
   De 1.620.000,01 a 1.800.000,00
9,12%
0,43%
0,43%
1,26%
0,30%
3,60%
3,10%   
   De 1.800.000,01 a 1.980.000,00
9,95%
0,46%
0,46%
1,38%
0,33%
3,94%
3,38%
   De 1.980.000,01 a 2.160.000,00
10,04%
0,46%
0,46%
1,39%
0,33%
3,99%
3,41%
   De 2.160.000,01 a 2.340.000,00
10,13%
0,47%
0,47%
1,40%
0,33%
4,01%
3,45%
   De 2.340.000,01 a 2.520.000,00
10,23%
0,47%
0,47%
1,42%
0,34%
4,05%
3,48%
   De 2.520.000,01 a 2.700.000,00
10,32%
0,48%
0,48%
1,43%
0,34%
4,08%
3,51%
   De 2.700.000,01 a 2.880.000,00
11,23%
0,52%
0,52%
1,56%
0,37%
4,44%
3,82%
   De 2.880.000,01 a 3.060.000,00
11,32%
0,52%
0,52%
1,57%
0,37%
4,49%
3,85%
   De 3.060.000,01 a 3.240.000,00
11,42%
0,53%
0,53%
1,58%
0,38%
4,52%
3,88%
   De 3.240.000,01 a 3.420.000,00
11,51%
0,53%
0,53%
1,60%
0,38%
4,56%
3,91%
   De 3.420.000,01 a 3.600.000,00
11,61%
0,54%
0,54%
1,60%
0,38%
4,60%
3,95% 


   
Devido à complexidade que se observa na  legislação relativa ao Simples Nacional, sugiro consultar o Contador sobre a possibilidade de poder, ou não, optar pelo Simples e qual a alíquota que deve ser considerada, tendo em vista que há várias tabelas com alíquotas progressivas para: a indústria, o comércio, e  a prestação de serviço, conforme o faturamento da empresa. Porém, há casos em que a  alíquota depende da receita e  da folha de pagamento.

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA:

Para o cálculo de preço de venda,  todas os impostos e contribuições unificadas devem ser consideradas como despesas variáveis, pois variam de acordo com as vendas, tratados neste blog como despesas comerciais e impostos incidentes, conforme exemplo a seguir:

1) Tomando-se por exemplo,  o Custo de Mão-de-Obra, apurado neste blog, no item demonstração da  Previdência-Empregador,  onde se lê, 27,8%, coloca-se "0" (zero);

2) No demonstrativo do Valor de Preço de Venda, os itens ICMS, IPI, PIS e COFINS serão substituídos por SIMPLES, com o percentual correspondente.

3) Também no custo de matérias primas e mercadorias deve ser considerado o valor da nota fiscal, sem dedução do crédito de IPI e ICMS, pois o optante pelo Simples não se beneficia de créditos relativos a esses impostos.

Observando as três alterações acima, o modelo apresentado pode ser aplicado às ME e EPP na apuração do custo de produção e no cálculo do preço de venda.

Por conseguinte, o amigo leitor que tenha uma ME ou EPP, indústria, comércio ou prestação de serviços, leia nossas postagens anteriores, as quais apresentam elementos esclarecedores, que lhe permite melhor calcular o preço de venda.

Até a próxima, com planejamento orçamentário e fluxo de caixa.

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          PONTO DE EQUILÍBRIO A BÚSSOLA DO EMPRESÁRIO   
O ponto de equilíbrio é a bússola do empresário, alertando para os momentos de perda e indicando os momentos de lucro, incentivando as tomadas de decisões necessárias para que a empresa navegue em águas tranquilas.

Há casos, em que o empresário não sabe o caminho que está seguindo sua empresa: compra, fabrica, vende, mas não vê o dinheiro aparecer.  Não sabe o que está acontecendo, pois a empresa não apresenta fluxo de caixa positivo.


Uma ocasião fui contatado por um diretor da empresa na qual trabalhava, solicitando que eu verificasse o porquê na empresa da qual participava com outros sócios não tinha dinheiro e estavam sempre aumentando o financiamento e estavam sempre injetando recursos.

Solicitei os documentos e informações necessárias para analisar o preço de venda de sete produtos que estavam sendo fabricados.

Comparei os preços de venda dos produtos aos preços apurados com base em cálculos idênticos aos que apresento neste blog, tendo chegado à seguinte conclusão:

Por não terem elaborados cálculos corretos na apuração do preço de venda, existiam produtos que eram vendidos com lucro e outros vendidos com prejuízo. Como o mercado procura o melhor preço e qualidade, os produtos com preço  abaixo do custo eram mais facilmente vendidos.

Conclusão, a empresa não podia apresentar lucro, pois o lucro que obtinha na venda de alguns itens era absorvido pelo resultado negativo dos que vendia abaixo do custo.

Há casos, em que a empresa não se desenvolve, fica estagnada, não cresce, embora esteja vendendo bem. O empresário até acredita que esteja tendo lucro, mas precisa de financiamento permanente para sobreviver.

Demonstrado, matematicamente, a causa do insucesso da empresa, os sócios me pediram para que eu calculasse o preço de venda e sugerisse as providências necessárias:

Foi calculado o Ponto de Equilíbrio e elaborado um Fluxo de Caixa mensal, com estimativas de: compra de matérias primas, despesas e receitas, financiamentos. Números que deviam ser seguidos para que a empresa não efetuasse compras em excesso, e procurasse vender a meta estabelecida, reduzindo o custo financeiro desnecessário.

O Ponto de Equilíbrio para o empresário, além de demonstrar o momento negativo e positivo, serve de incentivador para a procura de novos negócios.

Com o preço de venda apurado com critério, os preços da empresa passaram a ser mais aceitos, passando a gozar de maior confiabilidade dos clientes, ocorrendo um incremento nas vendas.

Em poucos meses a empresa era outra, não mais precisava de investimentos e gerava fluxo de caixa positivo. Já se podia ver o sorriso dos sócios!

No gráfico apresentado, o ponto de interseção das duas linhas representa o ponto de equilíbrio. A linha azul são as quantidades vendidas. A linha vermelha é o resultado obtido. Os valores abaixo da linha azul são negativos (prejuízo), e o valores acima da linha azul apresentam-se positivos (lucro).

Por exemplo:
A venda de 260 unidades do produto apresenta lucro de R$397,62;
A venda de 230 unidades do produto apresenta prejuízo de R$432,87.  

Vamos ao cálculo do PONTO DE EQUILÍBRIO:

No caso, partindo dos números que já fazem parte do nosso trabalho, elaboramos o cálculo do ponto de equilíbrio considerando nossa receita, custo dos produtos, despesas comerciais e impostos e as despesas administrativas.


O modelo apresentado tanto se aplica à indústria como ao comércio, pois, ambos os ramos de atividade tem o ponto de equilíbrio baseado nas vendas necessárias para que se observe o aparecimento do lucro, objetivo da atividade empresarial.

Assim, o cálculo considera o Custo de Fabricação (indústria), ou Custo das Mercadorias (comércio).

Tomando por exemplo Preço de Venda para Empresas Comerciais, as vendas apuradas, conforme demonstrado em nossa postagem anterior, apresenta o valor de R$257.740,74.


Na planilha, observam-se parcelas que são chamadas de despesas variáveis, que variam de acordo com as vendas: comissões, fretes, armazenamento e os impostos incidentes sobre as vendas, cujo total importa em R$93.431,02.

Há também o custo de mercadorias vendidas, que também é um custo variável, pois é proporcional às vendas, cujo valor importa em R$131.735,65.

As despesas administrativas, são classificadas como fixas por não variarem em função das vendas, embora, mensalmente, possam apresentar variações: aluguel do escritório, honorários do Contador, salário do Administrador, que pode ser o prolabore do sócio da empresa, despesa com telefone e outras despesas não ligadas à produção, as quais totalizam R$6.800,00.

Assim, com base nas parcelas acima comentadas, podemos apurar o Ponto de Equlíbrio, ou seja, as vendas necessárias para que não haja lucro ou prejuízo.

Preço de Venda das Mercadorias                          R$257.740,74

Menos despesas variáveis:
Custo dos produtos ou mercadorias vendidas      - R$131.735,65

Despesas comerciais e impostos                          - R$  93.431,02

Contribuição marginal                                             R$  32.574,07

ATENÇÃO: As despesas comerciais e impostos foram analisadas na  postagem "Preço de Venda - Empresa Comercial", neste blog, que recomendo consultar para melhor entendimento.

Contribuição marginal é o percentual (%) em relação às vendas: (32.574,07/257.740,74X100) = 12,638%

Conforme pode ser observado, a contribuição marginal é o lucro antes de se abater das despesas administrativas e financeiras. O percentual é a relação desse resultado com as vendas, que representam 100% dos fatores.

As despesas administrativas fixas, que até agora não foram utilizadas no cálculo, são despesas que a empresa terá de pagar independente de haja venda ou não, as quais somam R$6.800,00.

Sabendo-se que o resultado antes da dedução das despesas administrativas corresponde a 12,638% das vendas, conforme acima demonstrado;

Considerando-se que as vendas representa 100% dos fatores;

Observando-se que o resultado (contribuição marginal) para pagamento das despesas administrativas e financeiras é R$32.574,07, que corresponde a 12,638% das vendas, que correspondem a 100% da soma dos fatores, conforme retro comentado.

Queremos saber, qual o valor das vendas necessárias para se obter uma margem de contribuição equivalente às despesas administrativas e financeiras, no valor de R$6.800,00?

Considerando que a margem de contribuição corresponde a 12,638%;

Observando que a despesas administrativas e financeiras é o valor desejado de margem de contribuição, ou seja, R$6.800,00;

Notando que as vendas necessárias correspondem a 100%.

Temos os elementos necessários para apurar o valor das vendas, com aplicação da regra de três:                

(6.800,00\12,6383X100) = R$53.804,66.

O Ponto de Equilíbrio são as vendas necessárias para cobrir os custos das mercadorias, as despesas comerciais e as despesas administrativas e financeiras, ou seja, R$53.804,66.

Vamos conferir:

Valor das Vendas, conforme cálculo do ponto de equilíbrio,  é de  R$53.804,66

O preço unitário do produto A, apurado no Valor do Preço de Venda,  é R$219,04.

A quantidade de produtos a serem vendidos corresponde à divisão das vendas ponto de equilíbrio, pelo preço de venda unitário, R$219,04, assim demonstrada:  53.804,66\219,04 = 245,638

O custo de fabricação do produto A, conforme planilha Valor do Preço de Venda, é de R$111,95.

Agora podemos apurar a verdade, se as vendas calculadas como ponto de equilíbrio cobre todos os nossos custos?


Vendas   (Ponto de Equilíbrio)                                    53.804,66
Menos: 


Custo do produtos vendidos: (245,638X111,95)        27.500,42
Desp.comerciais e impostos(53.804,66X36,25% )     19.504,19
Despesas administrativas                                             6.800,00
Saldo                                                                                  0,05

 Assim fica provado que o cálculo do ponto de equilíbrio da empresa está correto.

Seguindo o mesmo critério, efetuamos o cálculo para cinco quantidades do produto A, a saber:

230, 240, 245,6, 250 e 260 unidades.

Os resultados apurados, os quais são demonstrados no gráfico  apresentado no início da postagem, foram:

230 - prejuízo de R$432,87;
240 - prejuízo de R$156,04;
245,6- p.equilíbrio R$0,05;
250 - lucro de R$120,79;
260 - lucro de R$397,62.

Até a próxima, com Micro Empresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP).

 
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          CUSTO DA MÃO-DE-OBRA DIRETA   



O estabelecimento do preço de venda de um produto depende de informações obtidas  antes do início da produção, tais como: preço da concorrência; demanda pelo produto; autorização para a produção, quando exigida; o tempo de fabrico, custo de matérias primas e produtos secundários, custo de mão-de-obra direta, despesas indiretas de fabricação, custo comercial, administrativo, financeiro e impostos incidentes.

O empresário que aplica um determinado percentual sobre matérias primas ou mercadorias para obtenção do preço de venda está cometendo equívoco que pode resultar em dano significativo à empresa, pois não leva em consideração o tempo: de produção e de estocagem, bem como as despesas indiretas; despesas variáveis de comercialização; impostos incidentes  e a contribuição marginal para formação do lucro.


Admitindo-se que já foram realizados os estudos preliminares, já foi produzido pequena quantidade dos produtos para amostra, medindo o tempo de fabrico de cada um e, já temos os valores dos salários dos empregados que estarão envolvidos na produção, podemos fazer o cálculo do preço de venda, iniciando pela apuração do custo do homem-hora.

O custo homem-hora é o valor dos salários mais encargos dividido pelo número de horas de trabalho num mês.

Conforme legislação atual, por semana o empregado labora 44 horas, as horas adicionais devem ser pagas como extraordinárias. Assim, por mês, as horas de labor, por empregado, são: (44/7X30) =188,57 horas.

O custo do homem-hora médio, considerando que os empregados recebem salários diferentes, é apurado com base no total dos salários com encargos, dividido pelo total de homens-hora, o qual é apurado considerando o número de empregados, no caso seis, pelo número de horas mensais por empregado: (6X188,57) =1.131 homens-hora. O custo do homem-hora médio  é de (9.045,04\1.131)= 7,99, arredondando, R8,00.

Como se pode observar, o FGTS apresenta-se apurado considerando 8% X 1,4, ou seja, acrescido de 40% da multa quando do desligamento do empregado.

 A Previdência corresponde à contribuição do empregador, conforme os percentuais demonstrados, que totalizam 27,8%.

 As férias apresentam-se calculadas à razão de 1/12 avos, acrescidos de 1/3 do abono pecuniário.

O 13º salário é equivalente a 1/12 avos da soma (Salário + FGTS + Prev), isto é, com os encargos. 

O aviso prévio corresponde a  1/24 avos da soma do salário mais o FGTS, admitindo-se a rotatividade do pessoal  a cada dois anos.

O Percentual  71% de encargos apresenta-se apurado da seguinte forma: 9.045,04-5.300,00 = 3.745,04 (valor dos encargos). Opercentual corresponde a 3.745,04/5.300,00X100=70,66%  (71%). 


OBSERVAÇÃO:

Além dos custos acima, devem ser incluídos a alimentação e vales transporte, relativos aos empregados.




  
NOTA:

Os cálculos apresentados são para apuração do Preço de Venda, que deve incluir, todos os gastos, inclusive provisão para contingências, como a multa do FGTS e Aviso Prévio.

Até a próxima, com o cálculo do custo de fabricação.

 

Caso precise de auxílio,  entre em contato: clic em "Quem eu sou" na aba lateral direita; a seguir, em "meu nome"; na aba superior da capa, clic em "Sobre", onde irá encontrar os dados para contato.



          Selfiemployment, pronti i fondi a tasso zero per i neoimprenditori under 29   
startup giovani

Dall’1 marzo 2016 sarà possibile presentare la domanda per Selfiemployment, il nuovo fondo rotativo nazionale promosso dal Ministero del Lavoro e gestito da Invitalia.

Con una dotazione finanziaria iniziale di 114,6 milioni di euro, il fondo mette a disposizione finanziamenti agevolati senza interessi per i giovani fino a 29 anni iscritti al Programma Garanzia Giovani che non hanno un lavoro e non sono impegnati in percorsi di studio o di formazione professionale (i cosiddetti NeetNot in education, employment or training) ma che vogliono mettersi in proprio o avviare un’attività imprenditoriale.

Selfiemployment è valido in tutta Italia e finanzia, nel rispetto del regolamento de minimis, progetti che prevedono spese per almeno 5.000 euro, fino a un massimo di 50.000 euro.

I finanziamenti sono a tasso zero, coprono fino al 100% delle spese, non richiedono garanzie personali e devono essere restituiti in 7 anni. Sono previste tre tipologie di finanziamento, con diverse modalità di erogazione dei contributi: microcredito per spese tra 5.000 e 25.000 euro, microcredito esteso per spese tra 25.000 e 35.000 euro e piccoli prestiti per spese tra 35.000 e 50.000 euro

Chi ottiene le agevolazioni deve impegnarsi a realizzare gli investimenti entro 18 mesi dal perfezionamento del provvedimento di ammissione.

La domanda può essere inviata dal 1° marzo 2016 esclusivamente online, attraverso la piattaforma informatica di Invitalia.

L'articolo Selfiemployment, pronti i fondi a tasso zero per i neoimprenditori under 29 è un contenuto originale di 01net.


          Made in America: The Bad News and the Good Bad News   
So far, the revival of American manufacturing is more myth than reality. But there are specific policy actions that would help....
          Emails   
Hello all. Nothing new to add just now, I'm afraid. However, if you've emailed supply.dj@hotmail.co.uk recently, please send it again, as Hotmail appear to have wiped the entire inbox for that account and everything has gone. This site relies on people's good will - and tape collections - so please do get in touch if you have anything to contribute whatsoever.
          Radio 1 Breakfast Cover - July 1997 - Week One   
Only days after the taster file featuring the first show from two weeks of breakfast cover on Radio 1, I have received the high quality files from Jules in Oxford and I present week 1 for you to download below, via zShare for the time being. Will look at alternative hosting as a backup soon. These files are all HQ VBR stereo mp3s (if that's important to you) which means they're pretty big and you'll be able to hear the odd bit of FM fuzz in the background. Feel free to comment on what you hear in these shows and thanks again to Jules for this wonderful contribution. Week 2 to follow shortly.

14/07/97

15/07/97

16/07/97

17/07/97

18/07/97
          A year...   
It dawned on me this morning, that it's now a year since the news broke about Kev's death. The previously mentioned bits and bobs from his time at Smooth and Xfm will be on this site eventually. It's been a busy few months, so my apologies for the delay. That said, there's still some sizeable chunks from the golden years available to download from this site that are worth multiple listens. If you happen upon any links that aren't working, please let me know via the email address on the right. Should you happen to have Kev audio not on this site, please get in touch using the same method.
Finally, cheers to those of you who have already contributed to this blog. Clearly, there's not a huge amount of Kev audio out there, but it seems important to keep a corner of the interweb dedicated to the work of one of the very best.
A Happy New Year to all of the readers of this blog.

          Pretty decent Xposure   
Cheers muchly to Sonja who's been in touch recently and has contributed the two files linked below. Together, they constitute one of Kev's appearances covering on the Xposure strand on Xfm. Sonja is fairly certain this show dates from 31/01/05. The music's been removed, but it's a great example of Kev sounding passionate about music and, as a direct result, as relaxed as he ever sounded on radio. Well worth a listen. Cheers for the files!

Part 1 on zShare (MEGAUPLOAD)

Part 2 on zShare (MEGAUPLOAD)


          Photo Release -- 88 Dog Houses Donated to Noah's Wish for Families Affected by Hurricane Katrina as NBC News Kicks Off 'Humanity Plaza'   

          #5: Grand Theft Auto V (PS4)   
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          CBS News: Millionaire Clinton spotlights middle-class roots (LOL Alert)   
Hillary Clinton is a former First Lady, a former senator, and a former secretary of state. She is the Democratic nominee for president. But on Thursday, Clinton also gave herself another title: "a mom who works." "I loved what I did," Clinton wrote about her job as a lawyer in an op-ed. "And it was important to me to contribute to my family's finances, especially now that we were having a baby." Clinton recounted learning that the law firm where she worked before her daughter Chelsea was born didn't have a maternity leave policy. Clinton "decided to take matters into...
          Apprentice Chef - Premium Country Pubs - Dukes Head Billericay - Billericay   
Dukes Head - Billericay, Essex - laws Be involved and contribute at all team meetings Carry out instructions as given by Management and Head Office Wages: 16-17 years old...
          Boucher, Dingell in House Energy Committee Call for Cap-and-Trade   

As he previously announced he would, Energy and Commerce’s Energy and Air Quality Subcommittee chair Rep. Rick Boucher (D-Va.) released the first of a series of white papers on climate legislation today, Scope of a Cap-and-Trade Program.

Based on the hearings earlier this year, the Committee and Subcommittee Chairmen have reached the following conclusions: The United States should reduce its greenhouse gas emissions by between 60 and 80 percent by 2050 to contribute to global efforts to address climate change. To do so, the United States should adopt an economy-wide, mandatory greenhouse gas reduction program. The central component of this program should be a cap-and-trade program. Given the breadth of the economy that will be affected by a national climate change program and the significant environmental consequences at stake, it is important to design a fair program that obtains the maximum emission reductions at the lowest cost and with the least economic disruption. The Subcommittee and full Committee will draft legislation to establish such a program.

Oddly, the white paper fails to mention a baseline for emissions reductions; the scientific consensus for the 80 percent reduction is from 1990 emissions levels.

The white paper makes no recommendations on how credits should be allocated, though Boucher has stated his resistance to auctions in the past. Nor does it discuss interaction with foreign carbon markets or how to deal with imports from unregulated entities.

The white paper argues that complementary measures are necessary:
“Even with a broad-based cap-and-trade program, complementary measures (such as a carbon tax or other tax-based incentives, efficiency or other performance standards, or research and development programs) will also be needed. For example, funding for research, development, and deployment of new technologies would assist industries that will need to adopt new technologies. In addition, efficiency or other performance standards might be appropriate for some economic actors that would be inappropriate to include directly in a cap-and-trade program, but that should contribute to an economy-wide reduction program in some other way.

Proposed measures range from Dingell’s carbon tax, increased CAFE standards, appliance and lighting efficiency standards, a federal renewable energy standard, to carbon sequestration funding.

Further notes are below.

Interestingly, the report draws extensively from the Nicholas Institute for Environmental Policy Solutions September report, Size Thresholds for Greenhouse Gas Regulation: Who Would be Affected by a 10,000-ton CO2 Emissions Rule? The Nicholas Institute is run by Sen. Lieberman’s former environmental counsel, Nick Profeta.

A later white paper will discuss carbon offsets in the agricultural and industrial sector.

Greenhouse gas emissions from other sources in [the industrial] sector (such as landfills) generally may not lend themselves to regulation under a cap-and-trade program if there is difficulty in measuring the emissions accurately. For example, EPA currently operates methane programs that encourages landfills and other soruces to capture gas and use it for electricity generation. . . . The agricultural sector, however, does have significant opportunities to reduce emissions that may lend themselves to measurement, which could make them appropriate as a source of credits or offsets in a cap-and-trade program…. [manure methane capture, cropland biological sinks]... A later White Paper will discuss the potential for using such reductions as offsets or credits as part of the cap-and-trade program.

          Postdoctoral Research Associate, Nuclear Engineering (R17142) - Idaho State University - Falls, ID   
The incumbent will support a research program funded by US Department of Energy and significantly contribute to the success of this program. The incumbent $40,000 a year
From Idaho State University - Sun, 02 Apr 2017 10:51:47 GMT - View all Falls, ID jobs
          Employé(e) Service Desk - Paralax - Mechelen   
Vous êtes le point de contact pour toutes les questions et les problèmes remontés par nos clients. Vous êtes autonome, force de proposition et contribuez à l
Van Indeed - Tue, 28 Mar 2017 15:09:13 GMT - Toon alle vacatures in Mechelen
          The Next Pandemic Is Nearly Upon Us and Bill Gates Is Positioned to Enormously Profit   
The Next Pandemic Is Nearly Upon Us and Bill Gates Is Positioned to Enormously Profit
SOURCE

"...because Fatima is a very apocalyptic message. It says that no matter what happens there are going to be terrible wars, there are going to be diseases, whole nations are going to be wiped out, there are going to be 3 days darkness, there are going to be epidemics that will wipe out whole nations overnight (great culling), parts of the earth will be washed away at sea and violent tornadoes and storms. It's not a nice message at all." ~Fr Malachi Martin on portions of the real 3rd secret of Fatima
My oh my, we may be getting glimpse into how the Deep State will ultimately respond to the extreme scrutiny that they are undergoing. The Deep State is losing control of the narrative and they desperately need a game-changer. And the following may very well represent what is coming.

Bill Gates and the Discovery Channel are Promoting a New Show on Pandemics As a Threat to Humanity

The Discovery Channel is airing a show on July 6th which details how easy it would be for a pandemic to wipe out a significant amount of humanity. The content of the show is not newsworthy unto itself. However, when they bring the richest man in the world, who has made a large portion of his wealth from vaccines, come in and promote the show’s trailer, namely Bill Gates, that is worth noting.
Bill Gates is certainly no stranger to the subject of pandemics and it is interesting that he is featured in such a prominent manner.



If I wanted to obtain credibility on a widespread basis, I would not be selecting Bill Gates to promote anything that has to do with health, particularly in the arena of health administration. The old saying, “with friends like this, who needs enemies”, certainly applies. Please consider what Bill Gates previously did on a mass scale to young women in India. The following is from Natural News:
“In 2009, the tribal children of the Khammam district in Andhra Pradesh were gathered together and told they would be receiving healthcare shots. Even though the Gates foundation has the wealth to give these tribes access to clean water, sanitation services, nutrition and low stress living conditions, they instead push for HPV vaccines and call them “well-being” shots. The shot these young girls received was an HPV vaccine manufactured by Merck and administered by the state’s health department. The young girls, aged 9–15, were instructed to line up for three doses of the vaccine. As the months rolled on, the health of the 16,000 girls rapidly deteriorated. Five of the girls died shortly thereafter.
In Vadodara, Gujarat, another 14,000 or more tribal children were put to the test. This time the Gates Foundation carried out their humanitarian healthcare mission by providing the HPV vaccine called Cervarix, made by Glaxo SmithKline.
Giving no informed consent, the Gates Foundation coerced the tribal people on the belief that the shots were beneficial and necessary. However, when virus material, heavy metals and other preservatives foreign to the body are injected into young, developing women, drastic changes are bound to occur in their bodies. Having no idea that they were being signed up for vaccine trials, thousands of young girls were injected with these experimental vaccines purported to prevent cervical cancer.
Instead of seeing their health improve, the tribes reported numerous, bizarre adverse events in the days, weeks and months following vaccination. Young girls in India lost weight, appetite and stamina. 16-year-old Aman Dhawan had no idea he was even signed up for the vaccine trial. Soon thereafter he began to lose weight and energy, as the life was sucked right out of him. The same problem broke out among girls in Colombia, where the same vaccine had been doled out to the young girls there”.
Again, with friends like this, who needs enemies?

A New Pandemic Is the Fulfillment of Gates Self-Appointed Destiny

On February 28, 2013, Bill Gates appeared on the Charlie Rose Show and he was as candid as a globalist could be. On the show, Gates indicated that he has contributed large sums of money to numerous causes such as the Global Polio Eradication Initiative originally launched in 1988 by the World Health Organization (WHO), the CDC, and UNICEF.
Gates expressed his love affair with vaccines and his clear intention to reduce the world’s population when he stated the following:
 “The world today has 6.8 billion people… that’s headed up to about 9 billion. Now if we do a really great job on new vaccines, health care, reproductive health services, we could lower that by perhaps 10 or 15 percent.”

Quite clearly, Gates is a devoted subscriber to Eugenics and depopulation. On his television show, Charlie Rose asked Gates the following question:

“You mentioned the five or a six year plan the new initiative has learning from old lessons and therefore, coming up with new approaches. What are the new approaches?”
To that question, Bill Gates answered:
“Well, we’re able to use new technology like satellite photos to see are there people moving around, nomadic roots. You know we see if when we go out to get all the children, if there’s some settlement areas that we’ve actually missed. We also put a – – a phone in the vaccine box they carry around that looks where they’re located every three minutes and so it has that GPS data. At the end of the day you plug that in and compare it to where they were asked to go, and you can see if you’re – you’re really covering all the kids.”
Gates is clearly advocating for an extreme Orwellian society that will be monitored and targeted for vaccinations that do more harm than good. The ultimate goal is depopulation, not saving lives. Unfortunately for the fate of humanity, Gates seems to know something ominous is coming our way when we consider what Gates recently wrote in the New York Times.

Bill Gates Writes for the New York Times

On March 18, 2015, the King of vaccinations  wrote an editorial piece in the New York Times in which he stated that the “Ebola epidemic in West Africa has killed more than 10,000 people. If anything good can come from this continuing tragedy, it is that Ebola can awaken the world to a sobering fact: We are simply not prepared to deal with a global epidemic“.
Gates also stated the following:
“As menacing as Ebola was this past year, other pandemics are a greater threat to the human race.
The Ebola epidemic in West Africa has killed more than 10,000 people. If anything good can come from this continuing tragedy, it is that Ebola can awaken the world to a sobering fact: We are simply not prepared to deal with a global epidemic.
Of all the things that could kill more than 10 million people around the world…there are many things worse than Ebola”
Gates spoke about the deadly Spanish Flu and other epidemics which could (probably will) serve to threaten humanity. Frighteningly and prophetically, Gates is advocating for the United Nations should “fund a global institution” to coordinate the efforts to conduct mass vaccinations. Would anyone like to place a bet that the new round of vaccinations will be mandatory? The United Nations and the World Health Organization would be in charge according to Gates. After all, according to Gates, Ebola was terrible, but next time, “it could be much worse“.

Gates Has Already Put His Money Where His Mouth Is

Can we only imagine the enormous profits that can be realized by vaccinating every child in the third world? If we apply Gates’ penchant for investing in causes which produce a hefty “return on investment” (ROI) then one could reasonably suspect that Gates is positioning himself to profit on the $50 million he has invested in the Ebola cause which conveniently includes the CDC, the holder of the patent for Ebola and this is just one small example of how Gates has positioned himself to enormously profit from a pandemic:

“When an unsuspecting public is finally told of the existence of an Ebola vaccine, coupled with the fact that the Global Fund will be in charge of the distribution of the vaccine. Interestingly, Bill Gates has donated a total of $560 million dollars to the Global Fund. The Global Fund has also positioned themselves to be in charge of the distribution of the “newly developed”, and not yet announced vaccines for TB and HIV.  Since the goal is the vaccination of every man, woman and child on the planet with multiple vaccines, Gates’ $560 million contribution to the Global Fund is chump change compared to the expected ROI…”

If one really wants to get conspiratorial, consider that back in 2014 I previously published an article entitled:

The CDC, NIH & Bill Gates Own the Patents On Existing Ebola & Related Vaccines: Mandatory Vaccinations Are Near

Predictive Programming Supports Gates’ Prepositioning to Profit from an Engineered Pandemic

TNT is currently home to a very popular show known as The Last Ship. From a technical standpoint, the show is very well constructed particularly with regard to the military protocols embedded within the story line. The show is based on an engineered pandemic which sweeps the planet and destroys 80% of humanity. Interestingly, the show contains a sub-theme in which a group of people who are immune to the pandemic, ban together to try and form a “master race”  and also kill off the vulnerable at the same time as they try and enhance the spreading of the pandemic.
In the show’s plot a “vaccine” is developed as a cure. Bill Gates must be jumping up and down for joy at the storyline since this man virtually controls all vaccines on the planet.  Here is a further description of the show which takes on new meaning now that the discussion of a potential pandemic is taking place in combination with the Discovery Channel’s exploration, guided by Gates, into this topic. Here is a brief discussion of the show, The Last Ship.


In the first three seasons of the Last Ship, it has always debuted in June. I find it more than interesting that the season premiere has been delayed until after the Discovery Channel’s show with Bill Gates on pandemics.
TNT has chosen Sunday, August 20th,  for the fourth season premiere of its epic drama series The Last Ship. Also, I find it interesting that the show was renewed for two years which guarantees a 5th year. When have you ever seen a show be renewed for two years at a time?

Conclusion

If I were to don my conspiracy hat, which is easy to do when Bill Gates is in the neighborhood, it appears that humanity being prepared for the inevitable pandemic which will wipe out any real resistance to the Deep State.
What does this mean for the United States and for your family. Fortunately, the Obama administration left behind several documents which tells us what we are all facing and this will the future topic of these particular revelations. In the meantime, monitor your news for preliminary snippets of a coming pandemic.

RELATED:
http://tradcatknight.blogspot.com/2016/05/3rd-secret-of-fatima-epidemics.html 


Dr. Tenpenny "Global Forced Vaccines; Conspiracy Or Reality?  



          DAYS OF LOT: German Parliament approves same-sex marriage   
DAYS OF LOT: German Parliament approves same-sex marriage
We are truly living in the last days.  Do you recall the fire and brimstone which came down from heaven killing off the sodomites?  Guess what Planet X will be "kicking in"?  70 pound fiery space rocks will eventually fall from the sky like hail.  God is not amused...
SOURCE

Apocalypse 8: 8:11  And the second angel sounded the trumpet: and as it were a great mountain, burning with fire, was cast into the sea, and the third part of the sea became blood: And the third part of those creatures died, which had life in the sea, and the third part of the ships was destroyed. And the third angel sounded the trumpet, and a great star fell from heaven, burning as it were a torch, and it fell on the third part of the rivers, and upon the fountains of waters: And the name of the star is called Wormwood. And the third part of the waters became wormwood; and many men died of the waters, because they were made bitter.
German Chancellor Angela Merkel says she voted against same-sex marriage because she believes the country’s law sees it as between a man and a woman, but that the opposite view must be respected.
Parliament voted to legalize same-sex marriage in a snap vote Friday. Lawmakers voted 393 for legalizing “marriage for everybody” and 226 against with 4 abstentions. Germany has allowed same-sex couples to enter civil partnerships since 2001, but same-sex marriages remained illegal.
Bringing the measure to a vote in Friday’s session, the last before September elections, was fast-tracked after Merkel said Monday lawmakers could take up the issue as a “question of conscience,” freeing members of her conservative coalition, which has been against same-sex marriage, to individually vote for the measure.
She says “for me marriage as defined by the law is the marriage of a man and a woman” but she continues to see the interpretation as a “decision of conscience.”



All of Merkel’s potential coalition partners after the September 4 election, including the center-left Social Democrats of her challenger, Martin Schulz, have been calling for same-sex marriage to be legalized.
The measure, which is expected to see legal challenges, also opens the door for gay couples to adopt - which Merkel says she supports.
Archbishop of Berlin, Heiner Koch, said he “regretted” the parliament “gave up the essential content of marriage” in passing the new law. The archbishop heads the family life committee for the German bishops’ conference.
In a statement, he lamented the abandonment of “a differentiated perception of different forms of partnership,” adding that “differentiation is not discrimination.”
Koch also said “marriage did not deserve” to be caught “in the wheels of political tactics,” referring to the snap vote on the issue.
He concluded his statement by saying the bishops will now intensify their efforts to promote “the vitality of the Catholic understanding of marriage,” which he affirmed would be unaffected by the decision in parliament.




LGBT Mega-Donor Reveals Next Goal: ‘Punish the Wicked’ Gay Marriage Opponents


A prominent LGBT activist who has donated more than anyone else to LGBT causes has said that “wicked” people who advocate for laws protecting the religious freedom of conservative Christians to act in accordance with their views on marriage and sexuality need to be “punished.” The Rolling Stone recently published a lengthy profile piece examining the
contributions of Tim Gill, a software entrepreneur who has quietly been at the forefront of the push for same-sex marriage and LGBT rights in the United States over the past several decades. The article explained how Gill, who is gay, has spent over $422 million to advance the LGBT cause and explained the impact that his associated organizations such as the Gill Foundation, Gill Action, and OutGiving have made on LGBT advocacy in America. READ MORE




DAYS OF LOT: Canadians Choose a Gay, Transgender or Atheist Leader Over an Evangelical


Canadians are more likely to vote for an atheist, gay or transgender person than an evangelical Christian to lead their country, according to a Canadian research institute. The Angus Reid Institute survey, conducted in May with a sample size of 1,533 Canadian adults and a margin of error of plus or minus 2.5 percentage points, found that 85 percent said they would vote for a party that is led by a gay man; 84 percent would back a lesbian; 80 percent, an atheist; and 69 percent, a
transgender. Meanwhile, 65 percent said they would support an evangelical Christian. Evangelicals fared better in the United States, with 72 percent of Americans saying they would vote for an evangelical presidential candidate. Americans are less likely to vote for a gay man or lesbian, at 63 and 62 percent, respectively. And atheists and transgender individuals are near the bottom of the U.S. list, at 52 and 50 percent, respectively. READ MORE




DAYS OF LOT: YouTube channel seeks to teach kids about dressing in “Drag and Transgenderism”


“Queer Kid Stuff,” a YouTube channel geared toward teaching children about sexual preferences, homosexuality, transgenderism, and more, celebrated “Pride Month” by releasing a video talking to kids about people dressing in drag. The producer and host of “Queer Kid Stuff,” Lindsay Amer, created the channel in June 2016 to help children ages 3-7 better understand the LGBT community, according to the show’s website.
“Young queer people need to see themselves represented in their media and that is exactly what I aim to do,” Amer wrote. In the videos, she and her co-host Teddy, a stuffed bear, invite guests on to explain various parts of the LGBT community, including the definitions of “gay,” “gender,” and “intersex.” They also discuss the subject of consent and include a sing-along video to go with it. Additionally, the channel discusses the Disney movie, “Frozen,” and how Elsa is allegedly homosexual.  READ MORE

RELATED on the COMET to HIT US:
http://tradcatknight.blogspot.com/2014/10/st-hildegard-america-in-catholic.html


If Doomsday Asteroids were to Hit Earth(full documentary)


Apocalypse: Wormwood, Poleshift & Prophecy



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          This Popular Island Destination Is Exporting Monkeys for Cruel Experiments   
Mauritius is one of the world's largest suppliers of non-human primates for inhumane medical experiments.

Mauritius, a small island in the Indian Ocean, is a dream holiday destination for tourists from all over the world. It is famous for its beautiful beaches, lagoons, tropical climate, heritage sites, lush forests and wildlife. Yet, this idyllic location is also infamous for a sinister reason—the cruel exploitation of its population of monkeys. Mauritius is one of the world’s largest participants in the cruel trade of supplying non-human primates for experiments. In 2016, 8,245 long-tailed macaques were exported from Mauritius to the USA, Canada and Europe with 3,522 imported by the USA, the largest importer of monkeys from Mauritius.

In Mauritius, the long-tailed macaque (Macaca fascicularis) lives freely. However, the species is not considered indigenous, despite having been well-established on the island for about 400 years. Although the species is listed on Appendix II of the Convention on the International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (CITES), there exists no legislation to protect the primates of Mauritius. Instead, they are widely persecuted and exploited.

Historically, monkeys were trapped in the wild to be shipped overseas. Following international condemnation of the trade in wild-caught primates, tens of thousands of primates are now held in farms across Mauritius. Many of these animals were captured from the wild and are now imprisoned in these farms and used for breeding. Denied their freedom in the lush foliage of their jungle homes, these individuals spend their lives behind bars, on concrete. Their offspring are transported as ‘cargo’ in small wooden crates on airplanes to laboratories around the world to feed the international research industry.

Tourism is a key pillar of the economy of Mauritius and contributes significantly to the economic growth of the island. Mauritius is also promoting the island’s image as a green, eco-friendly tourist destination. The reputation of Mauritius as a country where the environment is valued is being put at risk by the export of monkeys for cruel experiments. Added to this is the introduction of recent regulations that will, for the first time, allow such experiments to be carried out on the island itself. The main species to be used in the research will be the country’s population of long-tailed macaques.

It cannot be argued that the economic benefits of the monkey trade and potential revenue from experiments are more important than tourism. Even a brief glance at the figures shows this controversial trade, worth less than 2 percent of Mauritian export, is economically insignificant compared with the income that Mauritius receives from its tourism industry. It is well-established that if a country develops a reputation for unkind treatment of animals, it has a very strong negative effect on tourism.

An additional factor to consider which is equally puzzling is that Hinduism is the largest religion in Mauritius. The country has the third highest percentage of Hindus in the world after Nepal and India. Lord Hanuman, the monkey god, is one of the most popular idols in the Hindu religion and is worshipped as a symbol of physical strength, perseverance and devotion. The trade in primates on Mauritius clearly is contrary to the very concept of Hindu culture and society which emphasises the spiritual equality of all living beings.

There are concerns that the introduction of animal experiments to Mauritius is primarily to provide a new market for the primate breeding companies and a reaction to problems with airlines refusing to transport primates for research purposes, moves to impose tighter restrictions on the import of primates within the European Union and a growing public concern about the use of primates in research. Animal researchers and companies may be looking to travel to Mauritius to carry out research that would not be allowed to take place in their own country.

A glance at the new regulations governing the experiments shows that substantial sections have simply been taken from EU and UK legislation, but this has not been consistently done, so there are significant gaps and contradictions. For example, there is no provision for governmental inspections of laboratories. Nor are there any rules in the regulations about the housing, environment and enrichment to be provided to animals. Furthermore, transparency and accountability appear to be absent because, although there is a requirement for researchers to submit records to the government, there is no provision for the government to subsequently put such information into the public domain. 

The long-tailed macaque is the most widely traded primate species for research worldwide and the most widely-traded mammal on the CITES database. In the laboratory, these primates may suffer substantially, including the effects of poisoning (such as vomiting, internal bleeding, weight loss, organ failure and even death) after being forced to consume large quantities of chemicals or drugs in toxicity tests or face being subjected to major brain surgery, their skulls cut open and devices implanted into their brains.

Examples of recent research carried out on long-tailed macaques in the USA makes disturbing reading: 1) experiments that have attempted to mimic traumatic military injuries; 2) forced addiction to recreational drugs such as alcohol and cocaine; 3) injections with phencyclidine (PCP or ‘angel dust’) and 4) forced inhaling of cigarette smoke several hours a day (for some monkeys it was the equivalent of a person smoking four packs of cigarettes a day).

The development of alternative methods to using animals is a growing and pioneering field. There is now a wide range of more human-relevant and humane approaches and animal tests are being replaced in areas such as toxicity testing, neuroscience and drug development. These alternatives include cell, tissue and organ cultures; methods using chemistry, computers or imaging machines; and ethical and highly effective studies using human volunteers.

Cruelty Free International is dedicated to ending this cruel exploitation of the Mauritius monkeys. We believe that the focus for Mauritius should instead be on these new technologies for non-animal experiments and we are urging Mauritius to become a forward-thinking country that adopts humane and cutting-edge alternatives. Mauritius’ image abroad is already tarnished because of its role in the cruel international trade in monkeys for research. Allowing animal experiments to take place will have a further negative impact and likely result in further widespread protest.

Our campaign has received widespread support from around the world, including in Mauritius, by scientists, wildlife experts, politicians and socio-cultural groups as well as members of the public. Indian politician Maneka Gandhi and internationally renowned primatologist Dr. Jane Goodall have also voiced their concerns.

There are three actions you can take to support our campaign to protect the monkeys of Mauritius and let government officials know that what they are doing is unacceptable:

1. Send an email/letter to the Mauritius Embassy in Washington:

mauritius.embassy@verizon.net

washingtonemb@govmu.org

H. E. Mr S. Phokeer

Ambassador Extraordinary and Plenipotentiary

Mauritius Embassy

1709 N. Street, NW

Washington D.C. 20036

2. Send an email/letter to the Minister of Tourism in Mauritius:

mtou@govmu.org

The Hon Anil Kumarsingh GAYAN, SC

Minister of Tourism

Ministry of Tourism

Level 5, Air Mauritius Centre

John Kennedy Street

Port Louis

Mauritius

3. Sign this petition.

 

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The book itself is the best record of Cuban posters. It is a very large book and all the images are full colour reproductions covering a single page each. I guess this is the result of Dugald's influence. As a passionate and enthusiastic art director he must have been keen to preserve them in as big a format as possible. When I asked Dugald what happened to the posters they used for the book he told me they were left behind at the publishers, where they may have ended up in the bin.

If you collect Cuban posters this book is essential.
96 posters from Cuba


Havana 1970


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"...la manutención del régimen" es la consecuencia de haberse creido la falacia de que los estados existen para garantizar los derechos y libertades de sus ciudadanos. Una vez creado el monstruo su mera existencia es su única razón de ser. El proceso de tranferencia duró siglos y los titulares originales de la soberanía han terminado convertidos en siervos, contribuyentes, consumidores; son el rebaño al que hay que conducir al matadero haciéndoles creer que ellos son sus propios pastores. Por mucho que balen de nada les servirà, ya es tarde.
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With a choice-friendly President and Secretary of Education now in office, private school choice programs have been cast into the national spotlight. This week has been no different: On Monday, researchers released two major studies on vouchers—one on Indiana’s program, the other on Louisiana’s—and the U.S. Supreme Court handed down a decision that may have implications for choice programs across this nation.

Among other things, this means that the debate on private school choice has moved from the periphery of the education policy conversation to center stage. As a result, some of you may be joining the conversation for the first time. As a long-time participant in the voucher wars, we at the Fordham Institute thought it might be helpful to offer a get-up-to-speed guide featuring some of our “greatest hits” on the topic.

We’ve arranged it around four questions:

  1. What does the research tell us about the impact of school vouchers on participants and on traditional public schools?
  2. What is smart policy regarding results-based accountability in the context of private school choice?
  3. How can we encourage private schools to participate in choice programs, and get high-quality schools to grow or replicate?
  4. What are the pros and cons of a big new federal initiative on private school choice?

What does the research tell us about the impact of school vouchers on participants and on traditional public schools?

Boosting student outcomes remains a key goal of private-school choice. While Fordham isn’t a program evaluator per se, we’ve been proud to assist and support several important empirical analyses on the impacts of vouchers on both participants and pupils in public schools. Back in the early 2000s, we helped support an experimental study of a privately funded scholarship program in Dayton. The analysis found that African American participants made significant progress (more so in reading). Fast forward almost a decade: Ohio lawmakers had enacted a statewide voucher program known as EdChoice. In 2008, Fordham and a number other groups released an early study offering evidence that vouchers may have improved public schools as competition increased. Eight years later, we released a rigorous analysis of EdChoice by David Figlio. His study would corroborate the “competitive effects” finding, though he also found that voucher students themselves lost ground on state tests. As we’ve discussed, however, the participant analysis has several limitations that should be kept in mind. For an accessible overview of this study, see Dr. Figlio’s slide deck presented at our February event on voucher research.

What is smart policy regarding results-based accountability in the context of private school choice?

One of the central, thorniest policy questions of private-school choice programs is whether and how to hold them accountable for results. In 2009, we interviewed twenty top thinkers on choice and accountability. They offered a variety of perspectives on matters such as testing and transparency around those results; financial disclosures; and whether low-performing private schools should be stripped of their ability to enroll scholarship students. In the end, we suggested a “sliding scale” approach—private schools with more voucher students would face closer scrutiny than those with just a handful. Five years later, we released a policy toolkit aimed at state legislators wrestling with accountability in voucher or scholarship programs. Our recommendations insisted on protecting private schools’ freedoms, while holding them accountable for student outcomes (again on a sliding scale). In a couple follow-up blog posts, we continued to make the case that choice, done well, requires accountability for student learning. We noted earlier this year that as scholarship programs have expanded, states have indeed put into place reasonable accountability provisions, debunking one of critics’ favorite claims—that voucher-accepting schools are “unaccountable.”

How can we encourage private schools to participate in choice programs, and get high-quality schools to grow or replicate?

Not every private school decides to admit scholarship students when given the opportunity. Why do some schools participate, while others decline? In Red Tape or Red Herring, we surveyed private-school leaders to find out which policies weigh most heavily on this decision. Most respondents cite regulations that restrict admissions or religious practices as deterrents, while just a minority felt that testing discourages participation. The overwhelming majority said they were motivated by the opportunity to “expand their mission to their community.” Our case study of five Ohio private schools also reveals that vouchers are seen as a way to reach more families. Yet the school leaders also are candid about the challenges of maintaining a culture of high expectations, while working on shoestring budgets. Similar themes are echoed in a Fordham report that looked inside Catholic voucher-accepting schools in Milwaukee.

What are the pros and cons of a big new federal initiative on private school choice?

This all brings us to the burning question of the day, at least for Beltway policy wonks: Should there be a federal private-school choice initiative—and what should it look like? On these questions, we’ve got you covered. Just two days before President Trump’s inauguration, we co-hosted an event that debated three options for a federal private-school choice program. Throughout February, we published the views of a dozen top-notch experts in our fourth annual “Wonkathon.” We crowned a quartet from the Foundation for Excellence in Education as our “wisest wonks” in this competition, having won a popular vote for the most persuasive proposal. In February and April, we at Fordham co-hosted events that continued to explore issues in a potential federal choice program, from both research and policy angles. After weighing the competing arguments, Mike expressed his skepticism about the wisdom of a big new federal tax credit scholarship program.

***

Needless to say, we at the Education Gadfly have logged countless hours and spilled much ink wrestling with the issues around private school choice. We’ve done everything from commenting on presidential candidate Al Gore’s position on vouchers to penning editorials in newspapers to testifying before legislators in our home state of Ohio. We’ll continue to be relentless in advocating for thriving private schools that are accessible to families of all backgrounds. We certainly don’t have all the answers to get us there, but we hope you’ll consider joining us in this effort.

***

Fordham reports

Marshall Allen, “Public Support for Catholic Schools” in Scott Hamilton (ed.) Who Will Save America’s Urban Public Schools (2008); Chester E. Finn, Jr., et al, When Private Schools Take Public Dollars: What’s the Place of Accountability in School Voucher Programs? (2009); David Stuit and Sy Doan, School Choice Regulations: Red Tape or Red Herring? (2012); Ellen Belcher, Pluck and Tenacity: How Five Private Schools in Ohio Have Adapted to Vouchers (2014); Fordham Institute, Public Accountability and Private-School Choice: A Policy Toolkit (2014); David Figlio and Krzysztof Karbownik, Evaluation of Ohio’s EdChoice Scholarship Program: Selection, Competition, and Performance Effects (2016).

Fordham commentary

Michael Petrilli, “The problem with ‘bad voucher schools aren’t a problem,’” (2014); Michael Petrilli and Chester E. Finn, Jr., “The two tracks of school reform,” (2014); Michael Petrilli, “Vouchers have changed. Maybe your position should change, too” (2017); Michael Petrilli and Richard Kahlenberg, “Two experts debate whether public funds should be used to support private school vouchers” (2017); Aaron Churchill, “Don’t neglect vouchers’ competitive effects” (2017); Michael Petrilli, “The Fordham Institute’s 2017 Wonkathon: The $20 billion school choice edition” (2017); Fordham Institute, “A new federal push on private school choice?” (2017); Fordham Institute, “A $20 billion school choice tax credit program: Yes, maybe, how so?” (2017); Chad L. Aldis, “Testimony before the Ohio House Finance Committee” (2017); Michael Petrilli, “The three miracles required for Donald Trump to become the patron saint of school choice” (2017).


          Social movements and science denial   
The University of Notre Dame’s Center for the Study of Social Movements is hosting a dialogue on science and politics, and I’m rather pleased with my contribution: “Will Climate Change Denial Inherit the Wind?” Do check out the other essays in the dialogue, especially Jeffrey Guhin’s discussion of some results from his observations of creationist Muslim…
          Agent (e) comptable - centre administratif - Groupe Coopératif Dynaco - Quebec   
Siège social La Pocatière Groupe coopératif Dynaco, coopérative innovante, contribue à la réussite et au développement économique, social et
From Groupe Coopératif Dynaco - Tue, 30 May 2017 16:04:21 GMT - View all Quebec jobs
          On This Day   
2nd July

862 – St. Swithun, Bishop of Winchester died.

1698 – Thomas Savery patented the first steam engine.

1776 – The Continental Congress adopted a resolution severing ties with Great Britain although the wording of the formal Declaration of Independence was not approved until July 4.

1777 – Vermont became the first American territory to abolish slavery.

1839 - 53 African slaves being transported to Cuba on the Spanish merchant ship La Amistad revolted against their captors led by Joseph Cinque.

1850 – The self-contained gas mask was patented by Benjamin J. Lane.

1853 – The Russian Army invaded Turkey, beginning the Crimean War.

1881 – Charles J. Guiteau shot and fatally wounded U.S. President James Garfield, who eventually died on September 19.

1897 – Italian scientist Guglielmo Marconi obtained a patent for radio in London.

1900 - The world's first rigid airship was demonstrated by Ferdinand Graf von Zeppelin on Lake Constance near Friedrichshafen, Germany.

1937 - U.S. aviator Amelia Earhart and navigator Frederick Noonan were reported lost over the Pacific Ocean while attempting to make the first equatorial round-the-world flight. They were never heard from again.

1961 - Author Ernest Hemingway, 61, shot himself at his home in Ketchum, Idaho.

1962 – The first Wal-Mart store opened for business in Rogers, Arkansas.

1964 - U.S. President Lyndon Johnson signed into law the Civil Rights Act, meant to prohibit segregation in public places.

1966 – The French military exploded a nuclear test bomb codenamed Aldébaran in Mururoa, their first nuclear test in the Pacific.

1976 – North and South Vietnam, divided since 1954, reunited to form the Socialist Republic of Vietnam.

1976 - The Supreme Court ruled the death penalty was not inherently cruel or unusual.

1990 - A stampede in a pedestrian tunnel at the Muslim holy city of Mecca during the annual Hajj killed 1,426 pilgrims.

1993 - South African President F.W de Klerk and African National Congress leader Nelson Mandela announced that South Africa's first election open to all races would be April 27, 1994.

1994 - The Colombian soccer player who inadvertently scored a goal for the United States, contributing to his team's loss in World Cup competition, was shot to death in Medellin, Colombia.

1997 – James Stewart died.

2005 - Egypt's new ambassador to Iraq was abducted in Baghdad, reportedly by Al-Qaida. He was later murdered.

2008 – Ingrid Betancourt and 14 other FARC hostages were rescued by the Colombian armed forces, she had been held for six and a half years.

          Director of Nursing (DON)/Facility Manager Aged Care Lilydale   
VIC-Traralgon South, The Organisation: Employing the best and offering quality care are two of the core principles of this organisation. An opportunity for a patient-focused Facility Manager. This organisation promotes patients living in quality care and recognises its staff contribution in upholding their high standards through development opportunities. The Role To be successful you must have: Experience as a Facili
          E fixemos a luz!   
Andaba á procura dalgún libro para ler no verán. Así que din un paseo polos andeis da biblioteca do centro. Fun botar a man a un libriño (non chega aos 20 cm de altura) sen moita confianza. Estiven por devolvelo ao seu lugar, pero finalmente leveino conmigo. Posiblemente non chegara a lelo. Con todo, boteille un ollo; as primeiras liñas:
A noite do 7 de xaneiro de 1610 á cambiar o mundo. Ninguén o sabía daquela, mas non tardarían en notarse as consecuencias. Galileo Galilei, profesor de xeometría mecánica e astronomía da Universidade de Padua, dirixiu o sue telescopio ao ceo...
e o libro non chegou ao verán. Remateino antes do claustro de final de curso.
E fixemos a luz! (USC, 2015), escrito polo profesor da Área de Óptica da USC, Salvador Bará, preséntase como unha peuena contribución ás celebracións do Ano Internacional da Luz 2015 pero é moito máis, é unha relucente alfaia do baúl da divulgación científica.
E de que trata o libro de Bará? Se dixeramos que só trata da luz, estariamos dando unha afirmación verdadeira, pero moi incompleta. No primeiro capítulo, por exemplo, céntrase na luz como fonte esencial do descubrimento científico, en particular do astronómico. Chámanlle revolución copernicana, pero deberían chamarlle revolución galileana. Bará relata con pericia os primeiros descubrimentos feitos co telescopio debidos a Galileo, e que cargaban de argumentos e evidencias un xeocentrismo que ata o momento era permitido por declararse como ferramenta imaxinaria que garantizaba un moi bo axuste nos cálculos astronómicos. Aquí enxergamos unha característica de todo o libro de Bará pois nótase que o autor leu as fontes orixinais e sabe contarnos o máis interesante das mesmas.
Tamén se relata como se chegou a medir a velocidade da luz, todo un fito na historia da ciencia. Neste punto, e nalgún outro, botei en falta algún esquema. Non porque non se expliquen as cousas o suficientemente ben, senón porque se menoscaba a capacidade divulgativa da obra. Con todo, a narración é esplendorosamente clara. Velaquí unha segunda característica da obra que quería destacar.
O que segue é o experimento de Young, a análise espectrográfica e a sorprendente posibilidade de poder determinar a composición das estrelas mediante a luz que emiten, a luz como onda electromagnética, a luz vista desde a perspectiva da mecánica cuántica... Unha aventura histórica apaixonante. Canto máis avanzamos cara o momento actual a linguaxe cárgase cada vez máis con referencias matemáticas. Así conséguese un relato sen analoxías que poden despistar. Estamos ante unha obra de divulgación moi fiel ao coñecemento científico, sen inexactitudes. Isto é moi difícil de conseguir, mas en E fixemos a luz! temos un exemplo maxistral de como facelo. Velaquí  outra calidade deste texto.
Hai un capítulo adicado ás aplicacións terapéuticas da luz, especialmente para tratamentos oftalmolóxicos. E, como non!, tamén hai un lugar para tratar a contaminación luminosa, que esborralla os ceos nocturnos, é moi  onerosa, innecesaria, síntoma de incultura e con efectos negativos demostrados na saúde e na ecoloxía. Reivindícase, xa que logo, tanto poder ver un ceo estrelecido ao mirar cara arriba como unha terra chea de lucecús cando miramos para abaixo.
Estamos fronte a unha cousa realmente rara. Non é rara por ser unha publicación de divulgación científica, senón que o é pola lingua na que está escrita. Vén sendo como os lucecús nas nosas noites.
No relato bíblico do Xénese o mundo comenza a existir cando "Deus dixo: fágase a luz; e fíxose". Nestroutro pequeno manual cóntasenos como a inventiva, o traballo e o esforzo humanos foron os que realmente fixeron a luz.


          Mario U Balan   
L'assassinio del barista del Bar G.... di Voltri
( Si ringrazia per l'informazione una gentile signora )
Era un giovanotto intelligente e simpatico, un po' fuori dalle righe, faceva il barista in un locale che è tuttora nel centro di Genova Voltri e che per ovvi motivi non posso nominare, si chiamava Mario, e come soprannome era conosciuto come Mario U Balan, era un ottimo dipendente, la sua datrice di lavoro, la signora Chiara, gli voleva bene.
Pochi sapevano dell'orientamento sessuale de ragazzo, ma quei pochi, visti i tempi, non dicevano nulla. I tempi erano crudi e tempestosi. Il Regime Fascista Repubblicano era da poco crollato, e per poco o quasi nulla, si poteva perdere la vita. Qualcuno cominciò a fare circolare la voce che il barista fosse una spia dei Repubblichini , che avesse contribuito con le sue spiate a fare arrestare dei partigiani, poi che frequentasse i repubblichini con cui secondo queste voci fosse in grande confidenza.
Questa era la prassi come nei processi alle streghe , la sua sorte era già segnata, si voleva solo spargere ancora un po di fango, tanto per giustificare quello che stava per accadere al poveretto.
Un giorno il solito gruppo di valorosi partigiani lo andò a prendere, Mario era dietro il banco del bar, gli energumeni lo trascinarono fuori, nessuno degli avventori e neppure la padrona fecero nulla, tutti erano pietrificati dal terrore che potesse capitare anche a loro.
 A calci e pugni gli fecero fare la strada sino alla piazza del Municipio, in quel posto, in mezzo alla gente lo ammazzarono come una bestia, senza pietà.

          Le foibe nel Savonese   
Foibe nel Savonese

Anche la provincia di Savona, nell'entroterra di Ponente, Toirano e Magliolo, ha le sue brave foibe, orrende anch'esse, usate dai partigiani comunisti e altri analoghi malfattori, per fare sparire i corpi delle loro vittime. I loro nomi sono Buranco Rampione in località Acquetta e Buranco della Croce in località Giovo di Toirano. La profondità di queste foibe è superiore ai 100 metri e sul fondo si diramano in diverse cavità colme di rifiuti e anche di ossa umane.
Il Comando dei Carabinieri di Albenga, dopo incessanti ricerche delle sue pattuglie, nell'aprile del 48, sull'onda di diverse segnalazioni anonime, ha trovato queste due foibe, ne ha dato notizia ai vari comandi interessati, alla procura della Repubblica di Savona che ha provveduto ad alletare il 77° Corpo dei vigili del Fuoco, attrezzati per questo tipo di ricerche sul campo.
Secondo alcune voci anonime a causa del terrore che ancora in quel periodo determinati soggetti incutevano, in quelle foibe sarebbero stati gettati i resti di non meno 120 persone di ambo i sessi. In quella zona era operativa una banda di “patrioti” guidati da tale Renzo Perrone.
Una delle vittime eccellenti, per sicuro, fu un Magistrato, Manlio Sticco, classe 1905, assassinato nel 44 a Calizzano e gettato nella foiba del Rampione, con lui fu ammazzata una insegnate, una guardia forestale e altri cittadini, anch'essi poi fatti sparire nella foiba.
Nel maggio del 48, i Vigili del fuoco, fecero una prima ispezione nel Buranco della Croce e rinvennero tre scheletri umani completi, maschi, di anni 20 – 25 con brandelli di uniforme grigio verde e un basco con insegne della Repubblica Sociale. I resti estratti dai vigili del fuoco, vennero esaminati da un medico legale, il Dottor Raffaele De Lucia, che redasse una relazione sul ritrovamento di : tre crani, tre bacini, sei scapole, sei femori, molte ossa della gabbia toracica, un sacrale e moltissime vertebre sparse per la voragine. Molte delle ossa mancanti non vennero più ritrovate per l'azione delle acque di infiltrazione, degli uccelli da rapina e altri elementi che hanno contribuito alla loro distruzione.

Roberto Nicolick











          IPECO - OFERECE: CURSO DE CAPACITAÇÃO: PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE ATIVIDADE INDUSTRIAL E AGRÍCOLA   
CURSO DE CAPACITAÇÃO: PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE ATIVIDADE INDUSTRIAL E AGRÍCOLA - VÁRZEA GRANDE/MT - TURMA SETEMBRO/2013
Data: 06/09/2013
Valor: R$ 400,00


Curso de Capacitação: Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Atividade Industrial e Agrícola

06 á 08 de Setembro de 2013
Várzea Grande / Mato Grosso / Brasil

Curso introdutório para estudantes e profissionais interessados em conhecer ferramentas, abordagens e estratégias direcionadas a enfrentar os atuais desafios do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Atividade Industrial e Agrícola.

Objetivo:

Este curso é de suma importância, uma vez que há necessidade de capacitação de técnicos para conhecimento na área de resíduos e elaboração de planos de gerenciamento de resíduos sólidos – PGRS.

Plano que é parte integrante do processo de licenciamento ambiental e base para a liberação de licenças ambientais.

Nessa perspectiva, os planos deverão ser bases nas concepções, conceituações e outros impostos pela nova legislação pertinente.

O curso se propõe a apresentar ao aluno os tipos de resíduos sólidos, assim como, sua classificação e técnicas de tratamento e/ou disposição final para os gerados nos vários setores das atividades industriais e agrícolas licenciadas.

Capacitação de técnicos e Engenheiros para conhecimento na área de resíduos e elaboração do PGRS.

Local de realização do curso:
Auditório do Hotel Mangabeiras "ARAÇÁ"
Endereço: Avenida da Feb, 1.275 - Manga, Várzea Grande, Mato Grosso.

Data do curso:
02 á 04 de Setembro de 2013

Horário do curso:
Das 08:00 h ás 12:00 h e das 14:00 h ás 18:00 h

Público-alvo:
Profissionais de nível superior, acadêmicos de graduação, pós-graduação e nível técnico atuantes na área de meio ambiente ou interessado/trabalhadores do setor público ou privado em atuar na área de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Atividade Industrial e Agrícola.

Carga horária:
30 horas/aulas (Certificado)

Conteúdo programático:

1 – Plano de Gerenciamento de Resíduos Industriais
PNRS – Lei 12305/2010;
Legislação ambiental específica sobre resíduos industriais;
Definição e classificação de resíduos sólidos industriais;
As principais fontes de resíduos sólidos industriais: identificação;
Etapas do gerenciamento dos resíduos sólidos industriais;
O gerenciamento dos resíduos industriais: importância e concepções;
Análise crítica quanto aos diversos tipos de resíduos: contribuições e inferências;
Localização para instalação de centrais de armazenamento de resíduos em relação às leis ambientais;
Sistemas de mitigação na geração de resíduos sólidos;
Localização de equipamentos possíveis de aproveitamento do resíduo;
Relação custo X benefício no gerenciamento do resíduo sólido;
Processo de gerenciamento de resíduos sólidos desde sua geração até a destinação final;
Conteúdo do Plano de gerenciamento de resíduos sólidos industriais;
Análise das tecnologias de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos.

2 – Plano de Gerenciamento de Resíduos Agrícolas
Legislação ambiental específica sobre resíduos agrícolas;
Definição e classificação de resíduos sólidos agrícolas;
As principais fontes de resíduos sólidos agrícolas: identificação;
Etapas do gerenciamento dos resíduos sólidos agrícolas;
O gerenciamento dos resíduos agrícolas: importância e concepção;
Monitoramento das etapas do gerenciamento dos resíduos industriais e agrícolas.

Metodologia:
O curso será presencial com aula expositiva e uma aula de campo, visita técnica, com vista técnica para vermos em campo trabalhos realizados na área.

Coordenador de Cursos de Capacitação:
Biólogo, Diretor/Presidente do Instituto IPECO - Professor Esp.Renato Dias de Moraes.  

Ministrante:
Engenheira Sanitarista – Professora Esp. Helen Farias Ferreira, SEMA (Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso) Gerente de Resíduos Sólidos Industriais e Agrícolas.

Currículo Plataforma Lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?
id=K4778229E0

          Dia 29/06 - Dia do Pescador   
A pesca predatória retira do ambiente aquático mais do que ele consegue repor, levando a consequências desastrosas: pode limitar a produtividade pesqueira – com impacto social – e comprometer o equilíbrio ecológico. Dentre as atividades realizadas de forma ilegal, destacam-se as pescas com explosivos, a pesca com redes, e a pesca com tarrafas, espinhel, entre outras.


A biodiversidade de águas continentais e, portanto, os peixes, enfrentam distintas ameaças quanto a sua conservação. Dentre elas destacamos: a pressão exercida pela pesca - comercial e esportiva; o desmatamento de matas ciliares; o uso inadequado de terras para agropecuária; o assoreamento dos corpos d'água, a poluição de várias origens e os problemas decorrentes da introdução de espécies , já os peixes marinhos enfrentam as mesmas ameaças, com algumas variáveis distintas, como a substituição de desmatamento de matas ciliares por devastação das áreas de mangues.

O Coordenador-geral de Autorização do Uso e Gestão da Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama, José Dias Neto, em entrevista à Revista das Águas, respondeu em que as circunstâncias sociais, econômicas, políticas, institucionais, etc. contribuem para que essas ameaças existam. Para ele as ameaças para conservação da biodiversidade aquática apresentam circunstâncias de distintas ordem e significância, entretanto todas são relevantes. Do ponto de vista social, é inegável a demanda crescente por alimento, emprego e renda. É indubitável, ainda, no imaginário popular, a infinita riqueza das nossas águas, ao tempo em que não existe, no seio da sociedade, uma percepção dos riscos que essas vertentes trazem para a conservação dos recursos. Agrava o quadro o fato de que não existe conhecimento, disseminado junto à sociedade, da grave situação de sobrepesca dos principais recursos pesqueiros no Brasil e no mundo.

Sob os aspectos econômicos, é forte a percepção, entre os especialistas, de que a demanda por alimento (proteína) de excelente qualidade, associada ao imediatismo ou à busca do lucro fácil, têm sido os agentes primeiros de ameaça à conservação da biodiversidade aquática. Em complementação aos aspectos anteriores, os subsídios governamentais, mascarando o ponto de equilíbrio das pescarias, contribuem para agravar o excesso no uso dos recursos pesqueiros mais importantes.

As políticas focadas na expansão da produção, sem o prévio conhecimento científico dos limites e possibilidades de exploração de cada estoque, a histórica dissociação do uso dos instrumentos de comando e controle, e econômicos (incentivos creditícios e fiscais), têm sido apontadas como fundamentais para o fracasso do uso sustentável dos recursos aquáticos.

Os aspectos institucionais têm seu papel e, certamente, o mais significativo está relacionado com a histórica fragilidade do Estado brasileiro em distintos níveis e, em especial, para enfrentar as pressões dos usuários diretos dos recursos pesqueiros. É inegável, ainda, o inadequado e, mesmo, ilegítimo sistema de representação das organizações de classe de pescadores, armadores e industriais, onde dominam lideranças que, majoritariamente, não representam ou defendem os reais interesses de seus representados. As estruturas do Estado têm se mostrado também, historicamente, despreparadas, desaparelhadas e com insuficiente orçamento para desempenharem suas missões.
É visível que o estado não conseguirá acabar com a pesca predatória, nem mesmo com a contratação de mil homens em campo, uma vez que o esquema realizado é muito grande por estes que querem usufruir de nossos recursos pesqueiros de maneiras indiscriminatórias. Vemos que somente que com educação ambiental e com incentivo a criação de peixes em cativeiros que poderemos diminuir a pressão em cima do meio ambiente e poderemos enfim comemorar este dia com mais tranquilidade.


          Fórum Matogrossense Lixo e Cidadania   
O Fórum é um espaço de discussão, proposição, sensibilização e assessoria para a gestão de resíduos sólidos nos municípios do Estado de Mato Grosso, que segue os princípios do Programa Nacional Lixo & Cidadania, envolvendo todos os segmentos da sociedade na gestão dos resíduos.Criado em 1998 pela UNICEF, em Brasília, na sede da ONU, o fórum lançou o Programa Nacional e a Campanha “Criançano Lixo Nunca Mais”, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente - MMA, após a constatação de que, em 1999, aproximadamente 45 mil crianças trabalhavam em lixões no país.
Em junho de 2000, foi implantado o Fórum Mato-Grossense “Lixo & Cidadania” pela Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEMA, atual Secretaria de Estado do Meio Ambiente - SEMA. Em 2008, com o apoio do Banco e de outras instituições, o Fórum revigorou suas ações.
O Objetivo do Fórum é contribuir para a erradicação dos lixões e reabilitação dessas áreas; promover a redução, reutilização e reciclagem de resíduos; estimular a implantação de programas de coletas seletivas nos municípios, preferencialmente em parceria com catadores; promover a reinserção social dos catadores, pela melhoria das condições de trabalho e renda; contribuir para a erradicação do trabalho infanto juvenil nos lixões e promover a inclusão social e melhoria da qualidade de vida dos catadores; fomentar e contribuir para a regulamentação da Política de Gestão de Resíduos Sólidos; implementar a Política de Resíduos Sólidos; compartilhar com a sociedade a  responsabilidade na gestão dos resíduos e pela sadia qualidade de vida da população,  sólidos; enfim, lutar pela preservação do meio ambiente através da gestão adequada e melhoria contínua dos sistemas de resíduos sólidos, garantindo o resgate da dignidade dos indivíduos envolvidos com a catação, afirmando sua cidadania.
Na gestão participativa, o enfretamento dos problemas sociais urbanos deixa de ser uma tarefa exclusiva do poder público e exige que a sociedade participe ativamente no processo de decisão. Para que ocorra a mudança de comportamento, da forma de pensar e agir, é necessário algum tempo (por se tratar de um processo). Essa transformação  se dá através da educação, que requer um longo trabalho de  sensibilização de toda a sociedade.
Fórum Mato-Grossense Lixo e Cidadania A Lei N.12.305, de 02.08.2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada pelo Decreto N. 7.404, de 23 de dezembro de 2010, determina que os Planos Integrados de Gerenciamentos de Resíduos Urbanos devem contemplar, além dos temas da gestão dos resíduos, também a inclusão dos catadores, a promoção da coleta seletiva e de sistemas de reaproveitamento,valorização da educação e comunicação ambiental.

No ano de 2010, entre outras atividades desenvolvidas pelo Fórum Estadual, citamos a implantação dos Fóruns nos municípios de Poconé, Várzea Grande, Nova Mutum, Campo ovo dos Parecis e Rosário Oeste; viabilização da participação e promoção dos catadores de materiais recicláveis no IX Festival Lixo
e Cidadania em Belo Horizonte, evento promovido pelo Fórum Estadual de Minas Gerais; realização do I Encontro Estadual dos Fóruns “Lixo e Cidadania” de Mato Grosso e do III Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis.

Autor : Terezinha Rodrigues da Silva - SEMA



          Drenagem em áreas Urbanas   

Em sistemas de drenagem muito antigos ou cujo dimensionamento e/ou ampliações não acompanharam o crescimento da área urbana e do sistema viário dos municípios, há a tendência de acumulação do material sedimentar erodido. O assoreamento do sistema de drenagem urbana atinge 40% daqueles que fazem
MAP, e é um dos importantes causadores do estrangulamento do sistema de drenagem urbana, propiciando inundações, que ocorrem em 43% dos municípios que realizam Manejo das águas Pluviais -  MAP. Sem o controle da erosão, os corpos receptores têm seu potencial de vazão diminuído com o assoreamento, criando sérios problemas por ocasião de grandes chuvas. Em 19% dos municípios com MAP, ocorre associação entre erosão e assoreamento, e em 25% deles há uma conjugação do assoreamento com as inundações.
As inundações ocorreram, predominantemente, em áreas urbanas naturalmente inundáveis por cursos d’água (61% dos municípios com declaração de ocorrência de inundações). Foram associadas, principalmente, a obstrução de bueiros e de bocas de lobo (45% dos municípios com este problema ambiental), a ocupação intensa e desordenada do solo (43% dos municípios), e a outras causas
(obras inadequadas, dimensionamento incorreto do projeto, lançamento de lixo, etc.). A gestão adequada de bacias hidrográfi cas, o controle sobre a retirada da cobertura vegetal e a ocupação do solo são fundamentais para o bom funcionamento dos sistemas de drenagem urbana. As inundações, quando associadas ao lançamento de esgoto não tratado em rios e a disposição inadequada do lixo, podem causar sérios problemas sanitários e de saúde pública, e contribuir para disseminar doenças de veiculação hídrica,
aumentando a incidência de leptospirose, de hepatites virais, de diarreias e outras.
 A leptospirose, por exemplo, é uma doença transmitida principalmente através do  contato com a água contaminada pela urina de ratos. No ano de 2008, cerca de  12% dos municípios brasileiros apresentaram casos confirmados desta doença, e em 3% ocorreram óbitos, sendo os maiores números (de casos e de óbitos) verificados nas regiões metropolitanas. Por outro lado, as taxas de internação foram mais altas no Sul do País, sobretudo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, e estão associados às fortes inundações ocorridas neste ano. Ressaltamos, portanto, que a principal estratégia de controle deste tipo de doenças é o investimento em infraestrutura de saneamento.


Denise Maria Penna Kronemberger
Rodrigo da Silveira Pereira
Elpidio Antônio Venturini de Freitas
José Antônio Scarcello
Judicael Clevelario Junior


          Customer Experience Leader - Indigo Books & Music - British Columbia   
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From Indigo Books & Music - Thu, 11 May 2017 03:10:58 GMT - View all British Columbia jobs
          Amit Shah arrives on two-day visit to Goa   

On Saturday  Amit Shah chief of BJP arrived in Goa on a two-day visit where he is planned to meet senior party officials to draw up a technique for the 2019 general elections.

Shah, who arrived at the Dabolim airplane terminal around 11.15 am, was gotten by Chief Minister Manohar Parrikar, state party president Vinay Tendular, among others.

The Bharatiya Janata Party national president paid tributes to Goan freedom fighters at the Martyr’s Memorial here.

Shah is required to eat with individuals from the decision BJP-led coalition bureau, and additionally meet his party’s MLAs.

Drunk driver injures 12 in Delhi

He is additionally slated to address different elected delegates of the BJP at a city hotel, before meeting local industrialists, hotel owners, chartered accountants, doctors and builders.

“He is in Goa to design the strategy for the 2019 general decisions. He will be looking for contributions from our MLAs and party leaders on the best way to get ready for the survey,” Tendulkar told one of the leading agency on Saturday.

Shah will inaugurate a party office in South Goa on Sunday , before making a beeline for New Delhi.

The post Amit Shah arrives on two-day visit to Goa appeared first on NewsCrab.


          17 helpful Google products and services you never knew existed (GOOG, GOOGL)   

google logo

Most of us have heard of Google's well-publicized moonshots: Self-driving cars, smart contact lensesinternet-beaming balloons, and more.

While those products and services sound amazing, most of us can't use them just yet. But the company actually has a bunch of other ones that are incredibly useful that you might not even know existed. 

For example: Did you know Google has a massive free library of fonts?

Here are some of the under-the-radar services Google offers.

Jillian D'Onfro contributed to an earlier version of this story.

SEE ALSO: Almost half of Google's management team is made up of women — here they are

Google Keep is a killer notes and reminder app that works across both desktops and smartphones.

Watch the YouTube video here



You can set a timer on Google (and get an alarm to sound when time is up) by Googling any amount of time followed by "timer."



Google.com/sky lets you explore the far reaches of the universe using images from NASA satellite, the Sloan Digital Sky Survey, and the Hubble Telescope.



See the rest of the story at Business Insider
          Metropolis Business Media: DFNI, Digital Editor - International Travel   
£DoE: Metropolis Business Media: ​To efficiently manage all digital aspects at DFNI and contribute accurate and engaging editorial to the print publication as reporter. Croydon, London
          6 ways to lower your iPhone data usage   

Using too much data on your iPhone can significantly raise the cost of your monthly cell phone bill. These 6 tips will help you lower the amount of data you're using. 

Brad Streicher contributed to an earlier version of this video.

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          Standalone Migrations: Using Rails migrations in non Rails projects   
Update 8/7/2010: Standalone migrations is now a gem (sudo gem install standalone_migrations) so disregard the outdated installation instructions below Update 7/8/2009: With the latest batch of contributed patches standalone migrations now works just like Rails migrations Update 12/26/2008: I switched … Continue reading
          MT6580__K706__Navtech_TAB8__K706__5.1__ALPS.L1.MP6 .V2.48.1_JOYASZ8321.FEMMC_P16   
Most wanted firmware, only for gsmhosting user, world fast contribution. Note:- Please keep away from my post / thread, who is file businessman. File info:- MT6580__K706__Navtech_TAB8__K706__5.1__ALPS.L1.MP6 .V2.48.1_JOYASZ8321.FEMMC_P16 >>>>>>Download<<<<<< RAR PASS:- gsmhosting
          Offer - IP/ASI Gateway - Chinautla   
DIB7728 Professional Multichannel video gateways provide a cost effective, versatile and efficient solution for delivering digital TV content over DVB-ASI that Integrates up to 250 separate IP address or Ports and De-encapsulates and Routes Any or All Selected Transport Streams via eight ASI Output Port Multi-channels IP OVER ASI gateway is suitable for delivering over ASI networks any MPEG content from one point to another point (contribution) or from one point to multi-point (distribution)Up to 8 channels ASI per chassisUp to 250 separate IP InputsDe-encapsulates and Routes Any or All Selected Transport Streams outputsSupport processing for multiplexing PSI/SI TablePID filtering, mapping and passtthroughInput data rate range: GbE IP:1 ~ 800MbpsOutput DVB-ASI: ≤100MbpsAuto-generation and manual upload for SI/PSI informationManagement via WEB and local front panelIntegrated, compact 1-RU platform saves rack space and reduces operating costsLow network jitter, low latency, high PCR precisionEasy-to-Use System ManagementReal-time monitoring bit rate statistics
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          #9: Clippasafe Corner Toy Hammock   
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Reporting to the Fleet Coordinator, the Mobile Fleet Mechanic contributes to Arctic Arrow Powerline Group Ltd. Mobile Fleet Mechanic....
From Arctic Arrow Powerline - Thu, 25 May 2017 00:54:37 GMT - View all British Columbia jobs
          Entierra Simitrio a su hija Meztli Sarabia; es un “asesinato político” para destruir a la UPVA   

El asesinato político de mi hija Meztli es en esencia un paso más a destruir la UPVA “28 de Octubre”, instrumento de lucha de los vendedores y del pueblo mexicano porque contribuye a la lucha por la libertad los derechos”, dijo en tono sereno Rubén Sarabia Sánchez, Simitrio, fundador y asesor general de la organización, […]

La entrada Entierra Simitrio a su hija Meztli Sarabia; es un “asesinato político” para destruir a la UPVA aparece primero en La Jornada de Oriente.


          RURAL CARR ASSOC/SRV REG RTE - United States Postal Service - Danbury, TX   
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From USPS - Tue, 27 Jun 2017 09:14:50 GMT - View all Danbury, TX jobs
          French Bilingual Call Centre Outbound Sales Representative - Scotiabank - Ontario   
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From Scotiabank - Tue, 27 Jun 2017 06:46:03 GMT - View all Ontario jobs
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          #5: Logan [Blu-ray + Blu-ray édition Noir & Blanc + Digital HD] [Blu-ray + Digital HD]   
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          #6: Wonder Woman [blu-ray]   
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Date de sortie: 30 octobre 2017

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Eddie Redmayne , Katherine Waterston , David Yates    Tous publics   Blu-ray
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          #9: Logan [Édition Limitée boîtier SteelBook + Blu-ray édition Noir & Blanc] [Édition Limitée boîtier SteelBook]   
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Logan [Édition Limitée boîtier SteelBook + Blu-ray édition Noir & Blanc] [Édition Limitée boîtier SteelBook]
Hugh Jackman , Patrick Stewart , James Mangold    12 ans et plus   Blu-ray
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Date de sortie: 5 juillet 2017

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La la
La la land [Blu-ray]
Ryan Gosling , Emma Stone , Damien Chazelle    Tous publics   Blu-ray
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From Indeed - Mon, 24 Apr 2017 19:14:17 GMT - View all Centralia, ON jobs
          Friday News Roundup - International   
With guest host Indira Lakshmanan . A curious warning from the White House to Syria about further use of chemical weapons was just one of the big global news stories this week. In Latin America, Brazil and Venezuela face crises of government. Chinas Xi Jinping pays a first visit to Hong Kong as president. And a top aide to the Pope is charged with sexual assault. GUESTS James Kitfield , Senior fellow, Center for the Study of the Presidency and Congress; contributing writer, Atlantic Media; author of Twilight Warriors: The Soldiers, Spies and Special Agents Who Are Revolutionizing the American Way of War Nancy Youssef , National security correspondent, BuzzFeed Brian Winter , Editor-in-chief, Americas Quarterly and vice president of the Americas Society/Council of the Americas For more, visit . 2017 WAMU 88.5 American University Radio. Copyright 2017 WAMU 88.5. To see more, visit WAMU 88.5 .
          Last Train to Paris (Deluxe Edition)   
DIDDY - DIRTY MONEY: Last Train to Paris

We're abroad on tour when I meet her, the woman of my dreams. We spend the night together, but I never get her name. When I wake up, she's gone.

I'm infatuated with her, really blown away. A couple of months go by, and I bump into her again on tour overseas. We get together, and we're inseparable for three months. We go to New York, Miami, all the places where I get it poppin'.

Then, suddenly, we have a misunderstanding and she just breaks out on me. But absence makes the heart grow fonder. We're in two different parts of the world and she's remembering all the good times while I'm thinking if I had another chance I wouldn't lose her again. One night in London, I get offstage at 9:45pm and I hear that she's in Paris. It's one of the foggiest nights, so I can't take my plane, I can't drive. The only way I can get to her is the last train to Paris...

This episode, inspired by a real-life encounter from his past, is the starting point of the new album Last Train to Paris by the Sean "Puffy" Combs' new group Diddy-Dirty Money. With dark, atmospheric beats and a cinematic back story, the new project represents an entirely new side of the rap impresario. Fans may think they know him, but as he prepares to unleash his latest smash, they are about to experience an entirely new Combs, and an entirely new sound. Diddy-Dirty Money is about to redefine dance music for the new decade.

Europe didn't just provide an evocative backdrop for the story that is Last Train to Paris, it also inspired the sound. Though Combs is known for his contribution to hip hop, he is also a passionate fan of dance music, often traveling to global hot spots like Ibiza and Berlin to take in the new sounds emerging from the techno scene. Blending elements of UK grime, Mediterranean techno and the 808s of American hip hop, the album represents a new sound that Combs calls "train music."

No stranger to the finer things, Combs amassed a crew of some of the top names in music to help him bring his vision to life. TI, Rick Ross and Lil Wayne all lend guest vocals, but the biggest contribution comes from band members Dawn Richard and Kalenna. "Dawn and I aren't background singers simply standing next to Diddy," says Kalenna. "Diddy-Dirty Money isn't just more of the same. It's an organic group that grew out of a shared passion for music."

Kalenna started writing songs at 11, when she would accompany her father--a rapper and army man--into the studio. As a military daughter, she moved often, living in diverse locations including Alaska, Germany and Hawaii. In music, she found a home for herself even as "home" was constantly changing. "Growing up, I understood how music can take you away and help you escape," she says. "At the same time I began learning how music brings people together; how it can heal and comfort." She eventually channeled her talent for songwriting into a successful career penning hits for Jill Scott, Jennifer Lopez, Timbaland and multi-platinum producer Rodney Jerkins.

Dawn Richard will be recognizable to fans as a member of the group Danity Kane, formed via the MTV series Making the Band 3. The New Orleans native grew up watching her father perform. A musician, choir director and former member of R&B group Chocolate Milk, he instilled in her a love of music, even as her tastes evolved. "I was more into alternative music," she says, naming influences including The Cranberries, Sheryl Crow and Green Day. "I saw myself as the leader of a rock band with pink hair, singing the music I love."

When Combs paired Richard and Kalenna together to write songs for Danity Kane in 2009, he knew immediately that he had a powerful new songwriting team, describing them as "kindred spirits." With so many far-reaching influences between them, combining forces as Dirty Money is nothing less than "divine intervention," says Richard. "We mirror each other. We're all perfectionists with a strong work ethic. We push and challenge each other."

The trio's unmatched creative chemistry reveals itself in the latest blockbuster single "Hello Good Morning". The group premiered the single in front of 25 million viewers on American Idol on March 31st. The high-energy track, with its urgent, atmospheric beats, was perfectly suited to an explosive performance with spectacular special effects. Idol producers even issued a warning to viewers about the intense strobe lights used onstage.

Ross, who also lent vocals to the lead single "Angels", is just another member of the extended Dirty Money family. Lil Wayne was passionate about the new sound being crafted, and dropped verses on "Strobe Lights", a teasing, funky club banger, and "Shades", a trippy track also featuring Bilal. Mario Winans produced the 80s-influenced "Give My All To You" while Rodney Jerkins produced the international party jam "I Want Your Love".

"I'll even take off my shades," sings (yes, sings) Combs on "Twisted", hinting at a new, emotional core to his sound. The multilayered track represents some of the many influences of Last Train. With a soaring synth riff that reflects the head-trip that is falling in love, he recalls a post-millennial Prince. Other tracks veer from tribal drums to church organs to gritty instrumentals, all combining to form the new sound.

While Combs has had unsurpassed success in many different realms, from fashion to spirits to film, the lush soundscape of Last Train represents a renewed commitment to music from the multitalented impresario. By opening up a chapter of his own life to tell the story, he's crafted an album that is expressive and exciting. Sure, this album will make you dance, but Dirty Money is more than just dance music. It's a movement.


          Coordinator V - Boehringer Ingelheim - Ridgefield, CT   
Provides administrative support regarding department processes. As an employee of Boehringer Ingelheim, you will actively contribute to the discovery,...
From Boehringer Ingelheim - Tue, 11 Apr 2017 23:12:27 GMT - View all Ridgefield, CT jobs
          The Beck Diet Solution: Train Your Brain to Think Like a Thin Person   
The Beck Diet Solution is the Missing Ingredient in Weight Loss

  • Lose weight with confidence and keep it off for a lifetime!

  • Battle your sabotaging habits!

  • Resist tempting food - even if it's right in front of you!

  • Confidently say, "No, thank you" to food pushers!

  • Put an end to emotional eating!

  • Confidently say, "No, thank you" to food pushers!

  • Conquer every excuse you've ever used to overeat, binge, or backslide!

    Any sensible diet will help you lose weight, but the challenge for 90% of Americans is actually staying on the diet they choose. Enter Dr. Judith Beck and The Beck Diet Solution. Dr. Beck, one of the foremost authorities in the field of Cognitive Therapy, has created a six-week plan that will help people stick with their diet, lose weight with confidence, and keep weight off for a lifetime. This program is not only based on the author's personal success and on her success with her many clients, but also on published research. It all starts with how you think. With other programs, you think about nothing but food: counting, weighing, and worst of all, food you can't have. This way of thinking inevitably contributes to diet failure. The Beck Diet Solution is the only program that helps dieters use Cognitive Therapy methods--scientifically proven over 20 years--to forever change those treacherous thought patterns that lead to overeating, cheating, excuses, and other dieting downfalls.

    Features

    This breakthrough six-week plan assures success by helping you assess the advantages of weight loss, pick a sensible diet and exercise program, set a goal, line up support, and prepare your environment--all this before starting any diet. This unique approach is key to preventing the downfalls that so often lead to failure.

    A new task is presented each day to build psychological skills to deal with the challenges of hunger and craving, overeating, alcohol, eating out, special occasions, vacations, stress, and much more. Healthy habits are established with to-do lists, reasons and ways to do the tasks, and how to deal with negative thoughts. One day a week is designated to "Take a Breather."

    Easy-to-use, flexible, and proven tools are found throughout the program, including daily goals; weekly planner pages; and motivational coping cards for handling time/energy hurdles, eating out, and other high-risk situations.


              Abeus posted a blog post   
    Abeus posted a blog post

    [OOC] Phase 497 (AKA A New Website

    Sooooo...the long and short of it is this: InSilico has a new website. I asked awhile ago that people backup what they could of their postings, and this is why. This situation isn't an ideal one, so I'll just jump into a preemptive FAQ here to address the what, whys and hows.Q: What is the new website? A: insilico.online (yes, that is the URL. http://www.insilico.online)Q: Why is the INSILICO website moving?A: Because we are not in a position to have confidence in the Ning platform. The Ning company has changed hands at least a couple times in recent months, and that has coincided with an increased number of technical issues that are slow to be acknowledged...let alone resolved. We also don't currently have access to the original creator account, which means our hands are tied when it comes to supporting it. We don't even know for certain when the next renewal date is. Despite having my payment info on file, Ning has been non-responsive to inquiries. There's also the lack of development, growth, etc. that has contributed to this.Q: Who is hosting the site now?A: We moved to Enjinn. It was robust enough to deliver on most of the features we need, and it could be deployed quickly. Given that we don't know when the Ning might go POOF, we were time conscious here. We wanted to make sure we had something in place quickly that would allow for only a minimum of disruption. Ideally I would have preferred to have everything self hosted, but that takes time and devoting resources into developing. Given the constraints, this was a good alternative.Q: What new features are there?A: Enjinn is forum based, so it is decidedly more robust in that aspect than the Ning is. I've created both IC and OOC forums, blog forums, and a number of other features to try to make it feel more "IC". It is still a work in progress as to how things might be presented, but the core is there. There is also a new wiki, events calendar, chat rooms, profile spaces, and a tag system which allows us to make areas visible only for specific groups/factions. Application forms will be integrated for things like player rentals and group membership. Q: What's going to happen to all the INSILICO content on Ning? A: That's a good question, but there is no definitive solution. I've gotten the basic setting overviews up in the new wiki, and I am continuing to cull the Ning for information and specifics that will be given dedicated wiki pages. I'm also using that to construct a historical timeline which players can use more efficiently than searching blog posts. Again, work in progress here, but nothing that would prohibit using and adding to the new site.As far as player content, pictures, blogs, etc...that's a bit more difficult. Ning has an archive utility, but that requires access to the creator account (which we don't have). However, as far as we can tell, there isn't an efficient way to import content from one site to the other either. At the very least I'm hoping that we can archive the Ning site so that the data is all backed up. Other than that, we're starting from scratch. You can manually post whatever blogs that you want to have on the new site. I do ask that everyone only import what is essential for now (random pictures/video etc that aren't important to the story should be given low priority. With any luck I will be able to get an archive of those up at some point in the future). I know this isn't going to make some people happy, but it's the best that we can offer at the moment. I will keep everyone updated on our progress, one way or another.Q: What happens now?A: At least that's an easier question. Go to the new site, join it, and start using it. We will not be approving any new Ning sign-ups going forward. I may post updates about the new site here too just to cover all ground, but everything else will be done over at insilico.online. So update your bookmarks. For the next couple weeks, there will be no applications or approval needed for "new" members. Since the majority of sign-ups will be for current InSilico players, we don't want there to be any bottlenecks in the migration process. After things have stabilized (and any bugs discovered), we can get things back to normal.See More

              Republican Congressman Calls for Robert Mueller To Recuse Himself From Russia Probe   

    Why is there just one Republican? There should have been dozens on our side calling for Mueller to recuse himself when it was clear he could not be impartial and because of his close relationship for years with James Comey.  Even after news broke that Special Prosecutor Mueller was hiring lawyers who had contributed exclusively to Hillary Clinton's campaign, Republicans were silent. 


    washingtonexaminer
    A freshman member of the conservative House Freedom Caucus is calling for special counsel Robert Mueller to recuse himself from the Russia investigation because he has brought on "highly partisan" lawyers to help with the probe.

    "Special Counsel Robert Mueller should recuse himself because the integrity of his appointment is in question due to former FBI Director James Comey's manipulative leaks and the relationship between Mr. Comey and Mr. Mueller," Rep. Andy Biggs, R-Ariz., said in a statement Friday. "His ability to be impartial is doubtful because he has surrounded himself with highly partisan lawyers who make a special practice to line the coffers of Democrats."

    News outlets have reported at least three lawyers Mueller has hired to help conduct his investigation have donated almost exclusively to Democrats. Also, Mueller and Comey are friends and former colleagues.

    more here...



              Estos son los plazos para la entrega de la Información Exógena Tributaria, Año Gravable 2013   
    Plazos para la entrega de la información. La información del artículo 1, Título I de la Resolución 273 de 2013, con relación a las cuentas corrientes y/o ahorros e inversiones, deberá ser reportada en las siguientes fechas, teniendo en cuenta el último dígito del NIT del informante, cuando se trate de un Gran Contribuyente o […]
              Trabajadores con SISBEN insisten en que no los afilien al régimen contributivo   
    Todos los trabajadores de una empresa deben ser afiliados al régimen contributivo en salud y pensión, así se encuentren vinculados en el SISBEN, porque es una obligación del empleador. Su no cumplimiento podría llevarlo al pago de indemnizaciones, servicios médicos, incapacidades y hasta pensiones. Afiliar y cotizar al SGSSS es una obligación del empleador El […]
              Nikopol - 2nd EP "Resilience"   
    Contribuez à la production du 2nd EP de Nikopol ! "Resilience" va arriver grâce à vous !
              Sales Advisor - Le Pentagone - Dolbeau-mistassini, QC   
    REQUIRED PROFILE As an ambassador for our brand and values, everyday, you will play a key role in the sales of our products and in contributing to the growth
    From Le Pentagone - Mon, 19 Jun 2017 11:50:09 GMT - View all Dolbeau-mistassini, QC jobs
              Substitute Manager - Le Pentagone - Canada   
    REQUIRED PROFILE As an ambassador for our brand and values, everyday, you will play a key role in the sales of our products and in contributing to the growth
    From Le Pentagone - Mon, 19 Jun 2017 11:50:08 GMT - View all Canada jobs
              Cheerleading Apparel Company Chassé Announces Search For Blog Contributors   

    Chassé is looking for writers in the cheerleading world that are interested in contributing advice and stories based on their experiences in cheerleading.

    (PRWeb August 28, 2014)

    Read the full story at http://www.prweb.com/releases/Chasse/blogcontributors/prweb12123012.htm


              Freelance Writer - Motley Fool Canada - The Motley Fool - Canada   
    To help you develop your analysis and writing to become a regular contributor (our top writers can earn as much as $80,000 a year!).... $80,000 a year
    From The Motley Fool - Wed, 15 Mar 2017 06:54:25 GMT - View all Canada jobs
              Democracy vouchers: a flawed law   

    Imagine a special tax was levied on newspapers to fund vouchers that people could use to buy Fox News Channel subscriptions. Would that impact free-press rights? The new lawsuit challenging Seattle’s “democracy vouchers” [“Suit challenges city vouchers for campaign contributions,” NWThursday, June 29] makes such hypotheticals worth pondering. The article on the lawsuit claims that […]
              Aya Matsuura was the best idol ever, right?   
    (Repost)




    1: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:38:07.29 0 ID:

    何もかもが完璧すぎるな

    Everything about her was just perfect

    http://pds.exblog.jp/pds/1/200503/05/67/b0050967_22363054.jpg


    2: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:38:38.58 0 ID:
    ここは異論はない
    No objections here
    4: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:39:35.22 0 ID:
    最近何処にも出ないよな
    She's nowhere to be seen now though
    5: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:40:20.41 0 ID:
    あやや居なかったら今のハロプロなかったな
    Hello! Pro won't be where it is today if it wasn't for Ayaya
    7: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:41:18.90 0 ID:
    THEアイドル
    THE Idol

    http://www.bjin.me/images/pic178764.jpg
    12: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:43:35.50 0 ID:
    旬は短ければ短いほど輝くね
    The shorter your peak is, the brighter you shine
    13: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:43:57.96 0 ID:
    瞬間的にはそうだと思う
    For just one moment, yeah, she really was the best
    22: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:48:18.96 0 ID:
    あやや絡みでハロヲタになった奴の数は計り知れないよな
    You can't count how many people became Hello! Pro wotas because of her
    24: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:50:23.69 0 ID:
    松浦みたいな奴もう出てこないだろうな
    There probably won't be another person like Matsuura
    25: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:52:13.17 0 ID:
    アイドルは性格じゃないって見本みたいな子
    This girl was the example that idols aren't about their attitude
    26: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:52:17.22 0 ID:
    ね~えくらいまでは本当に可愛かったんだが
    周りの雑魚と並べるようになってから急激に劣化したな
    こいつはとことん特別扱いしてお姫様気分させとけばもうちょい長持ちしただろうに
    She was really cute until her song "Ne~e", but she just deteriorated all of a sudden when she was treated similarly to the trash around her. If she was just treated specially and if people just made her feel like a princess, she probably would have lasted longer.

    27: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:53:17.93 0 ID:
    グッバイ夏男の化粧からおかしくなったな
    She started going off-course when she put on makeup for "Goodbye Natsu Otoko"

    http://i403.photobucket.com/albums/pp118/valensi00/screen/HDTVMatsuuraAya-GOODBYENatsuo2003-0.jpg
    31: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:56:41.49 0 ID:
    この頃は寺田も楽しかっただろうな
    Terada (Tsunku) must have been enjoying life during those days
    http://blog.oricon.co.jp/_images/ayaya-motorcycle/324692131.jpg
    32: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 09:59:03.74 0 ID:
    改めて歌詞とか歌聴くとやっぱつんくって才能あんだな?って思うな
    少なくてもあややを生かせたのはつんくの才能だな
    Listening to the lyrics and the songs again, it really makes you think that Tsunku is really talented.
    At least it was Tsunku's talent that made Ayaya what she was.
    37: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:03:43.96 0 ID:
    松浦の場合別にゴリ押ししたって感じでもないしな
    本物のスーパーアイドルだったな
    It didn't even feel that Matsuura was forced into the limelight.
    She really was an honest-to-goodness super idol.
    38: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:04:12.55 0 ID:
    めっちゃホリデーで「すんげーすんげー」言わされてたのみてからかな
    寺田ちょっと落ち着け、と思ったのは
    I thought to myself "Hey Terada, calm down" when he gave her the lyrics "Sungee~ Sungee~" in the song "Meccha Holiday".

    72: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:42:47.04 0 ID:
    >>38
    その部分聴いてラブマ後の恋ダンと同じ轍を踏んでるなと思ったら案の定前作から売上ガタ落ち
    When I heard that part, I thought they were going along the same lines as "Koi no Dance Site" after "Love Machine", and as expected, the sales figures came crashing down.
    42: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:07:18.08 0 ID:
    一般人は思い出しもしないアイドル
    The normal person won't even remember this idol
    43: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:09:22.14 0 ID:
    「伝説の」とつけても異論がでないアイドルだよね
    The idol who can be branded "legendary" and no one will have any objections to it
    48: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:13:28.93 0 ID:
    やっぱりアイドルはB型が一番じゃね?
    Don't you guys think that Blood Type B is #1 for idols?
    49: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:15:49.88 0 ID:
    B型アイドル代表

    松田聖子 松浦 真野ちゃん 
    Blood type B representatives
    Seiko Matsuda, Matsuura, Mano-chan
    52: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:18:32.70 0 ID:
    あややって意外に巨乳だったしな
    Ayaya also has an unexpectedly huge rack
    54: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:20:55.75 0 ID:
    http://blog.oricon.co.jp/_images/ayaya-motorcycle/aya005.jpg
    56: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:24:21.96 0 ID:
    http://blog-imgs-62.fc2.com/g/i/r/girlsalbum/love-1508.jpg


    元凶
    The root of all evil
    61: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:33:57.09 0 ID:
    松浦と矢口って仲悪いんだよなw
    男絡みでいろいろあって
    Matsuura and Yaguchi weren't in good terms, right? 
    I think it was because of men...

    http://blog-imgs-53-origin.fc2.com/g/e/i/geitsuboo/20130524122055.jpeg
    62: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:36:10.66 0 ID:
    矢口は一緒にいると師匠と持ち上げて
    ワッチだとモー娘。の儲けは全部あややのコンサートにつぎ込んでるって陰口言ってたな
    Didn't Yaguchi praise her and call her "Master" when they were together? Then when she wasn't with her, she complained that Morning Musume's earnings all went to Ayaya's concerts, right?
    66: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:39:05.86 0 ID:
    このまま22世紀になってもあややだけは歴史に残るだろうな
    Even when we enter the 22nd century, I think Ayaya will be the only idol who will have made her mark in history.
    77: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:48:12.57 0 ID:
    松浦は意外と子供に人気があった
    Matsuura was unexpectedly popular with the kids
    86: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:52:50.58 0 ID:
    >>77
    誰よりも爺ちゃんに大人気だったよw
    But she was most popular with the grandpas LOL
    78: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:48:24.26 0 ID:
    結果的に今のアイドル達を見てると松浦がアイドルの理想形なんだろうなと思う
    モー娘。のプラチナ期だって松浦やGAMの後追いだし
    After looking at the idols we have now, it just seems that Matsuura really was the ideal idol.
    Even Morning Musume's platinum age came after trailing Matsuura and GAM.
    80: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:50:42.73 0 ID:
    ハロの中ではな
    史上最強ではないね
    She is, in Hello! Pro.
    But not in history.
    82: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:51:34.02 0 ID:
    ハロプロ史上でやはり松浦と安倍だけは別格
    In Hello! Pro, Matsuura and Abe were really in a different class.

    http://www.gojapan.com/UploadFile/photoSportsnent/2009/03/12/200903121717.jpg
    83: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:51:48.29 0 ID:
    逆に松浦を知らない今の世代って可愛そうだわ

    あんな糞みたいなアケカスとかのケツ追っかけてなw
    I actually feel sorry for this generation who have not heard of Matsuura for just chasing after the a$$es of those AKBs.
    84: 名無し募集中。。。: 2013/06/21(金) 10:52:18.20 0 ID:
    同じ作曲家がプロデュースするともって2,3年かな
    松浦も早めに作曲家変えてたらと思うと
    I think an idol should only be produced by a composer for 2, 3 years. When I just think that if only Matsuura switched to a different composer early on...
    85: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:52:32.81 0 ID:
    10年前に彗星のように登場した時も「突然変異」とか「アイドルサイボーグ」とか言われてたけど
    10年経ってもいまだ唯一無二の存在なのを見るとそれは真実だったように思う
    When she appeared like a comet 10 years ago, people said she was like a "spontaneous mutation" and an "idol cyborg". But seeing how she's still considered peerless after 10 years, those labels must have been true.
    87: 名無し募集中。。。: 2013/06/21(金) 10:53:56.01 0 ID:
    史上最強ってマジレスすると聖子ちゃんでは
    Serious answer, I think the best ever idol is Seiko-chan

    http://userdisk.webry.biglobe.ne.jp/009/708/27/1/0004.jpg
    90: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:55:16.53 0 ID:
    昔会社の上司に昨日あややがどうだら言われてこいつキモイおっさんだな?って思ってたけど
    いまやそのおっさんが俺なのがキモイw
    Back in the day, when my boss was talking like "You know Ayaya did blah-blah yesterday~~", I honestly thought that he was disgusting. 
    Now , I turned into that old man, and I'm disgusting LOL
    91: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:55:43.95 0 ID:
    で、今何やってるの?
    So, what is she doing now?
    93: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:56:20.24 0 ID:
    >>91
    自宅療養中
    Recuperating at home
    92: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:55:52.66 0 ID:
    今のアイドルで松田聖子や中森明菜や小泉今日子や中山美穂や南野陽子や酒井法子を参考にしてる奴はいない
    どのグループも松浦のパロディ
    Idols these days aren't patterning themselves after the likes of Seiko Matsuda, Akina Nakamori, Kyoko Koizumi, Miho Nakayama, Yoko Minamino, and Noriko Sakai anymore. All these groups now are parodies of Matsuura.
    http://www.bjin.me/images/pic193867.jpg
    94: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:56:41.89 0 ID:
    松浦も10代で燃え尽きてもうすぐ27歳か
    So Matsuura's flame just died down when she was still in her teens, and she's almost 27 now, huh.
    97: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:57:53.40 0 ID:
    >>94
    30半ばかと思ってたわww
    I thought she was already in her mid-30's LOL
    96: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:57:12.32 0 ID:
    10代で歌がヒットしてCMにも出てドラマにも出てバラエティも出てグラビアも出てっていう最後のソロアイドル歌手
    The last solo idol singer who had a hit song, commercials, dramas, variety shows, and gravure appearances in her teens.
    99: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:58:33.07 0 ID:
    今やAKB総選挙ナンバーワンの指原が憧れる理想形が松浦だからな
    Even AKB's general elections 1st placer Sashihara's ideal idol is Matsuura

    http://livedoor.blogimg.jp/sleepy0130/imgs/8/8/88948028.jpg
    101: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 10:58:59.37 0 ID:
    今見るとレベルが低いぞ、15歳くらいかな
    But when you watch her again now, her level was so low. I think she was about 15 here.

    103: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:00:19.16 0 ID:
    >>101
    超可愛いやん!
    これぞアイドルだわ
    She's super cute!
    Now THAT is what you call an idol.
    104: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:01:20.17 0 ID:
    最後のソロのスーパーアイドルだね
    She's the last solo super idol
    http://livedoor.blogimg.jp/usani7/imgs/a/0/a03a6339.jpg
    105: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:01:40.89 0 ID:
    アーティスト病にならずに引退してたらそうだったかもな
    That probably would have been the case if she didn't catch the "artist bug" and just retired as is.
    108: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:03:44.34 0 ID:
    今もしあややのイベやっても軽く2000ぐらい埋まるだろうな
    Even if Ayaya were to hold an event right now, I think she'd easily be able to gather 2,000 people.
    111: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:06:10.68 0 ID:
    >>108
    そりゃ珍しさで1回は埋まるだろ
    でもそのあとはきつい
    Yeah, due to the rarity of the event she'll be able to fill up a venue once.
    But it will be tough afterwards.
    114: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:07:41.67 0 ID:
    事務所的には森高を重視してるけど
    実際は松浦の方が数百倍貢献してるよな?
    The agency seems to giving more importance to Moritaka, but hasn't Matsuura contributed 100x more than her?

    http://www.musicman-net.com/files/2012/08/f5021cdd2734d9.jpg
    117: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:09:55.46 0 ID:
    >>114
    本人にやる気がないなら仕方ないだろ
    森高は江口と結婚したのもでかいな
    You can't do anything if she isn't even up for the task.
    And it's also pretty huge that Moritaka got married to Eguchi.
    118: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:10:13.10 0 ID:
    >>114
    松浦がお休み中の間に森高が働かされてる
    It's just that they're making Moritaka work while Matsuura is on leave.
    121: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:11:56.53 0 ID:
    しかし何で辞めないのかね?活動もしてないのに
    給料貰ってるわけ?
    But why isn't she retiring even when she's not doing anything now?
    Is she still getting paid?
    126: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:13:46.49 0 ID:
    >>121
    あやや並の知名度だと使い道はまだたくさんあるし
    With Ayaya's name value, there are still uses for her.
    125: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:13:24.19 0 ID:
    THEアイドルだったなぁ
    She was THE idol
    http://i.ytimg.com/vi/YN7MzoSxVhY/0.jpg

    129: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:16:10.85 0 ID:
    AVでパクられたという意味では嗣永が同格か
    So she's on the same level as Tsugunaga because she was parodied by the porn world too.

    http://2nd.bokyo-qualia.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/05/ROawDH67cDZ7KdI_0.jpeg
    131: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:17:26.14 0 ID:
    >>129
    紋舞らんの話はそこまでだww
    Don't talk anymore about Ran Monbu LOL
    134: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:18:44.51 0 ID:
    紋舞らんや高樹マリアや前田健やはるな愛など
    パロディやものまねまで有名にしてしまうのが国民的スターの証
    Ran Monbu, Maria Takagi, Ken Made, Ai Haruna
    Being parodied and imitated by people like this just proves that you're a national star.
    136: 名無し募集中。。。 2013/06/21(金) 11:19:33.25 0 ID:
    あややぐらいになると突然復帰してもCMとかレギュラーとかアルバム発売とかできるんだろうなあ
    I think someone of Ayaya's level will still be able to get commercials, regular TV shows, and an album when she decides to come back.
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              L'économie chinoise   

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    Revue (broché). Paru en 06/2017

    L'économie chinoise


    Collectif

    Ralentissement chinois : vers une crise ou un rééquilibrage ?
    Jean-Raphaël Chaponnière
    Ce printemps 2017, on a pu lire à plusieurs reprises des commentaires assez optimistes sur le regain d’activité en Chine, où la croissance économique annuelle flirte de nouveau avec les 7 %. Pour autant, les trois dernières années ont plutôt été celles du ralentissement de l’économie chinoise qui, après avoir bien résisté à la crise mondiale de la fin des années 2000, a marqué le pas. Quelles sont réellement les perspectives d’évolution de l’économie chinoise à moyen et long termes ?
    Au-delà des annonces conjoncturelles, Jean-Raphaël Chaponnière propose ici un regard rétrospectif sur le retour de la Chine dans l’économie mondiale, son adaptation à l’économie de marché, les moteurs de sa croissance (main-d’œuvre, consommation, investissement) et les limites auxquelles ces moteurs sont aujourd’hui confrontés. Il montre comment la Chine a fait face à la crise, répondant au ralentissement de son activité par un certain nombre de rééquilibrages (vers son marché intérieur, notamment) et une transformation de sa structure de production. Jean-Raphaël Chaponnière présente enfin, en s’appuyant sur diverses analyses disponibles et un certain nombre de constats ou faits récemment observés, les perspectives d’évolution possible de l’économie chinoise : comment les différents moteurs de son activité économique peuvent-ils se comporter ? Connaîtra-t-elle une crise financière et quelles pourraient en être les conséquences ? Deviendra-t-elle la première puissance mondiale et selon quel modèle ?
    Pour moderniser l’action publique. Les leviers du changement social
    Marjorie Jouen
    Depuis quelques années, l’action publique est amenée à s’adapter à un certain nombre d’évolutions dans les usages et les demandes des bénéficiaires de ses services. S’appuyant sur de nouvelles méthodes et innovations sociales, ce mouvement de modernisation semble plutôt bien engagé en France. En revanche, lorsqu’il s’agit de transformer l’action publique parce que certaines pratiques ou certains services ne répondent plus à l’intérêt général ou sont devenus néfastes pour la collectivité, l’État semble éprouver plus de difficulté à s’adapter, souligne ici Marjorie Jouen. Pourtant, l’analyse des transformations sociales et des moteurs à l’origine de ces transformations offre de nouvelles opportunités aux acteurs publics en vue de moderniser leur action. Après avoir présenté les différentes motivations et les leviers du changement social, Marjorie Jouen montre comment ces outils pourraient être transposés au service de la modernisation de l’action publique, afin d’en améliorer l’efficacité et de développer les instruments permettant de répondre concrètement aux objectifs visés.
    Les comportements, levier de la transition écologique ? Comprendre et influencer les comportements individuels et les dynamiques collectives
    Solange Martin et Albane Gaspard
    La mise en œuvre de la transition écologique — qui consiste principalement à réduire fortement les consommations d’énergie et de matières premières dans nos sociétés — nécessite, au-delà des politiques en énonçant les grands axes, de substantiels changements à l’échelle collective, mais aussi, bien évidemment, à l’échelle individuelle. Or, si le principe de s’engager sur la voie de la transition fait en général consensus, lorsqu’il s’agit de faire évoluer nos usages et pratiques, les choses se compliquent. Peut-on — et comment — agir sur les comportements individuels et sur les dynamiques collectives, en particulier dans cette optique de transition écologique ?
    Solange Martin et Albane Gaspard se sont penchées sur cette question pour le compte de l’ADEME et nous livrent ici le fruit de leur travail. Elles soulignent l’apport des sciences sociales et humaines pour comprendre les comportements à l’échelle individuelle et dans leur dimension collective, et présentent différentes voies d’actions possibles pour les infléchir. Mais compte tenu des intrications entre les différentes échelles, il est essentiel, pour agir efficacement sur les comportements, de combiner les approches, les outils et les acteurs, et de bien analyser et comprendre les pratiques sociales avant la mise en œuvre de projets ou mesures politiques.
    Technique et société : l’irrésistible évolution
    Thierry Gaudin
    Le mois de mai 2017 a été marqué par une cyberattaque d’ampleur internationale qui a touché à la fois des entreprises, des organisations publiques, etc., et montré la grande vulnérabilité de nos contemporains au système technique actuel. Le rapport de l’homme à la technique est un élément structurant de notre civilisation, et ce depuis des siècles sinon des millénaires. Néanmoins, les progrès fulgurants auxquels nous assistons depuis le milieu du XXe siècle en matière scientifique et technique, ainsi que l’élargissement de leur champ d’action aux communications, aux relations humaines, voire au corps humain lui-même, suscitent de plus en plus de questionnements. D’où l’intérêt de l’analyse ici proposée par Thierry Gaudin sur les relations technique / société dans une optique de long terme : que nous dit le passé de ces relations et de la façon dont s’élabore et se diffuse la culture technique ? Quels ont été et quels sont aujourd’hui les moteurs du progrès technique, et que révèlent-ils de nos organisations humaines ? Comment envisager l’évolution à venir du progrès technique, qui repose désormais plus sur les multinationales de l’information que sur les États, et dont le ressort principal consiste en la manipulation des esprits ? Dans un tel contexte, sommes-nous irrémédiablement condamnés à suivre l’évolution du système technique, ou reste-t-il des voies de sortie « par le haut », pour la société, de ce système qui bouscule les échanges économiques et les relations humaines ?
    Les compétences de l’Union européenne. Perceptions et réalités
    Gabriel Arnoux
    Les récentes élections présidentielles en France ont confirmé l’incompréhension et le rejet de nombre de citoyens vis-à-vis des politiques menées depuis plusieurs décennies, mais aussi des dirigeants en charge de ces politiques. Elles ont aussi rappelé la méfiance sinon le rejet de ces mêmes citoyens à l’égard de l’Union européenne, souvent prompte à être élevée en bouc émissaire des problèmes nationaux. Pourtant, comme le montre cet article de Gabriel Arnoux, ce rejet de l’Europe repose sur une méconnaissance — très souvent entretenue par les gouvernements nationaux — des compétences effectives de l’Union européenne.
    En effet, il existe une réelle différence entre la perception qu’ont bon nombre de citoyens européens du rôle de l’Union dans l’orientation et la détermination des politiques nationales, et la réalité de ce rôle. Les compétences exclusives de l’Union européenne sont en fait assez limitées (respect de la concurrence, monnaie, politique douanière et commerciale, principalement) et dans la plupart des domaines, l’Union n’intervient qu’en appui aux États ou en collaboration avec eux. Cette clarification des compétences réelles de l’Union européenne est primordiale car la Commission vient d’engager une réflexion sur l’avenir de l’Europe, sur la base de cinq scénarios visant à déterminer comment pourraient évoluer l’Union et les compétences qui sont les siennes. Mais également parce que le flou entretenu autour des compétences et responsabilités effectives des institutions européennes et nationales est révélateur d’un malaise plus général quant à la manière dont sont présentées et évaluées les politiques publiques, qui contribue aussi pour une grande part à la désaffection des citoyens à l’égard du politique.
    Le Royaume-(dés)Uni et ses frontières
    Jean-François Drevet
    Dans la foulée du référendum britannique de juin 2016 ayant donné une majorité de voix en faveur du Brexit, l’article 50 du traité sur l’Union européenne (UE) a été déclenché le 29 mars 2017 en vue d’organiser le départ du Royaume-Uni de l’UE. Londres et les 27 autres pays membres de l’Union disposent de deux ans pour préparer la sortie effective du Royaume-Uni. Au-delà de ses conséquences économiques et sociales, régulièrement évoquées et commentées, le Brexit pourrait aussi déboucher sur un retour de la conflictualité en Europe, comme le souligne cette tribune de Jean-François Drevet. Car si l’un des paris les mieux tenus par l’UE depuis sa création est sans conteste la préservation de la paix sur le continent européen, il ne concerne pas seulement les relations entre les États membres fondateurs (à commencer par la France, l’Italie et l’Allemagne), mais également le règlement de plusieurs différends territoriaux impliquant le Royaume-Uni dans sa structure plurinationale et dans ses relations avec d’autres États européens. La mise en œuvre du Brexit pourrait réveiller un certain nombre de ces conflits que l’UE avait permis d’apaiser, en particulier à Chypre, Gibraltar ou en Irlande du Nord. C’est ce que montre cette tribune, et c’est aussi ce que les négociateurs britanniques et européens doivent garder à l’esprit lors de l’établissement des modalités de sortie du Royaume-Uni.



              Photo Release -- 88 Dog Houses Donated to Noah's Wish for Families Affected by Hurricane Katrina as NBC News Kicks Off 'Humanity Plaza'   

              Two Policy Updates   

    The IMF has been reluctant to participate in the aid package to Greece that runs out the middle of next year.  It does not believe that Greek debt is sustainable.  Nevertheless, it did recently agree to provide a precautionary line of credit at the end of the program.   

    The IMF decision required the approval of the board, and we thought there was a reasonable chance the US would block it.   That would have been significant, as the German and Dutch parliaments require the IMF participation, but there is no compelling reason for the IMF to participate.   The sustainability of Greece's debt is such an open question that the ECB, which accepts Greek bonds as collateral (for weekly operations) will not include Greek bonds in its asset purchase program.  Moreover, Europe can take care of its ownproblems.  Isn't that what the European Stabilization Mechanism is meant to do?  

    The Trump Administration has shown little sympathy for Europe.  The US President has been particularly critical of Germany.  The new sanctions that the US Senate has approved and are now before the House of Representatives would make it more difficult to complete the Nord Stream 2 pipeline that is supposed to bring Russian gas to western Europe bypassing Ukraine.  The US commercial interest is clear too.  It wants to export more natural gas to Europe.  The US has been critical that not all European members of NATO are spending 2% of GDP on defense.  

    Nevertheless, US Treasury Secretary Mnuchin appears to have approved the IMF's precautionary line of credit to Greece.  Mnuchin praised the IMF for helping stabilize the situation in Greece by working with Europe.  Mnuchin said that without the IMF's help, Greece could have once again roiled the markets.   

    At the same time, the US Treasury Secretary played down the significance.  He noted that the IMF's commitment was quite small and would likely not even be used.  Mnuchin seemed to suggest it was mostly for appearances, and that it would not cost US taxpayers a penny.    He expressed support for the IMF but noted that the US was reviewing all of its contributions.  

    On another front, findings of the investigation into US steel imports on national security grounds are still expectedin the coming days.  Commerce Secretary Ross had indicated the results would be ready by the end of the month.  It appears that the investigation is over and the debate over the policy response is in high gear. 

    The President reportedly wants to impose tariffs and use them as the model for action on aluminum and other industries (reportedly including semiconductors, paper, and household appliances).  Reports suggest that most cabinet officials are opposed to the 20% tariff Trump is pushing.   One compromise would be a combination setting a quota on steel imports and a tariff on imports above the quota.   

    US steel imports have fallen for the past two years. Setting a quota at the 2016 levels would guard against backtracking.    The prospects of a 20% tariff, however, appears to be underpinning the share prices of some of the largest US producers.  On the other hand, as consumers and producers wait for a decision, some reports suggest that it is dampening activity.  





    Disclaimer




              P&P Blogger Profile: Derrick Story   
    Derrick Story of The Digital Story
    (Photo Credit: George Jardine)

    Derrick Story runs the popular photography blog titled, “The Digital Story” and writes for O’Reilly as their Digital Media Evangelist. He’s also a contributing writer for Macworld Magazine and author of several books on digital photography. His photography business, Story Photography, is based in Santa Rosa, CA.

    Why do you blog?
    Blogging is the most efficient way for me to share information on a daily basis. On TDS for example, I can write and publish a helpful tip in about 20 minutes (that thousands of people can read almost immediately). That’s fairly efficient. I like the blogging platform because it lets me focus on the message and not get too bogged down in the tools.

    If you only had time to read three blogs a day, which ones would they be?
    Aside from the blogs I oversee (TDS, Inside Aperture, Inside Lightroom, etc.), I enjoy scanning Engadget, PhotographyBLOG, and I must admit, I like The Secret Diary of Steve Jobs.

    How long have you been using Photoshop/been a photographer?
    I’ve been a photographer since my teenage years working for the local newspaper. I got hooked on Photoshop 2.5, and have been using the application ever since.

    What type of camera(s) do you shoot with?
    My assignment camera is a Canon 5D DSLR, and my favorite lenses are the 16-35 f/2.8 L II and the 70-200 f/4 L. But I like compact cameras too, especially ones that shoot good video also. My current pocket camera is the Canon PowerShot SD700. It takes great pictures, has image stabilization, and records clean video.

    Mac or PC?
    Intel Mac - MacBook Pro 17”

    What is your favorite piece of photo or computer equipment (other than your camera)?
    I think the iPhone is a great tool for photographers/bloggers on the go. I find that I’m doing a much better job of keeping up with email, monitoring my web sites, and communicating with clients and coworkers. Plus, it’s absolutely great for showing off photos, uploading images directly to Flickr, watching videos, and oh yeah, it’s a good music player too.

    What piece of equipment would you most like to get but don’t have?
    I would absolutely love to have the new Canon 1Ds Mark III, but I don’t see one in my near future. Anyone out there have a spare body they can lend me?

    What advice do you have for a novice creative professional/photographer?
    Get a photo buddy and/or become part of a photography community. If you have someone to go shooting with, and who will look critically at your photos, you will shoot more and improve faster. As for community, the nickname for The Digital Story is “your virtual camera club.” It’s a place for photographers to come together, learn new techniques, show off their pictures, and get feedback on their work. Being part of a community helps us improve as artists and craftsmen.

    What inspires you to create?
    I like to have things to show for my efforts. When I was working my way through college, I couldn’t generate enough income as a photographer only, so I mowed lawns too. Believe it or not, I found that work very satisfying because I could stand back and admire my work after I finished working on a yard.

    Today, I can support myself making pictures and writing, and I find it very satisfying to create new things out of thin air.

    What would be your most important piece of advice about life?
    Don’t take yourself too seriously. It inhibits growth and gets in the way of learning new things. Much better to have an open mind and be humble.

    Where would you most like to live (other than where you live now)?
    I live in a great place now (Sonoma County, CA), but I wouldn’t mind having an apartment in Vancouver BC too. I love the combination of Canadian-Pan Pacific culture with great outdoor activities.

    What do you like to do in your spare time?
    I’m a walker. It’s a great form of exercise and allows me to clear the cobwebs out of my head.

    What talent would you most like to have?
    Wish I could sing...

    From Inside the Actors Studio:
    What is your favorite word? Fabulous
    What is your least favorite word? Arrogant
    What turns you on? Curves
    What turns you off? Moody
    What sound or noise do you love? Love to hear the sound of coffee brewing (the smell is not too bad too)
    What sound or noise do you hate? Smacking lips and loud eating sounds.
    What is your favorite curse word? Asshole
    What occupation other than your own would you like to attempt? Always wanted to be a tour guide in exotic locations.
    What occupation would you not want to participate in? Politician
    If Heaven exists, what would you like to hear God say when you arrive at the pearly gates? Whew, you just made it under the wire!

    *Note: If you there is someone you would like to see as a part of the P&P Blogger Profile series, please email Jason with their blog's URL. Also, be sure to check out the P&P Weekly every Monday for news about this site and a roundup of what other Photoshop & Photography Blogroll members are posting.


              P&P Weekly: #45   





    Here’s what’s been happening this week in The Photoshop & Photography Blogroll:

    Update your blogs often! I will only include links to posts added since the last P&P Weekly.

    As always, if you have any suggestions or notice a discrepancy, please email me.


              Comment on The Datsun 620 looks pretty good as a wagon, it turns out by Legacy-san   
    The development of this vehicle could easily have been a contributing factor to the WD21 Pathfinder...station wagon body on a truck chassis, with four doors added at the first model refresh.
              #1: Little Boy Lost   
    Little Boy
    Little Boy Lost
    J. D. Trafford

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              #2: What Was Rescued   
    What Was
    What Was Rescued
    Jane Bailey

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              #3: A Beautiful Poison   
    A Beautiful
    A Beautiful Poison
    Lydia Kang

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              #4: Secondborn (Secondborn Series Book 1)   
    Secondborn Secondborn
    Secondborn (Secondborn Series Book 1)
    Amy A. Bartol

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              #5: The Missing Wife: The Unputdownable Bestseller   
    The Missing Wife
    The Missing Wife: The Unputdownable Bestseller
    Sheila O'Flanagan
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              #6: Mrs. Saint and the Defectives: A Novel   
    Mrs. Saint and the Defectives
    Mrs. Saint and the Defectives: A Novel
    Julie Lawson Timmer
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              #7: The Girlfriend: The most gripping debut psychological thriller of the year   
    The Girlfriend
    The Girlfriend: The most gripping debut psychological thriller of the year
    Michelle Frances
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              #8: The Keeper of Lost Things: The feel-good novel of the year   
    The Keeper of Lost Things
    The Keeper of Lost Things: The feel-good novel of the year
    Ruth Hogan
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              #9: The Sea Detective   
    The Sea
    The Sea Detective
    by Mark Douglas-Home (Author), David Monteath (Narrator), Penguin Books Limited (Publisher)
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              #10: The Transporter (Hudson Kings)   
    The Transporter
    The Transporter (Hudson Kings)
    Liz Maverick

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              Thinking of Fathers   

    I just finished this quilt top,
    all made from shirts that were worn by my father, my husband and myself.



    It includes seven pockets,



    several shirt buttons,



    a few labels,



     some tucks,



    and a very special paisley that belonged to my dad.  



    The shirt backs will make up the quilt back.

    I'll quilt this one by hand, feeling the gratitude for 
    my father and my husband, 
    and how they've contributed to who I am today.

    Happy Father's Day!










              Las claves del “SII” para el control del IVA empresarial   
    El nuevo Suministro Inmediato de Infomación (SII) del Impuesto sobre el Valor Añadido (IVA) entrará en vigor este sábado y afectará a unos 63.000 contribuyentes que representan aproximadamente el 80% del total de la facturación empresarial de España,...
              Silicon Valley's old boy power structure is getting toppled and the repercussions will be huge   

    China slip fall soldiers

    When Chris Sacca took the stage at the South by Southwest conference in March, the "Shark Tank" judge kicked off his talk by doling out cans of beers to the women sitting in the front rows. 

    "We’re going to do this unlike Uber. The women get them first," Sacca said to the crowd of fans that would mob him like a celebrity afterwards. 

    The beer stunt was a snipe at one of his early portfolio companies that had come under internal investigation for claims of sexism in the workplace. But now four months later, Sacca himself has issued a mea culpa, confessing that he "personally contributed" to making the tech industry "inhospitable for women" after being accused in a New York Times article of inappropriately touching a woman's face without her consent. (He later "disputed" the accusation.)

    The apology from one of Silicon Valley's most visible and powerful venture capitalists comes at a time when the tech industry is confronting its shameful legacy of sexist behavior. It hasn't been a secret that women in technology face sexism, especially in venture capital where women only make up 7% of partners. But until now, the status quo went for the most part unchallenged and the offenders operated with impunity. 

    That's why the events of the last few months are so remarkable. The stories of venture capitalists asking women entrepreneurs for sex or touching them underneath the table during pitch meetings have multiplied as more and more women come forward. And it's already having a profound effect. 

    In the last month, Uber's CEO was asked to resign after a detailed investigation into harassment and bad behavior among employees and managers at the $69 billion startup. Another investor was forced out of his firm after initially denying accusations of sexual harassment from multiple women. 

    Dave McClure, the leader of a famous Silicon Valley startup accelerator 500 Startups, was removed from the day-to-day operations after women came forward with allegations of misconduct. In one case detailed by the New York Times, McClure told a woman that he wasn't sure if he should hire her or hit on her.

    Despite Silicon Valley being a place that's promoted itself as a bastion of progressive ideals and meritocracy, each domino being tipped shows that the sexism problem that had rooted itself in the boy's club of venture is worse and worse — and the old school boy's club of Silicon Valley is being toppled as a result.

    The problem with power

    The gender imbalance in Silicon Valley is well-documented, but the undercurrent of sexism and harassment that is its byproduct has been harder to pinpoint.

    To be sure, some of the worst offenders have become "open secrets" among women entrepreneurs. There's wiki pages that list venture capitalists and tech leaders who have been accused of inappropriate behavior. And one startup accelerator, Y Combinator, keeps track of venture capitalists that have behaved badly — harassment or deal-wise — and cuts them out from ever getting a chance to invest as the startups leave its program. 

    But it's tough to overstate the precarious path that must be navigated by any woman who wants to pursue the tech dream and create the next Facebook or Snapchat. 

    Without having a deep network in Silicon Valley or getting into one of the accelerators, it's hard for women entrepreneurs to know who to avoid or have a support network to turn to if they feel like someone has crossed the line. Even if they do report it, they're often silenced or told to sign non-disclosure agreements so people never find out. 

    Meanwhile, the men of Silicon Valley have continued to hold the power. Of the venture capitalist deal makers that fund the next generation of Facebooks, only 7% of the partners at top VC firms are women, according to a Crunchbase study.

    And the money follows the same gendered lines. Women received $1.5 billion in funding last year versus $58.2 billion for men, according to PitchBook data. Just think, what kind of world-changing apps and tech products would we have today if women had the same opportunities and influence in the industry as men? 

    Make no mistake: venture capitalists control the check books that can fund next America's innovation engine and too often it's been an old boys club that makes deals in hot tub jam sessions or all-male ski trips

    The Trump effect

    Yet the recent wave of women stepping forward after years of trying to shine light on the issue is finally crashing the power structure. 

    Venture firms are scrambling to institute formal policies around harassment. LinkedIn founder and Greylock partner, Reid Hoffman, made a public plea for firms to sign the Decency Pledge to acknowledge that the relationship between venture capitalists and entrepreneurs is the same as a manager and employee. (Yes, Silicon Valley is at the point where its dealmakers are finally publicly promising to be decent to women.)

    The public apology from Sacca shows that no venture capitalist can go untouched, no matter how famous or how many amazing deals they've done. In some ways, it's the opposite of the Trump effect: the President was elected despite being on tape saying lecherous things. To this day, he continues to call out reporters and women for their looks. 

    Yet the general revulsion to those antics has made Silicon Valley somehow look at its own secret shame. It's harder for an investor to say they are outraged by Trump's treatment of women when they're protecting their own peers who have asked for sex or rubbed a woman's thigh when they're supposed to be making a business deal. 

    And while some argue that Trump's behavior has normalized this kind of locker-room talk towards women, in Silicon Valley, its greatest offenders are now getting exposed one-by-one. Venture firms have collapsed. Uber, the most valuable private tech startup, is undergoing a cultural reformation to save its company. Individuals like Sacca are making public apologies for their role in making tech "inhospitable" toward women. The Silicon Valley people and companies in powerful positions aren't immune like Trump has been — and that's only been more clear as more women entrepreneurs speak out against what's been up until now Silicon Valley's darkest secret. 

    There will be more dominoes that fall, and more "disruption," as the industry finally comes to terms with this problem. But when the dust settles, you can be sure that the startups, products, and innovation coming from Silicon Valley will be stronger than ever.

    SEE ALSO: 'Shark Tank' judge Chris Sacca apologizes for helping make tech hostile to women — after being accused of inappropriately touching a female investor

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    NOW WATCH: BARBARA CORCORAN: Chris Sacca is 'probably the most arrogant Shark we've ever had'


              Comment on What’s A Lot? by Adam Fortuna   
    Hey Gwen! Found your blog through Reddit (nice AMA btw). I think I’m in the same camp as Steve Poling — wondering what “a lot” would be as a ratio. Your definition of “a lot” grew over time, but maintained a ratio compared to your overall funds – I wonder how that impacts what a lot is defined as. My hypothesis is that for FI/frugal folks there is roof on what “a lot” is, where eventually that number stops growing. More consumer driven folks let this grow forever based on available funds. I feel like for myself, “a lot” is somewhere around $5k — enough to buy a chunk of a new car, to make an IRA contribution or fix a semi-major house issue in one swoop. Any more than that is a “whole lot” haha.
              La paléoécologie contribue à la gestion des ressources. Aperçu No 3   
    none
              Columnist: ‘Skeptical’ President Obama’s Justice Department will indict Hillary over email scandal   
    New York Post columnist and Fox News contributor Michael Goodwin in a column this week expressed doubt Hillary Clinton will be forced to answer for sending and receiving confidential emails via a private server when she was secretary of state. Read a portion of Mr. Goodwin’s column below: Color me skeptical that she will face […]
              Systems Analyst (Teradata Database Developer) - McCain Foods (Canada) - Florenceville, NB   
    McCain Foods is seeking a Systems Analyst, specialized in Teradata database development, to contribute to the success of our Enterprise Data Warehouse (EDW)...
    From McCain - Tue, 04 Apr 2017 12:46:27 GMT - View all Florenceville, NB jobs
              Warehouse Manager - Hayek Medical - Ontario   
    Warehouse Operations Manager Job Duties:. Achieves warehouse operations operational objectives by contributing warehouse operations information and...
    From Hayek Medical - Wed, 14 Jun 2017 09:35:25 GMT - View all Ontario jobs
              Sr Clinical Trial Lead - Bristol-Myers Squibb - Princeton, NJ   
    Other responsibilities include contributions to the writing and review of responses and reports submitted to regulatory agencies, identifying and building...
    From Bristol-Myers Squibb - Thu, 06 Apr 2017 18:27:28 GMT - View all Princeton, NJ jobs
              Clerical Support Specialist, Medicare - Richmond, VA - Glen Allen, VA   
    Clerical Support Specialist, Medicare - Richmond, VA','177621','US-Virginia-Glen Allen','','Office','Office','Full-time','Yes, 15 % of the Time','!*!Role:Clerical SupportSpecialist Assignment: Medicare Location: Richmond, VA The hours for this role are Mon-Fri, 8am-5pm est. Assignment Capsule As aSupport Specialist you will contribute to the success of Humanas business strategy by collecting bro
              Violence Prevention Program Coordinator   
    Role Title Counselor II Position Number 573670 Department Surgery (1599) Description of General Responsibilities Under the direction of the Injury and Violence Prevention Program and the IVPP Director, this position will provide clinical social work services to the youth population, contributing to the development, implementation, and coordination of a youth..
              Principal Software Engineer - Bothell, WA   
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              Senior Software Engineer - Bothell, WA   
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              Director of Quality - Bothell, WA   
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              construction project manager, Store Development- Fountain Valley, CA   
    construction project manager, Store Development Fountain Valley, CA','170021426','US-CA-Fountain Valley-Fountain Valley Office','','Starbucks','Construction','!*!Job Summary and MissionThis job contributes to Starbucks success by providing planning, project management and financial oversight in new store or renovation construction projects while maintaining the highest standards of excellence in delivering the Starbucks experience in our stores. Manages
              manager facilities, Store Development - Burbank, CA   
    manager facilities, Store Development - Burbank, CA','170021384','US-CA-Burbank-Burbank Regional Office','','Starbucks','Facilities','!*!Job Summary and Mission This position contributes to Starbucks success by managing facilities service, maintenance repairs and service levels from all service providers at retail stores. Models and acts in accordance with Starbucks guiding principles. Summary of Key Responsibilities
              #2: Windows 10 Edition Famille – Système d’exploitation 32/64bits – Version complète   
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              #9: Kaspersky Internet Security 2017 (3 postes, 1 an) Mise à jour   
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              Elite Dangerous Countdown   
    Made for the game Elite:Dangerous for anyone who is contributing to Powerplay. In Powerplay there is a 'cooldown' period between courier activities you do. This is (as of writing) 30 minutes. This countdown timer defaults to 30 minutes, but can be set anywhere between 1 and 99 minutes, if you want to use it for other things. Best put in a channel of its own, or 'pin' it if you use in another channel. Carry on Commanders...
                 

    There isn't a dinner roll on the planet better than Mom's Fabulous Dinner Rolls! These sweet, old-fashioned pull-apart rolls are a challenge if you're not proficient with yeast breads, but once perfected they'll become your signature contribution to every special dinner event.



    Mom's Fabulous Dinner Rolls Day #22
    ½ cup water
    ½ cup butter or margarine
    5 ½ to 6 cups all-purpose flour
    2 packages (fresh) active dry yeast
    ½ cup sugar
    1 teaspoon salt
    2 eggs, slightly beaten
    ¾ cup milk
    ¼ cup butter, melted (optional)

    Melt butter in a small saucepan; add ½ water and heat together to reach 110-115° (about the temperature for a baby's bottle). Place butter/water mixture in a large mixing bowl; stir in yeast until granules are dissolved. Add ¾ cup flour, sugar, salt, eggs and milk. Mix well and then add remaining flour reserving about ½ cup for kneading the bread. Put the ½ cup flour on a heavy cutting board or counter top; place dough on flour and knead for 4 minutes, which will slowly work more flour into the dough. It's OK if all the flour doesn't work into the flour, it can be discarded. If your dough is sticky, it needs more flour. When it's elastic and no flour is needed to keep it from sticking to your hands, it's good with no more flour. Using less flour will help ensure a lighter end product; too much flour will make the rolls heavy and doughy. Place in a well-greased bowl, turning once to grease top. Cover loosely with plastic wrap and let rise in a warm place until double in bulk.

    Lightly punch down dough; divide into 12 balls, place in a 9” x 12” or 11” x 13” baking pan depending on size of rolls desired. As pictured below, divide dough into 24 balls and bake in 2 round 8" or 9" baking pans. Lightly butter a piece of plastic wrap and loosely cover rolls; place in a warm location to rise.

    When rolls are level to top of pan, or almost double in bulk, remove plastic wrap and bake at 350° for 30 minutes, or until tops are golden brown. Remove from the oven; brush with melted butter, if desired. Cool for 5 minutes; turn onto cooling racks. Yield: 12 or 24 of the best dinner rolls you've ever tasted!

    Mom's Dinner Rolls
    baked in a 9" round pan.
    "Please pass the butter, again."










    ~~~~~~~~~~
    The 24 Day Holiday Recipe Blitz will end on Friday, December 24, 2010. Immediately following, I will be assembling a PDF e-cookbook with the entire 24 day recipe blitz along with the recipes of the recipe contest winners and runners-up.

    You can purchase the 24 Day Holiday Recipe Blitz 2010 e-cookbook for $3.00. The cookbook will have approximately 35 to 40 pages/recipes in it with their corresponding pictures.

    Send your request, your e-mail address, and checks or money orders to:

    Cynthia Briggs
    P.O. Box 5226
    Kingwood, TX 77325-5226

    Hard copies are available upon request for $15.00, which includes shipping.

    Send inquiries to: books@porkchopsandapplesauce.net
    ~~~~~~~~~~
              Turismo responde por 3 milhões de postos de trabalho   
     O setor de turismo é um grande gerador de postos de trabalho, como revela uma análise feita pelo Ministério do Turismo, com base em dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. O setor contribuiu com 6,25% dos empregos formais no ano de 2013, ou seja, cerca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregos diretos em serviços como hospedagem, alimentação, transporte, agências de viagens, aluguel de transporte, cultura e lazer.

    O crescimento do setor foi de 51,2% nos últimos sete anos, já que em 2006 foram computados 1,9 milhões de trabalhadores em atividades vinculadas ao turismo.
    Já o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que apresentou no início de abril o seu estudo anual sobre a economia do turismo, também aponta para o fato de o setor ter gerado cerca de três milhões de postos de trabalho diretamente e que a contribuição total (diretos, indiretos e induzidos) chegaria a 8,4 milhões.
    Com a proximidade dos grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, há uma expectativa de que 380 mil postos de trabalho temporários sejam criados. Os dados são da empresa de consultoria de gestão Value Partners Brasil, que fez um estudo a respeito das oportunidades de negócios e geração de trabalho à pedido do Ministério do Esporte. As novas vagas serão oferecidas especialmente em bares e restaurantes, e em cargos como recepcionistas, atendentes e garçons.
    O Pronatec, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, também contribui para a recolocação profissional e qualificação dos profissionais. No Turismo, mais de 166 mil pessoas estão matriculadas em cursos relacionados ao setor, como garçons, camareiras, bartender, recepcionistas, policias civis, militares, guardas municipais e bombeiros. A meta era de preencher 150 mil vagas em cursos profissionalizantes até a Copa do Mundo.
    Pronatec - Foto: Divulgação

    Fonte: Ministério do Turismo

              Brasil sedia conferência de ecoturismo   
    O evento, realizado em Bonito (MS), traz ao debate as práticas sustentáveis que beneficiam empresas e comunidades, sem prejudicar o Meio Ambiente

    O ministro do Turismo, Vinicius Lages, participou neste sábado (26) da abertura da 8ª Conferência de Ecoturismo e Turismo Sustentável, em Bonito (MS). Considerado um dos encontros mais importantes do segmento, a ESTC 14 tem por objetivo renovar as metas de sustentabilidade para a indústria do turismo, além de promover políticas sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento de empresas e comunidades.

    “Bonito é um destino que irradia desenvolvimento ao seu redor. A cidade é, também, um exemplo de gestão sustentável do turismo o que a torna um palco qualificado para a troca de experiências de um tema tão complexo como a sustentabilidade”, afirmou o ministro. 

    A conferência de Bonito tem o propósito de contribuir para a erradicação da pobreza e a proteção do Meio Ambiente, conforme recente resolução da Organização das Nações Unidas (ONU). “Assim, o ecoturismo se torna chave nesse processo na medida que promove a inclusão produtiva e contribui fortemente para a proteção do Meio Ambiente”, afirma o ministro.  

    O turismo de natureza é o que mais cresce no mundo, com expansão de 15% a 25% ao ano, de acordo com a Organização Mundial de Turismo. É o segundo, depois do segmento de sol e praia, na preferência dos turistas internacionais que visitam o Brasil a lazer (21% em 2012), de acordo com o Ministério do Turismo. Hoje o Brasil é o primeiro do mundo em recursos naturais e o 23º em recursos culturais, segundo ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.

    O Ministério do Turismo e a Embratur terão um estande para divulgar ações que contribuam para o desenvolvimento e a estruturação do segmento de ecoturismo e turismo de aventura no país. Entre elas, destaca-se o projeto de Estruturação do Turismo nos Parques Nacionais.

    Os debates, workshops e mesas redondas envolvem mais de 30 palestrantes, entre eles, a turismóloga Mariana Madureira, especialista em planejamento urbano e turismo de base comunitária; e o japonês Masaru Takayama, que trabalha com construções habitacionais ecológicas.

    A Conferência (ESTC, na sigla, em inglês) é realizada pela Sociedade Internacional de Ecoturismo em parceria com o Convention & Visitors Bureau de Bonito, a prefeitura de Bonito, a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul e a Embratur. Realizada pela primeira vez no Brasil, a conferência deve reunir cerca de 600 representantes de 50 países.






    Fonte: Ministério do Turismo
              Jornalista dinamarquês desiste de cobrir a Copa e deixa o Brasil   
    O jornalista dinamarquês Mikkel Jensen tinha o sonho de cobrir a Copa do Mundo no Brasil, mas não o cumprirá. Segundo ele, que esteve no país desde setembro do ano passado, as mudanças praticadas no país são feitas unicamente para impressionar pessoas como ele e a imprensa internacional. "Eu sou um cara usado para impressionar", justificou, em artigo publicado em seu perfil do Facebook (e que pode ser lido abaixo).
    O sonho de Jensen de assistir "o melhor esporte do mundo em um país maravilhoso" terminou a apenas dois meses do pontapé inicial. Em visita a Fortaleza, "a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje", o dinamarquês esteve em contato com algumas crianças de rua. Uma delas lhe ofereceu um pacote de amendoins, e o impressionou.

    "Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$ 10.000 e um Master Card no bolso. Inacreditável", relatou Jensen.
    O jornalista optou por deixar o país quando se deu conta de que muitas crianças em situação de rua estão desaparecendo para dar aos turistas uma imagem mais "limpa" das cidades-sede. "Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da história em reais – também é um preço que eu estou convencido incluindo vidas das crianças", escreveu.
    "Hoje, vou voltar para Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show do Brasil. Um show, que eu dois anos e meio atrás estava sonhando em participar, mas hoje eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil", concluiu Jensen, que já está de volta à Dinamarca.
    Leia o artigo na íntegra:
    Quase dois anos e meio atrás eu estava sonhando em cobrir a Copa do Mundo no Brasil. O melhor esporte do mundo em um país maravilhoso. Eu fiz um plano e fui estudar no Brasil, aprendi Português e estava preparado para voltar.
    Voltei em setembro de 2013. O sonho seria cumprido. Mas hoje, dois meses antes da festa da Copa eu decidi que não vou continuar aqui. O sonho se transformou em um pesadelo. 
    Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, forças armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu – um gringo e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.
    Em Março, eu estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo a noite em área com muitos turistas. Por que? Para deixar a cidade limpa para os gringo e a imprensa internacional? Por causa de mim?
    Em Fortaleza eu encontrei com Allison, 13 anos, que vive nas ruas da cidade. Um cara com uma vida muito difícil. Ele não tinha nada – só um pacote de amendoins. Quando nos encontramos ele me ofereceu tudo o que tinha, ou seja, os amendoins. Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$10.000 e uma Master Card no bolso. Inacreditável.
    Mas a vida dele está em perigo por causa de pessoas como eu. Ele corre o risco de se tornar a próxima vítima da limpeza que acontece na cidade de Fortaleza. Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da historia em reais e centavos – também é um preço que eu estou convencido incluindo vidas das crianças.
    Hoje, vou voltar para Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show do Brasil. Um show, que eu dois anos e meio atrás estava sonhando em participar, mas hoje eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil.
    Alguns quer dois ingressos para França – Equador no dia 25 de Junho?
    Mikkel Jensen - jornalista independente do Dinamarca e correspondente em Rio de Janeiro

    Fonte: www.placar.abril.com.br

              Programa de Bolsas Santander recebe inscrições até 11 de maio   
    O convênio estabelece mobilização acadêmica para realizar estudos em universidades mexicanas com bolsa do Banco Santander S/A, segundo termos do convênio firmado com a UEPG

    Até 11 de maio permanecem abertas as inscrições e pré-seleção de alunos para candidatar-se ao Programa de Bolsas Ibero-Americanas para Estudantes de Graduação Santander Universidades 2014 (www.santanderuniversidades.com.br/bolsas). O acordo foi instituído através de convênio firmado entre a UEPG e aquela instituição. As inscrições têm divulgação a partir de edital num trabalho da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e do Escritório para Assuntos Internacionais.
    O convênio estabelece mobilização acadêmica para realizar estudos em universidades mexicanas com bolsa do Banco Santander S/A, segundo termos do convênio firmado com a UEPG. As linhas do convênio se dirigem para acadêmicos do setor e cursos em Ciências Humanas (Licenciaturas em História, Pedagogia, Letras Português/Inglês, Letras Português/Francês, Letras Português/Espanhol, Licenciatura em Artes Visuais e Licenciatura em Música, e Bacharelado em História.
    No setor de Ciências Sociais Aplicadas, os cursos envolvidos são bacharelados em Serviço Social, Jornalismo, Administração, Administração com linha de formação em Comércio Exterior, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, e Turismo. A área de Ciências Jurídicas beneficia o bacharelado em Direito. O programa busca contribuir através de intercâmbio de estudantes de graduação de instituições de ensino brasileiras, portuguesas, espanholas, argentinas, chilenas, colombianas, mexicanas, peruanas, portoriquenhas e uruguaias para incrementar a qualidade da formação dos seus alunos.
    Critérios e Exigências
    A pré-seleção será realizada por comissão designada pela Prograd e pelo EAI a partir da análise do desempenho acadêmico do candidato mensurado pela média geral e averiguação sobre a participação (e contemplado) do acadêmico em algum outro certame da mesma natureza, mesmo que por outro contemplado. Além de pertencer às áreas do conhecimento exigidas, são critérios eliminatórios não conter reprovações no histórico, ter média global superior a sete, e não estar cursando o primeiro ano no momento da inscrição (1° semestre de 2014).
    Outro critério é não estar cursando o último ano do curso na data de embarque para o México para efetuar as atividades do convênio (1º semestre de 2015). A classificação leva em conta o critério de “proporcionalidade e igualdade de distribuição de vagas por setores e cursos. Foi estabelecido pela Prograd e EAI do seguinte modo: serão classificados 16 alunos com a maior média global de cada um dos cursos permitidos; e os 16 alunos serão classificados por ordem decrescente das médias globais. Serão convocados em primeira chamada os cinco primeiros candidatos com maior média global (aferida por curso), respeitando-se a ordem constante nos itens anteriores.
    A inscrição exige o preenchimento do formulário de inscrição (www.santanderuniversidades.com.br/bolsas). O resultado da pré-seleção pela UEPG tem publicação até 30 de maio de 2014 no site www.uepg.br. Os candidatos contemplados com as bolsas deverão permanecer por seis meses no México. No retorno à UEPG, efetuar comprovação (documentada) de todas as atividades desenvolvidas no México, além de todas as exigências definidas na Resolução Promei (Res. CEPE, nº 78/2011) junto a Prograd e ao Colegiado de Curso.
    Informações:


    fonte: UEPG

              Semana Santa estimula o turismo religioso   


    O Brasil tem inúmeros destinos religiosos que celebram o feriado católico da Semana Santa. Algumas festividades têm início no Domingo de Ramos, com a comemoração da chegada de Jesus Cristo a Jerusalém, e só terminam com a ressurreição de Cristo, no domingo de Páscoa. Os destinos turísticos incluem encenações, missas e procissões. 
     
    O Ministério do Turismo (MTur) apoia o turismo religioso com o objetivo de gerar renda para as populações locais e contribuir para o desenvolvimento regional. Estima-se que pelo menos 15 milhões de brasileiros se movimentem por ano entre os mais diversos destinos religiosos no país. “O turismo cria empregos e gera uma melhor distribuição de renda”, disse o ministro do Turismo, Vinicius Lages. Em 2012, cerca de 3,94 milhões de viagens domésticas tiveram motivação religiosa.
     
    Celebrações tradicionais atraem turistas de todo o Brasil. Em Diamantina (MG), a Semana Santa tem como destaque a encenação da Sexta-Feira da Paixão, com guardiões romanos e cerca de 300 participantes reproduzindo a Via Sacra. Na manhã do Domingo de Páscoa, as ruas são enfeitadas com flores e nas janelas dos sobrados surgem colchas e toalhas coloridas. O MTur destinou mais de R$ 1 milhão para sinalização e construção do Alto do Caminho dos Escravos, um mirante público para atração de turistas.

    Em Aparecida (SP), a semana santa tem programação extensa. Na quinta-feira haverá orações no Santuário Nacional o dia todo e a noite a missa da Ceia do Senhor, também chamada de celebração de lava-pés. Na Sexta-Feira Santa, terá a tradicional caminhada ao Morro do Cruzeiro, conhecida como Via Sacra, que atrai milhares de fiéis. O Santuário Nacional recebe romeiros e peregrinos, sendo o dia mais movimentado o Domingo de Ramos. Durante o ano de 2012, o santuário foi visitado por 11 milhões de romeiros. No ano passado, o MTur investiu R$ 143 mil para o fortalecimento do turismo religioso na cidade.

    fonte: Ministério do Turismo



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              Property Maintenance - Motel 6/Studio 6 - Vallejo, CA   
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              E naque il Pistino   
    Una foto ritrovata di quello che era prima il campo su cui oggi si trova il park da slopestyle più bello e divertente d'Italia,la vigna dai pali blu e la famiglia Ceschia quasi al completo in pausa merenda...


    Pistino?

    Tutto è nato nel 2006 quando Claudio, dimostrando estrema sensibilità nei confronti di alcuni ragazzi, ha accennato al fatto di aver a disposizione un terreno in zona Nimis, nascosto ma non troppo, imboscato ma accessibile, dove si sarebbe potuto costruire "qualcosa" per divertirsi con le mtb.

    Già al primo sopralluogo è stato amore a prima vista: l'esposizione, la pendenza... tutto lasciava intendere che lì poteva sorgere qualcosa di grandioso e che sicuramente non sarebbero stati solo "un paio di salti"!

    Dopo quindi un'estate passata a battere i sentieri della zona e a perlustrare i bike-park oltre confine, i ragazzi dell'Mtb Nimis sentivano l'estrema necessità di mettere più aria sotto le loro ruote. Ecco quindi che sono iniziati i lavori, prima di pulizia da rovi e cespugli, poi quelli di costruzione. Complice un autunno insolitamente caldo, le fantasie freeride più perverse dei nostri protagonisti hanno preso forma in tempi record. Il roll-in iniziale, le prime curve in appoggio, il grande wall in curva sono state le prime strutture ad essere raidate. Fortunatamente alcuni imprenditori edili, complici dell'attività che stava nascendo, hanno dato disponibilità di mezzi degni delle migliori opere architettoniche costruite in età contemporanea, consentendo la rapida proliferazione di strutture di tutti i tipi, dai dirt più tosti alle sponde omologate per compressioni a 10g! Per non parlare del famoso drop grosso, la struttura "esagerata" che si pensava di collaudare dopo alcuni mesi dalla sua costruzione e che invece è stata battezzata la sera stessa!

    La possibilità di girare su strutture "giuste" ha fatto sì che anche alcuni dirter e bmxer si siano avvicinati al Pistino, permettendo ai local di elevare il livello del riding e ispirando i progettisti a sperimentare nuove soluzioni, sempre più new school, come step-up, quarter, cjoscki (ah no, scusate! quello non centra con il riding...).

    Poichè i trail-builder hanno capito subito che stava sorgendo qualcosa che avrebbe ben presto superato i confini della clandestinità, hanno svolto tempestivamente tutte le faccende burocratiche necessarie a "legalizzare" il Pistino, facendo quindi nascere lo SlopeStyle Nimis Club, la società sportiva che lo gestisce: ora è infatti sufficiente l'affiliazione per poter usufruire del park per tutta la stagione.

    Le feste di inizio e fine stagione che vengono organizzate ormai da tre anni hanno contribuito a far conoscere il posto a tutti gli appassionati della zona e non solo. Infatti la diffusione su internet dell'ottimo materiale fotografico che alcuni appassionati lasciano a disposizione genera invidia in molti Freerider che per loro sfortuna vivono a troppi km di distanza dal parco giochi più incazzato d'Italia.










              The Laura Longley Show: Blue Heron Wisdom Radio with Host Laura Longley - with guest Mimi Pettibone aka The Dream Detective   
    GuestMimi Pettibone, aka 'The Dream Detective', has been fascinated with dreams, spirituality, and the mystical realm since she was a small child. Her knowledge and understanding of symbolism, metaphor, and spiritual psychology contribute to all of her work. Her background includes many techniques for working with dreams, as well as trainings in NLP Neuro-Linguistic Programming, Hypnotherapy, Voice Dialogue and other modalities of working with consciousness. She has also come to realize that sh ...
              Review: STAR TREK GRAPHIC NOVEL COLLECTION, Vol. 2   
    The City on the Edge of Forever is held to near-religious status amongst Original Series Star Trek fans as one of, if not, the best Star Trek episodes ever written. Harlan Ellison is given near godlike regard for his contribution to this era of Trekdom, yet it is always a surprise to me when I
              Seasonal Whistler Merchandiser - PepsiCo - Vancouver, BC   
    This seasonal position will be servicing Squamish and Whistler. The Seasonal Merchandiser contributes to the success of PepsiCo Beverages Canada by providing...
    From PepsiCo - Thu, 15 Jun 2017 18:21:59 GMT - View all Vancouver, BC jobs
              Southington Police Officer named Officer of the Year   
    By Vanessa Stevens Contributor A Southington Police officer and two members of the Southington American Legion won awards at the recent Connecticut American Legion annual convention. The awards were presented to Southington Police Sergeant Keith Egan, Post Adjutant Dennis Bureaugard…
              Comment on Ark. Senate OKs long-shot effort to ban gay marriage nationwide by NightHawk/Marriage Guardian   
    HA HA HA HA HA!!!! YEAH YEAH YEAH VERY FUNNY SMARTY FACE!!! LOL A LITTLE WHILE BEING SARCASTIC AS WELL!! Well well why don't you just listen to me because I had quite a lot of depression recently, back towards the end of April, half of May, then quite a majority of it through June and how ironic I have a 4th of July birthday this week. Yeah yeah yeah you know speaking of what you said about thinking my access to computers should be taken and in this regard you said they should put me in a coma with more drugs! Well how ironic you said that about putting me in a coma, you may think you are the only one who thinks he feels dehumanized but I have been feeling similar but different circumstances. Okay you know I had several feelings this month of june and some of may where I wanted to take my life and hang myself but thank goodnesss I had help from a couple friends. Now sometimes I get that feeling like I should not be alive but I am and survived, it is a good thing I find myself alive. Okay, you here, now I have to go so why don't you listen to me and realize I am not dealing too much with this gay marital issues right now and I don't have the time to deal with you or the likes of you anymore because furthermore contributing due to all the mental illnesses and still have it and depression problems I have had and still have some, for too many personal long story reasons to explain and it yes too private to explain, just remember, I have to go now. See ya later you whoever you are i'm not in the position to even go that far right now. Conversation terminated.
              The Swinging Revolution 1966   

                        

    This sartorial vision of a young Ossie Clark (centre), along with Niel Winterbottom (left), photographed in their finery against the incredible Antony Little fin de siecle style backdrop inside Hung On You on Cale St in 1966 by Terence Spencer for Life International, quite possibly makes this my personal favourite cover story by the magazine from the period! Inside, you'll find an eight page report on the continued rise and rise of the revolution in menswear emanating from London. And although some of the content had previously been used in an editorial which the magazine had published on the revolution in male clothes just two months earlier, I would still imagine that when this particular subscription arrived through their parents letter box over fifty years ago, that it merely succeeded in reinforcing the thoughts that many a teenage son already had about getting 'The Look' and heading to where the action was coming from!





    LONDON EXPORTS ITS FASHION REVOLUTION

                                                           So Long Sad Sack                                                          
    It all began with the teen-age ''mods'' (Life International, July 27, 1964) who spent most of their pocket money on flamboyant clothes. Now the frills and flowers are being adopted in other strata of Britain's society, and the male fashions born in London have joined the theater among the British exports that aren't lagging. The way-out styles already have appeared in such disparate metropolises as Paris and Chicago and may eventually change the whole raison d'être of male dress. Photographed by Terence Spencer, the sartorial sights of London and Paris shown on these pages—exemplify the clothes that threaten the staid ''sad sack'' which European and American males have considered de rigueur. The explanation? The new clothes, says John Taylor, editor of London's Tailor and Cutter,'' are based on the sexual excitement principle rather than on the respectability and security motif.''


                                                                       

                                                                             LONDON
    Peering through the art nouveau window of Biba's (designed by Antony Little), one of London's most popular boutiques, Model Richard Asman is investing in a common costume of the London Look—a checked version of British battle dress with Bob Dylan cap (unrumpled). Photograph by Terence Spencer. 



                                                                       
                                                                                       PARIS
    In Le Duke of Bedford pub (like British clothes, British pubs are ''in''), Actor Horst Buchholz is wearing a tight, white Rudy Valentino-style suit bought from the leading avant-garde male couturier of Paris, Pierre Cardin, who closely watches London's styles. Photograph by Terence Spencer.





                                                                               CHICAGO
    The garish London garb has crossed one ocean. American teen-agers, like the Chicago boys above, are shedding their blue jeans for checked pants, dazzling shirts—though now and then retaining local flavor with a cowboy hat. Photograph by Henry Grossman.




                      ‛If  You’re Not Way Out‚ You’re On Your Way Out’
    The man who fomented London's male fashion revolution revolution is 29-year-old John Stephen, who five years ago opened a small shop on Carnaby Street. Since that time, he has opened eight more men's shops on that street, 14 others in the London area, and is $15 million richer. Stephen created the Carnaby Street Look which emphasizes, among other things, wide op-arty ties, turtle-neck sweaters and flowered shirts, boots and tight checked trousers. One secret of his success is the determination of London's young men to dress differently from their bowler-hatted elders. As one boy said in a boutique called Hung On You: ''If your clothes aren't way out, you're on the way out.''



    In typical new-look attire, turtle-neck sweater and checked jacket, John Stephen lounges with customers on his purple and gold Cadillac parked outside one of his Carnaby Street shops. Photograph by Terence Spencer.


    Brandishing this summer's latest Carnaby Style (solid-color shirt, white collar and cuffs, op-art tie). Baron Nikolai Soloviev lunches with Jenny Philips in the Guys and Dolls coffee shop. Photograph by Terence Spencer.





    Michael Chaplin, son of comedian and the author of ''I Couldn't Smoke the Grass on My Father's Lawn,'' poses in 1920s garb at Granny Takes a Trip shop with (Nigel Waymouth) one of the owners. Photograph by Terence Spencer.


    The Kinks, a popular rock 'n' roll group, created top hit song ''Dedicated Follower of Fashion'': He thinks he is a flower to be looked at...He flits from shop to shop just like a butterfly.''  (*Dave Davies wearing an incredible pair of thigh-high leather boots!). Photograph by Terence Spencer





                          Elegant Edwardian Attire of Chelsea's Aristocrats
    London's fashion revolution is not all teen-agers and pop singers in op-arty ties and thigh high boots. A new aristocratic tailoring establishment such as Blades (below) is being influenced by the Carnaby Look, and Lord Snowdon and the Duke of Bedford wear styles of the way-out boutiques of Chelsea's King's Road as well as Carnaby Street. The Chelsea shops offer several elegant variations on the new attire such as a 1920s Silent Movie Look and an increasingly popular Edwardian Look like that flaunted by the two youths opposite, and by Christopher Gibbs. Says Gibbs, who is male fashion editor of Vogue and high priest of the Edwardian Look: ''We were revolted by the ugliness of suits of the regular 'good' tailor. We encouraged friends to dig into their heirlooms, to wear old clothes, to turn their backs on ugliness and conformism.''



    Actor David Hemmings is being fitted in a Carnaby-like, flowery-lined jacket by Eric Joy, co-owner and top designer of Blades, a new London couturier that caters to the upper classes. Photograph by Terence Spencer.




    Three young london elegants take their lunch in a popular Victorian pub, the Salisbury. Michael Williams (left), who lives ''only for my car and my my clothes.'' wears a long, velvet-collared 19th Century jacket over patterned trousers. Ossie Clark (see cover) sports a wildly patterned tie, a revival from the '30s. Niel Winterbottom, dressed in battle jacket on the cover, wears a floral Oscar Wilde-an tie with oversized knot while his date, Julia Cooke, adds to the period flavor with a fur boa. Photograph by Terence Spencer.






                                                    Christopher Gibbs -  Photograph by Terence Spencer.




    Trinidad-born designer Christopher Lynch, (second from left) discusses the new ''Chelsea Look'' for this summer: The Victorian Suit, double-breasted, cinched, and above all, white.'' (*Although uncredited, on the far left, is Michael Fish of Mr Fish and on the far right David Mlinaric). Photograph by Terence Spencer.


















                                       Fashions Out of This World
    France's rival to John Stephen is Pierre Cardin, who last year made $6 million on his ready-to-wear clothes alone. Cardin's line include everything from the tightly fitted suits (below left) that appeal to diplomats and businessmen to fashions that parallel the Carnaby Street and Chelsea themes - checked trousers with an Edwardian stripe down the side and long checked double-breasted jacket (below). Seeing the soft, accordion-pleated boots on the youth below, a journalist remarked that they made the wearer look like a spaceman. ''Yes,'' said Cardin, ''You might say they're out of this world.'' 

    The male fashion revolution has also ''switched on'' parts of the U.S., as shown in the photographs opposite. By fall John Stephen's clothes wil be selling in 17 American stores. ''The English influence is the biggest thing in men's clothes since the Ivy League Look,'' said the vice president of a New York store. ''As long as it's from London or looks like it, it will sell.'' What do the English think of the revolution they've started? Some, like political commentator Henry Fairlie, suggest it's a sign that Albion is about to sink giggling into the sea and that the only hope is a Puritan revival. Others, like Julie Christie, think ''isn't it nice that men can look beautiful and smell nice nowadays without being called sissies!''


                                  Photographs (left page) by Terence Spencer, (right page) Henry Grossman.



                                                                  IMAGE CREDIT & LINKS
    All images scanned by Sweet Jane from LIFE International 11th July I966, Cover photograph by Terence Spencer, all other photographs by Terence Spencer and Henry Grossman (see individual photo credits above). You'll find further information about Antony Little & Biba in one of my previous posts here. A transcript of an industry discussion about the future of tailoring from a 1971 issue of The Tailor and Cutter which includes contributions from Eric Joy, designer and co-owner of Blades here. Discover more about antiques dealer and collector Christopher Gibbs here. David Hemmings, actor, director, and sometimes singer here. View some examples of the lesser known John Stephen womenswear range in one of my previous posts here.  An interview with Julie Christie from the documentary film - 'Tonight let's all make love in London' (1967) here. And finally, an interview with Michael Chaplin, (son of Charlie) and author of I Couldn't Smoke the Grass on My Father's Lawn, here.

              What is Holistic Nutrition?   

    Holistic Nutrition is an integrated look at health that incorporates the whole person – body, mind and spirit. It explores how diet, supplements, lifestyle choices, the health of our minds and spirituality all contribute to, or prevent, many diseases and poor health conditions. Holistic nutrition takes a look at all of these components and strives [...]

    The post What is Holistic Nutrition? appeared first on Wellnessnews.


              Best Ways to Use Social Networks in the Market   

    Guest Post Disclaimer: The opinions and knowledge posted in this article is solely of the guest author.

    Because social networks are cost effective and easy to focus, more and more businesses and individuals are focusing too much on social networks to publicize their business products and services. But the main problem here is– most businesses are relying on ineffective tactics to market their products to social networks. The following guide explains you the best ways to use social networks to market.

    Best Ways to Use Social Networks in the Market

    Avoid Quantitative Approach in Having Social Media Presence

    Most people believe that having too many social networks for their business help in receiving lots of website visitors, but this may not fetch you good result since you need to have a continuous online presence on this networking site to benefit from it.

    Investing in Online Marketing

    Secondly investing online marketing should be done very carefully because you must make your investment only where there is a scope of getting higher ROI. You should be able to minimize your risk associated with your investments. Finally, to get good results you should not completely rely on social networks.

    When to Start?

    If you are looking to take advantage of promoting your business on social networking sites like Facebook, Twitter, Pinterest, Google+, Tumblr and so on then before opening your business account in these social platforms, determine whether you are able to manage all these accounts at a time, only then start your social marketing.

    Choose Best Platform

    Investigate which platform can support to communicate with your existing and potential customers. And then try to build strong relationship with your customer by understanding their needs and what they want from you.

    Post Articles

    Post articles on social sites and your website; include relevant information on your products or services in the post that you write to market. To make your post social friendly, you can also include a short author bio at the end of every post and give a backlink to your social profile.

    Add People

    Try to add more people into your social networking sites, know the people who are interested towards your business products and services.

    B2B Marketing

    Join various forums and you can even take advantage of B2B marketing sites to share your ideas and to provide advice on problems and answering any questions of your site readers.

    Promote

    Promoting only your website and looking for people to read your message is not good, you should also visit networking profiles of other people who are connected with you and read their blog or posts.

    Respond

    Always respond to your posts in a friendly way and promptly to their comments. This can help you bring more potential customers.

    Social Networks

    Do not just create social networks for the sake of creating an account and hype your business, instead try to integrate your traditional work with online marketing. This can supplement both traditional and online campaigns.

    Author Bio: The guest post was contributed by Lucy, financial guest blogger from Manchester, UK. Wrote many articles on ppi claims. Find out more about her blogs @financeport


              Economic Output in North Dakota from Oil & Gas Remains Strong   
    By The Dakota Dispatch
    The petroleum industry’s economic contributions remained strong in 2015 despite struggling commodity prices, according to the preliminary findings of a Economic Effects of Petroleum Industry being conducted by the North Dakota State University’s Department of Agribusiness and Applied Economics. The oil and gas industry contributed $34.25 billion dollars into North Dakota’s economy in 2015. The figure is the second highest contribution since 2005 when the first study was released and was even higher than in 2011 when oil averaged above $87 per barrel.

    “This study helps confirm that the petroleum industry remains one of the largest basic-sector industries in North Dakota in both good years and bad,” said Dean Bangsund, co-author of the study and research scientist for the department at NDSU. “Although the retraction in the markets caused undue hardships on the industry throughout 2015 and on into 2016, the benefits to individuals, the state and local governments, retailers and all other economic sectors continued to be strong, which has since reinforced the industry as a mainstay in North Dakota’s economy. This is especially true as oil production, versus oil field development, is increasing in relative economic importance.”

    Because the industry relies on hundreds of contractors and subcontractors, the economic contributions extend beyond the mining and extraction industries. According to the study, r