Centro Cultural de Garanhuns passa por reparos para receber programação cultural do FIG 2017   

As Secretarias de Infraestrutura, Obras e Turismo e Cultura estão trabalhando em conjunto para realizar reparos na estrutura física do Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti. O prédio, que já estava precisando de reforma, teve a estrutura comprometida após a ocorrência das últimas chuvas. A obra, que tem prazo médio de 20 dias para ficar pronta, abrange o retelhamento, manutenção nas instalações elétricas, reforço do piso do palco, pintura e outros serviços de reparação.  Posteriormente, será realizada outra avaliação para tomar as medidas possíveis para a manutenção de um dos mais importantes prédios históricos de Garanhuns. 

O Centro Cultural funciona no prédio de uma antiga estação ferroviária, construído no século 19, que foi restaurado em 1979. O prédio abriga também o Teatro Luiz Souto Dourado. Durante todo o ano, o espaço era utilizado para peças teatrais e comercialização de produtos na Casa do Artesão. Durante o mês de julho é um dos polos do Festival de Inverno de Garanhuns, com apresentações teatrais.

De acordo com o secretário de Infraestrutura, José Gundes, equipes técnicas estão trabalhando em conjunto. “Unimos profissionais de diversas áreas para que o prédio realmente tenha condições de receber público de forma segura”, explica

Da Secom

          Os 3 PERIGOS de uma Vida Sem ESPIRITUALIDADE!   

Os 3 PERIGOS de uma Vida Sem ESPIRITUALIDADE!

É possível viver sem Desenvolver a Espiritualidade? Ou sem seguir um caminho Espiritual?

Olá eu sou Amanda. Nesse artigo eu vou falar para vocês os 3 Perigos que surgem e acontecem na nossa vida quando nós optamos por não ter um Caminho Espiritual ou por não Desenvolver a Espiritualidade, por não desenvolver a consciência o nosso poder interno a nossa Luz!

Porque quando estou falando aqui sobre Espiritualidade, não estou me referindo a nenhuma religião ou igreja, não estou falando sobre espiritismo, nada disso, até porque estudo todas as Religiões.

Qual é o Sentido de Desenvolver a Espiritualidade?

Estou falando de espiritualidade em um sentido de desenvolver a sua consciência a sua Alma, a sua conexão interna. Espiritualidade é um estado de consciência um Estado do seu Ser.

Preciso Desenvolver a Minha Espiritualidade?

Desenvolver ou não a Espiritualidade é uma escolha que nós temos, mas quando falamos que não queremos desenvolver a nossa espiritualidade é como se nós falássemos que não somos seres humanos.

Essa Espiritualidade, essa consciência faz parte de nós, e quando fechamos os olhos para isso, 3 Perigos surgem em nossa vida!

Os 3 PERIGOS de uma Vida Sem ESPIRITUALIDADE!

1º Perigo: Problemas de relacionamento

Quando não desenvolvemos a nossa Espiritualidade, nós sentimos ciúmes, que o outro está fazendo aquilo só para prejudicar, a gente acredita que o outro nos magoou, a gente sente raiva do outro. Essas explosões emocionais acontecem na nossa vida e ai acabamos perdendo a paciência com quem a gente mais ama, a gente se irrita e acaba falando coisas que depois a gente se arrepende.

2º Perigo: é a Falta de Prosperidade

Estou respondendo a tudo isso, esses perigos, baseada na dezenas de e-mails que a gente recebe todo dia aqui No Feliz Com Você. Então a falta de Prosperidade também se manifesta. Mas como se o material e o espiritual são completamente diferentes? Não! São coisas que estão totalmente interligadas. Você se esforça, você tem talento, você se dedica, trabalha muito mais que pessoas a sua volta, e a prosperidade está ali no alcance das suas mãos e de repente vem aquele balde de água fria, uma despesa extra, dívidas e você acaba ficando sem energia para lidar com isso.

Não desenvolver a Espiritualidade faz com que a gente não esteja conectado com o fluxo da abundância no universo, nós precisamos nos esforçar muito quando na verdade a gente não precisaria se esforçar, a gente só precisa entrar no fluxo, entregar e confiar, fazer a nossa parte sim, mas quando estamos conectados simplesmente flui

3º Perigo: Vazio

Esse vazio, aquela depressão que vai chegando silenciosamente, aquele vazio de domingo, um desânimo porque você simplesmente não vê um sentido na vida, você não tem “porquê viver”, você vai apenas sobrevivendo, muitas vezes você até tenta preencher esse vazio com relacionamentos, compras, comidas, com festas, enfim uma função de coisas externas, mas esse vazio é um vazio da consciência, da alma, do seu ser interno, da parte espiritual e ele não pode ser preenchido com outra coisa a não ser com o Desenvolvimento da Espiritualidade.

Então eu desejo realmente que você desenvolva a sua Espiritualidade, aqui no Feliz Com Você, você encontra outros conteúdos sobre espiritualidade, e se você gostou desse artigo comenta aqui em baixo! E cadastra o seu e-mail para receber dicas áudios, vídeos e muito+!!

Abraços e muita Luz para Vocês

Redação Equipe Feliz Com Você


          Esclarecimento a Igreja Apostólica.    
O Conselho Deliberativo da Igreja Apostólica


A Igreja Apostólica hoje é formada pelo povo apostólico e bem como a sua direção terrena uma irmandade realmente alimentada pela valiosa graça de Deus e de seus santos.

Quero aqui em poucas palavras esclarecer que os nossos conselheiros estão fazendo a sua parte quanto a manutenção estrutural e organizacional da igreja e mantendo a originalidade de sua doutrina e disciplina dando a amplitude que esse evangelho merece e precisa.

Após a ida do Irmão Aldo, nosso santo Primaz aos céus, o ministério, atendendo a legislação pertinente em vigor neste país estabeleceu e nomeou o Conselho Deliberativo para fazer parte da direção administrativa deste trabalho para colocarmos em andamento o evangelho de Jesus e nos dado pela Santa Vó Rosa amada e venerada.

Quero aqui em poucas palavras dizer que se eles (conselho da igreja) coloca uma nota no boletim é por que a mesma é VERDADE. Se não fosse com certeza eles não iria colocar nenhuma nota no mesmo.

A uma conversa maliciosa circulando nas redes sociais, e com uma certa malicia, mafiosa até certo ponto, dando cinta de que esses artigos publicados no boletim são uma forma insegura. Não podemos brincar com coisa séria.

Acredito muito nas pessoas que formam o atual conselho da Igreja Apostólica e tenho plena confiança em seu nobre trabalho, tanto é que nesses três anos de atuação destes irmãos e justamente com a irmã Efigênia que também forma esse colegiado tem feito de tudo para promover e propiciar as plenas condições para o desenvolvimento sólido e perene desta instituição religiosa. Quero ressaltar que nisso tudo devemos ter prudência para engradecer esse trabalho magnifico e não dar créditos aos falatórios profanos e incertos, duvidosos, mas acatar a orientação do nosso boletim interno oficial.

De qualquer forma, vale aqui ressaltar que aquilo que você vê ou lê em rede social muitas vezes não é verdade. Isso pode ser uma armação de alguém contra a instituição. Devemos crer naquele que esta citando de forma oficial a informação e não conforme os que na verdade não estão com ela.

Para exemplo: nessa semana noticiaram a morte de uma senhora daqui da região, esposa de um pastor nosso, quando fomos verificar a veracidade da informação, era alarme falso, assim também aconteceu umas duas semanas antes. Então, não caia em armadilhas disso ou daquilo. Seja esperto como uma serpente, mas humilde como uma pomba.

Amados, a informação foi passada, espero que você medite nela com carinho e seriedade.

O Conselho da Igreja Apostólica esta lutando para o bem da mesma, e, portanto sejamos colaboradores destes irmãos que fazem de tudo pela nossa igreja e sugamos para os céus. O Primaz Santo Irmão Aldo espera de cada apostólico esta consideração e amor a Deus e a nossa obra apostólica. Não caia em falácias e mentiras que criam por aí, especialmente entre grupos de apostólicos, que muitos desses integrantes estão se infiltrando pessoas do contra!! Nem sempre o que estão falando e escrevendo é verdade, inda mais na rede social que é livre e todos querem falar e muitas vezes inventam histórias.

Eu espero que estas palavras sejam uma orientação zelosa a todos os nossos internautas e a toda a irmandade apostólica espalhada pelo Brasil e pelo mundo afora.

Paz do Senhor a todos.

Assina e subscrevo-me;

Ernesto Santos;


          Strokes deixou suas boas cagadas brasileiras   
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Quem nunca disse: “Isso parece Strokes”? 80% da população que sabe o que é Strokes, já falou isso...por mais que algumas vezes não a o menor sentido!. Outro dia vi alguém falando que Bravery parecia Strokes! Mas vamos falar do que REALMENTE parece Strokes, começaremos pelo obvio, o Moptop, banda carioca que faz plagio de Strokes e Franz Ferdinand, você vê a musica “O Rock Acabou” que respira Strokes logo no riff inicial, e no “pré-refrão” uma guitarra “The End Has No End” BEM DESCARADA. Agora vamos para os gaúchos do Stratopumas, que parecem realmente ser “Strokianos” ou “Franzferdinandos”, algumas pessoas não conseguem olhar mas eu olho claramente, “Paranóia de Freud” tem um riff igual a “Hard To Explain”, e “Graci e o seu Charme” já é um Franz Ferdinand misturado com Strokes, a unica diferença entre Moptop e Stratopumas(alem do sotaque) é que um gosta de soar retro mas com guitarras modernas(Moptop) e o outro tenta fazer ROCK RETRO(Stratopumas).Essas duas não vem ao caso até porque eles citam Strokes como influencia...vamos a que não citam. O Superguidis, banda gaúcha, sempre citou o indie rock dos anos 90 como influencia, o problema é que os coitados esqueceram que a musica “Discos Arranhados” poderia cair muito bem no primeiro disco dos “Golpes”(Strokes em português claro). Já o Banzé....coitados, não tem nada a ver com a história só citam que são Powerpops...MAS PORRA!!!! É STROKES NA VEIA ESSE DISCO DELES!!!!. Existem milhões de bandas que parecem Strokes, mas não vou citar aqui (obvio). Mas porque as bandas tem tanto medo de ser influenciadas pelo Strokes? Será que elas acham que pelo Strokes ter saído do cenário underground(uns fãs idiotas não se conformam ainda com isso, e acham que não votar neles pro DISK TV da MUSICA, vai chamar eles de voltar para o Underground)? Será que, pelo baixo rendimento que o Strokes esta tendo no 3 disco? Será que, pelo Strokes ser muito novo as pessoas preferem citar suas influencias? Mas calma, você ainda pode encontrar gente que cita Strokes como influencia: bandas de garotos de 15 anos.... HAHAHAH T FODA!!!
          Art Wave   
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Atualmente, o Indie pode ser qualquer coisa - Acústico, Emocore, Eletrônica (visa Cansei de Ser Sexy, Bravery...) e até PUNK ROCK Se você acha q a TV da MUSICA (me recuso a falar em ingles) só tem programas bons após 11:00 (tirando o jornal que tem aquela garota sardenta e loira) você ja ouviu essas bandas . Art Brut é uma banda cujo o vocalista Eddie Argos(um ex-gotico) é uma figura, o bichinha não canta,só fala, como se estivesse te contando uma história.Outro fator é que ele faz a incrível mistura do sincero, (como “I can’t the sound of Velvet Underground” na faixa 6 “Bang Bang Rock & Roll, eu concordei, isso pode parecer coisa de fã obeso de banda de rock, mas acho que Art Brut mudou um pouco meu rumo, antes eu era um sebinho viciado em Strokes e em tudo que os Strokes gostam) e do irônico (como em “We gonna be the band who save the world” ou “this is not my voice, this is not ROCK & ROLL” na faixa 1 “Formed a Band). Há também assuntos idiotas (My Little Brother) e assuntos sérios (  ) como saudade da antiga namorada(Emily Kane) e que da revolta do povo (18,000 Lira). O CD é ROCK & ROLL ou PUNK 77 tanto faz(há faixas acústicas como em “Moving To LA”). Ecos Falsos é um caso a parte, não tem a mesma ironia de Eddie Argos mas a sinceridade também é vista nessa banda em certas musicas(como na faixa “A Ultima Palavra em Fashion”) mas o que se realmente chama atenção nessa banda é o jeito engraçado que eles se revoltam (“Speedy Porco”, “Pensar é Um Saco e “Findo Milênio”) não sei se já fizeram isso mas se fizeram...eu fico triste  não vou poder falar que Ecos Falsos é original. (OBS: Os caras dos Ecos Falsos me conhecem via Orkut, eu sou o pentelho amigo da comunidade deles) musica: Bang Bang Rock & Roll - Art Brut (fico devendo uma do Ecos!)
          The Resurgence of Matt Kemp: How He Went from $160M Bust to Potential All-Star   

ATLANTA — On a late afternoon in June, Matt Kemp settles into the right-handed batter's box at SunTrust Park to take his cuts.

The first few pitches tossed his way during batting practice end up sprinkled in the outfield grass. Then the power from the 6'4" Braves left fielder starts to show. Shots from his bat sail over the outfield wall. One flies over to the right of the 400-foot sign in right-center. Another lands in the Braves bullpen.

His swings, like his demeanor, are relaxed.

He looks comfortable. Happy. Free to be himself and free of distraction.

At 32, Kemp is having his best season since 2011, when he was 26 and playing for the Dodgers. He's hitting .309 with 12 home runs and 37 RBI—numbers that have him in the running for a starting spot in the All-Star Game. He's reminding baseball fans of the player who nearly won the National League triple crown in '11, when he led the league with 39 home runs and 126 RBI, finished third with a .324 average and also stole 40 bases.

Back then, it seemed like he would be a Dodger and a superstar for life.

But life beyond baseball was swirling around him.

There was the tabloid fodder—like dating Rihanna in 2010. There was the expectations-setting eight-year, $160 million contract extension. There were the injuries. And then there was the trade to San Diego. The weight gain. Then a second trade, this time to the Braves, and chatter about his San Diego mansion not selling at auction. He admitted in a post on the Players' Tribune that he had "let a big contract, the Hollywood lifestyle, injuries and bad relationships" get to him, which earned him a "reputation for being selfish, lazy and a bad teammate."

He was trending dangerously toward another label: bust.

But not so fast. Kemp's story wasn't finished. Not yet.

His resurgence in Atlanta—and his jaw-dropping transformation in the offseason—is eliminating any inkling of those perceptions. He's hitting. He's healthy. By all appearances, he's having fun.

And the Braves organization loves him.

"He is one of our leaders," manager Brian Snitker says. "He is a guy in the clubhouse that people respect. … He's just a great guy to have around."

The difference?

It's simple, Kemp says. He was hurt then. He's not now.

"It was just very frustrating," Kemp says. "It wasn't fun because sometimes I wasn't getting the results that I wanted. I was working hard and doing what I needed to do.

"It's hard to overcome injuries. It takes time, and once you get past those injuries, then you start to become more successful again, and the confidence level comes up, and you get that swag that you once had.

"It'd be tough to hear some of the things that might have been said, like, 'He lost it.' I didn't lose it. With injuries and things like that, it's not easy."


Kemp is in the Braves clubhouse, comfortably settled in a soft black leather chair as some teammates nearby shoot pool. Conversations surrounding him provide a pleasant hum.

He looks laid-back, wearing a black T-shirt that reads "EQUALITY" on the front and "42" on the back, in homage to Jackie Robinson.

The topic of conversation is recent incidents of racism in sports. Seventy years after Robinson broke the baseball color barrier, it remains one of the game's constants. The hate comes in various forms. Trolling on social media. Screaming obscenities from the stands. A fan in May uttered the N-word and threw a bag of peanuts at Orioles outfielder Adam Jones.

Racism isn't exclusive to MLB in the realm of sports. Someone painted the N-word on a gate at LeBron James' Los Angeles home before the 2017 NBA Finals started, according to the L.A. police.

Kemp acknowledges fans have spewed hate toward him dating back to his days in the minor leagues. He declines to name the cities where it occurred, "but it definitely happens, for sure," he says.

"That's not new to me or to LeBron or to Adam," Kemp says. "It's something that you've got to deal with all the time. Like LeBron said, it doesn't matter how much people admire you, how much money you have, how famous you are. Racism is still alive. It's sad. It's disappointing. I guess it's something that I guess we have to deal with. It's tough to deal with, but it's sad."

He didn't pay attention to things like that when he was younger. Maybe it didn't exist because all he was doing was playing ball and wasn't yet famous. Maybe he just didn't recognize it. He's not sure.

"But when you get older you start to realize, like, 'Dang. They just really said that,'" Kemp says. "It's kind of crazy."

Growing up in Midwest City, Oklahoma, Kemp and his cousins were "pretty much" the only African-Americans on his teams, he says. A two-sport athlete, his basketball teammates teased him for playing baseball—"What are you doing? Why do you have the cleats and a glove? You play basketball," he recalls them saying—as football and hoops were more popular where he lived.

"[My friends] never came to games," Kemp says. "They didn't know how good I was. They didn't know that the scouts were coming to see me play."

He's shown a photo of himself from his childhood.

He says he's not sure how old he was, but the picture depicts him holding a bat and taking a mighty cut—"I don't know if I was swatting flies. Hopefully I don't swing at pitches like that now," he wisecracks—with a look of determination on his young face, long before the glitz and the glamour ever entered his life.

"You look at a picture like that, and that's like—that's me as a kid dreaming about playing baseball, and now I'm living that dream," Kemp says. "Not a lot of people can say they're living their dream."

Kemp grew up in a single-parent household, with his mom, Judy Henderson, a nurse. Even though Atlanta is more than 800 miles away, it was easy for him and a cousin to get hooked on the Braves, whose games were broadcast on TBS.

"We, like, lived for the Braves," Kemp says. "We'd come home after school, turn on the TV and watch the Braves play baseball games. It was the best thing in the world."

The dream became tangible in 2003, when the Dodgers drafted Kemp in the sixth round out of high school. Three years later, he was playing at Dodger Stadium. The lights seem to shine brighter in Hollywood, and he showed signs of becoming a budding superstar in 2009, when he hit .297 with 26 home runs and 101 RBI and won his first Gold Glove and Silver Slugger awards.

His marquee season was in 2011. He finished second to Ryan Braun in the MVP race, but after Braun's subsequent PED admission, many think Kemp should have received the award. As a consolation prize, he did win his second Gold Glove and Silver Slugger awards that year.

Life was fast-paced. He ascended the fashion ladder, seen as one of the best-dressed players in baseball. Paparazzi surrounded him when he dated Rihanna in 2010. His average dipped to .249 that season, but he still hit 28 home runs.

Fast forward to seven years later in Atlanta, with a reporter trying to tiptoe around the Rihanna question with Kemp. It elicits a laugh from him.

"I think that life. That's just part of L.A.," Kemp says. "You're in an industry where you meet famous people. You have famous friends. That's just part of being in L.A. I mean, that took a little getting used to, but the injuries were something I was never used to. That was harder on me that anything."


The injuries. There were many of them. A snapshot:

Kemp had two stints on the disabled list for hamstring injuries in 2012. The first one ended his streak of 399 consecutive games, which at the time was the longest streak by an active player. In late August, he injured his left shoulder after crashing into a wall at Coors Field, but he continued to play. In the offseason, Kemp underwent surgery to repair a torn labrum and damage to his rotator cuff. Doctors told him not to swing a bat until January.

Kemp made trips to the DL in 2013 for a right hamstring strain and joint inflammation in the surgically repaired shoulder. His return to the lineup that July lasted for one game, as he suffered a left ankle injury when sliding into home plate, a play in which Kemp later said he wasn't running hard. He headed back to the DL.

Kemp returned in mid-September, but it was a short stay. He missed a game later in the month because of soreness in his left ankle and was ruled was out for the playoffs. Kemp had a minor surgical procedure to clean up his left shoulder and also underwent microfracture surgery on the ankle. He ultimately played just 73 games in 2013, and he would start the 2014 season on the disabled list.

Through it all, the low point was suffering the ankle injury and eventually needing surgery, Kemp says.

"My shoulder was tough, but I think the ankle was the toughest because I was used to being a speed guy, stealing bases," he says. "Now it's not as easy to do that because my ankle doesn't allow me to be as fast as I once was. But I've just got to deal with it."

In 2014, his last season with Los Angeles, then-manager Don Mattingly moved Kemp out of center field, first putting him at left and then later in right. After the season, the Dodgers traded him to San Diego. While he put up solid numbers (.265 with 23 home runs and 100 RBI in 2015, and .268 with 35 HRs and 108 RBI in 2016), he was a guy with a lengthy injury history and a huge paycheck playing for a bad team.

His mammoth 2011 campaign continued to get further away in the rearview mirror.


2011 was also the year when Braves first baseman Freddie Freeman, who was a rookie, first met Kemp.

"He was on another level," Freeman recalls. "Every time he got up to the plate, I was like, 'Oh no, here it comes.'"

Through a mutual friend, Melvin Upton Jr., who played for both the Braves (2013-14) and the Padres (2015 through part of 2016), Freeman and Kemp hung out a couple of times. Since Kemp arrived in Atlanta, he and Freeman have grown close. Freeman calls Kemp's personality "infectious."

"It's a great personality," Freeman says. "He draws people to him, and you just want to be around him. Every day, obviously when I'm healthy, we would go get our Starbucks together, we go out to the field together, we do pretty much everything together. ...

"He wants to win. He works hard every single day, and that rubs off on other people."

Kemp's intensity is visible. But so is the joy, which he credits to his teammate and friend.

"Honestly, you know who has a lot to do with that is Freddie," Kemp says. "I've played with a lot of guys that like to have fun and joke around, but he's just one guy that—I honestly never see him, like, mad."

The chemistry worked in the lineup, too. In the 56 games he played with the Braves in 2016, Kemp hit .280 with 12 home runs and had an OPS of .855.

"It was great," Snitker says. "You get a guy, a middle-of-the-order lineup guy like that, he was a welcome addition. It lengthened our lineup, kind of broke up all the left-handers we had going."

With Kemp on the team, opponents could no longer "pick and choose" who they pitched to. "He legitimized what we had going on," Snitker says.

But not all was perfect. At the end of the 2016 season, Kemp wasn't always finishing games, playing seven innings before being replaced for defensive reasons in left field.

"Every time that happened to him, he'd come up to me in the dugout and say, 'This is embarrassing. I don't want this to happen anymore,'" Freeman says.

Heading into the offseason, Kemp was healthy, which hadn't happened often in the last few years. He took advantage of it and got to work, saying there were "no limits."

When asked what was the catalyst for change, Kemp all but shrugged it off.

"I haven't really had too many offseasons where I didn't have to rehab anything," Kemp says. "That's a big difference. You know, if you go into an offseason hurt and you have to rehab the whole offseason, that's just very frustrating. I was pretty much able to work out and do whatever it is I wanted to do."

Snitker says Kemp told the team at the end of the 2016 season, "You're going to see a new me when I get here."

"And he did," Snitker says. "Obviously, he was very dedicated to that and worked his tail off. It was real refreshing when you came in and saw the guy's dedication to what we're trying to do, so it was really good to see, and it told you a lot about the person."

Freeman got updates from Kemp during the offseason—sometimes in mid-workout.

"I got FaceTimed every week...usually when he was on the elliptical," Freeman says. "He was doing two-a-days. He would do lifting in the morning, and he would come back and do conditioning later in the day."

When Freeman was with his wife in Bal Harbour, Florida, celebrating their anniversary, he ran into Kemp. The change was already noticeable.

"You could tell after a month-and-a-half, he was already looking different," Freeman says. "People were asking me what was he looking like, and I wouldn't tell them. I said, 'You guys can just find out for yourself,' and he came to spring training obviously so much better. I think he had lost like 25 pounds."


Kemp's work continued through spring training and into the season, and the results are evident in his numbers. He started the season 8-for-16 with four doubles and two home runs in his first four games. He made a brief trip to the 10-day DL for a tight right hamstring in April, and he missed one game in June with left hamstring tightness. Aside from that, he has picked up where he left off. On April 29 at Milwaukee, he became the first Brave to hit three home runs in a game since Mark Teixeira did it in 2008. He hit his 250th career home run on May 31.

Kemp says there's been no change in approach. It's just a byproduct of being healthy and putting in the effort.

"He was first there, last to leave, was very consistent in all his workouts, and he was always out there doing his drills, in the weight room, workout room, practices, everything," Snitker says of Kemp's spring training work. "It was really good to see—and even now. I mean, the guy shows up to play every day. That's the thing. He's signed on to play the games, so he is a guy you can depend on every day. You know he's going to be there for you."

The house in San Diego hasn't sold yet, and Kemp doesn't know if there will be another auction. These days, his home base is in Prosper, Texas, about three hours away from Midwest City.

How long he stays in Atlanta remains to be seen. Despite his production, the Braves are under .500 and are struggling to keep pace with the Nationals in the NL East. Could Kemp get dealt for a third time? Speculation is slowly heating up, with Bob Nightingale of USA Today mentioning him as one of the top 25 players who could switch teams this summer.

But even as the team rebuilds, Kemp is a good fit in Atlanta. He helped protect the Braves' cornerstone, Freeman, in the lineup—before Freeman fractured his wrist in May—and his teammates are thankful he's there.

"It's nice to be able to have a guy like him—and Freddie and some of the other guys—but he's kind of my big brother," shortstop Dansby Swanson says. "I feel like he's always got my back. He kind of, like, protects me. ... He'll take me out to dinner when we're on the road and kind of just gives you that family thing. We've been able to hit it off really well, and I feel like I can go to him and trust him with a lot of things. So he's special to have around, and I am definitely very, very grateful to have him."

Will this get rid of the critics? Even if it doesn't, Freeman doesn't think that factors into Kemp's mindset.

"We play in a game of what-have-you-done-for-me-now, and the thing is last year people said he wasn't very good, but he had 35 home runs and [close to] 110 RBI," Freeman says. "That doesn't happen. He's a superstar. He's been a superstar his whole career.

"After his 2011 year, he had shoulder surgery and he dealt with hamstring problems. It's hard to compete at a high level when you're not feeling good every day. ... I don't think he's trying to put away what people are saying; he was just doing him. And if it comes along the way that it shuts people up in the process…"

Freeman pauses, and then says, "But that's not his ultimate goal.

"He's here trying to win and get back to the playoffs because he hasn't been there in a few years either, just like I haven't. That's his main goal. It's not about shutting people up, and people can say whatever they want about him, me...that just comes with the territory.  If we go 0-for-4, then they say we should be benched and stuff like that, but if we get two hits the next day, we're the greatest people ever. That just comes with it.

"But he's not trying to do that. He's just trying to do his job and help win games."

There's another element as well, and it's visible when Kemp's megawatt smile is caught on TV broadcasts. He's having fun, reminiscent to children who are playing simply for the love of the game.

"I've been playing baseball since I was four years old," Kemp says. "It's supposed to be fun. It's not supposed to be super-duper serious. I mean, you get serious at times, and of course you get competitive and you want to win, but I think a lot of people forget about having fun."

 

Jill Martin is a sports news editor for CNN. Follow her on Twitter: @ByJillMartin.

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          Entering Contest of Champions: Punisher 2099   

Bullets and blades blast and slice across Battlerealm as Jake Gallows, the Punisher of 2099, brute forces his way into “Marvel Contest of Champions” as the game’s 100th character.

We talked to Kabam Art Director Gabriel Frizzera and Character Designer Simon Cameron about what makes this particular Punisher tick like a time bomb.

Marvel.com: I gotta ask, how much effort does it take for The Collector to reach through the past and future to snatch up a specimen?

Gabriel Frizzera: The Punisher 2099 was captured in the original batch of Champions for The Contest. But it wasn’t necessary for Collector to reach through time, since Jake Gallows had travelled back to the 21st century to execute Carnage, as part of an initiative by the future Hydra regime to punish criminals in different timelines. They’re very proactive at the Secret Empire— they won’t let small things like the space-time continuum get in the way of their punishment!

Marvel.com: And what makes Jake Gallows so special that he gets to fight it out in The Contest?

Gabriel Frizzera: Gallows was one of the characters Marvel allowed us to redesign for the CONTEST OF CHAMPIONS comic book, and appeared briefly in the last issue—before being quickly dispatched by Frank Castle. We had plans to put him in the game for a while, and when the opportunity to do a Secret Empire tie-in came about, we decided to have him as the villain. Turns out he’s also our 100th playable character, so it worked out great that he’s one of our original designs!

Marvel.com: 100 characters is a super cool milestone, and outside of Angela, this may be my favorite looking combatant in “Contest of Champions.” Seriously, this Punisher looks absolutely awesome! What can you tell us about his design?

Gabriel Frizzera: We are fond of his ‘90s garish outfit and gadgets, but we wanted to push him to look more like a “futuristic shock-police on steroids.” The central piece of the design is the chest skull made of knives and guns—which teleport into his hands; not a second to spare in the future. His whole arsenal is white to contrast with the black and red suit, but also to speak to the nature of 2099’s technology: all weapons would be freshly formed and reconfigured on the spot by nanotechnology. His original concept had way more weapons—like mag-blades on his arms and an electro-baton—and a tactical helmet, which ended up having to be cut for memory reasons. But we kept his bad-ass disintegrating gun and “Grenazers”!

Marvel.com: Aside from his bad ass new look, what sets him apart from Frank Castle?

Gabriel Frizzera: We joke in the office that Jake Gallows makes Frank Castle look like a soft-hearted hippie! We had a lot of fun writing the contrast between the two, the same way other writers love to contrast Frank Castle among more “straight” heroes like Captain America. In the story, when placed between Jake Gallows’ and Steve Rogers’ radically different views of justice, Frank Castle is forced to admit he might be a bit closer to Cap than the fanatic Punisher 2099. It was fun for me to write dialogue where Gallows calls Castle a “half-measure,” the same way Castle called Matt Murdock [“Marvel’s Daredevil” on Netflix]. That shows how far Punisher 2099 has strayed into villainous territory.

Marvel.com: Tell me a little about Punisher 2099’s abilities…

Simon Cameron: Punisher 2099 gets much of his strength from his Nano-Tech, which is powered by the Nano-Tech Battery. This charge builds over time, and his Special 1 gives him an Overcharge Passive effect, giving him additional Nano-Tech charge for a few seconds. This charge is spent by a number of automatically triggered effects—things like: Triggering a Heal Block on an Opponent when they trigger a Regeneration Buff, Draining the Charge to Regenerate Punisher 2099 if his Health drops below a threshold, or adding a Stun effect to his Heavy Attack. He also enters an Overdrive mode if his Charge reaches 100%. This drains his Charge over time, but grants him additional Attack, and reduces the amount of Power his Opponent gains when they’re struck by Punisher’s attacks.

Marvel.com: And what’s Retribution 2099 all about?

Simon Cameron: Retribution 2099 is Punisher’s Signature Ability. It lets him start the fight with his Nano-Tech Battery partially charged; it also adds a new automatically triggered effect to spend his Nano-Tech Charge on. This ability triggers when his opponent hits full power, draining a small amount of it, and power locking them for a couple seconds. It’s a little like a Special 3 get out of jail free card.

Marvel.com: And when can we hope to bring the Punisher’s weapon mastery to bear on the bad guys?

Simon Cameron: Punisher 2099 opens fire on The Contest June 29!

Stay tuned to Marvel.com and @MarvelGames on Twitter for more “Marvel Contest of Champions” news and interviews!


          ‘War for the Planet of the Apes’ review: Andy Serkis is riveting in grimmest battle by far   

In this forbiddingly grim entry in the franchise, Andy Serkis again proves that, in the highly specialized realm of performance-capture acting, he has no peer. “War” opens in Seattle on July 14. Rating: 3 stars out of 4.
          Comentário sobre O capitalismo está ficando ainda mais cruel e enganador, e não estamos conseguindo reagir à altura por Delcio   
Caros amigos, O capitalismo realmente é cruel, pois não está preocupado em lhe dar paz e amor, não está preocupado com temas como saúde, educação, segurança, meio ambiente, com guerras ou paz. Não é este o foco do capitalismo, pois, isso é dever do estado. Um estado capitalista é um estado pouco interferente, interfere o minimo na economia para que as regras de mercado estabilizem pra onde vai o valor da moeda e dos bens oferecidos ao cidadão. E o mais importante, nenhuma das empresas capitalistas te obrigará a comprar seus produtos ou serviços, não te obriga a pegar empréstimos e pagar os juros cobrados pelos bancos, não te obriga a fazer o que você não quer. Por outro lado, quando se fala em comunismo ou socialismo, há interferência forte do estado, diferente do estado capitalista pouco interferente. O estado, independente de ser capitalista ou socialista cobra impostos para manter suas atividades, se gasta muito interfere muito e sendo socialista há uma serie de "benefícios", não só para o povo mas, para os servidores públicos que extrapolam o bom senso. Fácil de comprovar, necessita de real interesse, estados socialistas interferem profundamente na sociedade como determinação de cotas sociais, ao invés de distribuição por merecimento, retirada de direitos como o direito a auto defesa, imaginando que os delinquentes do país vão respeitar as regras por ele impostas, separação da sociedades por classes que tem mais prerrogativas que outras, como definição de feminicídio como se o homicídio de um homem fosse menos importante que aquele, pra mim é assassinato do mesmo jeito e deveria ser punido com o mesmo rigor, benesses absurdas ao ocupantes de autos cargos do estado, punições brandas aos crimes de colarinho branco, etc.... Reflitam, estão entendendo, realmente, o que é o capitalismo? Não estão querendo que o capitalismo faça o papel do estado, ao invés de cobrar do estado seu papel?
          تعليق على مسؤول: لا توجد مديونيات مستحقة لقطر لدى مصر.. وسددنا آخر مليار دولار 2016 بواسطة sim concursos   
Eu como realmente blog... cores muito agradáveis e tema. Você fazer este site você mesmo ou contratou alguém para fazer isso por você? por favor resposta como eu estou olhando para construir meu próprio blog e gostaria de descobrir onde u tem isto de. kudos
          Cuánto poder militar tiene realmente Rusia y a quiénes amenaza   

¿Está justificada la preocupación occidental por la estrategia en política exterior del presidente de Rusia, Vladimir Putin? A juzgar por la reacción de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) ante hechos como la toma y anexión de Crimea por parte de Rusia y el continuado apoyo ruso a los grupos rebeldes en el este de Ucrania, al menos se puede decir que siguen sus movimientos con mucha atención

etiquetas: rusia, poder, militar, amenaza

» noticia original (www.bbc.com)


          "The Flight" Chapter 2 of Apurvai, a travelogue by P.L. "PuLa" Deshpande   
Many years ago, I translated chapter 1 from the 1960 book. You don't HAVE TO read it to follow this chapter, but it is recommended. Unlike my other translations which were done from audio files of PuLa narrating his work, this one has been done from the actual book. So even Marathis who've never read the book will find something new here. 

To set the stage a little, in this chapter, PuLa describes the experience of his first ever international flight. Based on the references to the Suez Crisis, I'm guessing it happened in 1956 or 1957. So almost 60 years ago! I was surprised to learn of the sheer number of stopovers flights had to make in those days. It is indeed a different era. But so much of what he writes resonated with me in terms of my experiences with international flights. Which is why I chose to translate this although it isn't as ROFLMAO funny as the previous chapter.

Usual caveats - Much of PuLa's humor comes from how he played with the Marathi language, and it can get lost in translation. But his observations and descriptions stay relevant even 55 years later.

Our flight to London from Santa Cruz airport was scheduled for 11 PM on August 20th. It wasn't my first time flying, but it was the first time I was flying to another country, that too on a huge airplane. I had been told to reach the airport about an hour before the flight. Even if I hadn't been told this, I would've gone there two hours before. Because even when I am taking an M.S.M. train (or as you kids today call it, Southern Railway), I go to the station an hour early. Even if I have a reserved seat. 

I find it convenient to allow that buffer for unforeseen but predictable events like getting on the wrong train, not being able to find my compartment, taxi to the station breaking down, heavy rain causing waterlogging, forgetting some important stuff at home and realizing it halfway to the station, forgetting to fill the water bottle, and of course, panicking every few minutes thinking that I have either forgotten the ticket at home or lost it. 

And of course, Indian Railways regularly contributes with unforeseen but predictable events of its own. Just as you've spread out a sheet on your berth and laid down, a railways employee comes and says the compartment has some problems, so we need to shift to another one. It takes about 45 minutes to find a porter, find the replacement compartment, and move all the luggage. It turns out that if you turn the lights on, the fan stops working, and if you turn the fan on, the lights stop working. Finally both are fixed, and when you go to the bathroom, there is no water in the compartment. So you have to stay awake till Lonand to find a guard and complain about it. If you're lucky, it'll get fixed by the time the train reaches Nira. Or then wait till Miraj at 5 AM so you can use the bathroom on the station. 

So even if you go very early to the station, there's no guarantee that your rail journey will be pleasant. I wonder if we are destined to ever get railways that take the responsibility of passenger comfort seriously. Until then, there are only two ways to travel without any problems - on foot like Vinoba Bhave or by air.

Or so I thought.

When I bought my tickets at the Air India office, the lady behind the counter had told me to reach the airport at 9 PM. And then, flashing me a disarming smile, suggested that I call the airline before leaving to make sure the plane wasn't delayed. So just as we were about to leave, I remembered that smile and mentioned this to the huge contingent of friends, family, and neighbors gathered at our house to bid us farewell.

"Haha, don't be an idiot! It's a plane, not an ST bus to be delayed. Airlines operate with second-by-second precision!"

A friend, who had never traveled an inch north of Malad or south of Kala Ghoda, said making me feel like an idiot in front of everyone. This guy has always had this publicly dismissive attitude towards me. I don't know why I am still friends with him. When I told him I was being sent to England by Doordarshan, his first reaction was,

"You??? Why??? Looks like the government has too much money to waste!"

When I first wore the suit mentioned in the previous chapter, he laughed and said I looked like a trumpeter from one of the Dhobi Talao wedding bands. Totally unnecessary snark. But he can't help it. So even though he had no first hand experience on the matter, he stayed true to his nature and ridiculed me for wondering if I should call the airline to check the flight status.

My wife called the airline office anyway. And we came to know that because the incoming plane from Tokyo hadn't reached yet, our flight was delayed by two hours. 

I winced. The idea of sitting in Mumbai's humidity for two more hours wearing a three piece suit, that noose-like tie, those damned expensive Chinese shoes, the nylon socks bought after the Middle East cooled down, and a thick coat meant for England's cold weather, was unbearable. I was tempted to take off all my clothes (except for one) and cal the whole thing off. 

"So....will the plane depart exactly two hours later than scheduled?"

Someone from the annoyingly large farewell contingent asked, and that question suddenly made our house explode into a pointless deliberation that made it resemble a legislative body debating a useless resolution.

"Will the plane leave two hours later or do you go to the airport two hours later?"

"But does two hours really mean two hours?"

"But what does a plane coming from Tokyo have to do with an Air India flight going to London?"

"Let's say the plane reaches earlier than estimated......will it still leave two hours late or earlier than that?"

"Let's say that Tokyo flight is delayed by four hours instead, will your flight leave two hours late or four hours late?"

"Someone told me that last week a flight scheduled for midnight eventually departed after dawn. Is that true?"

"Are you sure it's a plane from Tokyo? Maybe it's Kyoto."

"I just called a friend of mine who works in a restaurant at the airport. He says there is some mechanical problem in this plane, and the Tokyo plane thing is just an excuse."

"So the flight might get cancelled?"

"Do they have a replacement plane? How many planes does All India Radio have anyway?"

"It's Air India, not All India Radio."

"Yeah, same difference."

"Mechanical problems......that's scary!"

"You both have life insurance, right?"

"Remember the plane that crashed at Cairo five years ago? My boss' nephew was on it. His wife got two million as compensation!"

"I've heard you can buy life insurance at the airport."

All this nonsense from people who had nothing to do with our travel whatsoever. I prayed to god to rescue me from this plane chaos by sending the plane he sent for Sant Tukaram. 

"I'm telling you guys. Instead of spending the two hours sitting at home, spend them sitting at the airport. Let's say they repair the plane early and it leaves before time. What are you going to do? It's not like you can catch it on the way. It's not the Barshi-Pandharpur passenger train. Hehehehe!"

So finally, following the over-cautious traditions of my train journeys, we reached the airport at 9:30 PM for a plane that was scheduled to depart at 1:30 AM. Some of my other friends and colleagues were at the airport already to see me off. They either didn't know that the plane was delayed, or even if they knew, they were aware of my over-cautious traditions. 

All my friends at the airport made me feel very awkward and also emotional by showering me with so many garlands and bouquets, that the airport officials thought I was a politician. And I had an epiphany at that moment - the greatest wealth in my life is my friends. If wealth were to be measured in friendships, I am probably richer than Tata-Birla combined. I have so many dear friends in so many walks of life! And so many of them had come late at night and out of the way to the airport to see me off. 

I felt touched but also embarrassed. Firstly, I still wasn't sure I could pull off the suit-boot look. Having such a huge audience for it felt weird. And then there were these garlands and bouquets. I was overwhelmed. I have gotten used to getting such attention at functions and award shows and suchlike. But on this occasion, I was feeling like I had an emotional debt to pay off. Just popping by to say goodbye is one thing, but these guys had come all the way to the airport!

My embarrassment was compounded by the fact that I hadn't really done or achieved anything to deserve all the attention that night. When I get such attention after a successful theater performance, it's okay. At least I gave them some happiness, and they are appreciating it. But that night, my wife and I were just flying to England like thousands of people do everyday. And yet my mob of friends at the airport had made me feel like I was doing something special. With a luggage full of such love and good wishes, I started feeling confident that even if all the engines of the plane failed, I could fly anywhere I wanted. 

The crowd of friends and all the flowers being heaped on me made the press photographers hanging around think that I was some big deal. They suddenly started snapping our pictures like paparazzi. In all this chaos, one of my friends went to the airport officials and convinced them to open a "VIP Lounge" for me. A sturdy fellow in a crisp uniform politely asked us to follow him to the VIP lounge. 

At that moment, my wife looked at me happily with an expression that said - "all these years that I have put up with you are finally paying off!"

As we were led into the imposingly plush VIP lounge, I started feeling even more awkward. Given our colonial history, I know that "England returned" has a certain halo attached to it. But I had no idea that the halo starts appearing even before you leave India. I started feeling worried about the possibility of a real VIP showing up and frowning at how our raucous farewell contingent had made the VIP lounge resemble Khandke's chawl. 

Even in all that chaos, I overheard one of the uniformed guys whispering to the other,

"Nowadays, any random person can become a VIP."

His colleague responded,

"Hoga koi Minister ka baccha nahi toh jamai!"

and walked away.

So I tried to appear and act as VIP-ish as possible. I went around folding my hands and solemnly thanking all the people who had come to see me off. Then I started giving away the garlands and bouquets to kids and being unnecessarily nice to them. Basically, emulating every aspect of VIP behavior that I could remember. 

A few of the professional photographers kept taking pictures of all this, and then offered to send them to me. They helpfully quoted a "professional" rate for it that was ten times what it would cost to get a photo taken in my neighborhood studio. But I was pretending to be a VIP and had to play the part. Once I parted with all the advance payments for the photos, the expression on my face finally came to resemble something that actually deserved to be photographs. I have no idea where those expensive photos are now, by the way.

Eventually there was an announcement that the customs check process had started, and we finally prepared to leave that VIP cell....I mean lounge. While leaving, I handed a generous tip to the uniformed guys standing at the door. The astounded expressions on their faces made me realize that real VIPs probably never hand out any tips. They hand out only two things - promises or threats.

We left the lounge and walked straight to the weighing scales near the customs area. I put our bags on it one by one and felt relieved when each of them were a pound or so less than the 44 pound limit. My wife on the other hand seemed a little disappointed and said,

"Hmpf, I guess we could have taken a few more papads then."

I ignored her and walked to the customs booth, standing in front of the officer with an appropriately guilty expression on my face.

This was the second time in my life that I had faced a customs officer. A few years ago, when returning from Goa (then a Portuguese territory) I stood in front of a customs officer for the first time. Everyone in front of me had been questioned extensively and had their bags checked thoroughly. So I was already terrified. Even though there was no reason to be terrified. In the entire crowd there, we were probably the only ones returning from Goa without as much as a tiny piece of chocolate. But customs booths are one of those weirdly imposing places where I feel nervous by default.

Some people are scared of a dentist's chair. Not me. I have been to dentists many times. One dentist actually turned my simple complaint of an aching tooth into an imperative to extract it with the glee of a professional sadist. It hurt so much, I think I actually saw a few angels waiting to welcome me into heaven. But even then, the next time I went to a (different, obviously) dentist, I went with the ease with which I go to Kulkarni's restaurant to eat bhajiyas. No fear or worries. But put me in front of a custom's officer and my heart starts racing.

There are many random entries in my list of "people I am irrationally scared of". For some reason, I am terrified of every liftman. Not afraid of the actual lift, mind you. It's not like I am scared that the lift will plummet to the basement or anything. I am just scared of the liftmen, at least in Mumbai, where almost all of them seem to have a cold blank expression on their face. I am also terrified of waiters in fancy restaurants. If one is standing next to me, I feel so nervous that I invariably spill something. I was never scared of male teachers, but female teachers always petrified me. And I can slap a doctor on his back and sing songs with him even when he is in the middle of surgery, but when it comes to nurses, my hands start trembling even if I am handing them a note. I have no idea why I carry these bizarre fears in my heart.

That customs officer I encountered when returning from Goa had insulted me rather painfully! I still shudder and shed a tear when I think about it.

When it was my turn, he asked me my name, address, and profession. Those days, I earned my living in a college fostering deep hatred for literature among the students. As soon as I told the officer that I was a Professor, and that too of Marathi, he just looked straight into my eyes, and with an expression conveying immense pity, said,

"You can go."

He didn't ask to search my luggage, didn't ask me if I was carrying any contraband, didn't even ask me if I had anything to declare. With utter conviction that I lacked the ability or the means to smuggle in alcohol, gold, cigarettes, or anything like that, he sent me on my way. I have never felt more humiliated. I would've preferred it if he had instead put me through a two hour long interrogation under a bright lamp.

So that day in Mumbai airport, I was wondering if the customs officer in charge of examining departing passengers would be more respectful. He looked at my bags, then glanced at my face, and then wordlessly made some chalk markings on the bags and waved me through. Rude, isn't it?

Next my wife and I went to Passport Control. Our passports had been issued two years ago and were valid for three more years. But one of my friends in the farewell party had authoritatively said, 

"Ohhhh.....just three years validity left? That might create problems. Good luck!"

I nervously handed over the passports to the officer. He glanced at them for a nanosecond and returned them to me. I was less worried about the validity and more worried about the passport photo. But the officer had evidently discovered some similarity between my passport photo and the way I actually look. Once we were done with that, a health officer quickly made sure we had taken the necessary vaccinations and we were done.

Once we got the "worthy of traveling abroad" certification from Pandit Nehru's people, all we could do was wait for the plane to leave. It was past midnight. The departure area at Santa Cruz is decorated and furnished in a very modern way. There are lots of comfortable couches and chairs for passengers to relax in. But my wife and I were sitting there uncomfortably, feeling out of place.

There was a European couple sitting in front of us. They seemed confused by Indian currency. These were the days when paisa coins co-existed with anna coins and the poor visitors had no idea if the many coins they had were worth five rupees or five annas. Hoping to give them a happy memory of Indian hospitality, I jumped in to offer unsolicited advice and ended up compounding their confusion even more. Finally my better half stepped in, sorted the whole thing out, and informed them that Indian women have a much better understanding of money than Indian men. 

The European couple left for their flight and I started looking around at other fellow-passengers. With a parochial mindset, I went around to see if there were other Marathi folk there, and soon met a man named Patil and a student named Joshi. I was there representing the Deshpande name. All we were missing was a Kulkarni. If we had found one, we would have had Patil-Joshi-Deshpande-Kulkarni, the four pillars of the ancient Marathi administrative set-up. Sadly there was no Kulkarni on that flight, but it did end up having a pilot named Nadkarni. Nadkarni is essentially the South Kannada version of Kulkarni, so I guess we ended up with the full set eventually.

 Around 1 AM, the plane's wings must have fluttered because suddenly, there was a lot of activity around us. The crowd started walking in one direction, and we went along. I looked at the glass barrier at the customs desk and saw our contingent was still patiently waiting. The elders had tears in their eyes and the younger lot looked like they were cracking stale jokes at our expense and passing them off as new. 

When we eventually reached the gate, I confirmed three times that it was the right plane. Or else we'd wake up the next morning in Cochin instead of Cairo. I still carried emotional scars from the night at Pune station that I got on a train to go to Kolhapur and woke up the next morning to find I was in a compartment parked in the Pune railway yard. I have always had the kind of luck where I take a girlfriend to watch a movie on the sly and run into a nosy old relative who decided to come watch the same movie. And I couldn't afford to let that luck mess up international travel. 

There was an air hostess standing at the door, welcoming us with an unnaturally wide smile. The rest of the crew, dressed in crisp dark trousers and skirts and blindingly white shirts, sporting wing shaped lapel pins and painstakingly groomed mustaches, was darting about doing their work. We reached our seats and stared out the tiny oblong window at the terminal, wondering if our friends and family were still there. 

Once I was in the seat, I assured myself that despite all apparent obstacles, it now seemed like I would definitely go to England, and fastened the seat belt around my stomach. The engines started humming and the fans started rotating one by one.   The plane got going. After zooming along the ground for a mile or so, it slowed down and stopped at the other end of the runway. 

As soon as it stopped, I started fearing the worst. The plane had already been delayed by mechanical problems. I wasn't sure if they had fixed the problems completely or had postponed some repairs. Maybe now they'd discover more problems. I also carried emotional scars from bus drivers who'd make passengers board on a scorching hot day, bake them in that tin box for an hour while they waited, and then open the bonnet of the bus to examine what's wrong with the engine. 

Luckily, nothing like that happened. In a couple of minutes, the plane started moving again, then sped up, and eventually left terra firma in a graceful glide. I watched the airport rapidly disappear from my view and before I knew it, Mumbai started resembling a gem-laden ornament below us. In that ornament, four million people were probably dreaming as they slept, while I sat with wide open eyes, realizing my childhood dream of foreign travel. 

And next to me was my soul mate and my life partner accompanying me on this adventure. Over the previous twelve years, we had built many castles in the air together, while never feeling tempted to build a house on the ground. We never stayed in one place for more than 2-3 years anyway. We had in common a huge appetite for new challenges and new experiences. And the latest one was to be living in England for 5-6 months.

Our flight had been in the air for a while, and the plane was completely dark as was the sky outside, but I still couldn't sleep. The plane was completely packed and experienced travelers were already snoring. Our air-hostess was Japanese. She was promptly and efficiently offering candy and nuts to travelers with a studied smile straight out of the training syllabus. Her walk was brisk and her voice had the crispness of springtime. 

I was feeling really hot. That damned suit on my body started feeling like clunky armor and I again cursed myself for wearing it on the plane. I looked around and was taken aback when I noticed at an Englishman sitting in front of me. Here I was, wearing a brand new three piece suit because I was going to his snooty country. And this dude was sitting there looking very relaxed in khaki shorts, a flannel shirt with some twenty five pockets, and a flimsy felt hat that did not match.

So I discreetly looked around at the other white people on the flight. Not a single one of them was dressed even as remotely formally as I was. Sitting there overdressed in that damned suit in the middle of the night, I started feeling like even more of a neophyte than I already was. 

Suddenly the Japanese air-hostess appeared with a small wet towel on a plate. I eyed the towel suspiciously for a second. I had no idea what purpose a wet towel was supposed to serve at two in the morning. But I was brought up never to turn a plate away, so I picked up the towel and thanked her. I looked at my wife to see if she had any suggestions, but she was fast asleep. I slowly glanced across the aisle and saw that the guy there was gently rubbing the towel on his face. I did the same, and the cool cologne scented fabric gave me some relief from the intense heat I was experiencing. 

Our massive jumbo jet was slicing through the darkness leaving cities and mountains behind. I was finally feeling a little drowsy. Almost everyone around me, including my wife, was already asleep. That Englishman with the khaki shorts was in fact trying to drown out the noise of the engine with his own booming multi-octave snores with his mouth open. The ex-subject of Her Majesty's realm inside me felt relieved to observe first-hand that even the English can snore with their mouths open. Because once our travel plans were made, I was a bit worried about that. 

You see, I am one of "those" too. But over the course of my life, I have come across some impressively loud snorers. My grandma says that people with big hearts and minds snore the most. I don't know if there is any correlation between big bodies and big hearts and minds - I won't mind if there is. I started thinking a lot about snoring and hearts and minds. I do remember that I spent a lot of time thinking about it. But I don't know for how long, because the next thing I knew, I was waking up to the dawn's early light.

Our plane was flying over a huge desert. I noted how different this dawn was from any other dawn I had experienced in my life, thousands of miles over a limitless desert. This experience, coming right after I had experienced a darkness so different from any other darkness I had experienced in my life, spurred some philosophical and metaphorical thoughts. It felt like I was witness to the dawn of a new phase of my life. I thought about my recent years and realized that I hadn't really experienced real dawn in years. In Mumbai's fast-paced hectic life, by the time my day ended, it was usually well past midnight. So by the time I usually woke up, dawn would have given up on waiting for me and slid away, making way for harsh sunlight. 

Our Japanese air-hostess, still looking as fresh as a dew-kissed flower, was making the rounds with hot fortifying beverages for the morning. I have never found those beverages particularly fortifying immediately after waking up, so I politely declined her offer of tea or coffee. Instead, I got up and headed to the bathroom. Taking care not to wake up or bump into any of the other passengers, I tiptoed my way to the front, and slowly opened the door to what I thought was the bathroom. Instead I found myself face-to-face with the fine gentlemen flying the plane. It was the cockpit door! I guess the expression on my face gave away what my need was because the co-pilot, without saying anything, pointed me to the correct door. 

I finished my morning ablutions and returned to the seat to find the "fasten seatbelts" sign flashing. By the time I was able to find the belt and buckle it up, the plane had started its rapid descent. I looked out the window and saw that we were headed to a desert island surrounded by more desert. I assumed it was Cairo, our first stopover. I started looking around the landscape in the hopes of spotting some pyramids. By the time I spotted a bump that I thought was a pyramid and was about to point it out to my wife, the plane was touching down, and before I knew it, it was standing stationary in a foreign land.

I looked at the dinky terminal outside the window and was a little disappointed that a city as renowned as Cairo should have an airport that looks more like an ST bus stand. But once we got off the plane, I learned that we were not in Cairo, but in some place called "Bahrain" instead. I felt a bit like Columbus who reached land confident that he was in India but then discovered that he was instead in some strange land he did not know anything about. And I felt relieved that I had not pointed out those supposed pyramids to my wife.

I had never heard of Bahrain before and had no idea where the hell it exactly was or why we were there instead of Cairo. But we walked into the terminal and headed for the restaurant. I learned that there were oilfields nearby and that Bahrain is a small island nation that is known for its oilfields. That was pretty much all we learned about the place. 

We sat in the restaurant, ordered tea, and waited while the plane was refueled. The tea arrived after a long time. One sip of that concoction and I was convinced that in Bahrain, they used dried date palm leaves in lieu of tea leaves and the milk probably came from a camel instead of a cow. Over the course of my life, I have tasted many different kinds of tea......except of course the spilled tea from Mongini's mentioned in the previous chapter. Tea served in small glass tumblers in Mumbai, tea served in mud bowls on the banks of the Narmada, tea served in metallic cups in Madras, masala milk tea, railway station tea flavored with charcoal, tea without milk, tea without sugar, and even Chinese tea made from jasmine flowers. But I will never EVER forget that horrible tea from Bahrain airport. I will happily drink the bitterest castor potion than drink that tea again.

Well, at least the tea was free, because it was paid for by the airline.

Pretty soon, the plane was ready and we all climbed back into its belly. The plane took off soon and headed for Cairo. The flight from Bahrain to Cairo was essentially just desert after desert after desert. Once in a while, just as a change of scenery, there would be a small strip of water. But otherwise, totally barren. Not a single glimpse of green. 

And that's when I really understood why the green flag of Islam came was hoisted in these deserts first. The prophet was very clever in choosing the color green for his flag. It is obvious why millions of Arabs enthusiastically followed that rare pleasant colored flag. I'm sure that the green flag was as instrumental in the spread of Islam as the Koran was. Add to it the moon that the desert dwellers probably equated with the relief provided by night, and I felt I had to applaud the prophet for his grasp of semiotics. 

It was about 8:30 in the morning. I was staring at the desert out the window hoping to spot a camel train. But in vain. I did spot a lot of dry river beds though. Soon the sun got really bright and the glare made it difficult to keep looking outside. Soon our plane moved from the sea of sand to a sea of water. Being geographically challenged, I first decided it was the Red Sea, then the Caspian Sea, then the Black Sea, and then the Dead Sea. I still have no idea which one it was.

A while later, there were murmurs all around that we were flying over the Suez Canal. All passengers looked out the windows, identified the first strip of water they could find, and assured themselves that it was the Suez Canal. Again, no idea if any of those were actually the Suez Canal. From the height we were flying at, every strip of water looked as tiny as the Fergusson College canal in Pune. But in one strip, I spied some dots that seemed like boats and I silently convinced myself that it was indeed the Suez Canal. It was hard to believe that this tiny strip of water was responsible for almost starting World War 3 and almost sinking my travel plans.  

When your plane is flying so high that you can only see the sky and clouds above you as well as below you, you can't help but get philosophical. You forget any fears you have about the plane crashing. Looking at creation from a height that makes even seas look like saucers of water makes you realize how insignificant you are in the whole scheme of things. As our plane flew towards Cairo, I couldn't help but realize that I was looking at the cradle of civilization. These deserts were where the Babylonian, Sumerian, and Assyrian civilizations had once bloomed. Where the library of Alexandria was once home to millions of of books that were burned. I'm assuming some Big Four or Big Five must have had a summit even then and decided that burning books was in the best interests of the world.

As impressive as the sights of great oceans, great skies, and great lands is while flying, one look at the great space when flying above clouds make them all pale in comparison. And you start wondering what the whole point of creation is, and whether you make any difference to it whatsoever. 

Our plane was about to reach Cairo soon and I started thinking about it. Egypt is an ancient civilization, much like India. Historians have discovered that trade and cultural links between Egypt and India date back millenia. This is the land that saw rich culture flourish for millenia even before Christ was born. And when Christ was born, the bright star that shone was above these lands too. This is the land where Jews, Christians, and Muslims found their faiths and then unfurled the blood-soaked flags of those faiths.

I was in the middle of these thoughts and didn't even realize when I dozed off. The next thing I knew, someone was yelling "KAHIRO!!!!", waking me up.

The first sight I saw at Cairo airport was of battle-ready fighter jets. Next to them were imposing anti-aircraft guns with their barrels pointed to the sky. The stage seemed to be set for the next big war. The only question seemed to be which actors would enter the stage first and who the director would be. Actors from dozens of countries seemed to be ready, with war-paint on, or make-up on. Who knew when the final act would start and when it would end.

When I read a big sign that said, "WE WELCOME YOU TO EGYPT", I felt like someone had sprayed a stream of cold water on my face on an oppressively hot day. Why shouldn't all human beings be welcomed heartily all over this little planet of ours? Although as long as there exist things like passports and visas, built on an assumption of distrust of fellow human beings, can we really expect true expressions of such humanity? The sign that said "WE WELCOME YOU TO EGYPT"....to any "you" who reached there, regardless of race, religion, gender, creed.....why shouldn't such signs and more importantly sentiments, be displayed everywhere?

The funny thing is, this "WE WELCOME YOU TO EGYPT" sign was right next to the massive anti-aircraft guns and the irony endemic to human existence tickled me and troubled me in equal amounts.

We headed to the restaurant inside the terminal. The waiters there were very friendly and polite, and served us some divine Egyptian coffee. Compared to Mumbai airport, I thought Cairo airport was small. There was a lot of new construction happening around us though. Egypt is currently in the midst of writing a new chapter in its history. Everybody is watching carefully to see which way their new statesman (Nasser) takes them.

It was in Cairo airport that I first encountered Egyptian people. And as I examined their appearance carefully, I wondered how many Egyptians there might be in Mumbai too. Because in terms of appearance, I didn't really see any major differences between Egyptians and Indians. Beyond the facts I had memorized in my childhood to score 2 marks in the history exam, such as pyramids, mummies, pharaohs, and the Nile river, my knowledge about Egypt was as barren as their desert. I had never even thought about anyone living in Egypt other than Cleopatra, General Najeeb, and now this Nasser fellow.

Suddenly, I was overcome by a profound sense of ignorance and curiosity as a foreigner in a foreign land. And sitting there in the Cairo airport, I started thinking about how day-to-day life in Egypt must be and how I knew nothing about it. How do school teachers, lawyers, and bureaucrats here dress? Is it similar to how those folks dress in India? What is the most popular item in a typical restaurant in Egypt? Do wives here refer to their husbands by name or is there some tactful pronoun that has been coined for the purpose like in India? With each passing second, the expanse of my ignorance about this fascinating culture seemed to exceed the expanse of the desert.

Then I started thinking about the people who worked at that airport. For them, a typical day consisted of interacting with travelers from dozens of different countries, for maybe an hour or two at a time, before they went on their way and were replaced by a different set of foreigners. Do they feel the same sense of curiosity and note their ignorance about other cultures? Or has it become just a mundane feature of their lives by now? Do they actively notice the multi-colored lattice of different races and nationalities or does it just pass by in the blink of an eye like a frame from a cinema reel?

I spent the rest of the time in Cairo thinking about all this before we were called back to the plane. The next stopover was Geneva in Switzerland. As our plane surged through the clouds, we gradually left the desert behind and were soon traveling over Europe. Specifically, Italy, as the pilot informed us.

While I was almost entirely ignorant about Egypt except for its ancient history and contemporary politics, I at least knew more about Italy thanks to all the books I had read. Names like Rome, Venice, and Naples started swimming around in my head. I decided that if the plane had to crash right now, I would want it to do so near Naples. I had read that Naples was home to some of the most awe-inspiring sculptures in the world. So if my plane crashed in Naples, I could drag myself to those sculptures, see them first hand, and then die happy.

Yes, I know it is morbid to keep pondering the possibility of the plane crashing but that's how I am and be honest, aren't you too?

But the plane kept going. I kept looking at the Italian landscape underneath and we didn't see Naples or Venice. But we did fly over Rome. It was hard to miss. As I looked at the distant but clear images of various buildings and cathedrals in Rome, I first felt a great sense of satisfaction at seeing them first hand. Then I compensated for the unfamiliar bliss by berating myself for still not having read Gibbon's "The Decline and Fall of the Roman Empire" even after buying it years ago. I made a mental note to read it as soon as I returned home.

When you're flying over different countries of the world, you think more about what you haven't read about those lands than what you have read. In another hour or so, our plane was flying over the gorgeous alps and I realized we were in Europe's Eden.

Soon the plane touched down in Geneva. I had heard a lot of cautionary tales about how the cold in Europe is way worse than anything I might have experienced in India. I experienced it first hand as I walked into the Geneva airport and felt like I had walked into a massive refrigerator. And this was just August! So I shivered a little and prepared for six more months of this inhumanly cold weather. No wonder these white folks ran away and captured our warmer lands.

As soon as I stepped into the chilly Geneva airport, my brain initiated a flashback from 20 years ago from my college days in Pune. I had grown up in Mumbai, where it never gets even remotely chilly. Then in Pune in the winters, every so often, I would wake up to such a chilly morning. It felt more bracing than oppressive, making me feel like running all the way across the world. I had always thought cold weather would make me feel like a shriveled old man, but instead, it made me feel like a daring young man, ready to achieve anything!

Anyway, we walked into the restaurant at the Geneva airport and it looked more like a flower shop than a restaurant. The faces of all the staff members were fresh and enthusiastic like recently bloomed lilies. There was a spring in their step. It didn't look like anyone could ever age, and everyone looked like they were in their 20s even though they probably weren't. We were served coffee in a very elegantly crafted glass cup. And it tasted divine and almost intoxicating. I wondered that if even the coffee here gets my pulse racing so much, what will stronger beverages do? I had heard that Switzerland is a place where extreme beauty and extreme pleasure is the default and my experiences at their airport confirmed it.

I didn't even realize when that stopover at Geneva ended. It was cold, but I was surrounded by beauty, human and non-human, and I felt more alive than I ever had. Before I got back on the plane, I turned around and took a 360 degree mental picture of all I could see of Switzerland from that terminal. The tall trees sheltering cute little houses, the snow-covered peaks of the Alps kissing the deep blue sky. I promised myself to return for a more leisurely visit. When the plane took off, I was looking at a meandering little river as it flowed through the verdant Swiss countryside, when suddenly, our plane ascended above the clouds. And those fluffy white things that a few hours earlier had seemed gorgeous, now seemed like villains for blocking my view of the Swiss landscape. Our journey continued.

The next stop was to be at Dusseldorf in Germany, It had been over 20 hours since we took off from Mumbai. The hands of my watch had already been rotated many times by then. Every hour, the pilot made announcements about how high we were flying, what the temperature outside was, what the local time was, and so on. Passengers around us were saying random things in response to those announcements like, "Oh! 18,000 feet? That's nice! Very high!"

We were flying through clouds at that moment, so I personally couldn't tell the difference between 18,000 feet and 18 million feet. Honestly, this whole thing of estimating distances has been a challenge for me, whether I am in the air or on the ground. Whenever I read about some witness in court say stuff like "the accused was 19 feet away from me", I feel jealous of his ability to express distance so precisely. Because I absolutely suck at it. I can't even remember the inches in my own measurements for shoes, hats, collars, socks, and so on. When a shoe salesman asks what size I want, I just give him the chappals I am wearing then and ask him to figure it out. I have immense respect for people who go shoe shopping and say stuff like "Bring me Number 8 pairs".

And when someone remembers the precise date on which something happened, I feel overcome enough with admiration to go hug them. When I hear someone say stuff like, "I remember it was July 17th...", I am amazed. I suck at dates too. Which is why I always sucked at history in school. Even now, I remember only three dates - Shivaji Maharaj died in 1680, the 1857 uprising happened in 1857, and using multiple reminder mnemonics, my wife's birthday. Other than these three, I have no idea of any other dates. You can ask me when India gained independence and I will try to hedge between 1947 and 1950.

Anyway, the point is, I am horrible with anything that is expressed numerically. So even before I could figure out how high 18,000 feet exactly is, our plane was touching down in Dusseldorf. Before I knew it, we were surrounded by cries of "Achtung! Achtung!" and "Gut! Gut!". My wife and I walked to the terminal, now sick of this sequence of stopovers. Yes. I was in Germany with its rich history and culture and intriguing contemporary split between East and West, but I didn't give a damn. The aforementioned Joshi and Patil left us here and we sat there hoping that we'd reach London before we died of boredom.

Why does the final stretch of the journey always seem to last the longest? Even when I am traveling from Pune to Mumbai by train, it is the same. The time from Pune to Thane or Kalyan seems to breeze by in a happy procession of vada, omelets, chikki, etc. But from there, Mulund, Bhandup, Vikroli, Dadar, etc seem to take an eternity to pass by. Very annoying! It's the same with other trips too. When you're taking a train from Mumbai to Delhi, everything seems great until you reach Mathura, and then after that, things seem to slow down. If you're going from Mumbai to Nagpur. it is Wardha that is the tipping point after which it is all yawns and polite curses.

The flight from Dusseldorf to London seemed similarly annoying and yawn-inducing. Finally, after about the hundredth yawn, the plane started barreling downwards. All the passengers around us seemed to have perked up as the plane continued descending. Finally there was a bump and the plane started slowing down. And a few passengers around me echoed my thoughts,

"Ah! London!"



          The Journey of an Electronic Music Producer   

Electronic music has become one of the biggest genres in the music industry at this point in time, with electronic music producers like Calvin Harris, Kaskade, Tiesto, Skrillex and many more becoming well-known names across the globe. With an endless list of sub-genres within the electronic music realm, the community of individuals that produce their own […]

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          Hábitos de vida e a Tradição Chinesa   

Que o estresse tem consumido nosso tempo e prejudicado nossos hábitos de vida, isso muitos sabem, mas quantos já se perguntaram o quanto isso afeta a nossa saúde a longo prazo?

Segundo a Medicina Chinesa, possuímos uma Essência que é doada pelos nossos pais, conhecida também por Energia Ancestral, ou Jing Pré Celestial.

Mas para o funcionamento adequado do nosso organismo, precisamos da interação desta com a Essência Adquirida, ou Jing Pós Celestial, obtida através da nossa alimentação e respiração. 
Uma boa alimentação e um bom condicionamento cardiorrespiratório (adquirido através de exercícios), que proporciona uma distribuição de oxigênio pelo corpo mais eficaz, garantem um bom Jing adquirido.

Essa Essência pode ser comparada a uma vela: a hereditariedade responsabiliza-se pelo diâmetro, enquanto nossos hábitos pela queima. E como toda vela, aquilo que se perde não se recupera.

Má alimentação, noites mal dormidas, sentimentos que nos consomem, vícios, excesso de trabalho; todos são fatores que aceleram a perda da nossa Essência.

Esse fato é visualizado ao lembrarmos em como ficam as pessoas  em fase terminal de uma doença. Temos a nítida impressão de que a Essência dessa pessoa está se esvaindo. E realmente é isso que acontece; é a vela se apagando.

A Acupuntura pode auxiliar no equilíbrio energético do nosso organismo, fisiologicamente e emocionalmente; porém ter bons hábitos é fundamental para uma boa saúde.

Lembre-se: somos aquilo que comemos, que pensamos, e o que queremos ser! 
Portanto, busque o equilíbrio para uma saúde melhor.

          Pilates e a Postura   

Muitos já ouviram falar quanto o Pilates contribui para uma melhora na postura. Mas poucos entendem como realmente ocorre esse mecanismo.
Antes de mais nada é importante frisar que uma postura incorreta não trás conseqüências apenas  à estética, mas também prejudica a respiração e provoca um excesso de tensão em músculos e ligamentos predispondo o indivíduo a lesões.
Infelizmente esse risco acaba sendo maior na região lombar uma vez que a sobrecarga nessa região é muito grande e ainda maior quando adota-se uma postura inadequada. Lesões nessa região diminuem drasticamente a funcionalidade do indivíduo, podendo levar ao sedentarismo que se mantido apenas piora o quadro da doença.
Os exercícios do Pilates são realizados visando flexibilidade e resistência muscular mas sempre associados a uma postura adequada, com ombros e pelve (região do quadril) alinhados e estrategicamente posicionados assim como ativação constante de músculos essenciais para o bom alinhamento corporal.
Sabe-se hoje que a ativação em conjunto desses músculos, que chamamos de CORE, Power House ou Centro de Força são fundamentais para a prevenção de lesões na coluna, como protrusão discal ou hérnias de disco.
Sendo assim, os exercícios de Pilates são extremamente benéficos na correção postural, o que não apenas previne o risco de lesões como também melhora nossa respiração e diminui o gasto de energia durante as atividades, minimizando ou eliminando as dores e o cansaço.
Foto: Internet

 - ESTA MATÉRIA FOI PUBLICADA NO JORNAL METROPOLITANO, NA SESSÃO INFORMATIVA SOBRE SAÚDE.
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          Adolescente autodidata de São José do Egito leva música do Sertão ao Canadá   
Quando era pequeno, o pernambucano Everson Heleno Aguiar costumava garimpar discos e filmes nas feiras livres de São José do Egito, no Sertão pernambucano, onde ele nasceu. Pechinchava junto aos comerciantes, recolhendo os vídeos de apresentações de violeiros e teleaulas de dedilhado ao violão. Nas noites de domingo, enquanto colocava as últimas aquisições do dia para tocar, começava a esperar pelo fim de semana seguinte. Vendo filmes e ouvindo discos, semana a semana, Everson aprendeu a tocar violão. Não imaginava que as cordas um dia o levariam ao Canadá.

Aos 17 anos, o mais novo dos três filhos de um casal de agricultores cursa o terceiro ano do ensino médio na Escola Técnica Estadual Célia Siqueira, em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Há anos, todas as manhãs, chega para a aula com o violão sobre os ombros. O instrumento só é deixado no armário quando a chuva desaba sobre a região, cobrindo de lama a Zona Rural do município, onde ele vive com a família - antes do rapaz lançar-se sobre os mais de 20 km que separam a residência e o centro de ensino, na garupa da motocicleta do pai. "O violão foi presente do meu irmão mais velho e não me separo dele para nada", conta. Foi em um de seus dias comuns, o violão nas costas, que recebeu a notícia: seria um dos dez primeiros estudantes pernambucanos contemplados pelo Programa Ganhe o Mundo Musical, oferecido pelo governo do estado a alunos da rede pública com habilidades musicais, e estudaria por cinco meses em Manitoba, no Canadá.

"O lugar mais distante de casa que eu conhecia era o Recife, porque uma das etapas de seleção para o intercâmbio foi uma entrevista no Conservatório Pernambucano de Música, na capital. Nunca imaginei viajar para fora do Brasil", lembra o estudante, que embarcou para o país estrangeiro em agosto de 2016. Para quem cresceu tomando emprestados violões de vizinhos e familiares na tentativa de desenvolver um talento inato, Everson se adaptou com facilidade às primeiras aulas formais de música na Brandon University - oferecidas em paralelo aos estudos regulares. "Ganhei técnica e teoria. É como se agora eu fosse capaz de realmente sentir a música, as notas, muito mais do que antes", avalia. O pernambucano foi acolhido pelo casal canadense Jennifer e Jared Jaffray e viveu com os filhos deles, os pequenos London e Paige, de 4 e 3 anos, respectivamente - 'eles me deram meses inesquecíveis", lembra.
A mais de 8 mil quilômetros da cidade de Brandon, o agricultor Heleno Cícero de Aguiar, 53, e a esposa, a agricultora Maria do Socorro da Conceição Aguiar, 50, aprenderam com o filho a manusear um tablet antes da partida dele – foi o canal de comunicação da família durante o intercâmbio. "Criei os perfis deles no Facebook, para me enviarem mensagens. De primeira, não queriam que eu fosse. Eles tinham muito medo, era tudo novo, desconhecido. Depois concordaram, ficaram mais tranquilos porque prometi me comunicar. Mas foi muita saudade...", conta. Ele ainda se emociona ao resgatar a separação da família, sobretudo do pai, a quem é especialmente apegado.

A permissão para o carimbo no passaporte de Everson teria sido, além de um gesto de esperança quanto aos sonhos do filho, um voto de confiança na escola em que ele estuda: o gestor da ETE Célia Siqueira, Niedson Amaral, tornou-se agente decisivo na missão de convencer o casal de agricultores sobre o valor daquela oportunidade. Foi Niedson quem conduziu o garoto muitas vezes ao Recife nos meses anteriores à viagem, a fim de resolver toda a burocracia necessária ao embarque internacional. "Acompanhei os pais na partida e no retorno, no aeroporto. Nesse intervalo, Everson amadureceu longe de casa de maneira perceptível. Sempre foi um menino curioso, interessado em aprender. Mas agora é menos tímido, tem mais segurança para tomar decisões. Isso transformou o receio dos pais em gratidão", testemunha. Na Célia Siqueira, três estudantes participaram do Ganhe o Mundo em 2015, outros três embarcaram em 2016. Em 2017, serão 13 representantes em países como Canadá, Chile e Estados Unidos, entre os 450 alunos.

"Eu tenho o sentimento de quem não sabe nem como agradecer a Deus. Não existem as palavras para isso... para um pai que sempre foi agricultor, que sempre foi pobre, e ver seu filho ganhar uma chance que ele mesmo nunca poderia dar", diz Heleno Cícero, escolhendo as frases com cuidado, cutucando a emoção. "Com pouca instrução", como ele descreve a si mesmo e a esposa, Heleno e Maria do Socorro criaram três filhos em São José do Egito. O mais velho, Emerson Heleno, estuda engenharia em São Paulo, enquanto o filho do meio, Vanderson Heleno, cursa engenharia no Recife. "Eu quero ser engenheiro também. Ou talvez eu seja repórter, porque sempre gostei das coisas que um repórter faz", diz Everson, reestabelecido em casa após o intercâmbio, de onde regressou em janeiro, assim como outros mais de mil estudantes da rede estadual de ensino contemplados no programa em 2016.

E a música? A pergunta surge inevitável e flutua à sua frente. "Sobre a música eu nem tenho o que dizer. O violão é a única coisa de que eu tenho certeza nessa vida. O violão me deu tudo isso, essa aventura toda. Independentemente de ser engenheiro ou jornalista, nunca vou deixar de tocar", reflete. É com o instrumento nos ombros que Everson volta todas as noites ao Sítio Borges, onde sua viagem a outro mundo virou lenda e onde seu domínio sobre as seis cordas encanta os agricultores de São José do Egito, preenchendo o silêncio que têm as noites do Sertão. (Diário de Pernambuco/ Fotos: Rafael Martins DP)

          ASOS decide mostrar a sus modelos con estrías apostando por la belleza real   
ASOS, la conocida plataforma online de venta de ropa y complementos, ha decidido dejar de retocar los cuerpos de sus modelos dejando visibles sus estrías. Algo realmente significativo ya que desde hace mucho tiempo algo tan normal como las estrías habían desaparecido por completo de anuncios y catálogos.
          TEAM17’S GAMES LABEL WELCOMES SWORD LEGACY: OMEN   
TEAM17’S GAMES LABEL WELCOMES SWORD LEGACY: OMEN Brazilian developed turn-based tactical RPG joins growing global line-up UK – 30th June 2017 – Award-winning international games label and veteran games developer Team17 has today announced its first partnership in South America with Brazil-based independent developers Firecast Studio and Fableware Narrative Design to publish Sword Legacy: Omen, a challenging turn-based tactical RPG with a dark, cartoon-inspired aesthetic. Sword Legacy: Omen is set in the candlepunk realm of Broken Britannia, a once-thriving kingdom full of alchemical and technological advances now fragmented by intrigue and deceit. As the vengeful knight, Uther, and his misfit band of companions, players will embark on a thrilling journey to locate the long-lost Excalibur. In this bloody, brutal take on the Arthurian legend, players will explore rich environments, experience a riveting storyline and survive intense turn-based tactical combat to define the fate of Britannia. The partnership with Firecast and Fableware marks Team17’s first venture into the Brazilian games development scene. Debbie Bestwick, MBE, Team17’s CEO said, “Our label aims to work with the best independent creators around the world, help them build new IP and aim for sustainability. We’ve stepped up our international side significantly this year with recently announced partners in North America, Germany and Sweden. It’s a pleasure to welcome Firecast and Fableware to our ever growing family of partners as our first Brazilian team. There’s so much local talent being showcased at BIG Festival this week, we’re very excited to be working together with both teams. Sword Legacy: Omen is a high quality turn-based tactical game created by two very talented teams that brings another different angle to our diverse games label.” Bruno Lanzarotti, Executive Director, Firecast Studio added, “The partnership between Team17, Firecast Studio and Fableware is very promising and shows the world the quality of Brazilian games. We are very happy to have such an established and respected British company supporting our vision of the Arthurian legends! All this makes us very excited and gives us confidence that Sword Legacy: Omen will have the strength to stand out not only in Brazil, but also internationally. With this partnership, we believe we are doing something great, important, that brings us pride in representing Brazilian games development and showcasing the quality and creativity we can bring to gamers worldwide.” Arthur Protasio, Creative Director, Fableware Narrative Design said, “Partnering with Team17 feels like a pupil being acknowledged by the master. Not only are we long time Worms fans, but we also keep a close eye on the great games published by the label. That’s why when the Brazilian Game Developers Program and the Goethe Institut invited me to Quo Vadis in Berlin, I knew it was THE opportunity to pitch to Team17’s Debbie Bestwick. Just as Fableware teamed up with Firecast and together began a unique co-production, we believe Team17 is a most valuable addition to this endeavour. With each company excelling at their expertise, we have high hopes for the final product and can now proudly say we’ve joined this experienced indie family.” Sword Legacy: Omen will launch on PC in 2017. About Team17 Digital Ltd Founded in 1990, Team17 Digital Limited is a leading international games label that hosts the Worms franchise, Aven Colony, The Escapists, Genesis Alpha One, Overcooked, Yoku’s Island Express, Yooka-Laylee and many more from developers around the world. Visit www.team17.com for more info. About Firecast Studio Founded in 2014, Firecast Studio is an independent developer based in Rio de Janeiro, Brazil About Fableware Narrative Design Founded in 2015, Fableware Narrative Design is an independent storytelling studio based in Rio de Janeiro, Brazil, specialized in writing and developing content for multiple platforms and transmedia projects, such as Emmy nominated TV Shows, animations, and awarded video games. Sword Legacy: Omen © 2017. Developed by Firecast Studio and Fableware Narrative Design. Published by Team17 Digital Ltd. Team17 is a trademarks or registered trademarks of Team17 Digital Limited. All other trademarks, copyrights and logos are property of their respective owners.
          Re: Loucuras da Fé   

Tudo que Deus coloca em mim, em todos, não é nada a mais do que realmente somos capazes de fazer, Ele coloca em nós o desejo de algo porque sabe que seremos capazes de realizar por meio do seu querer!
''Que Deus sempre encontre coragem em mim para realizar os seus sonhos, porque uma coisa é ter fé, outra totalmente diferente é ter coragem''. Como os 300 de Gideão, aparentemente todos os 32 mil homens eram de fé, mas apenas 300 eram corajosos para que Deus colocasse neles tanto o querer e o efetuar.


          Re: Loucuras da Fé   

Realmente a fé tem seus segredos e mistérios,que só são revelados aos que com coragem tomam atitudes.
Essa é a fé que conduz a universal.


          Re: Fé, paciência e tempo   

Realmente, a impaciência é como uma avalanche, que sai carregando todo o equilíbrio racional e que domina o coração que palpita trazendo desespero e rouba o que nós temos de mais precioso: A Fé.
Realmente, a impaciência é avassaladora!!!
Lendo esta mensagem, me despertei deste sofrimento que vem me roubando o direito de viver as promessas que espero de meu Deus no tempo Dele, e mais ainda a Paz de minha alma.
Vou montar guarda agora.
Obrigada Bispo.
Sandra Dumont
Belo Horizonte/MG


          Ranking The Legend Of Zelda: Breath Of The Wild's Best Amiibo-Exclusive Unlocks   

As Brian Shea outlined in a recent opinion piece, The Legend of Zelda: Breath of the Wild's Amiibo implementation serves as showcase for how to to do something both interesting and worthwhile with Nintendo's little figures. None of the unlocks break the game or feel like required loot, but they are very cool, especially the possible bonuses connected to the non-Breath of the Wild Amiibos.

While worth using to grab more arrows, strong weapons, cooking items,etc., the Breath of the Wild Amiibos (seen above) offer items that you can find in the game without their aid. The previously-released Legend of Zelda Amiibos, however, offer the best loot as it can't be found otherwise in Breath of the Wild, and it's full of callbacks to past Zelda games. We decided to rank those items in order to create a functional resource to learn what stuff you can get from Amiibos, and also create a platform for all of use to argue about which unlocks are the best.

Note that while the clothing items are each awarded separately (cap, tunic, or trousers) we decided to rank each one as a set.

17. Sea-breeze Boomerang

All the weapon unlocks appear low on this list because they will break over time. The Sea-Breeze Boomerang is a fun callback to The Wind Waker, but is unremarkable otherwise.

16. Hero’s Shield

Much like the Sea-Breeze Boomerang, the Hero's Shield is mostly unremarkable, but fun for The Wind Waker fans. It edges out the boomerang by completing the Wind Waker look when held while wearing the Cap, Tunic and Trousers of the Wind.

15. Goddess Sword

Its low ranking may be surprising, considering it is essentially the Master Sword, but that's part of the problem – the Master Sword is in the game, and it's much stronger. In Breath of the Wild it doesn't stand out visually in any dramatic way, which makes its unlock underwhelming.

14. Sword of the Six Sages

The Sword of the Six Sages is one you might not immediately recognize. Link never held it himself (before now), but it was prominent in one of Twilight Princess' most memorable cutscenes. The Six Sages used the sword to banish Ganondorf to the Twilight Realm by poking him in the gut with it.

13. Biggoron's Sword

Ocarina of Time is known for many things, but sidequests is not one of them. It's biggest sidequest, however, involved getting this sword. The fact that it looks slightly low-poly in Breath of the Wild's engine makes it even cooler.

12. Fierce Deity Sword

The Fierce Deity ensemble (which appears later in this list) isn't complete without this sword. It's also powerful, and has a very distinct look, which puts in higher than most of the other swords on this list.

11. Wolf Link


Wolf Link is cool, but he's not really an item. Also, once you started building out Breath of the Wild's fast-travel points, he gets left behind often.

10. Cap of the Wind, Tunic of the Wind, and the Trousers of the Wind

The clothes are among our favorite unlocks in the game, but the Wind Waker outfit is the least remarkable of the available ensembles.

9. Sword

It's not a great sword in terms of combat, but the idea that this has the potential to be the very weapon offered to Link so that it would be less dangerous to go alone in 1987 is very, very appealing.

For the rest of the best of The Legend of Zelda: Breath of the Wild's Amiibo unlocks, head to page two.


          KDDI Finds New Groove With Non-Telco Services   
The Japanese operator is enjoying success outside the connectivity realm.
          The View Camera Aesthetic in the Digital Realm part 3   
(Editor’s note: Guest contributor Steve Inglima continues his discussion of the view camera and how its aesthetic informs digital photography. This installment explains the circle of coverage in relations to the shift movement in the view camera and the DSLR equivalent, the tilt / shift lens. Here are links to part 1 and part 2.)…
          Por que ter uma memória ruim pode ser uma coisa boa, segundo a ciência   

O personagem Dory de Procurando Nemo: esquecer das coisas nem sempre é um mau sinal (Foto: Divulgação)

O personagem Dory de Procurando Nemo: esquecer das coisas nem sempre é um mau sinal (Foto: Divulgação)

Ao esquecer detalhes que não são importantes, o seu cérebro está ajudando você a tomar as decisões certas

Publicado na Época Negócios

Sabe aquelas pessoas que vivem se gabando de ter uma memória perfeita? Nunca esquecem nenhum nome, a cidade que visitaram há 10 anos, lembram todos os detalhes dos filmes. De acordo com cientistas, você deveria deixar de invejar essa gente, pois esquecer é uma coisa normal e, veja só, ainda te torna mais inteligente.

Em uma pesquisa publicada recentemente na Neuron, e divulgada pela Time, o time de cientistas liderado por Paul Frankland e Blake Richards, da Universidade de Toronto, concluiu que o principal objetivo da memória não é transmitir a informação de forma mais precisa ao longo do tempo. E, sim, otimizar o poder de decisão inteligente ao se apegar ao que é realmente importante e “esquecendo” o que é irrelevante.

“É importante que o cérebro esqueça detalhes irrelevantes e, em vez disso, se concentre em tudo o que vai ajudar a tomar decisões práticas no mundo real”, afirma Blake Richards, que integra o programa Learning in Machine and Brains (Aprendizado em Máquinas e Cérebros).

Após estudar e cruzar informações sobre memória, perda de memória e atividade cerebral em seres humanos e animais, os pesquisadores perceberam que o cérebro cria novas conexões que se sobrepõem às mais antigas. Essa observação foi feita nos estudos de Frankland com cobaias, provando que as células do cérebro são formadas no hipocampo – região associada com o aprendizado de novas coisas. As conexões que surgem a partir dos conhecimentos substituem as memórias antigas e tornam seu acesso mais difícil.

Essa troca constante de memórias antigas por novas pode trazer verdadeiros benefícios evolucionários, dizem os pesquisadores. Por exemplo: nos permite adaptar a novas situações, deixando de lado as informações desatualizada e potencialmente enganosas.

“Se você está tentando viver sua vida e seu cérebro insiste em relembrar memórias conflitantes, isso torna mais difícil que você tome uma decisão acertada”, diz Richards.

Nossos cérebros também nos ajudam a esquecer fatos específicos, mas retêm uma ideia geral do que aconteceu. Isso, dizem os pesquisadores, nos dá a habilidade de generalizar experiências anteriores e aplicar o conhecimento em situações atuais.

Os cientistas afirmam que é normal admirar aquela pessoa que sempre vence nos jogos de memória, como Master, Perfil ou Imagem e Ação. ‘Mas o fato é que o processo da evolução formou nossa memória não para ganhar jogos de trivia, mas para tomar decisões inteligentes”, diz Richards. “E quando você olha para o que é necessário a fim de tomar decisões inteligentes, então podemos argumentar que é saudável esquecer algumas coisas”.

O que isso significa para quem vive esquecendo nomes e detalhes que acabou de ler, pessoas que encontrou ontem ou até mesmo onde deixou as chaves de casa? Para Richards, essas pessoas deveriam se exigir menos, dentro do limite do razoável.

“Ninguém quer esquecer tudo o que aprendeu, e se você anda esquecendo mais do que o normal, aí sim tem uma razão para se preocupar”, diz o pesquisador. “Mas se você costuma esquecer um ou outro detalhe, é provavelmente um sinal de que o seu sistema de memória é perfeitamente saudável e está fazendo exatamente o que deveria”.

Considerando-se a atual sociedade em que vivemos, em que há computadores por todo lado e a possibilidade de pesquisar tudo no Google, Richards afirma que nossos cérebros não precisam mais guardar uma quantidade enorme de informações, como número de telefone e quem foi o primeiro homem a pisar na Lua. “Ao invés de guardar essas informações irrelevantes, nossos cérebros estão liberados para arquivar memórias que realmente fazem diferença para nossas vidas”, diz.

O pesquisador recomenda ainda uma “limpeza” regular no sistema de memória – facilmente resolvido com idas frequentes à academia ou se exercitando em casa e nos parques.

“Nós sabemos que a atividade física aumenta o número de neurônios no hipocampo”, diz. Sim, isso talvez faça com que algumas memórias se percam, diz, “mas são exatamente aqueles detalhes da sua vida que não têm importância, e que talvez estejam te impedindo de tomar boas decisões”.


          Quiénes se están enriqueciendo en Cuba?   
¿Quiénes se están enriqueciendo en Cuba?
Pareciera que, según informes, la Isla comienza a enrumbar hacia un
"camino correcto". Pero nada más lejos de la realidad
Viernes, junio 30, 2017 | Ernesto Pérez Chang

LA HABANA, Cuba.- ¿Quiénes se están enriqueciendo en Cuba? ¿A dónde está
yendo a parar ese dinero? Son dos preguntas a las que no pueden
responder con exactitud ninguna de las estadísticas ofrecidas hasta el
momento, basadas en las noticias y en la observación "in situ" más que
en los datos reales, sobre el crecimiento del llamado "sector
cuentapropista".

A todas luces existe un auge de los emprendedores cubanos. Incluso ya se
habla en algunos grupos de economistas sobre ganancias anuales que se
acercan a los 1000 millones de dólares tan solo en el sector
gastronómico (paladares, bares, centros nocturnos), así como de cifras
similares para negocios relacionados con la estética corporal (salones
de belleza, barberías, etcétera) más la renta de habitaciones a
extranjeros. La tríada de oro del cuentapropismo.

Pareciera que Cuba comienza a enrumbar hacia un "camino correcto" por
vez primera en su existencia como nación comunista y que esa prosperidad
del individuo, en apariencias independizado de la sociedad restrictiva
donde vive, finalmente habrá de lograr dar al traste con el viejo
sistema e instaurar un nuevo orden político, en resonancia con la
actualidad.

Pero nada más alejado de la realidad. Ninguna de las cifras ofrecidas
por los analistas puede decir nada real, objetivo, bien aterrizado,
sobre lo que sucede ahora, en este momento, y mucho menos sobre lo que
habrá de suceder en los próximos años.

Decir que el sector gastronómico independiente está generando ganancias
anuales considerables y ejemplarizar esa prosperidad con un listado de
sitios cada día en aumento, sin analizar los verdaderos fenómenos que no
solo están ocurriendo alrededor de esa "bonanza" sino que la generan e
impulsan, solo alcanza a distraer la atención sobre lo que está
ocurriendo y que, en corto plazo, puede hacer que toda la estructura se
derrumbe como un castillo de naipes.

¿Quiénes están disfrutando de los beneficios de esos cerca de 2000
millones de dólares anuales que se le calcula tan solo a las,
llamémosles, "tres puntas de lanza" de los emprendedores cubanos?

A muchos conviene responder que son los propios cubanos. Al gobierno de
la isla, por ejemplo, porque, entre otras cosas, eso lo ayuda a reforzar
la imagen de cambio que desea proyectar hacia el exterior; a los
principales protagonistas de ese sector privado incipiente, porque es lo
que se espera de ellos, al menos discursivamente, en algunos ambientes
de las políticas interna y externa donde son observados como un todo y
no como realmente son, es decir, un sector heterogéneo, profundo y muy
pero muy difícil de sondear por las relaciones que guardan con la
economía subterránea, el capital exterior, el tráfico de influencias
dentro del aparato estatal, más un largo etcétera que haría colocar
grandes comillas a las palabras "independiente", "emprendedor" y
"cuentapropista".

Inmediata a las cifras que sirven a algunos analistas para demostrar que
el "movimiento" de los emprendedores cubanos es exitoso, prometedor y
generador de cambios en potencia, debiera pegarse una extensa retahíla
de preguntas y dudas sobre todo que indaguen por quiénes son los dueños
de esos negocios, de dónde provino el capital inicial, de cuánto fue la
cifra y en qué tiempo fue amortizada, a cuánto asciende la ganancia real
y cuánto es la ganancia declarada, qué relaciones guardan los dueños de
estos negocios con el sector estatal y si realmente conviene, tanto a
algunas facciones del gobierno como a la mayoría de aquellos, la
existencia de un mercado desregulado, mayorista e incluso la libre
importación de mercancías, así como el reconocimiento de una
personalidad jurídica y la integración, sin mediación de instituciones
estatales, a mecanismos internacionales de comercio y de ayuda para el
desarrollo.

Según me ha confesado el "administrador" de un exitoso centro nocturno
de la Habana Vieja, que pudiera ser ejemplo de otra decena de sitios
similares en la capital, su establecimiento genera diariamente unos 5
mil dólares (hablo de CUC, que al cambio es casi similar al USD).

Incluso en las jornadas más desastrosas (días lluviosos, dificultades
con la oferta o los servicios, baja afluencia de turistas), la ganancia
neta nunca ha sido inferior a los 3 mil dólares.

Sin embargo, este "administrador", que figura como beneficiario de la
licencia otorgada por la Oficina Nacional de Administración Tributaria
(ONAT), apenas recibe unos 500 dólares diarios (una verdadera fortuna en
Cuba) ya que, de los 5 mil que tiene como plan regular, la mitad debe
llegar, todos los días, religiosamente, sin mediación del banco
nacional, a las manos del verdadero dueño del club nocturno, un cubano
residente en los Estados Unidos, quien invirtió unos 150 mil dólares en
la ejecución de este proyecto, así como ha invertido en otras empresas
análogas que existen en la isla.

Del dinero que ha generado el establecimiento del que hablamos, solo ha
quedado en Cuba una mínima parte y, tengamos en cuenta, no toda ha ido a
parar a las arcas del Estado, o al menos no a aquella "parte más
transparente" de tal agujero negro.

Me explica un amigo, exfuncionario de la ONAT y actualmente "tenedor de
libros" por cuenta propia, que la inmensa mayoría de los negocios
particulares que generan grandes ganancias no las declaran. Se llega a
un arreglo entre funcionarios corruptos de las instituciones impositivas
y los "licenciatarios" (imposible hablar de "dueños", debido a que casi
la totalidad son mediadores que desempeñan el papel de propietarios), y
este acuerdo "por la izquierda" se realiza regularmente a través de
intermediarios que casi siempre son los propios "tenedores de libros",
antiguos fiscales de la ONAT o familiarizados con esta, expertos en el
entramado legal y, por tanto, en cómo burlarlo exitosamente.

Mientras el capital fluye hacia el exterior, quizás hasta generando
cambios fuera de Cuba, solo una parte muy mínima de las ganancias se
traduce en beneficio directo para el ciudadano común y, por tanto, jamás
surgirán clases sociales diferentes a las ya establecidas por el grado
de cercanía al poder político.

Apenas unos 2 mil dólares mensuales invierte el administrador del club
nocturno mencionado líneas atrás en el pago a unos trabajadores
entrenados (por vivir tantos años sin derecho a la protesta ni a las
demandas judiciales) en el arte de aguantar callados ante cualquier
atropello.

Al grueso de los productos que integran el menú gastronómico tampoco
dedica demasiado este gerente emprendedor cubano, puesto que adquiere la
mayoría en el mercado negro (fuertemente conectado a la empresa estatal
socialista), con lo cual nunca se le ha creado la necesidad de la
existencia de un almacén mayorista estatal porque, como él mismo afirma
entre risas, "¿acaso no ha existido siempre?".

El total de las inversiones en los negocios "privados" que actualmente
existen en Cuba ha llegado desde el exterior y, por tanto, no será en la
isla que termine la mayor parte de las ganancias generadas. En
principio, porque el sistema bancario cubano no fue diseñado para
funcionar como tal y, en consecuencia, existe poca confianza en él,
pero, además, porque lo que apreciamos como fenómeno a través de cifras,
en cuando al movimiento de los emprendedores en la isla, es solo la
parte visible de un iceberg que contiene en su masa gigantesca cientos
de anomalías económicas, sociales, políticas donde se ocultan desde
esquemas fraudulentos que afectan a más de una nación y hasta mucho de
aventurerismo del malo, es decir, del que gusta que las cosas se
mantengan tal cual por los siglos de los siglos.

Source: ¿Quiénes se están enriqueciendo en Cuba? CubanetCubanet -
https://www.cubanet.org/destacados/quienes-se-estan-enriqueciendo-en-cuba/
          Baseball's fastest team plays in San Diego   
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          Comentário sobre Amenorreia – Terapeuta Homeopata Alessandro Carvalho de Souza por Amanda Toledo   
Adorei as dicas sobre menopausa, realmente é uma outra faze nas nsas vidas e podemos viver muito melhor com a menopausa. Obrigada por compartilhar dicas tão úteis.
          Comentário sobre Enquete da semana: Vettel x Hamilton por Alexsander   
Bela lembrança! Vi e revi várias vezes os vídeos da onboard de LH e Seb nas voltas em que o SC ia entrar. Percebe-se que na primeira vez LH freia antes de fazer a tangência da curva que precede a pequena reta e só tira o pé do freio depois da curva. Já na segunda vez Seb estava, realmente, mais perto porém LH faz a tangência sem freiar e só vai frear depois do apex, já na reta. Dá pra ver como o carro fica lento de repente. LH foi malandro e Seb desmiolado na sua atitude. Perdeu a corrida na sua tolice.
          J.Y.J versus Avex y SM   


No puede librarse de la idea de que Avex fue con los tres de nosotros como instrumentos para obtener mayores beneficios en lugar de tratar con nosotros como artistas.” – JYJ
Con esa frase sola , millones de fans alrededor del mundo fueron incitados a un frenesí sobre cómo, codiciosos del mal funcionamiento de Avex impedían su amado JYJ de promociones continua .
Ahora bien, si ese escenario le suena familiar, es preciso, ya que es inquietantemente similar a la que se juega con SM Entertainment poco más de un año atrás.
Las dos veces que JYJ fue atacado por sus empresas, los fans rápidamente llegó a su rescate y defendió sus acciones en número muy elevado, lo que demuestra que la comunidad internacional de K-pop está bien anclado en el lado del trío ídolo.
A pesar de la aparente desprecio unánime a la SM y los papeles respectivos de Avex en esta controversia, tengo que dar un paso atrás de todas las reacciones emocionales, y reflexionar sobre si las dos empresas realmente merecen estas representaciones horrible.
Después de todo, es fácil para los aficionados a la pintura de sus ídolos como mártires en el despiadado mundo del negocio de la música, pero es igual de fácil para ellos pierden su proceso de pensamiento racional.
El mayor argumento en contra de las empresas , en particular SM, es que se pegaron con TVXQ años contratos injustos “13″, que trabajó hasta el agotamiento de TVXQ sin una compensación adecuada, y que las empresas no hicieron caso a las solicitudes de contrato.
Supongo que para el profano, las cosas suenan ridículas, pero por lo general, creo que depende del punto de vista.
En mi opinión, es importante recordar que estas empresas invierten cientos de miles si no millones, de dólares, así como un tiempo precioso, para desarrollar y capacitar a estos grupos ídolo. Como resultado, a fin de asegurar un retorno, deben llegar a los contratos que aseguran su margen de beneficios potenciales. En consecuencia, un contrato de largo y una gran parte de la rentabilidad del grupo son lo que necesitan para tomar con el fin de garantizar un retorno para ellos y sus accionistas.
Todo el mundo se centra en las historias no favorito, pero recuerde que la compañía todavía tiene que comer todos los costes de formación y promoción, incluso si las bombas del grupo, el riesgo es significativamente más alto, así que ¿por qué no las recompensas también ser altos cuando tienen un éxito? Y no es que estas empresas sólo desembolsar el dinero para los alumnos: incluso para los grupos de éxito, las empresas pagan por todo. tarifa de avión, comidas, hoteles, alquiler de coches, promociones, grabación, escritores, productores, conductores – cualquiera que sea el grupo de necesidades, que están pagando por ello.



Cuando se anunció que Avex se siguen vendiendo productos JYJ después de que cayó el trío, sólo refuerza a los aficionados que Avex estaba haciendo esto porque están hambrientos de dinero, o “robo de lucro”.
Otra vez sin embargo, no es como si JYJ son sólo de la música. Después de todo, que originalmente quería renegociar sus contratos después de que presentó la demanda original contra SM, por lo que en esencia, que sólo estaban en busca de la mejor oferta, al igual que cualquier compañía.
Si bien la historia del trío admirable que se puso de pie por sí mismos contra los grandes, corporación mal, el mal es una buena historia, no estoy seguro de la disparidad en la percepción merece ser tan amplio como es.
También es absurdo para mí el que los fans creen que sus cantantes favoritos tendría éxito sin estas empresas. Después de todo, que iban a ser si no para las empresas que capacitó y contrató a ellos?El mercado de la música coreana es muy saturado, y artistas independientes no encuentra el mismo éxito financiero que lo harían en una cultura musical más amplia, como los Estados Unidos. Sin SM, y en menor medida, Avex, a quien le TVXQ y JYJ ser? A nadie? Probablemente no, y eso es evidente para una gran mayoría de los ídolos.



Una reacción coherente de JYJ a los procedimientos judiciales y promociones caído es un intento de comisión de la simpatía de sus fans. La clave para ellos es hacer girar la situación en una historia lamentable en el que aparece siempre que una empresa codiciosa está obligando a los pobres, talentos inocentes para hacer cosas que no quieres hacer. Quieren que todo el mundo creen que su único objetivo en la vida es complacer a los fans y hacer música para el arte de la misma. Por ejemplo, JYJexigió 2,5 millones de dólares de la demanda, aunque dijeron que eran un valor de 10 millones de dólares. ¿Por qué la menor cantidad? Una vez más, para crear la percepción de que a pesar de que estaban exigiendo un montón de dinero, que no estaban siendo codicioso, ya que sólo exige el 25% de lo que ellos pensaban que merecían.
Así que ¿por qué utilizar este giro? Porque funciona.
Aunque ambas partes son parte de la culpa de este desastre, no ha sido culpa abrumadora colocado a los pies de SM Entertainment y Avex.
La realidad fría y dura, sin embargo, es que la gente busca obtener rentabilidad financiera Las empresas no están a cargo de máquinas sin corazón empeñado en destruir los sueños de los ídolos de los jóvenes;. Que son administrados por motivos de interés propio, tanto para sí mismos y sus accionistas.
Además, los ídolos no son “perfectos ángeles”, a pesar de lo que los fans pueden creer. Al igual que las corporaciones, pero a pequeña escala, que tienen sus propios intereses, su propio éxito, y su propio dinero en el fondo. JYJ, a pesar de la imagen que intenta reproducir hasta, también son seres humanos que desean ingresos monetarios por su trabajo. Una vez más, no hay nada de malo en eso, pero ambas partes son esencialmente tratando de lograr objetivos similares, así que por qué las reacciones muy diferentes?
Espero que la respuesta a este artículo a ser negativo, sobre todo porque toma la postura contraria de lo que la mayoría de los fans de K-pop quiere oír. Después de todo, esta postura no es específicamente sobre JYJ, es realmente acerca de todos los artistas (especialmente ídolo grupos) y la realidad de su situación.
Sé que la gente va a llorar en la ira de los prejuicios y otras excusas moneda corriente, pero el punto de este artículo en su totalidad es que la gente incluso a considerar ambos lados, y que ambas partes pueden cometer errores. Dado que en la actualidad? Los aficionados son el tratamiento tanto para las empresas y los ídolos como si fueran entidades no humanas en una guerra del bien y del mal – pero la realidad es que ambos son una colección de seres humanos que buscan por sí mismos.
La palabra de los ídolos no es la palabra de Dios. Ellos no son perfectos, y sus intenciones no son siempre puro. En ese mismo sentido, todas las empresas no son máquinas mal empeñados en la prevención de tus artistas favoritos de llegar a ser rico y exitoso. No estoy pidiendo a los aficionados a lado con SM y empezar a convertirse en antis, sólo estoy pidiendo para el pensamiento racional. Estoy pidiendo que recordar que JYJ y otros ídolos también son humanos, algo que creo que un montón de fans que perder de vista.
          Jang Hyuk para el nuevo drama de Poseidón   



Después de abandonar la melo-drama de fantasía de Secret Garden (que se sustituye por Hyun Bin, historia de fondo aquí), Jang Hyuk está cerca de elegir su próximo proyecto: próximo drama de acción y aventura de Poseidón.Piense dios del mar no, el cine de acción de Hollywood acerca de hundir barcos.El drama, escrito por el guionista Jo Kyu-won (IRIS) y dirigida por DP Yoo Chul-yong (All In, HIT, Swallow the Sun), se trata de la Guardia Costera. Er, no estoy seguro de si la Guardia Costera es correcto, ya que no es militar, sino más bien la policía océano. Si hay una mejor manera de clasificar oficialmente "policías de los barcos," entonces que había que estar.Yo no conozco a ningún otro detalles de la trama, pero si el escritor de IRIS está detrás de él, le espera una intriga, explosiones y armas de fuego. Realmente no me importa siempre y cuando se trata de trabajo vestido como él está por encima.El papel principal fue programado originalmente para Kang Ji-hwan, pero su batalla legal (en materia de contratos) que participan de la compañía de producción para el teatro, así que volvieron sus ojos hacia la nueva disposición Jang Hyuk por el liderato. Actualmente está leyendo el guión, y buscando en el proyecto favorablemente.

          Priya Deepika Launches Crowdfunding Campaign for Debut Album and Tour   

The "Hear in My Heart" Album Sees the Emerging Songstress Offering a New Realm of Sound Healing and Activism

(PRWeb June 30, 2017)

Read the full story at http://www.prweb.com/releases/priyadeepika-crowdfunding/hearinmyheart-music-tour/prweb14474346.htm


          Ondas de Lava registadas na maior cratera vulcânica de Io   
O satélite Io de Júpiter possui talvez o vulcão mais ativo do Sistema Solar: Loki Patera. Esse vulcão é tão ativo que os cientistas pensavam que ele poderia gerar eventos de geração de uma nova superfície dentro da sua caldeira. E isso realmente ocorre, 1 vez a cada 3 anos: toda a superfície é refeita, …

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          En busca del mejor smartphone fotográfico en la gama media: comparativa de seis teléfonos   

Img 0023

Cada día vemos cómo las marcas apuestan con más fuerza por nutrir su gama media y darle a los usuarios que quieren prescindir de los topes de gama, una experiencia mucho más completa. Uno de los elementos que ha sufrido mejoras considerables en esta gama durante los últimos años ha sido el equipo fotográfico.

Por ello, hemos preparado una comparativa fotográfica entre las cámaras de algunos de los mejores gama media del momento, algo que ya hicimos en su día con los gama alta. Veamos cuáles han sido los resultados que nos han reportado y cuál de ellos puede presumir de contar con el equipo fotográfico más completo.

La gama media y su apuesta por la fotografía

Como decíamos, las compañías están poniendo toda la carne en el asador para dotar a sus gama media (y a todas las gamas en general) de mejores cámaras, pues admitámoslo, es uno de los elementos que más se tiene en cuenta a la hora de decantarnos por un teléfono u otro.

Img 0016

Los móviles que hemos elegido para poner a prueba en nuestra comparativa fotográfica tienen características similares, especialmente en cuanto a la resolución de sus sensores y el tamaño del mismo, pero obviamente, en fotografía (especialmente móvil) otros elementos como el software son determinantes a la hora de medir resultados.

Todos estos teléfonos ya los hemos probado en múltiples aspectos de su naturaleza en nuestros análisis, pero ahora vamos a centrarnos solo en su cámara principal y a compararlos entre ellos. Los protagonistas de esta comparativa son el BQ Aquaris X, Samsung Galaxy A5 (2017) , Sony Xperia XA1 , Motorola Moto G5 Plus , Huawei Nova Plus y Nubia Z11 MiniS.

BQ Aquaris X

Samsung Galaxy A5 2017

Sony Xperia XA1

Motorola Moto G5 Plus

Huawei Nova Plus

Nubia Z11 MiniS

RESOLUCIÓN SENSOR

16 MPX

16 MPX

23 MPX

12 MPX

16 MPX

23 MPX

TAMAÑO SENSOR

1.12"

--

1,23"

1,4"

1.12"

1,26"

DISTANCIA FOCAL

24 mm

27 mm

24 mm

26 mm

27 mm

25 mm

APERTURA

f/2.0

f/1.9

f/2.0

f/1.7

f/2.0

f/2.0

ESTABILIZACIÓN ÓPTICA

En vídeo

No

En vídeo (estabilizador Steadyshot)

No

No

No

ENFOQUE

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

PRECIO

279 euros

299 euros

259 euros

247 euros

300 euros

329 euros

Lo que nos prometen

Como vemos en la tabla de características, casi todos los dispositivos que vamos a someter a prueba se mueven en unos niveles de megapíxeles similares, salvo el Sony Xperia XA1 y el Nubia Z11 MiniS que llegan hasta los 23 MPX. En realidad este dato no es el más importante a la hora de obtener los resultados, ya que éstos dependerán del compendio formado por el tamaño del sensor (como regla general, cuanto más grande es el sensor mayor será la calidad final de la imagen), la apertura máxima de éste y si cuenta o no con estabilización.

apertura Una apertura mayor, representada por un número f menor, deja pasar más luz que una apertura menor.

En el caso de estos teléfonos ninguno cuenta con estabilizador (en foto) y el sensor de mayor tamaño se lo lleva el Nubia Z11 MiniS, aunque la apertura mayor la luce el Motorola Moto G5 Plus, que a su vez cuenta con un menor número de megapíxeles. Como vemos sobre el papel, al final todos los teléfonos cuentan puntos fuertes y otros menores, por lo que se compensarían en resultados, pero vamos a verlo in situ.

La importancia del software

Además de las especificaciones técnicas que podemos encontrar en la cámara de un teléfono (tamaño del señor, estabilización o tipo de enfoque), el software es un elemento clave que puede, no solo optimizar o echar a perder los resultados, sino también afectar a nuestra experiencia como usuarios.

El software es un elemento clave del que no solo dependen los resultados, sino también nuestra experiencia con el teléfono

Los fabricantes, conscientes de ello, ofrecen softwares fotográficos cada vez más completos, incluyendo modos manuales que nos permiten experimentar con la cámara como lo haríamos en fotografía tradicional, o gran cantidad de modos automáticos creativos (en ocasiones de dudosa utilidad). Vamos a ver qué es lo que nos han ofrecido en estos términos cada uno de los teléfonos de nuestra prueba.

Samsung Samsung Galaxy A5 (2017)

En el caso de este teléfono franquicia de Samsung, nos hemos topado con un software muy competente, ya que encontramos en él lo que necesitamos, ni más ni menos. Modos automático, panorámico y HDR junto con el modo Pro que nos permite ajustar la exposición, la sensibilidad ISO y el balance de blancos. Un software escueto pero completo, fácil de usar y muy intuitivo.

Nova Huawei Nova Plus

Seguimos con el software del Huawei Nova Plus, del que si bien no tenemos críticas muy intensas, tenemos sentimientos encontrados. Por un lado el modo profesional es tremendamente completo (de los que más en esta gama), sin embargo, nos topamos con un menú muy poco intuitivo para acceder a los modos y con bastantes funciones automáticas que, como pasa en muchos móviles chinos, no son realmente útiles y al final acabamos por no utilizarlas nunca.

Sony Sony Xperia XA1

En el caso del Xperia XA1, nos damos de bruces con un software que hace desmerecer un sensor cuya calidad nos daba grandes esperanzas sobre el papel. Y es que Sony sigue apostando por su modo automático superior, que ajusta bastante bien en la mayoría de situaciones, pero sin embargo, deja bastante oculto el modo manual, por lo que encontrar los ajustes dentro de éste resulta bastante caótico, algo que al final, nos reconduce a utilizar el modo automático con tal de no estar navegando en un mar de ajustes ocultos.

Moto Moto G5 Plus

Motorola ha cuidado algo más la aplicación de su cámara en el Moto G5 Plus y su interfaz es bastante sencilla de usar, permitiéndonos realizar fácilmente ajustes desde la pantalla del visor y encontrar los modos sin tener que rebuscar demasiado. Al igual que en el Galaxy A5 (2017), encontramos pocos modos, pero útiles, y entre ellos el mejor es el modo profesional de disparo, que permite ajustar de manera manual el enfoque, el balance de blancos y la sensibilidad ISO.

Minis Nubia Z11 MiniS

Nubia también peca de este "horror vacui" de modos dentro de la aplicación de su cámara que sobrecarga la experiencia más que la favorece. Pese a ello, es bastante sencilla de utilizar, no tenemos que rebuscar entre ajustes ni modos para llegar hasta el que queremos y el modo manual es bastante completo.

BQ BQ Aquaris X

Por último vamos con el software del BQ Aquaris X que, sin sobrecargar (aunque cuenta con varios modos automáticos), da bastantes posibilidades de juego. BQ ha apostado en este teléfono y en su versión Pro por un modo HDR+ bastante procesado pero sin llegar a excederse que puede resultar atractivo, pero sin duda, lo que más se disfruta de su app es el modo modo profesional de disparo, que nos permite ajustar enfoque, el balance de blancos y la ISO.

Img 0022

A plena luz del día

Tal y como hemos visto, todas las cámaras cuentan con un software bastante completo y con los modos manual y profesional como elemento común, pero ahora vamos a ver cuáles han sido los resultados que nos han reportado cada uno de estos equipos fotográficos en diferentes condiciones lumínicas.

Lo primero que vamos a ver es el resultado en la mejor de las condiciones, en la que, a priori, cualquier teléfono con un sensor medianamente decente debería sacar pecho y lucir el mejor de sus resultados. Hablamos de un entorno exterior con luz natural en plena golden hour (justo cuando el sol está más bajo), el mejor momento para hacer uso de la luz del sol.

Photo 2017 06 21 14 19 47 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 31 Huawei Nova Plus

Photo 2017 06 20 22 05 55 Moto G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 50 3 Sony Xperia XA1
Minis 2 Nubia Z11 MiniS
BQ Aquaris X BQ Aquaris X

Todos los disparos los realizamos en modo manual, por lo que los ajustes serán si no los mismos, muy similares. Podemos apreciar que los resultados, aunque no difieren demasiado entre sí, nos dejan un Galaxy A5 (2017) haciendo el mejor trabajo en cuanto a la representación del color pese a que nos encontramos con algunas zonas brillantes algo quemadas.

En rasgos generales, el nivel de detalle de las seis cámaras es muy alto, aunque cuando ampliamos las fotos, la mayor pérdida de éste llega de mano del Moto G5 Plus, que es de todos los dispositivos probados el que cuenta con un sensor de menos megapíxeles de resolución con diferencia (12 MPX). Contradictoriamente, el Sony Xperia XA1, a pesar de contar con el sensor de mayor resolución (23 MPX) nos deja un resultado peor de los esperado, pudiendo deberse esto a que no ha elegido los ajustes correctos en el modo automático. Detalles 1 Detalles 2

Primeros planos y tratamiento del color

Aprovechando la luz natural, hemos realizado unas muestras para ver el nivel de detalle al acercarnos (sin utilizar el zoom) y también cuál es el tratamiento del color que obtenemos tras el procesado. Como podemos observar, el nivel de detalle en primer plano es bastante resuelto en todos los modelos y las diferencias en este sentido son muy pocas, pero se podríamos decir que el BQ Aquaris X es el que nos deja un mejor margen de detalle, pues si observamos con detenimiento las flores, se aprecian detalles como los pistilos e incluso el tacto de las hojas.

No podemos decir lo mismo del tratamiento del color. En el caso del BQ Aquaris X, aunque nos da más detalle, el procesado redunda demasiado los colores, dando un resultado llamativo, pero bastante alejado de la realidad. En este sentido observamos que el Motorola G5 Plus satura bastante el color, y que el Nubia Z11 Mini abusa del contraste matando bastante la tonalidad natural. Viendo la escena en directo y conociendo la tonalidad real, me decanto por el Sony Xperia XA1, siendo el teléfono más fiel a la realidad y sus matices.

Photo 2017 06 21 14 19 45 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 32 Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 20 22 05 56 Motorola G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 48 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 29 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 32 29 Nubia Z11 Mini

HDR, la deuda pendiente

El modo HDR solía ser más un problema que una ventaja en la fotografía móvil, pues por norma general, nos encontrábamos con efectos muy agresivos y demasiado tratados que destrozaban por completo las fotos. De un tiempo a esta parte los fabricantes se han puesto las pilas en este tema, y como vamos a ver a continuación, los resultados que nos han dado nuestros teléfonos a prueba nos han dejado bastante satisfechos.

Photo 2017 06 20 22 32 25 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 33 2 Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 20 22 05 56 4 Moto G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 51 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 24 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 32 25 Nubia Z11 Mini

Como podemos observar hay diferencias entre cómo procesan el HDR unos y otros, pero en rasgos generales todos nos han dado unos resultados que, sin salirse de la esencia de lo que es este modo en sí, no resultan nada cargados ni surrealistas. Si tenemos que elegir un ganador en este apartado para mí sería el Sony Xperia XA1, creo que el resultado es el más intenso y a la vez más natural de los seis.

De noche todos los gatos son pardos

Ya hemos visto lo bien que se portan nuestros móviles cuando la luz está de su parte, pero ha llegado el momento de hacerles sufrir un poco. Y es que cuando la luz pierde intensidad, bien porque es de noche o porque estamos en un interior con luz artificial, es cuando ponemos el sensor a prueba de verdad y podemos ver de lo que es capaz.Noche 1 Noche 2

En las imágenes que podemos ver aquí, observamos que el nivel de detalle en el Galaxy A5 (2017) es bastante bueno, aunque tiende a dar calidez al color para contrarrestar la ausencia de luz. Algo similar hace el Moto G5 Plus, que también tira hacia la calidez a diferencia del Sony Xperia XA1 que contrarresta tintando hacia azules, algo que da menos naturalidad pero sí más nitidez.

Photo 2017 06 21 14 19 47 2 Samsung Galaxy A5 (2017)
Nova Noche Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 21 14 28 47 3 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 28 3 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 05 55 2 Motorola G5 Plus
Photo 2017 06 20 22 32 26 2 Nubia Z11 Mini

En esta última escena, donde tenemos un interior con luz artificial, podemos observar que mientras que el Nova Plus y el Motorola G5 Plus (pese a tener un mayor tamaño de sensor) muestran lascas de ruido, el Xperia XA1 resuelve muchísimo mejor la escena dotándola de mayor nitidez (gracias a la resolución de su sensor).

Haciendo zoom

Por último vamos a ver otro de los puntos débiles de las cámaras en los móviles: el zoom. Y es que pese a que poco a poco nos vamos encontrando con tecnologías más avanzadas, hacer zoom en un móvil sigue siendo condenar la foto al abismo del ruido.

Prueba Foto sin zoom

Zoom Muestras de zoom

Como vemos, este apartado tiene claramente un ganador, y éste es el Nubia Z11 MiniS, aunque le sigue muy de cerca el BQ Aquaris X. Ambos modelos han reportado resultado muy nítidos con el zoom al máximo, algo de lo que no puede presumir el Motorola G5 Plus que se ha llevado la peor parte en esta última prueba.

Aún quedan mejoras pero vamos por el buen camino

Img 0002 Recapitulando todo lo que hemos visto hasta ahora, las conclusiones nos llevan hacia un mismo pensamiento: que la fotografía móvil va por muy buen camino. Y es que no debemos olvidar que a pesar de los fallos que hemos encontrado y del margen de mejora que aún queda, esta tecnología crece a pasos agigantados.

De los móviles que hemos probado, si tuviéramos que elegir un ganador según los resultados obtenidos, nos quedaríamos con el Samsung Galaxy A5 (2017) y su sensor de 16 MP con apertura f/1.9 que ha resuelto bastante bien en todas las condiciones salvo en el zoom, aunque tampoco ha quedado de los últimos.

Pese a todo, repetimos, en rasgos generales encontramos muchos avances en puntos que hasta hora eran críticos como el modo HDR o el tratamiento del color y además, sensores mucho más luminosos que se muestran como el preludio de todo lo bueno que aún nos queda por conocer en términos de fotografía móvil.

En Xataka Móvil | Kodak Ektra, análisis: así es como Kodak quiere resucitar como fabricante de móviles


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Нас окружают сотни предметов, которые можно использовать гораздо шире, чем мы привыкли.

 

Шапочка для душа убережет велосипедное сиденье от дождя

© goodhouse

Это знакомо каждому: оставил велосипед на улице, вдруг пошел дождь, и все сиденье промокло. Поэтому, если собираетесь куда-то на велосипеде, захватите с собой шапочку для душа. Ею можно будет прикрыть сиденье после дождя. Вот тут есть еще несколько хитростей.

Поможет сохранить арбуз

© onecrazyhouse

Мы редко съедаем арбуз за один день, и его приходится убирать в холодильник. И, кажется, пока не придумано ничего более удобного, чем шапочка для душа, чтобы накрыть его. Еще способы использования шапочки ищите здесь.

Позволит не пачкать прихожую лишний раз

© GRC Scrapstore

Натяните на колеса коляски или детского велосипеда шапочки для душа перед тем, как заносить в посмещение — и уборки станет гораздо меньше.

И упаковать обувь

© okchicas

В поездке или просто в шкафу обувь не будет пачкать все вокруг, если вы поместите ее в шапочку для душа. Часто это удобнее обычных пакетов. Другие полезные советы тут.

Мицеллярная вода вернет белизну старым кедам

© hirerush

Потемневшие от грязи подошвы кед, да и сами кеды запросто можно отчистить мицеллярной водой. Вот тут есть и другие способы ухода за обувью.

Поможет удалить пятна от косметики

© Tinatin1/depositphotos   © Luisecheverriurrea/depositphotos

Перед тем как постирать вещь со следами помады, туши или тонального крема, промокните пятно ватным диском, смоченным мицеллярной водой, и только потом стирайте. Так пятно легче отойдет.

Из посудной губки можно смастерить охлаждающий элемент для сумки-холодильника

© mykitchenescapades

Этот способ очень удобен для пикника. Накануне вечером положите несколько влажных губок в разные пакеты и хорошо запечатайте их. Поместите пакеты в морозилку на ночь. Утром переложите в пакеты с губками еду, которую хотите сохранить холодной. Мы подглядели этот секрет на этом сайте.

Сделать педикюр проще

© onegoodthingbyjillee

Когда мы красим ногти на ногах, пальцы во время сушки могут задевать друг друга, а лак — смазываться. Это ужасно раздражает! Чтобы изолировать пальцы друг от друга, нарежьте губку и вставьте между ними. Другие хитрости с губками тут.

Продлить свежесть овощей

© Hannamariah/depositphotos   © Hans/pixabay

В холодильнике, в отделе для фруктов и овощей, всегда появляется лишняя влага. Из-за нее овощи быстрее теряют свежесть, фрукты могут испортиться. Этого можно избежать, если туда положить новую губку для посуды: она впитает излишки влаги. Просто не забудьте ее вовремя выжать, а после и заменить.

Сделать суперэкономичную мыльницу

© realmoms

Изготовьте мыльницу из губки, вырезав в ней углубление. Ну или просто кладите мыло на губку — так оно будет расходоваться гораздо экономичнее. Подробнее смотрите здесь.

Канцелярские резинки помогут открыть тугую крышку

© Sam Chapman/twitter

Если вы намотаете резинку на крышку, вам будет гораздо легче открыть пузырек с лаком, да и любую другую банку.

Уберечь книгу в сумке

Уголки тетрадей или книг в мягкой обложке теряют свой вид при ношении в сумке. Чтобы этого не произошло, воспользуйтесь резинкой так, как показано на этой фотографии. Мы нашли эту идею здесь.

Сделать автомобильный навигатор из телефона

© makemodhack

Если в машине нет навигатора, но он есть у вас в телефоне — вы знаете, что делать. Подробности тут.

Влезть в брюки

© conceiveeasy

Эта фишка пригодится беременным и всем, кому стали малы брюки. Зацепите пуговицу на брюках резинкой, другой ее конец пропустите через разрез для пуговицы. Почитать подробнее можно на этом сайте.

Кондиционером для белья можно легко удалить старые обои

© Paha_L/depositphotos

Чтобы обои было проще оторвать от стены, разведите колпачок кондиционера в 1 л воды и нанесите смесь с помощью губки или тряпки на стены. Дайте средству подействовать в течение 20 минут, а затем просто счистите стены.

И убрать шерсть с ковра

© OlezzoSimona/depositphotos   © Tinatin1/depositphotos

Если побрызгать ковер разбавленным в воде кондиционером для белья в соотношении 1:1, его будет проще очищать от волос и шерсти животных.

источник

 

 

 

 

 

 


          Realm Defense: Hero Legends TD   
This is a magical fantasy world where epic heroes fight in a war to defend the kingdom with top strategy and a rush of inspiration. Battle with Death Knights and fight alongside with knights, dragons, wizard, ice queen, and other ancient gods in the adventure field!

The forces of evil amass. Why do they march? Where is their home? No one knows. The prophets' vision is cloudy. The geomancers see little in their maps. Everyone else? They flee. The Allied Kingdoms struggle to survive. Life and all its purpose has no meaning to these fiends. Fields rot. Woods burn. The common folk suffer. Devastation is happening! The Allied Kingdoms have one choice: defend, defend, defend. Are you ready?

Realm Defense is a tower defense game that challenges veteran players. Use a huge variety of powers and abilities to vanquish wave after wave of menace for over 100 levels. Travel through lush forests, snow covered mountains, and epic desert as you face off against armies of slimes, goblins, skeletons, and more.

Deploy rapid-fire archers! Carve walls on the map with magic beams! Fire roaring cannons! Summon allies! Realm Defense offers variety and challenge. Overcome incredible odds with strategy and wit! Rescue helpless villagers, collect important resources, and recruit legendary heroes with deadly abilities along the way to stop evil in this standout tower defense game.  


• 100+ levels with various game play modes
• Multiple worlds to play with 4 different towers each
• Compete in tournament to show off your tower defense skills and win big prize
• Powerful heroes with unique abilities to aid you: Fee the Archer launches a deadly Kill Shot, Lancelot the Knight unleashes the Fist of Justice, Smoulder the Dragon rains down Heat Seeker fireballs and many more
• Face off against epic bosses including a Skeleton Mage that rides a giant slime and zaps your heroes and a bomb tossing, mammoth riding Goblin King
• Huge variety of enemies offer multiple challenges: Burn your enemy, freeze them, and more with 4 spells to cast in battle
• Beautiful landscapes and character animations
  

PLEASE NOTE! This game is free to play and made by people who love tower defense games. We sincerely hope you enjoy our work!

Recent changes:
- Opening a New Realm: Sunstorm Sands with its first 20 levels out of 40.
- Brand new levels of Shattered Realms, new game modes.
- New Heroes: Sethos the Sand King and Helios the Phoenix
- Discover the story of Fee by interacting with her after battles, and upgrade new hero ability levels.
- Hero level cap increases to 20.
- Players in Tournament Master league and above will be reset to Gold league in July.
- Bug fix.
          Saca partido a un baño pequeño colocando estantes multiusos en espacios muy reducidos   

Mastericaucozorg

Por circunstancias, las medidas de los baños o aseos no son las deseadas y aunque la mayor parte de las necesidades se cubren con unos buenos sanitarios, se echan de menos los espacios de almacenamiento. Si no es posible habilitar algún tipo de mobiliario, unos simples estantes pueden dar la solución a un almacenaje rápido y de uso cotidiano. Estas siete versiones de propuestas en espacios pequeños son muy interesantes y útiles. Echales un vistazo porque te convencerán.

Baldas encima de una puerta

Es el lugar idóneo cuando la falta de espacio es contundente. Realmente se aprovecha un hueco que no sirve para otro uso y le damos una utilidad. Apartamenttherapy4

Esquineros aprovechados

Esta idea nos encanta. Los estantes se utilizan para arropar el lavabo y forman un conjunto cómodo y práctico. Además de su simetría ideal.

Apartamenttherapycom1

Encima del inodoro

En el costado superior izquierdo de la pared vemos una balda volada blanca, que contrasta con el color oscuro de la pared. Aunque tiene poco fondo sirve para apoyar cepillos de dientes, bastoncillos y algún frasco de perfume. Lo suficiente para ser indispensable.

Apartamenttherapy3

Buscando un hueco

Si con tanto adorno en la pared este baño se queda corto de espacio la solución es rápida, justo encima del lavabo se instala un pequeño estante de cristal. Al ser translúcido no recarga el espacio escogido y deja pasar la luz. Una buena idea para un uso diario. En la siguiente imagen ocurre lo mismo, se emplea el cristal grueso dentro de un cajón revestido en cerámica y con un fondo de distinto color a sus laterales y del mismo color que el vidrio.

Apartamenttherapycom2

Moishesselfstoragecomhuecopared

Siluetas originales

Si jugamos con colores dorado, plata y negro, las tres estanterías colgantes que mostramos pueden servir de inspiración. Al verlas en un establecimiento nos podemos preguntar cuál es su uso siendo tan pequeño su fondo. Pues aquí lo tenemos, para rollos de papel higiénico, botes de higiene y objetos que se presten a este tamaño. Son composiciones hechas y listas para colgar. Etsycom

Objetivo conseguido

Claro está que si hay dos o tres paredes podemos formar una estantería de almacenaje. La profundidad es la que marca el tipo de piezas a sujetar. En la imagen en concreto se ha establecido en tres paredes, una de ellas hace de respaldo mientras las laterales dan esa profundidad tan deseada cuando falta espacio. Por lo general encima de los inodoros no se suele utilizar mobiliario alguno. Esta propuesta puede ser bastante interesante y bonita a su vez, si la coordinamos con los mismos tonos que tiene el mueble bajolavabo.

6indycombanoturquesa

Vemos que en espacios con pocas posibilidades se crean originales rinconcitos que hacen más conceptuales los ambientes. Aprovechar sin recargar es el objetivo en un baño con pequeñas dimensiones.

Fotos | inicio Ikea, 2,3,4,5 Apartamenttherapy , 6 Moishesselfstorage, 7 Etsy, 8 6Indy

En Decoesfera | Cúpulas de bambú realizadas al fuego y que imitan a las clásicas catedrales europeas


          ·segundos,minutos,horas y dias· ·2·   
Segundos,minutos,horas y dias es el tiempo que Ella no a visto a el...
pobre ella hoy no es un dia tan diferente desde que lo conocio
como siempre pensando en el en sus ojos, su boca, su rostro tan perfecto
y claro en su cabello que tanto adora ella al mismo tiempo se pone triste
por que sabe que no lo vera pronto.


Ella observa a su alrededor, no ve nada de su agrado susurra de nuevo: i all yours...
sonrie a si misma pues a recordado todo lo que a hecho por el ella sabe que no se arrepiente
y sabe que aria mas por el todo para que estuviese junto a ella.

ella sale al balcon y su amigo el viento le susurra: “belive”
ella sonrie tiene esperanza de que el pueda quererla incluso amarla.....
Ella desearia gritarle que realmente lo quiere e incluso llegaria a amarlo.


de pronto escucha una linda melodia de violines, ella sale al balcon de nuevo
pero se da cuenta que solo es el silbido del viento y es asi como el viento
despeina y alborota su cabello ella sonrie y se sienta en el balcon ahi crusada de piernas.


y es como brotan las lagrimas de sus ojos se pregunta asi misma si el estara pensando en ella
pobre y tonta Ella tan enamorada de el,
ella susurra: “cuida de mi corazon que lo e dejado contigo”
          · Un Dia Como Tantos... · 1 ·   
Y de nuevo viene esta historia de Ella, Como negarlo Ella Esta tan enamorada ....
no tiene tiempo para Ella misma ya lo que le hiso el amor.... es que como se enamoro de el sin averle ablado o si quiera crusado palabras Ella se enamoro de el que curioso por Ella
Esta tan desesperada la pobre No lo a visto desde un tiempo Que desesperacion tiene Anda de un lado a otro en la habitacion Escuchando aqueya boba cancion que tanto le recuerda a el.
Baja y sube las escaleras , la pobre esta desidratada ya van como 3 jarras que toma
no deja de mirarse al espejo se ve diferente ella misma.

Ella se sonrie en el espejo y entra de nuevo ala habitacion y empieza a cantar como un susurro:
Ashley Smiles with the Dawn......
lo que le hiso el a ella tan Diferente que era Ella , Ella se asoma por el gran ventanal de la habitacion ve unas grandes nubes ella sonrie pues una de sus mejores amigas la lluvia se aproxima. Aun que sigue triste por que a su amado no le agrada... la Pobre Ella Se levanta y va ala esquina de la habitacion saca los viejos discos de musica de Ballet los pone en el mini estero,

Ella no recuerda muy bien pasos de Ballet pues las ultimas clases las tuvo hace 6 años
asi que solo se sento a escuchar , ella se pregunta asi misma como es que una simple
cancion acompañada por violines , piano y otros instrumentos Le recordaba a el
Ella Sabia que cada persona le da su significado alas melodias pero es como si esta melodia
le gritara cada momento que a pasado con el....

y es la conclusion que lleva de el dia de hoy Cada vez todo le Recuerda a el..
la Pobre Ella esta empezando a Amar y a descubrir lo que realmente le esta
dando valor en su vida... El!
          DE ... SHOJANDO LA MARGARITA.   
CLINICA DENTAL GALVEZ MOLINA BASKET: 50
CLUB BASKET CARTAGENA: 88


Por fin se deshojó la margarita. La emoción nos acompañó hasta el último día de la competición regular, lo cual no es otra cosa que el indicativo de que todo se ha desarrollado con absoluta normalidad. Así debería ser siempre, pero desgraciadamente es la primera vez que ocurre en muchos años.
Por fin conocemos quién se queda fuera y no es otro que el guerrillero equipo templario de Caravaca. Se dejó la piel en las pistas, venció a los mejores y ha estado ahí hasta el último momento. Es curioso que el sábado a las 10 de la mañana muchos éramos los que pensábamos que tenían muchas posibilidades de ser primeros. Sólo tenían que ganar su partido ante Maristas, al que ya habían ganado con solvencia en el partido de ida (80-61). No era tan difícil, no perder ante quien habías ganado de 19, aunque ya se sabe, esto no es como empieza sino como acaba, y ganar en el feudo de Caravaca nunca es fácil. Allí se dan unos condicionantes especiales que hacen que el equipo se crezca y se sienta "como en casa". De haberlo hecho, Infante habría jugado su partido contra el CB Murcia 96 con la presión de conocer que alguien podría haberle arrebatado la "pole position" y quizás otro gallo habría cantado. En cualquier caso solo nos queda felicitar al equipo caravaqueño por todo lo bueno que ha sido capaz de hacer esta temporada, y seguro que aprenderán de sus errores, que para mí no han sido otros que sus derrotas ante Capuchinos en casa y ante Archena, equipo éste último teóricamente inferior y que ha tenido un extraordinario  final de temporada.
Al margen de estas culpas y cualquier otra cábala, lo cierto y verdad es que el equipo Caravaqueño ha quedado fuera de las semifinales y enviado a tomar... fanta como ellos mismos afirman en su web, pero su rendición ha sido muy cara e indiscutiblemente con la satisfacción del deber cumplido.

Y al hilo de estas primeras reflexiones, dejarme entonar el "mea culpa" por haber pensado mal, tal vez empujado por las habladurías o los chismes de portería. Tenemos todos que hacerlo, todos los que de alguna manera hemos pensado que Infante había puesto su partido el domingo para conocer resultados del resto de los equipos y decidir qué hacer. La verdad es que yo lo he pensado poco, es una culpa pequeñita, como diría el chiste "solo la puntita", pero no han sido pocos los comentarios que me han llegado, algunos de personas muy sabias en este mundo de la competición, en  los que se especulaba con la posibilidad de que Infante podría dejarse perder ante Murcia-96 caso de ganar Caravaca, con el fin de tener un cruce en semifinales más asequible que el cuarto del grupo A. Infante ha ganado su partido con solvencia ante el que pudiera calificarse como el equipo llave de esta competición, ya que todos los que hemos sido capaces de vencerle estamos en semifinales. Por otro lado nos quedamos sin saber qué habría pasado de vencer Caravaca a Maristas.
 Expresar también mi sorpresa ya que yo pensaba que el Murcia-96 tenía posibilidades de estar ahí hasta el final ya que es un equipo fuerte, aunque cuando vino a jugar contra el CBC me dio la impresión de que su staff técnico tiraba el partido con los absurdos cambios que realizaba cuando mejor le iba y los que no hizo cuando peor. El CBC se cuidó muy mucho de vigilar de cerca a Davíd Álvarez encargando su marcaje al que para mí es nuestro jugador más completo, Sergio Muñoz. Indiscutiblemente David es uno de los mejores bases de la región y en el partido de ida lideró la victoria de su equipo haciéndonos cuantos sietes estuvieron en su mano. Y así empezó en el partido de vuelta, pero como digo y tras verse obstaculizado por Sergio en sus primeras aproximaciones, incomprensiblemente ocupó su puesto en el banquillo en la segunda parte y el Basket Cartagena tuvo el terreno expedito hacia la victoria una vez solucionado el problema del cartagenero David.
David Álvarez vs. Sergio Muñoz
En cuanto a las especulaciones que he mencionado y que en este caso afectan a Infante, decir que por un lado la A.D. Infante  no ha hecho otra cosa que poner su partido el día y la hora oficial que tiene fijados desde el principio de la temporada, domingo a las 12, por lo que en ese sentido su honorabilidad está fuera de toda duda.
Si tratamos de buscar un culpable de esta situación un tanto anómala, pues como no podría ser de otra forma habría que dirigir las miradas a la Federación ya que somos muchos los que pensamos que tal y como ocurre en otras categorías, los partidos de la última jornada deberían jugarse obligatoriamente el mismo día y a la misma hora, evitando así que en los corrillos se hable mal de quien realmente no merece esos comentarios. Una vez más y no quisiera hacerme muy pesado en esto aunque a veces pienso que lo soy, dirijo mi mirada censora hacia ...

Hablábamos en la anterior entrada -sin duda una de las más populares de este blog y con mayor participación, ya que se han superado las 1000 visitas y los 40 comentarios, lo cual agradezco enormemente- de las oratorias al cielo que unos y otros haríamos durante la semana que ha terminado, ese mismo cielo donde algunos podrían "tener mano". Pues efectivamente, parece que esto de estar a bien con la iglesia da resultado, ya que la victoria de los Hermanos Maristas ante Caravaca y la propia de los Hermanos Capuchinos ha permitido la clasificación para semifinales de estos últimos, aunque sinceramente yo habría preferido que mi equipo fuera sexto que quinto, al tratarse de una clasificación virtual ya que te obliga a cruzarte con el equipo invitado estelar. Enhorabuena en cualquier caso a mis amigos de Capuchinos, y decir que al margen de  ser el equipo que se come el marrón, si alguno de los equipos que han jugado en este Grupo A de la competición Junior Masculino puede plantarle cara al UCAM Murcia 95, ese no es otro que Capuchinos, que siempre tiene ese plus de motivación cuando se enfrenta a su histórico principal esquilmador.


Ya para terminar, y antes de entrar en el breve comentario del partido que nos ha enfrentado a Molina Basket, dejar constancia de que nadie, ninguno de los equipos con posibilidades de ocupar una plaza en la final a 4 de la categoría, tiene la más mínima ilusión por hacerlo. Es algo así como cuando en otras épocas se jugaba la copa del Generalísimo, en la que todo estaba dispuesto para que en su presencia y en el escenario más propicio el Real Madrid se hiciera con el título año tras año. Ayer comentaba con algunos compañeros de viaje en esto de seguir a nuestros equipos, que para mí será justo vencedor de la categoría el equipo que logre llegar a la final, incluso antes de jugarla, todo ello sin quitarle el mérito y el respeto que merece el CB Murcia 95, ya que creo que está en otro nivel totalmente distinto al jugado en esta categoría junior, por lo que de nada le va a servir esta final a 4.

Precisamente ayer me acerqué al Pabellón de Los Dolores a verlos jugar en categoría autonómica frente a E.B. Salesianos, partido que vencieron sin despeinarse (64-112), liderando la tabla junto a MARME, por lo que podría ser un excelente candidato a llevarse el título  de esta categoría en lugar de la junior, si es que se trata de que se lleven un título, insistiendo en que nadie duda que es el equipo que debe ir a representar  a nuestra región en el campeonato de España de Clubes, jugara o no la final a 4 junior.


En cuanto al partido frente a Molina Basket decir que solo durante el primer cuarto el equipo Molinense pareció plantar cara al ya semifinalista Basket Cartagena, finalizando el cuarto con una ventaja de tan solo 3 puntos para el equipo visitante.


Pero al comienzo del segundo cuarto el CBC comenzó a asegurar y seleccionar mejor el tiro a canasta haciéndose definitivamente fuerte en defensa, por lo que el equipo molinense comenzó a desinflarse paulatinamente hasta el final del encuentro, al que a pesar del resultado no perdieron ni la cara ni el respeto, de agradecer tratándose de un equipo que no se jugaba absolutamente nada en su último partido de la temporada. Al descanso el resultado fue de 28-40.

Ya en la segunda parte las distancias en el marcador se fueron haciendo inalcanzables para los locales, encontrándose el equipo cartagenero muy cómodo en el partido, donde todos los jugadores del CBC tuvieron su protagonismo, incluídos Javi Sánchez e Iván Suárez, jugadores cadetes que debutaban en categoría junior y que tuvieron una actuación más que notable.

Fotografías del partido de Antonio Céspedes

Y la próxima semana comienzan las semifinales. Como cuarto clasificado el Basket Cartagena se enfrentará al campeón de la fase regular, el A.D. Infante. Os deseamos mucha suerte a todos y a seguir con la diversión dos semanas más.

Ya para terminar incluyo un comentario aportado por Ricard en la última entrada del blog, donde desgrana algunas "curiosidades" que se han producido en este final de competición:

Curiosidades de la clasificación FINAL:
-Cartagena hubiera quedado 4º, aunque hubiera perdido su partido.

-2º Maristas y 3º Yecla se enfrentarán a los lideres del Grupo BC : Lorca 96 y Pulso2 ...
...partidos (ojo : sólo a priori) mas fáciles que 1º Infante vs. 4ºCartagena.

-5º Capuchinos recibe el premio inesperado CBMurcia-95, que el sentido común dicta que se debía enfrentar a uno de los líderes BC

-Lo nunca visto : del grupo "Especial" realmente sólo pasan 4 (en otras categorias son 6) equipos, ya que uno de ellos ya está virtualmente eliminado (vs. CBMurcia-95), y no podrá jugar la "Final a 4".


Como continuación a las Curiosidades de la clasificación FINAL:

La injusticia de la competición Junior hace que el CBMurcia "A" ,juegue los cuartos de final de una liga en la que NO participa ,claro esto es MURCIA (Autonomia cuasi-bananera) donde los que mandan...en todos los estamentos tienen claro que las cosas se hacen Si o SI por sus "Mojones".
Me imagino lo que pensarían Estudiantes o Vitoria ...si el Barça o el RMadrid SOLO jugaran la liga de campeones y estuvieran clasificados "de facto" y sin jugar ningún partido para los play-off de la LIGA.

Por otra parte ,que el CBMurcia "A" ,además de no participar en la liga...elimine al 5º del Grupo A (especial)...es de juzgado de guardia .
En Capuchinos tienen que estar contentisimos de no haber jugado en la liga "B" ,donde seguro que hubieran conseguido un cruce mucho mas asequible...Maristas o Yecla (a ambos le ganaron uno de los dos partidos en la liga).

En fin "El sentido común" parece (en el caso de los encargados de hacer el calendario de competiciones) ...El menos común de los sentidos.


¡¡¡Qué razón tiene nuestro amigo Ricard!!!


          DE LAS PEQUEÑAS COSAS...   
ACG MOLINA BASKET: 52
BASKET CARTAGENA:  67


En la descripción del vídeo dice lo siguiente:
"Muestro lo que realmente es el sonido. Si todavía piensas que estoy mintiendo después de ver este video, inténtalo tú mismo. Descarga el archivo de audio (en la descripción del vídeo) y acelerarlo en Audacity en 1.500%."
Es por eso que cuando algunas personas modificaban los parámetros del audio con un programa de edición, descubrían una voz. Eso generaba mal entendidos. No son alienigenas, eran policías...

La banda "Pioneers Of Love" incluyo el sonido en su canción "Biogenesis". Ahora lo que sucede es que cuando un entusiasta a los ovnis sube el audio, le salta una reclamación de copyright por esta canción.

Referencias:

Demostración de como el sonido es de una frecuencia policíal.

https://m.youtube.com/watch?v=cCt1ED0wltM
https://m.youtube.com/watch?v=6KXy_shwt7A

Identifican al autor del audio.
http://www.abovetopsecret.com/forum/thread959652/pg2

El autor Coffee300am aún lo tiene en Dailymotion
http://www.dailymotion.com/video/xdlnqf_wow-signal-1977_tech

Agrupación musical que añadió el sonido a una de sus canciones. Pionners of love. https://m.youtube.com/watch?v=F8R15R1ViC0



          The View Camera Aesthetic in the Digital Realm part 3   
(Editor’s note: Guest contributor Steve Inglima continues his discussion of the view camera and how its aesthetic informs digital photography. This installment explains the circle of coverage in relations to the shift movement in the view camera and the DSLR equivalent, the tilt / shift lens. Here are links to part 1 and part 2.)…
          como usar una api?   

como usar una api?

Respuesta a como usar una api?

Hola Stalin, supuestamente la api te permite entrar a esa base de datos. Voy a investigar un poco mas a ver si realmente es asi, Gracias!

Publicado el 30 de Junio del 2017 por Maria

          The TV Critics Association Awards Nominees Are All Women and People of Color   

There is a far way to go in the realm of media representation and diversity, but TCA's nominees list shows us that the future of television is female, multiracial and even queer. Meet five nominees inside!

The post The TV Critics Association Awards Nominees Are All Women and People of Color appeared first on Ms. Magazine Blog.


          Apartamento à venda - em Jaqueline   
175000
Excelente apartamento de 3 quartos, sala enorme realmente para dois ambientes, cozinha azulejada até no teto com armários, banheiro social com box blindex e excelente área de serviço separada por porta. Todo o piso em cerâmica, apartamento bem...
3 dormitórios 1 banheiros 70 m2 2.500 R$/m²
Sat, 01 Jul 2017 01:12:41 +0200
          Hotel boutique de estilo japonés en las playas de Malibú, Florida   

Nobu Hotel 04

¿Qué pasaría si un típico hotel de las playas de Florida de los años 50´s fuera transformado en un espacio al más puro estilo japonés? El resultado sería sin duda sorprendente, para bien o para mal. Los cambios de estilo en edificios es muy común para evitar su destrucción y reconstrucción.

Para no dejarnos con la duda, los despachos de arquitectura Montalba architects y de diseño Studio PCH rediseñaron completamente un típico hotel de playa de 1950 ubicado frente al mar en Malibú. El trabajo se inspiró en el estilo Ryokan, que se refiere a pequeños hoteles japoneses que tiene más de 400 años de existencia. Nobu Ryokan Malibú es la nueva identidad de este hotel boutique realmente hermoso. Nobu Hotel 03 Nobu Hotel 01

Con apenas 16 dormitorios, el hotel se enfoca en ofrece a sus huéspedes lo mejor del lujo y la hospitalidad oriental. Con una elevación de apenas dos pisos, el edificio se integra perfectamente con su entorno natural. La influencia japonesa Nobu se ve de manifiesto con una paleta de colores naturales, líneas rectas o materiales orgánicos. Nobu Hotel 02

En el interior el estilo japonés está presente en cada centímetro cuadrado. Con una presencia muy importante de madera, tapetes de estilo tatami o muebles minimalistas , todo está reunido para transportarnos hacia otros horizontes. Los grandes ventanales nos ofrecen, por su lado una maravillosa vista a la playa, las palmeras y el océano. Nobu Hotel 05

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          "Es el paso más importante de mi carrera"   

Enzo Pérez habló tras la revisión médica y expresó lo que significa para él haber llegado al club del que es hincha. "La ilusión es grande", tiró. Descartó poder estar el martes en Asunción.

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"Un sueño más en mi carrera, me pone muy contento. A partir de ahora a vivirlo como un hincha más". Enzo Pérez no oculta la felicidad que siente por llegar al equipo de sus amores. Este mediodía, después de someterse a la revisión médica, charló con la prensa y contó un poco más de lo que pasa por su cabeza en estos momentos: "La ilusión es grande, como para cualquier jugador que llega a River. Sé que vengo a un club que está muy ordenado, lo dicen sus últimos años que han hecho las cosas muy bien, donde siempre fue protagonista. Vengo a un equipo que está armado y trataré de adaptarme lo más rápido posible y a partir de ahí pelear día a día por un puesto".

El mendocino estuvo varias veces en el radar millonario, aunque recién en esta ocasión se pudo concretar: "En todos los mercados siempre fui protagonista y se me nombraba. La vez pasada en enero y ahora fue cuando realmente más cerca hemos estado. Ahora vi la posibilidad, sentí que era el momento, que tenía que resignar cosas para poder cumplir un sueño. La dirigencia de River hizo un gran trabajo, mi representante, mi familia, la gente de Valencia que tuvo predisposición, todo llegó a buen puerto y hoy estoy acá".

¿El paso más importante de su carrera? "Se puede decir que sí, sin faltarle el respeto a ninguno de los otros clubes a los que he pertenecido. Al pertenecer al club del cual soy hincha, la ilusión y la ansiedad sube todo un poco más".

Enzo descartó cualquier posibilidad de jugar la ida contra Guaraní: "No estoy para jugar en Asunción. Vengo de una actividad prolongada, hace 40 días que terminó el campeonato. Es tomar un riesgo innecesario, aparte ellos vienen entrenando". Su debut podría darse el 8 de agosto, en la revancha: "A partir de lo que sea la vuelta seguramente esté disponible".

+ GALLARDO: "La vuelta de Vangioni depende de él y del Milan"

+ COPA LIBERTADORES: el equipo que se perfila para jugar en Paraguay

+ SCOCCO: "Siempre tuve admiración por River"


          In 20th century, astronomers opened their minds to gazillions of galaxies    

Telescopes in U.S. West revealed vastly larger, expanding universe

Context
Andromeda galaxy

In 1923, Edwin Hubble found variable stars in the Andromeda nebula enabling him to gauge its distance. It turned out to be far from the Milky Way, demonstrating that it and many other nebulae were actually galaxies in their own right.

WASHINGTON — Before astronomers could discover the expansion of the universe, they had to expand their minds.

When the 20th century began, astronomers not only didn’t know the universe was expanding, they didn’t even care.

“Astronomers in the late 19th century and the very start of the 20th century were very little interested in what we would call the broader universe or its history,” says historian of science Robert Smith of the University of Alberta in Canada.

Some astronomers were interested in the structure of the Milky Way galaxy, the vast collection of stars in which the sun, Earth and known planets reside. “But astronomers played next to no part in the debates at the end of the 19th century about the wider nature of the cosmos,” Smith said in a talk January 28 at a meeting of the American Physical Society. In fact, many scientists believed there was no wider cosmos. Majority opinion held that the Milky Way galaxy, more or less, constituted the entire universe. 

“As far as almost all astronomers were concerned, the universe beyond our own limited system of stars was the realm of metaphysics, and working astronomers did not engage in metaphysics,” Smith said.

Astronomers left others to do the wondering.

“The infinite universe beyond our stellar system was territory that professional astronomers really were very happy to leave to mathematicians, physicists, philosophers and some popularizers,” Smith said.

Even among those groups, pre-20th century consensus limited the universe to the Milky Way and its immediate environs. Clues to the contrary were mostly dismissed. Most prominent among those clues was the existence of “spiral nebulae,” fuzzy patches of light clearly distinct from the pointlike stars. Photos of the spiral-shaped blobs suggested that they were solar systems in the making within or around the Milky Way; many people believed the galaxy was home to countless populated planets. Very few people believed that the nebulae were distant replicas of the Milky Way, galaxies in their own right.

In a book published in 1890, for instance, astronomer and respected science popularizer Agnes Clerke wrote that “no competent thinker” believed that nebulae could be galaxies. She retained that view in a later edition published in 1905, Smith said.  

But after around 1905, he said, the modern conception of the cosmos began to emerge. Philanthropic contributions in support of new, large telescopes, particularly in the American West, led to observations that slowly transformed the restricted view of a one-galaxy universe into the current commodious cosmos, with billions and billions (technically, gazillions) of galaxies.

Cepheid surprise

Edwin Hubble's observations of the Andromeda nebula turned up what he thought were exploding stars, which he labeled "N" for "nova." He later realized that the star in the upper right was a Cepheid variable, allowing him to calculate the distance from Earth. Science News-Letter reported Hubble's findings and calculations in 1924.

At Lick Observatory in California, for instance, James Keeler undertook the task of counting the spiral nebulae. At the time, astronomers knew of a few dozen. Keeler found hundreds of thousands.

“So the spiral nebulae are elevated in importance by Keeler,” Smith said.

By 1912, Vesto Slipher, at Lowell Observatory in Arizona, began reporting measurements of the light emanating from the nebulae, determining how far colors were shifted to the red end of the spectrum, a way to measure how fast the nebulae were flying away from the Earth.

“He would actually start arguing that the spiral nebulae were distant galaxies,” Smith said.

By the 1920s, more and more astronomers took the idea of distant galaxies seriously. Finally Edwin Hubble, at the Mount Wilson Observatory in Southern California, provided the deathblow to the one-galaxy universe. In 1923, his observations of the Andromeda nebula turned up a couple of Cepheid variable stars. Because Cepheids varied in brightness on a regular schedule that depended on their intrinsic brightness, they provided surefire clues to Andromeda’s distance from Earth. Andromeda resided 900,000 light-years away, vastly farther than even the most exaggerated estimates of the Milky Way’s diameter.

Hubble’s use of Cepheids depended on the earlier pioneering work of Henrietta Swan Leavitt at the Harvard observatory. “Her discovery of the period-luminosity relationship in Cepheid variable stars is absolutely fundamental in transforming people’s ideas about first, our own galactic system and second, providing the means to demonstrate that galaxies do in fact exist,” Smith said.

By the end of the 1920s Hubble, combining his distance measurements with velocity measurement made by astronomer Milton Humason, had demonstrated that the farther a nebula was from Earth, the faster it appeared to fly away. That relationship formed the observational basis for the expanding universe. Hubble suggested as much in 1929. Others also realized that the new view of the cosmos implied an expanding universe; one, Georges Lemaître, proposed something very much like today’s Big Bang theory of the universe’s origin.

It took a while, though, for the idea of the universe as the expanding aftermath of a big explosion to open everybody’s mind. In 1935, for instance, the astronomer J.S. Plaskett called Lemaître’s ideas “speculation run wild without a shred of evidence.” Even Hubble was not entirely sure of his own discovery. In 1938, Smith pointed out, Hubble assessed the evidence as consistent with a static universe, while acknowledging that expansion could not be ruled out.

Today’s claims that other big bangs may have happened many times, creating a multitude of cosmic spacetime bubbles known as the multiverse, face similar objections. It’s true that the evidence for a multiverse is not conclusive, just as evidence in the 19th century was not conclusive that spiral nebulae were distant galaxies or “island universes” of their own. But given the historical precedent, it would be silly to say that “no competent thinker” would believe in the possibility of multiple universes today.

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          A new ‘Einstein’ equation suggests wormholes hold key to quantum gravity   

ER=EPR summarizes new clues to understanding entanglement and spacetime

Context
illustration of a wormhole

Wormholes, tunnels through the fabric of spacetime that connect widely separated locations, are predicted by Einstein’s general theory of relativity. Some physicists think that wormholes could connect black holes in space, possibly providing a clue to the mysteries of quantum entanglement and how to merge general relativity with quantum mechanics.

There’s a new equation floating around the world of physics these days that would make Einstein proud.

It’s pretty easy to remember: ER=EPR.

You might suspect that to make this equation work, P must be equal to 1. But the symbols in this equation stand not for numbers, but for names. E, you probably guessed, stands for Einstein. R and P are initials — for collaborators on two of Einstein’s most intriguing papers. Combined in this equation, these letters express a possible path to reconciling Einstein’s general relativity with quantum mechanics.

Quantum mechanics and general relativity are both spectacularly successful theories. Both predict bizarre phenomena that defy traditional conceptions of reality. Yet when put to the test, nature always complies with each theory’s requirements. Since both theories describe nature so well, it’s hard to explain why they’ve resisted all efforts to mathematically merge them. Somehow, everybody believes, they must fit together in the end. But so far nature has kept the form of their connection a secret.

ER=EPR, however, suggests that the key to their connection can be found in the spacetime tunnels known as wormholes. These tunnels, implied by Einstein’s general relativity, would be like subspace shortcuts physically linking distant locations. It seems that such tunnels may be the alter ego of the mysterious link between subatomic particles known as quantum entanglement.

For the last 90 years or so, physicists have pursued two main quantum issues separately: one, how to interpret the quantum math to make sense of its weirdness (such as entanglement), and two, how to marry quantum mechanics to gravity. It turns out, if ER=EPR is right, that both questions have the same answer: Quantum weirdness can be understood only if you understand its connection to gravity. Wormholes may forge that link.

Wormholes are technically known as Einstein-Rosen bridges (the “ER” part of the equation). Nathan Rosen collaborated with Einstein on a paper describing them in 1935. EPR refers to another paper Einstein published with Rosen in 1935, along with Boris Podolsky. That one articulated quantum entanglement’s paradoxical puzzles about the nature of reality. For decades nobody seriously considered the possibility that the two papers had anything to do with one another. But in 2013, physicists Juan Maldacena and Leonard Susskind proposed that in some sense, wormholes and entanglement describe the same thing.

In a recent paper, Susskind has spelled out some of the implications of this realization. Among them: understanding the wormhole-entanglement equality could be the key to merging quantum mechanics and general relativity, that details of the merger would explain the mystery of entanglement, that spacetime itself could emerge from quantum entanglement, and that the controversies over how to interpret quantum mechanics could be resolved in the process.

“ER=EPR tells us that the immensely complicated network of entangled subsystems that comprises the universe is also an immensely complicated (and technically complex) network of Einstein-Rosen bridges,” Susskind writes. “To me it seems obvious that if ER=EPR is true it is a very big deal, and it must affect the foundations and interpretation of quantum mechanics.”

Entanglement poses one of the biggest impediments to understanding quantum physics. It happens, for instance, when two particles are emitted from a common source. A quantum description of such a particle pair tells you the odds that a measurement of one of the particles (say, its spin) will give a particular result (say, counterclockwise). But once one member of the pair has been measured, you instantly know what the result will be when you make the same measurement on the other, no matter how far away it is. Einstein balked at this realization, insisting that a measurement at one place could not affect a distant experiment (invoking his famous condemnation of “spooky action at a distance”). But many actual experiments have confirmed entanglement’s power to defy Einstein’s preference. Even though (as Einstein insisted) no information can be sent instantaneously from one particle to another, one of them nevertheless seems to “know” what happened to its entangled partner.

Ordinarily, physicists speak of entanglement between two particles. But that’s just the simplest example. Susskind points out that quantum fields — the stuff that particles are made from — can also be entangled. “In the vacuum of a quantum field theory the quantum fields in disjoint regions of space are entangled,” he writes. It has to do with the well-known (if bizarre) appearance of “virtual” particles that constantly pop in and out of existence in the vacuum. These particles appear in pairs literally out of nowhere; their common origin ensures that they are entangled. In their brief lifetimes they sometimes collide with real particles, which then become entangled themselves.

Now suppose Alice and Bob, universally acknowledged to be the most capable quantum experimenters ever imagined, start collecting these real entangled particles in the vacuum. Alice takes one member of each pair and Bob takes the other. They fly away separately to distant realms of space and then each smushes their particles so densely that they become a black hole. Because of the entanglement these particles started with, Alice and Bob have now created two entangled black holes. If ER=EPR is right, a wormhole will link those black holes; entanglement, therefore, can be described using the geometry of wormholes. “This is a remarkable claim whose impact has yet to be appreciated,” Susskind writes.

Even more remarkable, he suggests, is the possibility that two entangled subatomic particles alone are themselves somehow connected by a sort of quantum wormhole. Since wormholes are contortions of spacetime geometry — described by Einstein’s gravitational equations — identifying them with quantum entanglement would forge a link between gravity and quantum mechanics.

In any event, these developments certainly emphasize the importance of entanglement for understanding reality. In particular, ER=EPR illuminates the contentious debates about how quantum mechanics should be interpreted. Standard quantum wisdom (the Copenhagen interpretation) emphasizes the role of an observer, who when making a measurement “collapses” multiple quantum possibilities into one definite result. But the competing Everett (or “many worlds”) interpretation says that the multiple possibilities all occur — any observer just happens to experience only one consistent branching chain of the multiple possible events.

In the Everett picture, collapse of the cloud of possibilities (the wave function) never happens. Interactions (that is, measurements) just cause the interacting entities to become entangled. Reality, then, becomes “a complicated network of entanglements.” In principle, all those entangling events could be reversed, so nothing ever actually collapses — or at least it would be misleading to say that the collapse is irreversible. Still, the standard view of irreversible collapse works pretty well in practice. It’s never feasible to undo the multitude of complex interactions that occur in real life. In other words, Susskind says, ER=EPR suggests that the two views of quantum reality are “complementary.”

Susskind goes on to explore in technical detail how entanglement functions with multiple participants and describes the implications for considering entanglement to be equivalent to a wormhole. It remains certain, for instance, that wormholes cannot be used to send a signal through space faster than light. Alice and Bob cannot, for instance, send messages to each other through the wormhole connecting their black holes. If they really want to talk, though, they could each jump into their black hole and meet in the middle of the wormhole. Such a meeting would provide strong confirmation for the ER=EPR idea, although Alice and Bob would have trouble getting their paper about it published.

In the meantime, a great many papers are appearing about ER=EPR and other work relating gravity — the geometry of spacetime — to quantum entanglement. In one recent paper, Caltech physicists ChunJun Cao, Sean M. Carroll and Spyridon Michalakis attempt to show how spacetime can be “built” from the vast network of quantum entanglement in the vacuum. “In this paper we take steps toward deriving the existence and properties of space itself from an intrinsically quantum description using entanglement,” they write. They show how changes in “quantum states” — the purely quantum descriptions of reality — can be linked to changes in spacetime geometry. “In this sense,” they say, “gravity appears to arise from quantum mechanics in a natural way.”

Cao, Carroll and Michalakis acknowledge that their approach remains incomplete, containing assumptions that will need to be verified later. “What we’ve done here is extremely preliminary and conjectural,” Carroll writes in a recent blog post. “We don’t have a full theory of anything, and even what we do have involves a great deal of speculating and not yet enough rigorous calculating.”

Nevertheless there is a clear sense among many physicists that a path to unifying quantum mechanics and gravity has apparently opened. If it’s the right path, Carroll notes, then it turns out not at all to be hard to get gravity from quantum mechanics — it’s “automatic.” And Susskind believes that the path to quantum gravity — through the wormhole — demonstrates that the unity of the two theories is deeper than scientists suspected. The implication of ER=EPR, he says, is that “quantum mechanics and gravity are far more tightly related than we (or at least I) had ever imagined.”

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          Bananas: 27 Principais Benefícios para Saúde e Beleza   

Bananas: 20 Principais Benefícios

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Bananas: Benefícios para a Saúde, Riscos & Fatos de Nutrição

As bananas estão entre as frutas mais consumidas no planeta de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, é a fruta preferida dos americanos.

Curvilíneos, esses frutos amarelos são ricos em "potássio e pectina, uma forma de fibra," disse Laura Flores, uma nutricionista com base em San Diego.

Eles também podem ser uma boa maneira de obter magnésio e vitaminas C e B6.

"Todos os tipos de bananas são ricas em antioxidantes, que podem fornecer proteção contra os radicais livres, que podemos entrar em contato todos os dias, a partir da luz solar pela a loção que você colocar na sua pele," acrescentou Flores.

Flores relatou uma ampla variedade de benefícios de saúde associados com a fruta.

"Bananas são conhecidas por reduzir o inchaço, proteger contra o desenvolvimento de diabetes tipo 2, ajudar na perda de peso, fortalecer o sistema nervoso.

Além de ajudar com a produção de células brancas do sangue, devido ao elevado nível de vitamina B6 que as bananas contêm," ela disse a ciência de viver.

Aqui estão os fatores de nutrição das bananas, de acordo com a U.S. Administração de Comida e Drogas, que regulamenta a rotulagem de alimentos através da rotulagem nacional e a lei da educação:

beleza.blog.br.bananas-20-principais-beneficios-para-saude-e-beleza

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(VÍDEO) → Os 10 Benefícios da Banana Para Saúde

https://www.youtube.com/watch?v=IUf2WW4f5CM

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Fatos de Nutrição

Tamanho da dose: 1 banana média (4,5 oz/126g)

Calorias

110 calorias da gordura 0 *percentagem valor diário (% VD) são baseados em uma dieta de 2000 calorias.

AMT por porção

% DV*

Gordura total

0 g 0%, 30 g de hidrato de carbono total 10%

Colesterol

0 mg 0%, fibra alimentar 3g 12%

Sódio

0 mg 0%, 19 g de açucar

Potássio

13 %, 1 g de proteína

Vitamina A

2%, cálcio 0%

Vitamina C

15%, ferro 2%

 

>>> Benefícios para a Saúde

Saúde do Coração

As bananas são boas para o coração. Elas possuem potássio, um eletrólito mineral que mantém a eletricidade por todo seu corpo, necessário para manter seu coração batendo.

O elevado teor de potássio das bananas e teor baixo de sódio podem também ajudar a proteger seu sistema cardiovascular contra alta pressão de sangue.

 

>>> Depressão e Humor

As bananas podem ser úteis na superação de depressão "devido aos altos níveis de triptofano, que o corpo converte em serotonina, neurotransmissor do cérebro de elevação de humor" disse Flores.

Além disso, a vitamina B6 pode ajudá-lo a dormir bem, e o magnésio ajuda a relaxar os músculos.

Digestão e Perda de Peso

A banana prata é ricas em fibras, que podem ajudar a mantê-lo regular.

Uma banana pode fornecer quase 10% da sua necessidade diária de fibras.

A vitamina B6 também pode ajudar a proteger contra a diabetes tipo 2 e ajuda na perda de peso, de acordo com Flores.

Em geral, as bananas são importantes para a perda de peso, porque elas tem um sabor doce e não engordam, o que ajuda a evitar ânsias.
Elas também ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue durante exercícios.

 

>>> Visão

Cenouras podem receber toda a glória por ajudar seus olhos, mas as bananas fazem a sua parte também.

Os frutos contêm uma quantidade significativa de vitamina A, que é essencial para proteger os olhos, mantendo a visão normal, além de melhorar a visão durante a noite, de acordo com o Instituto Nacional do Coração.

A vitamina contém compostos que preservam as membranas que circundam os olhos e são um elemento com proteínas que trazem luz para suas córneas.

Como outras frutas, as bananas podem ajudar a prevenir a degeneração macular, uma doença incurável, que embaça a visão central.

Ossos

As bananas podem não transbordar cálcio, mas eles são ainda úteis para manter os ossos fortes.

De acordo com um artigo de 2009, do jornal de Fisiologia e bioquímica, as bananas contêm uma abundância de frutooligossacarídeos.

Estas são carboidratos que incentivam os probióticos digestivo-amigável e reforçam a capacidade do organismo de absorver cálcio.

Câncer

Algumas evidências sugerem que o consumo moderado de bananas pode ser protetora contra o câncer de rim.

Um estudo sueco de 2005 descobriu que mulheres que comiam mais de 75 porções de frutas e legumes eliminaram seu risco de câncer de rim em 40%, e que as bananas foram especialmente eficazes.

Mulheres que comem dieta da banana de quatro a seis por semana diminuem pela metade o risco de desenvolver câncer de rim.

As bananas podem ser úteis na prevenção de câncer de rim por causa de seus altos níveis de compostos fenólicos antioxidantes.

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>>> Riscos para a Saúde

Comido com moderação, não há nenhum efeito colateral significativo associados a comer bananas.

No entanto, comer as frutas em excesso pode provocar dores de cabeça e sonolência, disse Flores.

Ela disse que essas dores de cabeça são causados por eles, "os aminoácidos da banana que dilatam os vasos sanguíneos".

As bananas maduras contêm mais destes ácidos aminados do que as outras bananas.

"Bananas podem também contribuir para a sonolência, quando ingeridas em excesso devido à quantidade elevada de triptofano encontrado nelas," ela disse.

Magnésio também relaxa os músculos, às vezes um benefício, às vezes um risco.

As bananas são frutas açucaradas, então comer demais e não manter práticas de higiene dentária adequada pode levar à deterioração de dente.

Também não contêm bastante gordura ou proteína para ser uma refeição saudável por conta própria, ou um lanche pós-treino eficaz.

Comer bananas torna-se significativamente arriscado somente se você comer demais.

O USDA recomenda que adultos comam cerca de duas xícaras de frutas por dia, ou cerca de duas bananas.

Se você comer dúzias de bananas todos os dias, pode haver um risco de alto teor de vitamina e minerais.

O Centro de Medicina da Universidade de Maryland relatou que o consumo excessivo de potássio pode levar a hipercalemia, que é caracterizada por fraqueza muscular, paralisia temporária e um batimento cardíaco irregular.

E pode ter consequências graves, mas você teria que comer cerca de 43 bananas em um curto período de tempo para que qualquer sintomas de hipercalemia ocorra.

Consumir mais de 500 miligramas de vitamina B6 diariamente possivelmente pode levar a danos nos nervos nos braços e pernas.

Você teria que comer milhares de bananas para chegar ao nível de vitamina B6.

 

Cascas de Banana: Comestíveis ou Venenosas?

Acontece que o maior risco de uma casca de banana pode realmente estar em escorregar nela.

Cascas de banana não são venenosas.

Na verdade, elas são comestíveis e repletas de nutrientes. "Casca de banana é comida em muitas partes do mundo, embora não seja muito comum no Ocidente," disse Flores.

"Ela contém quantidades elevadas de vitamina B6 e B12, bem como magnésio e potássio.

Ela também contém algumas fibras e proteína.

" De acordo com um artigo do jornal de bioquímica aplicada e biotecnologia de 2011, cascas de banana também tem "vários compostos bioativos como polifenóis, carotenoides e outros".

É importante lavar cuidadosamente uma casca de banana antes de comê-la devido as pesticidas que podem ser pulverizadas em pomares de banana.

Cascas de banana são geralmente servidas cozidas ou fritas, embora elas podem ser comidas cruas ou batidas em um liquidificador com outras frutas.

Elas não são tão doces como a banana. As cascas serão mais doces do que as bananas verdes.

 

>>> Fatos da Banana

As bananas podem ter sido o primeiro fruto cultivado do mundo.

Arqueólogos encontraram evidências de cultivo de banana na Nova Guiné, desde 8000 A.C.

As bananas são produzidas principalmente em áreas tropicais e subtropicais da África, Ásia e das Américas, bem como as ilhas Canárias e Austrália.

As bananas não crescem em árvores.

A bananeira é classificada como uma erva perene arborescente de (tipo de árvore), e a banana em si é considerada uma baga.

O nome correto para um cacho de bananas é uma mão; uma única banana é um dedo.

Quase todas as bananas vendidas nas lojas são clonadas de apenas uma variedade, a planta de banana Cavendish, originalmente nativa do sudeste da Ásia.

O Cavendish substituiu o Gros Michel, depois que essa variedade foi exterminada pelo fungo.

O Gros Michel supostamente era maior, tinha uma vida útil mais longa e um sabor melhor.

O Cavendish pode enfrentar o mesmo destino que o Gros Michel dentro dos próximos 20 anos, dizem os botânicos.

As bananas são também chamadas de plátanos.

Mas em geral, "banana" refere-se a forma mais doce da fruta, que muitas vezes é comida cru, enquanto "banana" refere-se a uma fruta que muitas vezes é cozida antes de comer.

Existem 50 espécies reconhecidas de banana.

A dieta da banana com aveia selvagens crescem em todo o Sudeste Asiático, mas não são comestíveis para os seres humanos, pois são cravejados com sementes duras.

A grande maioria das bananas cultivadas hoje é para consumo por agricultores ou a comunidade local.

Apenas 15% da produção global do fruto é cultivado para a exportação.

A Índia é a maior produtora de bananas no mundo, respondendo por 23% da total da produção de bananas, embora a maioria dos plátanos indianos é para uso doméstico.

Em 1923, a partitura de uma música popular intitulada "Sim, nós temos Bananas!" vendeu mais de mil cópias por dia

A versão de Harry Belafonte da canção "barco Banana" foi lançado no primeiro álbum que vendeu mais de 1 milhão de cópias.

ATUALIZADO: 30.06.17

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          EMAGRECER COM LEGUMES E FRUTAS: EMAGREÇA 7KG (2017)   

EMAGRECER COM LEGUMES E FRUTAS EMAGREÇA 7KG

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Cinco Mitos sobre Legumes

Vegetais foram creditados com muitas realizações, em seu tempo. Eles são os escoteiros. Os bons da fita.

Os alimentos que ajudam o corpo a manter-se saudável e lutam contra uma variedade de doenças.

Mas eles são tudo isso que dizem ser? Era tudo o que você aprendeu na escola ou na casa de sua avó?

A decepcionante verdade, abaixo.

5. Quanto mais Vibrantemente e Coloridos mais Saudável

Enraizada em uma espécie de "não mexa com as rãs coloridas" ambiental da especialização, é um pouco longo de conselhos no mundo das reivindicações de frutas e legumes quanto mais ricamente coloridos um alimento, o valor mais nutritivo contém.

Como é o caso do "espinafre sobre alface”, não pode se negar que em certos casos, esta regra absolutamente se aplica. No entanto, há muitas exceções a esta ideia.

Repolho branco (devidamente tão colorido como o nome sugere) é um alimento rico em vitaminas e nutrientes embalados disponíveis, contendo vitaminas A, B, C e K, bem como cálcio, ferro e fibra.

Couve-flor branca é basicamente só um pedaço empacotado de antioxidantes. Aipo tem proteínas e cálcio (para além, ostentando uma quantidade minúscula de calorias).

Feijão vermelho e rosa? Ele não tem nada que não tenha a variedade branca.

4. Fresco é Sempre Melhor do que Congelado ou Enlatado

Se você está cultivando frutas e legumes e seus benefícios em seu quintal, então você pode pular esta seção, pois produzir em linha reta fora da videira é a forma mais saudável, que você irá encontrar.

No entanto, que “produtos frescos na prateleira do supermercado”?

Normalmente já viajou muito longe para estar lá e distância significa tempo, o que significa que muitos dos nutrientes que produzem foram perdidos, apesar de que a alegação de sinais.

A edição acima da expedição esgotando o inerente valor nutritivo de certos vegetais desempenhou um grande papel em por que o negócio de ultracongelação e produção de conservas vegetais decolaram em primeiro lugar.

Congelamento de ervilhas, por exemplo, garante que eles são tão cheios de vitaminas e minerais quando você descongelá-los, em março, como eles eram quando eles foram embalados em fevereiro.

As condições oferecidas para espinafre enlatado e abóbora realmente podem aumentar a quantidade de vitaminas contidas em cada um.

3. Vegetais Crus são Superiores aos Vegetais Cozidos

Enquanto o calor (e umidade, se você está fervendo) envolvido na cozinha pode às vezes causar alguns legumes para emagrecer perder alguns nutrientes, o cozimento também pode aumentar a quantidade de outros nutrientes.

beleza.blog.br.alimentacao-saudavel-para-emagrecer-cardapio-nutricionista

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(VÍDEO) → Como Emagrecer Rápido Perca 8kg em Uma Semana sem Passar Fome

https://www.youtube.com/watch?v=c7yvlf5OLy8

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O exemplo mais citado é no tomate, que – quando cozido – libera mais licopeno do que suas contrapartes cruas (e licopeno pode ajudar o seu corpo contra doenças como o câncer de próstata).

Além disso, o processo de cozimento pode quebrar a fibra em muitos vegetais, facilitando desse nutriente vital para o processo.

Muito variável ao fator em qualquer comparação (tipo de vegetal, como fresco é, como ele foi armazenado, como está cozido, como é preparado, etc.), mas a menos que você lhes incendiou, legumes vão dar-lhe uma dose pesada de nutrição ao cozinhá-los.

2. O Espinafre é Rico em Ferro

Popeye comeu espinafre e forte imediatamente ficou. O ferro é forte. Lógica básica dos desenhos animados assistidos sugere que deve ser causa e efeito, certo? Errado.

A razão pela qual que o mito começou (e a razão pela qual mais tarde informou a mitologia do personagem Popeye) foi por causa de um ponto decimal deslocado em um alemão de 1870 que estudava sobre quanto ferro estava contido dentro de folhas verdes.

Mais tarde, estudos mais precisos descobriram que espinafre não tinha nenhum ferro a mais do que legumes comparáveis e que, coincidentemente, o corpo humano não poderia absorver facilmente o tipo de ferro contido, enfim.

1. Comer Cenouras irá Melhorar sua Visão

Enquanto seria fantástico se comer cinco quilos de cenouras cotidianas eventualmente conceder o poder de ver através das paredes e/ou desencadear explosões ópticas a lá Scott Summers, a verdade é que as cenouras realmente não vai melhorar sua visão.

Esta teoria surgiu do fato de que as cenouras contêm betacaroteno, que o corpo converte em vitamina A (que é usado para a visão, crescimento ósseo e a saúde da pele) e uma deficiência de vitamina A pode levar ao que é chamado de cegueira noturna (que é exatamente o que parece – incapacidade de ver efetivamente em situações de pouca luz).

Parece bastante lógico, certo? Bem, a questão principal aqui é na palavra "melhorar".

Como todas as outras vitaminas, a ingestão em abundância de vitamina A vontade não melhorar nada após um nível humano normal, simplesmente vai ajudar a manter a saúde (no caso, a saúde de suas retinas) e em seguida, seu corpo vai armazenar ou eliminar o excesso (ambos podem ser problemáticos, em alguns casos).

Também: se isso fosse verdade, sua mãe teria encorajado você para comer alimentos como fígado, brócolis, batata doce, manteiga e espinafre para corrigir sua visão – eles são todos carregados com vitamina A.

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>> SUGESTÃO DE CARDÁPIO PARA EMAGRECER SEM PASSAR FOME:

Café da Manhã

Opção 1: 01 copo de suco de acerola e mamão, 01 col sopa de linhaça,01 unid de pão francês, 01 col sopa de queijo cottage
Opção 2: 01 fatia de pão integral,01 fatia de peito de peru
Opção 3: 01 fatia de pão integral,01 col sopa de cream cheese, 01 xícara de chá verde
Opção 4: 01 copo de leite desnatado,01 col sopa de granola e ½ kiwi

 

Lanche da Manhã

Opção 1: 01 tangerina
Opção 2: 1/2 unid de mamão
Opção 3: 01 kiwi
Opção 4: 02 damascos

 

Almoço

Opção 1: 01 prato de sobremesa de salada de almeirão,alface e tomate,02 col sopa de arroz integral, 02 col sopa de feijão,01 pedaço de frango assado
Opção 2: 01 prato de sobremesa de salada de rúcula e cenoura ralada, 01 filé de frango grelhado,02 col sopa de arroz,02 col sopa de brócolis refogado
Opção 3: 01 prato de sobremesa de salada de alface,brócolis e tomate,02 pedaços de carne bovina cozida,02 col sopa de arroz integral,02 col sopa de feijão
Opção 4: 01 pires de salada de alface,beterraba e couve-flor cozida,02 col sopa de feijão,01 escumadeira de macarrão integral

 

Lanche da Tarde

Opção 1: 01 banana assada com canela
Opção 2: 01 xícara de chá verde com gengibre
Opção 3: 02 biscoitos integrais
Opção 4: 05 morangos

 

Jantar

Opção 1: 01 prato de sopa de macarrão com legumes e 02 col copa de carne moída
Opção 2: 01 pires de salada de folhas verdes,02 col sopa de escondidinho de abóbora e frango
Opção 3: 01 pires de salada de agrião e cenoura,01 omelete simples,02 col sopa de quinoa cozida
Opção 4: 01 prato de sobremesa de salada de escarola e tomate, 01 filé de frango grelhado

 

Ceia
Opção 1: 01 fatia de abacaxi
Opção 2: 02 Castanhas do Pará
Opção 3: 01 ameixa preta
Opção 4: 01 copo de leite de soja

ATUALIZADO: 30.06.17

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Como EU perdi 13 quilos em apenas 21 dias. Sem dieta e exercícios! Usando isso...2

 

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> QUER EMAGRECER MAIS RÁPIDO? ENTÃO LEIA:

 

> DICAS E TRUQUES RÁPIDOS PARA CABELO, PELE E UNHAS:

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          17 REMÉDIO CASEIRO PARA OLHEIRAS E PELE FLÁCIDA: 2017   

17 REMÉDIO CASEIRO PARA OLHEIRAS E PELE FLÁCIDA

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Remédios Naturais para sua Pele e Olheiras

 

A nossa pele é o nosso maior órgão, que cobre o exterior do corpo e mantem órgãos, músculos, vasos sanguíneos e outras partes no interior, seguro e longe de micróbios causadores de doenças.

Muitas coisas podem acontecer a sua pele, como mordidas, cortes, erupções cutâneas e queimaduras.

Para olheiras tratamento caseiro a quatro problemas comuns, estrias, rugas, cicatrizes e acne.

Alguns remédios podem ajudá-lo a manter a pele saudável.

COMO TIRAR OLHEIRAS TRATAMENTO CASEIRO 27 RECEITAS 2016

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>> Recomendamos Para Você:

 

Quer ver depoimentos e dicas sobre olheiras

Deixe seu comentário no vídeo abaixo!

Trabalhamos com amor e dentro do possível seu comentário será respondido!

Este conteúdo não substitui uma consulta medica!

#belezablogbr

 

(VÍDEO) Saiba Como Tirar Olheiras (GARANTIDO)

https://www.youtube.com/watch?v=WBoOZBXwlWQ

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1. Os círculos escuros sob os olhos: as olheiras nos olhos são, por vezes hereditária, caso em que nenhum remédio vai fazer muito.

Mas outras causas incluem alergias, estresse emocional, tabagismo, uso crônico de álcool, congestão nasal, pigmentação irregular, esfregar os olhos, e exposição ao sol.

Olheiras causas fazem uma pessoa ficar com o olhar sombrio, e empresas de cosméticos fazem centenas de milhões de dólares com maquiagem que cobrem essa escuridão. Mas se você realmente deseja reduzir ou eliminar as olheiras siga nossas dicas abaixo:

No topo da lista esta descansar o suficiente. A falta de sono contribui especialmente para a escuridão sob os olhos. Em média, temos cerca de sete horas de sono todas as noites.

Fumar cigarros também faz com que a escuridão sob os olhos, em muitos casos, bem como o excesso de álcool. Reduzir o tabagismo e o consumo de álcool, vai ajudar seu corpo inteiro.

Alergias estão relacionadas com olheiras profundas também. Beber chá de urtiga todos os dias pode reduzir ou eliminar alergias e também irá fornecer sílica para sua pele, o que faz com que pareça saudável.

 

2. As estrias: Os Institutos Nacionais de Saúde diz que as estrias ocorrem quando há um rápido estiramento da pele, principalmente em casos de gravidez.

As estrias também acontecem quando as pessoas ganham peso rapidamente ou como resultado do uso excessivo de cremes de cortisona. Estas marcas são listras que se formam sobre o estômago, nádegas, quadris, coxas e seios.

Enquanto estrias muitas vezes desaparecem ao longo do tempo, elas não necessariamente desaparecem completamente. Mas elas podem ser grandemente reduzida ou eliminada com a utilização de vários auxiliares naturais.

Tamanu óleo, que se origina a partir das ilhas do Pacífico, é provavelmente o agente mais eficaz para reduzir as estrias. Massagem diária de óleo de tamanu nas estrias com pode melhorar a formação de colágeno novo, saudável e renovar a pele.

Dois outros agentes são manteiga de karité e óleo de coco virgem, que vão ajudar com as estrias. Massagem diária como estas ajudam a renovar a pele e reduzir marcas.

Além disso, um tipo especial de suplemento de antioxidante, pode ajudar quando tomado por via oral. OPCs são tipicamente derivados de peles de semente de uva e demonstram poderosa atividade anti-cicatrização.

Cerca de 150 miligramas de OPCs diária são suficientes para reduzir as estrias e impulsionar a produção de colágeno novo, saudável.

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3. Rugas: As rugas ocorrem na pele porque a pele não repara-se completamente à medida que envelhecemos.

À medida que envelhecemos, a quantidade de colágeno na pele diminui.

Colágeno e elastina que mantém a pele flexível e jovem se solta, grossa e aglutinadas. Como resultado, a pele torna-se quebradiça e menos elástica, o que resulta em rugas.

Três abordagens naturais podem ajudar a reduzir as rugas, embora nada vai impedi-las inteiramente. A primeira é usar uma bucha quando você se banha.

A bucha é uma polpa dura, fibrosa que estimula a circulação na pele e remove a camada exterior, conhecida como a epiderme. O uso regular de uma bucha vai ajudar a manter a pele brilhante, saudável e menos enrugada.

Cosméticos à base de camomila pode ajudar a reduzir o aparecimento de rugas finas, devido a um composto da camomila conhecido como alfa bisobolol.

Outros incluindo confrei, calêndula e lavanda também contêm compostos que protegem as células da pele e minimizam rugas. Uma empresa chamada Lily Organics faz produtos de cuidados da pele orgânicos certificados com estes vegetais.

 

4. As cicatrizes da acne: Embora a acne possa ser comum entre os adolescentes, algumas pessoas ficam com cicatriz mais facilmente.

Óleo de Tamanú (descrito anteriormente) possui propriedades anti-microbianas e curativas da pele, e quando aplicado diretamente a espinhas, podem reduzir significativamente a cicatrização.

Em cicatrizes de acne mais velhas, tamanu pode ajudar a reduzir, se não eliminar totalmente, os danos da pele quando aplicado regularmente.

Usando qualquer um esfregando a pele com uma bucha numa base regular, irá remover as células mortas da pele velha, e melhorar a circulação, reduzindo a cicatrização em casos de acne.

Este é o mesmo processo usado em spas e centros de cuidados da pele, mas você pode fazê-lo em casa.

 

Óleo de copaíba da Amazônia

O látex da Amazônia, o sangue de dragão, age como um removedor de mancha, cura a acne rapidamente e repara a pele danificada.

Por fim, o óleo de copaíba da Amazônia mostra benefícios de melhoria da pele. Aplicado diretamente sobre espinhas e cicatrizes, copaíba reduz a inflamação e acelera a cicatrização da pele.

Lembre-se, sua pele é a capa protetora do seu corpo. Usando ingredientes naturais e métodos irá manter a pele se tornar mais saudável e melhor para o futuro, e que só se sente bem.

ATUALIZADO: 30.06.17

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O post 17 REMÉDIO CASEIRO PARA OLHEIRAS E PELE FLÁCIDA: 2017 apareceu primeiro em Beleza Blog.


          Quero um meio de lucrar dfinheiro pela net,alguém conhece um?   
mas que seja seguro,honesto e realmente funcione,dispenso baboseiras.
          As Intenções de oração para Junho de 2017: Eliminar o Comércio de Armas   



É uma absurda contradição falar de paz, negociar a paz e, ao mesmo tempo, promover ou permitir o comércio de armas. 

E sempre fica a dúvida: uma guerra aqui, outra guerra ali (porque em todos os lugares há guerras), será realmente uma guerra por problemas ou uma guerra comercial para vender essas armas no comércio ilegal e para enriquecer os comerciantes da morte?

Acabemos com esta situação. Rezemos todos juntos pelos responsáveis das nações, para que se comprometam decididamente em pôr fim ao comércio das armas, que provoca tantas vítimas inocentes.

Fonte: CTV - The Vatican – Português.

Equipe do blogger Verbo Pai.
          Jesus ressuscitou!   
Hoje a Igreja repete, canta, grita: "Jesus ressuscitou!". Mas por quê? Peter, John, as mulheres foram ao sepulcro e que estava vazia, ele não estava lá. Eles foram com seus corações fechados pela tristeza, a tristeza da derrota: o Mestre, seu Mestre, que eu tanto amava foi executado, morreu. E de entre os mortos não voltam. Esta é a derrota, este é o caminho da derrota, o caminho para o túmulo. Mas o anjo disse-lhes: "Ele não está aqui, ele ressuscitou". É o primeiro anúncio: "E 'ressuscitado." 

E então a confusão, fechou o coração, as aparições. Mas os discípulos permanecem fechados durante todo o dia na sala superior, porque tinham medo que aconteceria com eles o mesmo que aconteceu com Jesus. E a Igreja não cessa de dizer aos nossos derrotas, nossos corações fechados e com medo, "Stop, o Senhor ressurgiu ". Mas se o Senhor ressuscitou, por que essas coisas acontecem? Como é que tantas desgraças acontecem, doença, tráfico de pessoas, seções de pessoas, as guerras, a destruição, a mutilação, vingança e ódio? Mas onde está o Senhor? Ontem liguei para um cara com uma doença grave, um cara pego, um engenheiro e falando, para dar um sinal de fé, eu disse a ele: "Não há explicações para o que acontece com você. 

Olhe para Jesus na cruz, Deus fez isso com seu filho, e não há outra explicação. " E ele respondeu: "Sim, mas ele pediu o Filho e o Filho disse que sim. Eu não estava perguntou se eu queria ". Isso nos move, nenhum de nós perguntou: "Você está feliz com o que está acontecendo no mundo? Você está disposto a carregar esta cruz?". E a cruz continua, e fé em Jesus vem para baixo. Hoje, a Igreja continua a dizer: "Pare, Jesus ressuscitou". E isso não é uma fantasia, a ressurreição de Cristo não é uma festa com muitas flores. Isso é bom, mas isso não mais é; É o mistério da pedra rejeitada que acaba por ser o fundamento da nossa existência. 

Cristo ressuscitou, isto significa. Esta cultura de sucata onde o que não é necessário e toma o caminho dos EUA lança, onde o que não é necessário for rejeitado, a pedra - Jesus - é descartado e é a fonte da vida. E nós também, seixos no chão, nesta terra de dor, tragédia, com a fé em Cristo ressuscitado que têm um sentido, no meio de tantas calamidades. A maneira de olhar para além do sentido de dizer: "Olha, há uma parede; há um horizonte, há vida, há alegria, há a cruz com esta ambivalência. Olhe para frente, não fechar-se. Você seixo, você tem um sentido na vida, porque você é uma pedra na pedra, a pedra que a maldade do pecado caiu. " E sobre a Igreja de hoje na frente de tantas tragédias? Isso simplesmente. A pedra rejeitada não é realmente descartado. 

Os seixos que acreditam e eles aderem a essa pedra não são descartados, eles fazem sentido e a Igreja repete este sentimento do meu coração: "Cristo ressuscitou" Vamos pensar um pouco', cada um de nós pensar, para os problemas quotidianos, doenças que viveram ou que alguns dos nossos parentes; pensamos em guerras, tragédias humanas e simplesmente com a voz humilde, sem flores, justos diante de Deus, antes de dizer "Eu não sei como isso vai, mas tenho certeza de que Cristo ressuscitou, e eu apostaria nisso." Irmãos e irmãs, é isso que eu queria te dizer. Vá para casa agora, repetindo em seu coração: "Cristo ressuscitou".

Fonte: Vatican.va

"Deus vos abençoe!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
          A Cruz é a Única Esperança do Mundo   
Ouvimos a história da Paixão de Cristo. É essencialmente a conta de uma morte violenta. Notícias de mortes e mortes violentas, há quase nunca o noticiário da noite. Mesmo nos últimos dias temos ouvido, como a do 38 mortos no Egipto cristãos coptas no Domingo de Ramos. Estes relatórios seguem um ao outro tão rapidamente que nos esquecemos de cada noite do que no dia anterior. Por que, então, depois de 2000 anos, o mundo ainda se lembra, como aconteceu ontem, a morte de Cristo? É que esta morte mudou para sempre a face da morte; que deu um novo significado à morte de cada ser humano. Nele refletimos um momento. 

"Quando eles chegaram perto de Jesus, viu que ele já estava morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados com uma lança perfurou seu lado, e logo saiu sangue e água" (Jo 19: 33-34). No início do seu ministério, quando lhe foi perguntado com que autoridade ele caçava os mercadores do templo, Jesus disse: "Destruí este templo e em três dias eu o levantarei". "Ele falava do templo do seu corpo" (Jo 2, 19. 21), Giovanni tinha comentado na ocasião, e aqui agora o mesmo evangelista nos diz que do lado deste templo "destruído" jorrar água e sangue. É óbvia alusão à profecia de Ezequiel falou do futuro templo de Deus, a partir do lado da qual flui um fluxo de água, ele se tornou um riacho, em seguida, um rio navegável em torno do qual floresce toda a vida (cf. Ez 47, 1 ff.). 

Mas nós penetrar na origem desta "água viva" (Jo 7, 38), no coração trespassado de Cristo. Em Apocalipse o mesmo discípulo que Jesus amava escreve: "E vi, no meio do trono, rodeado pelos quatro seres viventes e dos anciãos, um Cordeiro em pé, como morto" (Ap 5: 6). Imolado, mas de pé, que é perfurada, mas ressuscitado e vivo. 

Existe agora, na Trindade e no mundo, um coração humano que bate, não só metaforicamente, mas realmente. Se o fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, embora seu coração é ressuscitado dos mortos; ele vive, como todo o resto de seu corpo, em uma dimensão diferente da primeira, real, mesmo se mística. Se o Cordeiro vive no céu "morto mas de pé", também seu coração compartilha o mesmo estado; é um coração perfurado, mas viver; eternamente perfurado, porque eternamente vivo. 
Ele criou uma expressão para descrever a altura de maldade que podem se aglutinarem dentro da humanidade: "coração das trevas". Após o sacrifício de Cristo, a escuridão mais profunda do coração bate em um mundo de coração leve. Na verdade, Cristo subir ao céu, não abandonou a terra, como, carne, não tinha abandonado a Trindade. 

"Agora ele está cumprido o plano de antífona da Liturgia das Horas, o Pai -diz -, fazer de Cristo o coração do mundo". Isso explica o otimismo cristão irredutível que fez exclamar em um místico medieval: "O pecado é inevitável, mas tudo ficará bem, e tudo ficará bem e todo tipo de coisa deve estar bem" (Giuliana di Norwich). 

* * * 
Os monges cartuxos adotou um brasão de armas que aparecem na entrada de seus mosteiros nos seus documentos oficiais e em outras ocasiões. Nele está representado o globo terrestre encimado por uma cruz, rodeado pela inscrição: "Stat crux dum volvitur orbis": Ele ainda é a cruz, em meio às perturbações do mundo. 

O que é a cruz, para ser esse ponto fixo, este mastro balanço entre o mundo "? É o "não" definitivo e irreversível de Deus à violência, injustiça, ódio, mentiras, tudo o que nós chamamos "mal"; e é tanto o "Sim" amor tão fatal, verdade, bondade. "Não" ao pecado, "Sim" para o pecador. É o que Jesus praticou ao longo de sua vida e agora dedica definitivamente por sua morte. 

A razão para esta distinção é clara: o pecador é uma criatura de Deus e manter a sua dignidade, apesar de todas as suas andanças; não pecar; é uma realidade falsa, acrescentando, o resultado de suas próprias paixões e da "inveja do diabo" (Sap 2, 24). É a mesma razão pela qual o Verbo encarnado, assumiu o todo do homem, exceto no pecado. O bom ladrão, em que o Jesus morrendo promete o paraíso, é a prova viva disso. Ninguém deve se desesperar; ninguém deve dizer, como Caim: "Muito grande é a minha culpa por perdão" (Gn 4, 13). 

A cruz não é "é", portanto, contra o mundo, mas para o mundo, para dar sentido a todo o sofrimento que houve, é e será na história humana. "Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, diz Jesus a Nicodemos -, mas para que o mundo seja salvo por Ele" (Jo 3, 17). A cruz é a proclamação viva que a vitória final não é de quem triunfa sobre o outro, mas quem triunfa sobre si mesmo; não daqueles que sofrem, mas aqueles que sofrem. 

* * * 
"Dum volvitur Orbis", como o mundo celebra sua evolução. A história humana sabe muitas passagens de uma época para outra, falamos da Idade da Pedra, Idade do Bronze, Idade do Ferro, a Era Imperial, era atômica, a era eletrônica. Mas agora não é algo novo. A idéia de transição já não é suficiente para descrever a realidade atual. A idéia de mutação deve ser combinada com a de esmagamento. Vivemos, foi escrito em uma sociedade "líquida"; já não existem mais pontos fixos, valores atemporais, nenhuma rocha no mar, podemos agarrar, ou contra a qual talvez Slam. Tudo é flutuante. 

Ele fez o pior cenário que o filósofo tinha antecipado como resultado da morte de Deus, que o advento do super-homem deveria ter impedido, mas isso não impediu que: "O que sempre fazemos quando unchained terra de seu sol? Para onde é que se deslocam agora? Onde é que vamos nos mover? Longe de todos os sóis? É nossa queda eterna? Para trás, para os lados, para a frente, de todos os lados? Existe ainda um acima e abaixo? Não estamos desviando como através de um nada infinito? "(F. Nietzsche, A Gaia Ciência, aforismo 125). 
Tem sido dito que "matar Deus é o suicídio mais horrendo", e é isso que estamos vendo em parte. Não é verdade que "onde Deus nasce, o homem morre" (JP Sartre); o oposto é verdadeiro: onde Deus está morto, o homem morre.

Um pintor surrealista da segunda metade do século passado (Salvador Dalì) pintou um crucifixo que parece uma profecia desta situação. Uma imensa cruz, cósmica, com mais de um Cristo, assim como monumental, visto de cima, com a cabeça inclinada para baixo. Abaixo dele, no entanto, não há nenhuma terra seca, mas a água. O crucifixo não é suspensa entre o céu e a terra, mas no céu e o componente líquido no mundo. 

Este quadro trágico (há também, no fundo, uma nuvem que poderia aludir à nuvem atômica), mas também contém uma consoladora certeza: há esperança para uma sociedade líquida como a nossa! Há esperança, porque acima dele "é a cruz de Cristo." É o que a liturgia Sexta-feira Santa nos faz repetir todos os anos com as palavras do poeta Venanzio Fortunato: "O Crux, ave spes unica" Hail, o Croce, nossa única esperança do mundo. 
Sim, Deus está morto, morreu em seu Filho Jesus Cristo; mas ele não ficou no sepulcro, subiram. "Você tem o crucifixo - Peter grita para a multidão no dia de Pentecostes - mas Deus o ressuscitou" (Atos 2: 23-24). Ele é aquele que "estava morto, mas agora vive para sempre" (Ap 1, 18). A cruz não é "" ainda está no meio das turbulências do mundo "como um lembrete de um evento passado, ou um símbolo puro; Há uma realidade presente tal, vivo e ativo. 

* * * 
Não devemos parar, como os sociólogos, a análise da sociedade em que vivemos. Cristo não veio para explicar as coisas, mas para mudar as pessoas. O coração das trevas não é apenas a de algum mal escondido no fundo da selva, e mesmo o da empresa que o produziu. Na medida diferente que está dentro de cada um de nós. 

A Bíblia chama-lhe o coração de pedra, "arrancar a partir deles um coração de pedra - Deus diz o profeta Ezequiel - e dar-lhes um coração de carne" (Ez 36, 26). Coração de Pedra está fechado para o coração de Deus eo sofrimento dos seus irmãos, o coração de quem acumula quantidades ilimitadas de dinheiro e permanece indiferente ao desespero de quem tem um copo de água para dar ao seu filho; que é também o coração está completamente se deixa dominar pela paixão impura, pronto para matá-lo, ou para levar uma vida dupla. Não deve ser deixado com o cada vez mais voltada para fora olhar, outro, mais concretamente dizer, é o nosso coração para ministros de Deus e praticando cristãos se ainda basicamente vivo "para nós" e não "para o Senhor." 

Está escrito que no momento da morte de Cristo "o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo, a terra tremeu, e as rochas foram divididas, os túmulos se abriram e muitos corpos de santos levantados" (Mt 27: 51s.). Destes sinais será, normalmente, uma explicação apocalíptico, como uma linguagem simbólica necessária para descrever o evento escatológico. Mas eles também têm um significado parentético: indicam o que deve estar no coração de quem lê e medita sobre a Paixão de Cristo. Em uma liturgia como esta, St Leone Magno disse aos fiéis: "A natureza humana treme antes da execução do Redentor, de quebrar as rochas de corações infiéis e os que foram encerrados nos sepulcros de sua mortalidade emergir, levantando a pedra que ela pesava sobre eles "(Sermo 66, 3; PL 54, 366). 


O coração de carne, prometido por Deus nos profetas, já está presente no mundo: é o Coração de Cristo trespassado na cruz, para que veneram como o "Sagrado Coração". Ao receber a Eucaristia, acreditamos firmemente que este coração é vencer, mesmo dentro de nós. Olhando para a cruz em pouco tempo nós dizemos do meu coração, como o publicano no templo: "Ó Deus, sê propício a mim, pecador, é que, como ele, vai voltar para casa" justificado "(Lucas 18: 13-14).

Texto: Frei Raniero Cantalamessa

Fonte: Vatican.va

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          Falsidade e danos do naturalismo Pedagógico   
É falso portanto todo o naturalismo pedagógico que, na educação da juventude, exclui ou menospreza por todos os meios a formação sobrenatural cristã; é também errado todo o método de educação que, no todo ou em parte se funda sobre a negação ou esquecimento do pecado original e da graça, e, por conseguinte, unicamente sobre as forças da natureza humana.

Tais são na sua generalidade aqueles sistemas modernos, de vários nomes, que apelam para uma pretendida autonomia e ilimitada liberdade da criança, e que diminuem ou suprimem até, a autoridade e a acção do educador, atribuindo ao educando um primado exclusivo de iniciativa e uma actividade independente de toda a lei superior natural e divina, na obra da sua educação.

Diriam, sim, a verdade, se com algumas daquelas expressões quisessem indicar, ainda que impropriamente, a necessidade cada vez mais consciente, da cooperação activa do aluno na sua educação, e se entendessem afastar desta o despotismo e a violência (a qual, de resto, não é a justa correcção), mas não diriam absolutamente nada de novo e que a Igreja não tenha já ensinado e atuado na prática da educação cristã tradicional, à semelhança do que faz o próprio Deus com as criaturas que chama a uma activa cooperação, segundo a natureza própria de cada uma, visto que a sua Sabedoria « se estende com firmeza de um a outro extremo, e tudo governa com bondade » (41).

Infelizmente com o significado óbvio das expressões, e com o mesmo facto, pretendem muitos subtrair a educação a toda a dependência da lei divina. Por isso em nossos dias se dá o caso, realmente bastante estranho, de educadores e filósofos que se afadigam à procura de um código moral e universal de educação, como se não existisse nem o Decálogo, nem a lei evangélica, nem tão pouco a lei natural, esculpida por Deus no coração do homem, promulgada pela recta razão, codificada com revelação positiva pelo mesmo Deus no Decálogo. E da mesma forma, costumam tais inovadores, como por desprezo, denominar « heterônoma », « passiva », « atrasada », a educação cristã, porque esta se funda na autoridade divina e na sua santa lei.

Estes iludem-se miseravelmente com a pretensão de libertar, como dizem, a criança, enquanto que antes a tornam escrava do seu orgulho cego e das suas paixões desordenadas, visto que estas, por uma conseqüência lógica daqueles falsos sistemas, vêm a ser justificadas como legítimas exigências da natureza pseudo-autónoma.

Mas há pior ainda, na pretensão falsa, irreverente e perigosa, além de vã, de querer submeter a indagações, a experiências e juízos de ordem natural e profana, os factos de ordem sobrenatural concernentes à educação, como por exemplo, a vocação sacerdotal ou religiosa, e em geral as ocultas operações da graça que, não obstante elevar as forças naturais, excede-as todavia infinitamente, e não pode de manei. ta nenhuma estar sujeita às leis físicas, porque « o espírito sopra onde lhe apraz ».

Fonte: Encíclica Divini Illius Magistri

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Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
          En busca del mejor smartphone fotográfico en la gama media: comparativa de seis teléfonos   

Img 0023

Cada día vemos cómo las marcas apuestan con más fuerza por nutrir su gama media y darle a los usuarios que quieren prescindir de los topes de gama, una experiencia mucho más completa. Uno de los elementos que ha sufrido mejoras considerables en esta gama durante los últimos años ha sido el equipo fotográfico.

Por ello, hemos preparado una comparativa fotográfica entre las cámaras de algunos de los mejores gama media del momento, algo que ya hicimos en su día con los gama alta. Veamos cuáles han sido los resultados que nos han reportado y cuál de ellos puede presumir de contar con el equipo fotográfico más completo.

La gama media y su apuesta por la fotografía

Como decíamos, las compañías están poniendo toda la carne en el asador para dotar a sus gama media (y a todas las gamas en general) de mejores cámaras, pues admitámoslo, es uno de los elementos que más se tiene en cuenta a la hora de decantarnos por un teléfono u otro.

Img 0016

Los móviles que hemos elegido para poner a prueba en nuestra comparativa fotográfica tienen características similares, especialmente en cuanto a la resolución de sus sensores y el tamaño del mismo, pero obviamente, en fotografía (especialmente móvil) otros elementos como el software son determinantes a la hora de medir resultados.

Todos estos teléfonos ya los hemos probado en múltiples aspectos de su naturaleza en nuestros análisis, pero ahora vamos a centrarnos solo en su cámara principal y a compararlos entre ellos. Los protagonistas de esta comparativa son el BQ Aquaris X, Samsung Galaxy A5 (2017) , Sony Xperia XA1 , Motorola Moto G5 Plus , Huawei Nova Plus y Nubia Z11 MiniS.

BQ Aquaris X

Samsung Galaxy A5 2017

Sony Xperia XA1

Motorola Moto G5 Plus

Huawei Nova Plus

Nubia Z11 MiniS

RESOLUCIÓN SENSOR

16 MPX

16 MPX

23 MPX

12 MPX

16 MPX

23 MPX

TAMAÑO SENSOR

1.12"

--

1,23"

1,4"

1.12"

1,26"

DISTANCIA FOCAL

24 mm

27 mm

24 mm

26 mm

27 mm

25 mm

APERTURA

f/2.0

f/1.9

f/2.0

f/1.7

f/2.0

f/2.0

ESTABILIZACIÓN ÓPTICA

En vídeo

No

En vídeo (estabilizador Steadyshot)

No

No

No

ENFOQUE

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

Autoenfoque PDAF

PRECIO

279 euros

299 euros

259 euros

247 euros

300 euros

329 euros

Lo que nos prometen

Como vemos en la tabla de características, casi todos los dispositivos que vamos a someter a prueba se mueven en unos niveles de megapíxeles similares, salvo el Sony Xperia XA1 y el Nubia Z11 MiniS que llegan hasta los 23 MPX. En realidad este dato no es el más importante a la hora de obtener los resultados, ya que éstos dependerán del compendio formado por el tamaño del sensor (como regla general, cuanto más grande es el sensor mayor será la calidad final de la imagen), la apertura máxima de éste y si cuenta o no con estabilización.

apertura Una apertura mayor, representada por un número f menor, deja pasar más luz que una apertura menor.

En el caso de estos teléfonos ninguno cuenta con estabilizador (en foto) y el sensor de mayor tamaño se lo lleva el Nubia Z11 MiniS, aunque la apertura mayor la luce el Motorola Moto G5 Plus, que a su vez cuenta con un menor número de megapíxeles. Como vemos sobre el papel, al final todos los teléfonos cuentan puntos fuertes y otros menores, por lo que se compensarían en resultados, pero vamos a verlo in situ.

La importancia del software

Además de las especificaciones técnicas que podemos encontrar en la cámara de un teléfono (tamaño del señor, estabilización o tipo de enfoque), el software es un elemento clave que puede, no solo optimizar o echar a perder los resultados, sino también afectar a nuestra experiencia como usuarios.

El software es un elemento clave del que no solo dependen los resultados, sino también nuestra experiencia con el teléfono

Los fabricantes, conscientes de ello, ofrecen softwares fotográficos cada vez más completos, incluyendo modos manuales que nos permiten experimentar con la cámara como lo haríamos en fotografía tradicional, o gran cantidad de modos automáticos creativos (en ocasiones de dudosa utilidad). Vamos a ver qué es lo que nos han ofrecido en estos términos cada uno de los teléfonos de nuestra prueba.

Samsung Samsung Galaxy A5 (2017)

En el caso de este teléfono franquicia de Samsung, nos hemos topado con un software muy competente, ya que encontramos en él lo que necesitamos, ni más ni menos. Modos automático, panorámico y HDR junto con el modo Pro que nos permite ajustar la exposición, la sensibilidad ISO y el balance de blancos. Un software escueto pero completo, fácil de usar y muy intuitivo.

Nova Huawei Nova Plus

Seguimos con el software del Huawei Nova Plus, del que si bien no tenemos críticas muy intensas, tenemos sentimientos encontrados. Por un lado el modo profesional es tremendamente completo (de los que más en esta gama), sin embargo, nos topamos con un menú muy poco intuitivo para acceder a los modos y con bastantes funciones automáticas que, como pasa en muchos móviles chinos, no son realmente útiles y al final acabamos por no utilizarlas nunca.

Sony Sony Xperia XA1

En el caso del Xperia XA1, nos damos de bruces con un software que hace desmerecer un sensor cuya calidad nos daba grandes esperanzas sobre el papel. Y es que Sony sigue apostando por su modo automático superior, que ajusta bastante bien en la mayoría de situaciones, pero sin embargo, deja bastante oculto el modo manual, por lo que encontrar los ajustes dentro de éste resulta bastante caótico, algo que al final, nos reconduce a utilizar el modo automático con tal de no estar navegando en un mar de ajustes ocultos.

Moto Moto G5 Plus

Motorola ha cuidado algo más la aplicación de su cámara en el Moto G5 Plus y su interfaz es bastante sencilla de usar, permitiéndonos realizar fácilmente ajustes desde la pantalla del visor y encontrar los modos sin tener que rebuscar demasiado. Al igual que en el Galaxy A5 (2017), encontramos pocos modos, pero útiles, y entre ellos el mejor es el modo profesional de disparo, que permite ajustar de manera manual el enfoque, el balance de blancos y la sensibilidad ISO.

Minis Nubia Z11 MiniS

Nubia también peca de este "horror vacui" de modos dentro de la aplicación de su cámara que sobrecarga la experiencia más que la favorece. Pese a ello, es bastante sencilla de utilizar, no tenemos que rebuscar entre ajustes ni modos para llegar hasta el que queremos y el modo manual es bastante completo.

BQ BQ Aquaris X

Por último vamos con el software del BQ Aquaris X que, sin sobrecargar (aunque cuenta con varios modos automáticos), da bastantes posibilidades de juego. BQ ha apostado en este teléfono y en su versión Pro por un modo HDR+ bastante procesado pero sin llegar a excederse que puede resultar atractivo, pero sin duda, lo que más se disfruta de su app es el modo modo profesional de disparo, que nos permite ajustar enfoque, el balance de blancos y la ISO.

Img 0022

A plena luz del día

Tal y como hemos visto, todas las cámaras cuentan con un software bastante completo y con los modos manual y profesional como elemento común, pero ahora vamos a ver cuáles han sido los resultados que nos han reportado cada uno de estos equipos fotográficos en diferentes condiciones lumínicas.

Lo primero que vamos a ver es el resultado en la mejor de las condiciones, en la que, a priori, cualquier teléfono con un sensor medianamente decente debería sacar pecho y lucir el mejor de sus resultados. Hablamos de un entorno exterior con luz natural en plena golden hour (justo cuando el sol está más bajo), el mejor momento para hacer uso de la luz del sol.

Photo 2017 06 21 14 19 47 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 31 Huawei Nova Plus

Photo 2017 06 20 22 05 55 Moto G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 50 3 Sony Xperia XA1
Minis 2 Nubia Z11 MiniS
BQ Aquaris X BQ Aquaris X

Todos los disparos los realizamos en modo manual, por lo que los ajustes serán si no los mismos, muy similares. Podemos apreciar que los resultados, aunque no difieren demasiado entre sí, nos dejan un Galaxy A5 (2017) haciendo el mejor trabajo en cuanto a la representación del color pese a que nos encontramos con algunas zonas brillantes algo quemadas.

En rasgos generales, el nivel de detalle de las seis cámaras es muy alto, aunque cuando ampliamos las fotos, la mayor pérdida de éste llega de mano del Moto G5 Plus, que es de todos los dispositivos probados el que cuenta con un sensor de menos megapíxeles de resolución con diferencia (12 MPX). Contradictoriamente, el Sony Xperia XA1, a pesar de contar con el sensor de mayor resolución (23 MPX) nos deja un resultado peor de los esperado, pudiendo deberse esto a que no ha elegido los ajustes correctos en el modo automático. Detalles 1 Detalles 2

Primeros planos y tratamiento del color

Aprovechando la luz natural, hemos realizado unas muestras para ver el nivel de detalle al acercarnos (sin utilizar el zoom) y también cuál es el tratamiento del color que obtenemos tras el procesado. Como podemos observar, el nivel de detalle en primer plano es bastante resuelto en todos los modelos y las diferencias en este sentido son muy pocas, pero se podríamos decir que el BQ Aquaris X es el que nos deja un mejor margen de detalle, pues si observamos con detenimiento las flores, se aprecian detalles como los pistilos e incluso el tacto de las hojas.

No podemos decir lo mismo del tratamiento del color. En el caso del BQ Aquaris X, aunque nos da más detalle, el procesado redunda demasiado los colores, dando un resultado llamativo, pero bastante alejado de la realidad. En este sentido observamos que el Motorola G5 Plus satura bastante el color, y que el Nubia Z11 Mini abusa del contraste matando bastante la tonalidad natural. Viendo la escena en directo y conociendo la tonalidad real, me decanto por el Sony Xperia XA1, siendo el teléfono más fiel a la realidad y sus matices.

Photo 2017 06 21 14 19 45 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 32 Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 20 22 05 56 Motorola G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 48 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 29 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 32 29 Nubia Z11 Mini

HDR, la deuda pendiente

El modo HDR solía ser más un problema que una ventaja en la fotografía móvil, pues por norma general, nos encontrábamos con efectos muy agresivos y demasiado tratados que destrozaban por completo las fotos. De un tiempo a esta parte los fabricantes se han puesto las pilas en este tema, y como vamos a ver a continuación, los resultados que nos han dado nuestros teléfonos a prueba nos han dejado bastante satisfechos.

Photo 2017 06 20 22 32 25 Samsung Galaxy A5 (2017)
Photo 2017 06 20 22 45 33 2 Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 20 22 05 56 4 Moto G5 Plus
Photo 2017 06 21 14 28 51 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 24 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 32 25 Nubia Z11 Mini

Como podemos observar hay diferencias entre cómo procesan el HDR unos y otros, pero en rasgos generales todos nos han dado unos resultados que, sin salirse de la esencia de lo que es este modo en sí, no resultan nada cargados ni surrealistas. Si tenemos que elegir un ganador en este apartado para mí sería el Sony Xperia XA1, creo que el resultado es el más intenso y a la vez más natural de los seis.

De noche todos los gatos son pardos

Ya hemos visto lo bien que se portan nuestros móviles cuando la luz está de su parte, pero ha llegado el momento de hacerles sufrir un poco. Y es que cuando la luz pierde intensidad, bien porque es de noche o porque estamos en un interior con luz artificial, es cuando ponemos el sensor a prueba de verdad y podemos ver de lo que es capaz.Noche 1 Noche 2

En las imágenes que podemos ver aquí, observamos que el nivel de detalle en el Galaxy A5 (2017) es bastante bueno, aunque tiende a dar calidez al color para contrarrestar la ausencia de luz. Algo similar hace el Moto G5 Plus, que también tira hacia la calidez a diferencia del Sony Xperia XA1 que contrarresta tintando hacia azules, algo que da menos naturalidad pero sí más nitidez.

Photo 2017 06 21 14 19 47 2 Samsung Galaxy A5 (2017)
Nova Noche Huawei Nova Plus
Photo 2017 06 21 14 28 47 3 Sony Xperia XA1
Photo 2017 06 20 22 24 28 3 BQ Aquaris X
Photo 2017 06 20 22 05 55 2 Motorola G5 Plus
Photo 2017 06 20 22 32 26 2 Nubia Z11 Mini

En esta última escena, donde tenemos un interior con luz artificial, podemos observar que mientras que el Nova Plus y el Motorola G5 Plus (pese a tener un mayor tamaño de sensor) muestran lascas de ruido, el Xperia XA1 resuelve muchísimo mejor la escena dotándola de mayor nitidez (gracias a la resolución de su sensor).

Haciendo zoom

Por último vamos a ver otro de los puntos débiles de las cámaras en los móviles: el zoom. Y es que pese a que poco a poco nos vamos encontrando con tecnologías más avanzadas, hacer zoom en un móvil sigue siendo condenar la foto al abismo del ruido.

Prueba Foto sin zoom

Zoom Muestras de zoom

Como vemos, este apartado tiene claramente un ganador, y éste es el Nubia Z11 MiniS, aunque le sigue muy de cerca el BQ Aquaris X. Ambos modelos han reportado resultado muy nítidos con el zoom al máximo, algo de lo que no puede presumir el Motorola G5 Plus que se ha llevado la peor parte en esta última prueba.

Aún quedan mejoras pero vamos por el buen camino

Img 0002 Recapitulando todo lo que hemos visto hasta ahora, las conclusiones nos llevan hacia un mismo pensamiento: que la fotografía móvil va por muy buen camino. Y es que no debemos olvidar que a pesar de los fallos que hemos encontrado y del margen de mejora que aún queda, esta tecnología crece a pasos agigantados.

De los móviles que hemos probado, si tuviéramos que elegir un ganador según los resultados obtenidos, nos quedaríamos con el Samsung Galaxy A5 (2017) y su sensor de 16 MP con apertura f/1.9 que ha resuelto bastante bien en todas las condiciones salvo en el zoom, aunque tampoco ha quedado de los últimos.

Pese a todo, repetimos, en rasgos generales encontramos muchos avances en puntos que hasta hora eran críticos como el modo HDR o el tratamiento del color y además, sensores mucho más luminosos que se muestran como el preludio de todo lo bueno que aún nos queda por conocer en términos de fotografía móvil.

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La noticia En busca del mejor smartphone fotográfico en la gama media: comparativa de seis teléfonos fue publicada originalmente en Xataka Móvil por Érika García .


          Many Perspectives On Internet Domains   

I am always fascinated by how people see Internet domains. I do not expect everyone to grasp all of the technical details of DNS or the nuance of the meaning behind the word domain, but I'm perpetually amazed by what people associate or do not associate with the concept. I like to write about these things under my domain literacy work, saving the research I do for future use, but also using the process to polish my storytelling on the subject, and hopefully being more influential when it comes to domain literacy discussions.

After watching the conversation around Audrey's decision to block annotation from her domain(s), I just wanted to take a moment and capture a few of the strange misconceptions around domains I've seen come up, as well as rework some of the existing myths and misunderstandings I deal with regularly when it comes to my API research, and wider domain literacy work. Let's explore some of the storytelling going on when it comes to what is an Internet domain.

What Is A Domain?
Many folks have no idea what a domain is. That they type them in regularly in their browsers, click on them, let alone that you can buy and own your own domain. This illiteracy actually plays into the hands of tech entrepreneurs, and each wave of capitalists who are investing in them--they do not want you knowing the details of each domain, who is behind them, and they want to make sure you are always operating on someone else's domain. It is how they will own, aggregate, and monetize your bits, always being the first to extract any value from what you do online, and via your mobile phones.

You Don't Own Your Domain!
A regular thing I hear back from people about domains is that you don't every truly own your domain. Well, I'd first say that you never really truly own ANYTHING, but that is probably another conversation. Do you really own your house? What happens if you don't pay your taxes, or use and respect the title company, and other powers involved? What about imminent domain laws? Sure, you don't really own your domain, but you are able to purchase it, control the addressing of it, and decide what gets hosted there (or not). It's pretty damn close to a common definition of ownership for this discussion.

Your Domain Is On the Internet So It Is Public!
Just walk yourself through the top domains you can think of. Does this argument hold any water? Every part, of every domain on the Internet is public because it uses public DNS and Internet infrastructure? No. There are so many grades of access and availability across many domains that use public infrastructure. Domain owners and operators get to determine which portions of a domain are accessible by the public, private partners, and even across internal actors. Even on the public areas, not protected by a password, there can be different levels of content delivery based upon region, individual IP address, or just randomly, leaving it to the algorithm to personalize what you will see. There are no guaranttees of something being public, just because it uses a public domain.

Domain Name Servers (DNS) Is Voodoo
Yes. DNS is voodoo. I've been managing DNS professionally for domains since 1998, and I still think it's voodoo. Even with DNS being a dark art, it is still something the average person can comprehend, and even manage at a basic level for simple domains, especially with the help of DNS service providers. DNS is the address, doorway and even the fence for the perimeter of your domain. DNS also helps you define and quantify the size of your domain, with the number of domains exponentially expanding your digital territory. A basic level proficiency with DNS is required to manage your own domain(s) successfully.

We Own What You Do In Our Domain!
Ok. Sure. Any new data or content that is generated by systems running within your domain can be seen as YOUR intellectual property. However, when you invite people to bring their bits (photos, videos, thoughts) to your domain and don't really educate them about intellectual property, and what you are up to, it can be easily argued that maybe what people generate in your domain isn't always yours. Even with that said, ensuring things happen within a specific domain, so that you can place some sort of ownership claim over those bits is a pretty standard operating procedure for the web today. This is why most of my work is conducted via my own domain(s) each day, and syndicated out to other domains as I see fit.

There Is No Real Difference Between Domains 
As people surf the web, they rarely see the difference between each domain. Unless it's big brands like Twitter, Facebook, Google, and others, I don't think people really ever consider the domain they are on, or who might be behind it. Those of us in the business do a lot of thinking about domains and see the crack in the web, but the average person doesn't see the boundaries, differences, or motivations behind. This all contributes to many different paths people take when it comes to domain literacy--depending on where they boarded with the concepts they'll see domains very differently. While some of us enjoy helping others understand domains, there are many who think it should be kept in the realm of the dark arts, and something normals shouldn't worry their pretty little heads about.

Everybody Gets The Same Experience At A Public Domain
Each domain you visit on the public web looks the same for everyone who visits, is a common perception I get from folks. We are good at projecting our reality at common online domains onto other people. The news I see on my favorite news site is what everyone else sees. My view of Facebook, Instagram, and Twitter is similar to what other people experience, or rather, I don't think people spend much time thinking about it, things are the way they are through a lack of curiosity. My Facebook is definitely not your Facebook. Our web experience is increasingly personalized and bubbleized, changing how and what each domain will mean to different folks. Net Neutrality is under attack on many fronts and is rapidly being eroded away in our browsers and on our mobile phones via the major providers.

I am captivated by this version of our online world that is unfolding around us. What worries me is the lack of understanding about how it works and some awareness of where they are all operating when online. People don't seem concerned with knowing what is safe, what is not. What worries me the most is that number of people who don't even have the concept of a domain, domain ownership, and any sense of separation between sites online. After that, the misuse, misinformation, and obfuscation of the digital world by people operating in the shadows and benefitting from ad revenue. I know many folks who would argue that we need to create safe spaces (domains) like Facebook where people can operate, but I feel pretty strongly that this is an Internet discussion, and not merely a platform one.

We have a lot of work ahead of us when it comes to web literacy. With the amount of time we are spending online, and the ways we are letting it infiltrate our physical worlds, we have to do better and educating people about the basic building blocks of the web. If we let "them" ruin the web, and platforms are the only safe place to be--cooperations win, and this grand experiment called the web is over. Maybe it already is, or maybe it never was, or maybe we can just help folks just see the web for what it is.


          Grizzly Man, de Werner Herzog (2005)   

TÍTULO ORIGINAL: Grizzly Man
AÑO: 2005
DURACIÓN: 104 min.
PAÍS: Estados Unidos

DIRECTOR: Werner Herzog
GUIÓN: Werner Herzog
MÚSICA: Richard Thompson
FOTOGRAFÍA: Peter Zeitlinger
REPARTO: Documentary, Timothy Treadwell, Amie Huguenard, Warren Queeney, Willy Fulton
PRODUCTORA: Lions Gate Films / Discovery Docs
WEB OFICIAL: http://www.grizzlymanmovie.com/grizzly.html

 

Valoración: 8.

 

Grizzly man es un documental del alemán Werner Herzog, que cuenta  los últimos años de Timothy Treadwell, más conocido como Grizzly man, un neoyorquino que un buen día decidió, tras un historial de problemas mentales, alcoholismo y drogadicción, que su misión era la de proteger a los enormes osos grises de Alaska, hasta que uno de estos animales lo devoró a él y a su novia, el cinco de octubre de 2003. Con material de archivo grabado por el propio Treadwell durante sus ininterrumpidas trece campañas veraniegas en el parque nacional de Katmai y las entrevistas posteriores con familiares, amigos y personal de la reserva que conocieron a Treadwell, Werner Herzog firma un documental en el que disecciona la fascinante, grotesca pero ante todo, hipnótica personalidad de este individuo rematadamente perturbado, reflexionando de paso sobre la relación entre el hombre y la naturaleza.

 

Cuando uno ve a Treadwell aproximarse tanto a estos animales (incluso vemos como se baña junto a ellos), maravilla que no hubiera encontrado su triste final mucho antes, si tenemos en cuenta que los osos Grizzly son la tercera especie de osos más grande del planeta, con ejemplares que de media miden más de dos metros en posición bipeda y pesan alrededor de trescientos ochenta kilos, capaces de matar a un caballo.

 

En las filmaciones, Treadwell se revela como una persona profundamente bipolar, que una mañana ama a todas las cosas vivas que le rodean y otra se pierde en monólogos en los que podemos entrever un alma rota para siempre, que se ha refugiado en páramos remotos, incapaz ya de volver a una sociedad que le ha vencido. Resulta imposible permanecer impasibles ante este pobre hombre que, aun siendo capaz de posar la mano en esas peligrosas y salvajes moles peludas, es débil y cobarde ante su propia existencia.

 

Finalmente, la familia y los amigos de Timothy, así como el personal del parque nacional que tuvo que lidiar con las repetidas violaciones del reglamento del parque que Treadwell cometía (tuvieron que crear normas exclusivamente para él), terminan otorgando a la película un tono de comedia y dislate, quizás no buscado, pero que está presente de manera intrínseca a la rocambolesca odisea del personaje.

 

Grizzly man, por tanto, es en mi opinión una muy interesante película, con momentos realmente fascinantes y un protagonista, Timothy Treadwell, de una mediocridad simplemente irrepetible.


          Críticas de cine: Ágora, de Alejandro Amenabar (2009).   
TITULO ORIGINAL : Ágora
AÑO: 2009
DURACIÓN: 126 min.
PAÍS: España
DIRECTOR: Alejandro Amenábar
GUIÓN: Alejandro Amenábar, Mateo Gil
MÚSICA: Dario Marianelli
FOTOGRAFÍA: Xavi Giménez
REPARTO: Rachel Weisz, Max Minghella, Ashraf Barhom, Oscar Isaac, Michael Lonsdale, Rupert Evans, Homayoun Ershadi, Richard Durden, Sami Samir, Manuel Cauchi, Homayoun Ershadi, Oshri Cohen
WEB: http://agorathemovie.com/

Valoración: 9.

No creo que nadie a estas alturas se atreviera a cuestionar el talento que Alejandro Amenabar tiene tras las cámaras, ya sea inquietándonos con Tesis, asustandónos con Los Otros o aleccionándonos con Mar Adentro sobre la libertad individual de morir. En Ágora, aunque con el disfraz de una superproducción, Amenabar firma la que podría ser una de sus películas más intímistas, arriesgadas, comprometidas y extremas de toda su carrera.

Hipatia, filósofa, matemática y astronóma, vivió en Alejandria a mediados del siglo IV D.C y fué miembro y líder de la escuela neoplátonica de Alejandria. Siendo la primera matemática de la que se tiene constancia histórica, murió a manos de una turba de cristianos en la primera década del siglo V, cuando en la ciudad egipcia se libraba una batalla de poder entre el floreciente cristianismo, el patriarcado alejandrino y una Roma que iba declinando poco a poco.

Se ha dicho que Ágora no emociona, pero si lo hace en los momentos en que quiere el director, que no son, desde luego, los que esperaría el público, algo que en mi opinión dice mucho de su honestidad para consigo mismo y deja ver claramente hasta que punto es ya libre creativamente en sus producciones, por no hablar de, como ya dije más arriba, la valentía de su propuesta.

Amenabar hace de Ágora una declaración de amor incondicional a Hipatia y por ende, a la ciencia que esta representa y por otro lado, escupe sin compasión a cuanta religión haya sido o es sobre la tierra y a las políticas que bajo su amparo se han llevado a cabo. De esto, y no de otro tema, trata Ágora.

Los planos cenitales que pueblan toda la cinta (impresionante el asalto de la bibllioteca por parte de los cristianos, a los que muestra como una nube de insectos infectos) o los planos desde el espacio del planeta tierra, nos intentan hacer ver qué miserables, cruéles, inútiles y animales son nuestras estúpidas luchas terrenas, en contraposición con la quietud y la maravilla del universo.

Cuando Hipatia especula con las órbitas del sistema solar, el director presta toda su atención, mimando al personaje, emocionándose con ella ante la posibilidad de desentrañar otro enigma cósmico. Paradójicamente, es en la ciencia y en el pensamiento racional dónde el hombre se hace realmente libre y se acerca a la perfección que representa la idea de dios, algo que Amenabar, encomiablemente, nos intenta hacer ver una y otra vez en Ágora.

En los momentos en que la cámara enfoca la Alejandria mundana y deja de mirar las estrellas, nos muestra, en mi opinión muy brillantemente, hasta que punto se prostituyen las creencias, como se alian con la política y cómo la mentira y la manipulación son poderosas herramientas en los estómagos vacíos.

Amparados por un guión muy robusto, la labor de los actores brilla a gran altura. Rachel Weisz, tan guapa como buena actriz, compone una Hipatia excepcional. Tal y como, muy problabemente, hizo la filósofa real, dedica la vida a la ciencia, ajena a las luchas que la rodean o los pretendientes que la acechan, siempre por encima de sus semejantes, blanca y pura entre la multitud. Max Minguella y Oscar Isaac, sus réplicas masculinas en esta película, interpretan con solvencia a dos hombres enamorados de la filósofa, incapaces a su vez de alcanzarla, presas ambos de sus propias miserias y vencidos de antemano por el cosmos, que es el verdadero amor de Hipatia. Todos los personajes de esta película tienen meridianamente clara su motivación y actuan conforme a ella hasta su conclusión.

Por último, cabe destacar la extraordinaria puesta en escena de la película, desde la ambientación, el diseño artístico, el sorprendente vestuario, la verosimilitud de cuánto se muestra en pantalla y el brio de las escenas de acción.

En definitiva, una grandísima película de este talentoso director, que sin embargo, no llegará, me temo, a los corazones del gran público, pues donde esperaban amores imposibles, vieron en cambio, tal vez sin comprender, la emoción incomensurable que hay en las estrellas.

          Evolite Small Sleeping Mat   
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          Sitges 2016 | Resumen de lo más destacado   

Sitges 2016

Casi todo el mundo coincide en que este año ha sido una de las ediciones más potentes del festival de Sitges. Algunos apuntan que está por debajo de la anterior en cuanto a títulos realmente impactantes, pero en general, aunque ninguna obra brille por encima de las demás, en mi opinión la calidad general y la relevancia de los títulos estrenados, independientemente de si han acabado siendo mejores o peores, ha sido espectacular.

Un palmarés justo

En primer lugar, repasemos lo que ha dado de sí el palmarés, bastante ajustado en algunos de sus elecciones pero totalmente extraviado en su premio principal. La mejor película es uno de los ejercicios de infantilismo indie más irritantes de los últimos años. ‘Swiss Army Man’ (2016) es la típica bromita de estudiantes pijos de escuela de cine que pretenden copiar a Spike Jonze y les sale un quiero y no puedo, de actores sobreactuados y guión desacompasado, que quiere parecer brillante sin conseguirlo.

Otra cosa es la mención especial del jurado, justo reconocimiento para un acercamiento al género sin máscaras ni disculpas con ‘La autopsia de Jane Doe’(The Autopsy of Jane Doe, 2016) un procedural forense con vuelta de tuerca lleno de intriga y terror clásico. Una sorpresa para público y crítica que requiere entrar en el cine sin saber nada. Huid de titulares hasta entonces. Incomprensible, sin embargo, el premio a mejor guión para ‘Pet’(2016) unánimemente considerada una de las peores muestras del festival.

Autopsyofjanedoe Still 02

Premio a la major actriz para la niña Sennia Nanua, por su niña semizombie en ‘Melanie. The girl with all the gifts’(2016), una especie de secuela de ‘28 semanas después’ (28 Weeks Later, 2007) que empieza muy bien y se pierde cuando no sabe si ser la tercera de la saga Mad Max o ‘Soy Leyenda’ (I am Legend, 2007). El gran premio del público recayó en ‘The Handmaiden’(2016), un drama erótico de época de Park Chan-wook que reformula 'Las Diabólicas' (Les Diaboliques, 1955) con grandes giros, menos intriga y un tono demasiado ligero para los oscuros temas tratados en su desproporcionado metraje.

Corea manda

Y hablando de cine coreano y zombies, la sensación de género (premio a la mejor dirección y Fx) fue ‘Train to Busan’ (2016) un ‘Pánico en el transiberiano’ (1972) revolucionado y moderno que eleva al género zombie a la categoría de drama de catástrofes, tal y como lo erigió su creador George A. Romero. El premio a la mejor fotografía y mejor película Focus Asia fue para ‘El Extraño’ (The Wailing, 2016), sin lugar a dudas, la mejor película del festival. Un thriller policíaco que se convierte en terror filosófico puro.

Raw

Premio a dirección novel y del jurado carnet jove a ‘Grave (Crudo)’ (Raw, 2016) una película de iniciación salvaje y caníbal con ecos de ‘Yo fui un hombre lobo adolescente’ (I was a Teenage Werewolf, 1957) y su versión moderna y femenina ‘Ginger Snaps’ (2000), aunque la licantropía sea figurada. Mención especial se llevaría ‘The Lure’ (2016), un musical polaco que se podría definir como una versión gore de la sirenita en una disco after decadente, con señores pedófilos setenteros y olor a cenicero, brummel y alcohol de garrafón.

El premio Noves Visions fue para la iraní ‘Under the Shadow’ (2016), terror con carga social que se olvida de su carácter fantástico hasta muy entrado su metraje, correcta pero para nada la nueva ‘Babadook’(2014), como se había vendido, sino más bien una nueva versión del ‘Dark Water’ (2002) de Hideo Nakata con detalles casi calcados. En panorama fantástic brilló ‘I’m Not a Serial Killer’ (2016) una especie de versión indie de Dexter con vuelta fantástica reminiscente a ‘Noche de miedo’ (Fright Night, 1985) con pulso de mumblecore bien entendido y más sólida de lo que parece a primera vista.

Neon

Precedida por la polémica en Cannes, dejó división de opiniones pero buena aceptación y premio de la crítica ‘The Neon Demon’(2016) el nuevo delirio visual de Nicolas Winding-Refn, que pese a su desvarío necrofilésbico de su último tercio en una obra con un discurso claro y todo su poderoso artefacto estético de neogiallo se encarga de complementarlo. Hace buena pareja con ‘The Eyes of my Mother’ (2016), otro ejercicio de estilo estético con un tono más seco y realista, pero con un retrato perturbador sobre la psicopatía muy loco.

Asia, terror y ciencia ficción

Corea también nos dejaba ‘The Age of Shadows’ (2016), un notable de Kim Ji-Woon tras su penosa aventura americana pero en el terreno Japonés me quedaría con ‘Shin Godzilla’ (2016), una puesta al día del kaiju clásico como reflejo del Japón herido postfukushima con un cóctel ideológico salvaje que navega entre la sátira socioeconómica y el patriotismo subyacente. Sin embargo el resto de ofertas del país decepcionaba con un exploit de ‘Saw’ (2004) llamado ‘Museum’ (2016) y las nuevas obras de Miike, ‘Terraformars’(2016) y Kurosawa, ‘Creepy’ (2016).

El cine de terror ha brillado con ‘The Void’ (2016), junto a ‘El extraño’, lo mejor del festival, un proyecto de muy bajo presupuesto que recupera al mejor Carpenter para narrar una aventura lovecraftiana en su acepción más cósmica, como pocas veces se ha visto. ‘Sweet Sweet Lonely Girl’ (2016) resamplea con éxito ‘La gota de Agua’ de Mario Bava con ‘La maldición de los Bishop’ (Let’s Scare Jessica to Death, 1971) y ‘Pesadilla Diabólica’ (Burnt Offerings, 1976). Por otra parte, ‘Somnia’ (Before i Wake, 2016) es un bello cuento de hadas oscuro muy alejado del remedo de James Wan que algunos esperaban de ella.

Void

La ciencia ficción en buena forma con la muy interesante ‘Colossal’ (2016) de Nacho Vigalondo, que consigue que su alocado punto de partida funcione y su atrevido discurso feminista te deje pensando horas. También destacable es el actioner en primera persona ‘Hardcore Henry’ (2016), cuyo tono paródico y ultraviolento te agarra y no te suelta hasta su explosivo clímax. Un spin off anfetamínico de ‘Robocop’(1987). La sesión sorpresa fue la esperada ‘The Arrival’ (2016) que maravilló a los críticos que pudieron asistir al pase.

Neo Westerns y decepciones

Fuera del fantástico, el neo western ‘In a Valley of Violence’ (2016) de Ti West divirtió con su mezcla de humor y violencia. ‘Hell or High Water’ (2016) es un thriller fronterizo también con toques de western que fascinó incondicionalmente. Menos ruido en el pase de ‘Desierto’ (2016) de Jonás Cuarón, que resultó ser un muy efectivo survival en el desierto con un Jeffrey Dean Morgan preparándonos para odiarle como Negan interpretando a un Zaroff moderno con más odio a los mexicanos que Donald Trump.

Blair

También hubo decepciones sonadas, principalmente con los nuevos trabajos de Rob Zombie y Adam Wingard. ‘31’ (2016) es un justito ‘Perseguido’(The Running man, 1987) con payasos asesinos al que le sobra media hora y primeros planos mientras que ‘Blair Witch’ (2016) es casi un remake (no confeso) ruidoso y facilón de la original que dejó frío hasta a los seguidores más acérrimos de la bruja. Poco se habla de ‘Inside’ (2016),el remake de la sangrienta película francesa que abrió la gala de inauguración y que no gustó a nadie. Quedan muchas en el tintero, pero esto es a grandes rasgos lo esencial de la 49 edición del festival de cine fantástico más importante de Europa.


          Sitges 2013: una modesta guía de recomendaciones    

sitges 2013 ¡Blogdecineras y blogdecineros! ¿Cómo estáis? ¿Con qué frecuencia os indignáis al leer titulares que nos llenan de rabia y molestía? No pasa nada, porque lo creáis o no habrá una nueva edición del, tal vez, más popular festival que se celebra por estas tierras: el festival de Sitges, caracterizado por su amplia oferta de cine fantástico y terror y demás géneros afines, por su atención a las propuestas marcianas y bizarras y por su selección animada poco menos que exquisita.

En su 46a edición, si van ustedes a dar rienda suelta a los viajes y a visitar el concurridísimo (cada año, pese a la lamentable situación económica han tenido nuevos récords de aforo) evento aquí va esta modesta guía de recomendaciones de las propuestas con las que el festival dirigido por Ángel Sala promete, al menos, generar un buen puñado de discusiones y de esperanzas puestas en que las propuestas lleguen a ser distruibuidas en condiciones. Del 11 al 20 de Octubre aquí tenéis mi guía de los mejor del festival.

-The Zero Theorem (id, 2013)

Ya se vio en Donosti, pero la nueva película de Terry Gilliam, que protagoniza nada más y nada menos que Christoph Waltz promete un regreso por la distopía futurista con un mensaje (y una estética) absolutamente distintos a los de su emblemática 'Brazil' (id, 1984). Si esta no es una excelente noticia, qué puede serlo. Además, como siempre en este Gilliam tardío, es un proyecto insobornable e independiente.

Cuándo: El Día 11 (Auditori, 22:45) y el 12 (Retiro, 16:30)

-Upstream Color (id, 2013)

La nueva película de Shane Carruth. No sé si recordáis la enigmática (se podía entender, pero hacían falta tantas horas de pensamiento como guías de amables rumiadores que lo dejaban hecho online) 'Primer' (id, 2004) pero su segunda película ya está aquí y promete una experiencia estética al menos enrarecida.

Cuándo: 11 (Auditori, 14.30) y 12 (Retiro, 08.30)

-Blind Detective.

Para muchos de nosotros, Sitges es también un buen puñado de nombres que tienen que ver en el cine asiático. Jamás olvidaré descubrir la desconcertante y brutal 'Election' (id, 2005) hace ya unos cuantos añitos cuando yo no tenía más que diecisete años. Ese nombre no ha dejado de crecer y de hacer películas cada vez mejores. Aquí está la nueva película de Johnnie To, lo que significa cine negro y lo que significa un gran reparto de estrellas asiáticas, que ahora lidera Andy Lau.

Cuándo: Auditori (12, 14.30), Retiro (13, 08.30).

-Violet.

La nueva película del guionista Luiso Berdejo es una apuesta también de bajo presupuesto y con un argumento muy sugestivo que recuerda a un Antonioni para la epoca contemporánea. Un chico encuentra una polaroid de una mujer...y el misterio se desencadena. Pocos guionistas (y directores) con más potencial que este, así que va siendo hora de ver qué puede ofrecer con un proyecto que lleva toda su firma autoral.

Cuándo: 13 (Prado, 10.45 y 18.30)

-Il Deserto dei Tartari (1976)

Esta rarísima coproducción italo-franco-germánica adaptaba el clásico de Dino Buzzatti, una literatura fascinante y verdaderamente surreal, de primer nivel, y ha estado fuera de circulación el suficientemente tiempo como para celebrar que Sitges ofrezca una copia restaurada en pantalla grande y que la experiencia tenga garantías de ser novedosa e importante. Yo no me la perdería. Cuándo: 14 (Prado, 17.30)

-Gente en sitios (id, 2013)

El talentoso y brillante Juan Cavestany ha vuelto. Si 'El Señor' (id, 2012) o 'Dispongo de barcos' (id, 2012) no fueron para vosotros prueba de su talento extraño, novedoso y desconcertante, llega la nueva y última propuesta de esta nueva etapa en su filmografía, marcada por los bajos presupuestos y una libertad que ha conquistado sin aparente esfuerzo.

Cuándo: 15 (Prado, 12.30), 16 (Prado, 19.00)

-Much Ado About Nothing (id, 2013)

La adaptación de Joss Whedon de la obra maestra cómica de William Shakespeare. Si necesitas otra razón por la cual ir a ver esta película, en delicioso blanco y negro, con elegante dirección y al mejor guionista (je, je, je) de todos los tiempos, realmente nada hará que cambies de opinión. La película hay que verla.

Cuándo: 16 (Prado, 21:30)

-Faraday (id, 2013)

La nueva película de Norberto Ramos del Val promete, al menos, descolocar lo suficiente para merecer un buen vistazo. El caso es que esta especie de comedia-extraña-paranormal será una de las pocas oportunidades que ofrecerá el festival de estar ante un título de diversión bizarra que encaja a la perfección con la sensibilidad que propone.

Cuándo: 17 (Prado, 12:30), 18 (Prado, 01.30)

-Only lovers left alive (id, 2013)

Una película de vampiros dirigida por Jim Jarmusch. Si no hay nadie que no haya corrido ya a verla - uno de los cineastas más talentosos y brillantes de todo el cine norteamericano actual, el que más escapa a fáciles premios de la Academia y el más valiente de todos - os diré que en el reparto están Tilda Swinton, Tom Hiddleston y Mia Wasikowska.

Cuándo: 17 (Auditori, 12.30 y 23.00) y 18 (Retiro, 21.00)

-Cheatin' (id, 2013).

Que Sitges ha sido siempre abandenarada de algunos de los más deliciosos y heterodoxos talentos de la animación mundial es obvio, y que ofrezca ahora un trabajo, el más reciente de todos, de Bill Plympton, un animador radical y absolutamente incómodo en la elección de sus temas, es una elección obligada para todos aquellos que quieran desafíos estéticos y morales en el cine animado.

Cuándo: 18 (Retiro, 16.15)

-The Wind Rises (id, 2013)

Otra que ya fue vista en Donosti, y que además tiene un componente altamente sentimental para Sitges: se trata de la película de despedida del maestro Hayao Miyazaki, una historia melancólica de aviación con la que abandona su habitual preferencia por mundos de fantasía y con la que propone una reflexión sobre la tecnología.

Cuándo: Auditori (19, 22.45)


          É difícil conseguir realmente entender o que está acontecendo aqui (23 fotos)   
Hoje no Tediado uma lista de fotos diferente, estranhas ou mesmo bizarras, que vai fazer você pensar duas vezes e refletir o que está acontecendo aqui.

          3 coisas legais feitas à mão   
Hoje vamos fazer umas coisas legais de objetos simples. Mas as nossas criações não serão nada simples. Se você fizer direito, você vai obter alguns brinquedos realmente funcionais, que podem ser usados mais de uma vez. Além disso, é uma boa maneira de se exibir para seus amigos e provar para seus pais que você …

          Comentario en Únete por Sr Slime   
Hola, yo tambien quiero ayudar un poco El puesto que te interesa: traductor El proyecto que te interesa: me interesa mucho goblin kingdom, me encanta la web novel y ya he leido hasta el cap 80 que tienen los de neotranslations (jigglypuff's diary como se llaman ahora xd) Los conocimientos que tienes: tengo conocimiento de ingles intermedio-avanzado Experiencias anteriores: no poseo experiencias anteriores, por eso no se si sere de mucha ayuda, pero realmente me gustaria que la gente pudiera leer goblin kingdom Dirección de correo para contactarte: omar-195@outlook.com
          Johnny Depp se pasó la noche celebrando junto a Aerosmith.   

Banda Aerosmith invitó a Johnny Depp a tocar con ellos

El actor y músico Johnny Depp acompañó a la banda Aerosmith en un concierto en Los Ángeles y luego, según algunos testigos, se quedó hasta la madrugada celebrando junto a los rockeros y otros famosos en un club de la zona.

Depp se unió a los Chicos malos de Boston en el club Harry Morton en Pink Taco Sunset Strip, West Hollywood, local que había alquilado Steven Tyler para una fiesta.

Un testigo le dijo a la revista People que Johnny estaba de "buen humor y parecía realmente disfrutar de la fiesta''.

El informante reveló que el actor de 49 años de edad estuvo acompañado de otras estrellas como Jim Carrey y Liv Tyler antes de abandonar el establecimiento a las 2 de la madrugada.

Depp subió al escenario del Hollywood Bowl junto a Joe Perry y Steven Tyler para interpretar el clásico “Train Kept a Rollin”.

Fuente: http://entretenimiento.terra.com.pe/

          Yamaha unica (muy pocas)   
Por falta de uso vendo yamaha fzx 750 de las pocas que circulan por españa, modelo de moto no visto, estetica a la vmax,sonido espectacular, funciona perfectamente documentacion al dia, si estas realmente interesado puedo mandar fotos, es una clasica y como tal paga seguro de clasicas unos 60 euros al año
          Comentário sobre O banco que comprou Fernanda Montenegro e Pondé, e pagou pouco! por Everton Pacheco   
Brilhante artigo, foi direto na ferida. Lembro de um video no qual alguém pergunta ao Luciano Huck se ele acha que realmente ajuda os pobres ao fazer merchandising de uma financeira em seu programa de auditório. Resposta: "preciso pagar o leitinho das crianças". E todo mundo achou bonito. Agora imagina um pretenso filósofo assumindo esse papel.
          Yamaha srx 6 unica   
Por falta de uso vendo moto super clasica cafe racer de la epoca paga muy poco de seguro y nada de impuesto municipal, esta perfecta de todo y documentacion a mi nombre, modelo raro y no visto, si estas realmente interesado puedo mandar fotos,aceptaria como cambio o parte del pago moto de mi interes
          Yamaha bulldog 1100 impecable   
Por falta de uso vendo yamaha bulldog 1100 moto rara y peculiar lleva cardan modelo no visto pocas en circulacion, esta impecable y todo al dia funciona perfectamente si estas realmente interesado puedo mandar fotos,aceptaria como parte del pago ,o cambio moto de mi interes
          Comentário sobre João Pereira Coutinho quer ser uma galinha. Por quê? por Augusto P. Bandeira   
A pergunta que fica é: existe a Verdade? Ou ainda: existirá alguma verdade nesse admirável mundo novo? Algo cujo conceito se ligue realmente àquilo que está sendo definido? Porque parece inviável um panorama segundo o qual os conceitos são continuamente desconstruídos (para usar um termo da moda) em favor de suas exceções e em seguida não existirão sequer conceitos para guardar correspondência com aquilo que nos é perceptível. Não se pode ignorar também as consequências político-sociais que a dissolução completa da linguagem e da identidade trará e quais grupos se beneficiarão disso. A batalha pelo poder continuará a existir se houver dois ou mais seres humanos na Terra. A quem interessa a existência de uma legião de quimeras incapazes mesmo de se comunicar (já que findos os conceitos, acabou-se a linguagem)? Em suma: se um ser humano puder ser então o boneco Ken, uma sereia ou uma galinha o que então será um ser humano, um boneco Ken, uma sereia ou uma galinha?
          Comentário sobre Cracolândia: Dória pensou em inaugurar o paraíso na Terra por Paulo Ghiraldelli   
Luciano, eu acho que eu cheguei a ver. Olha, eu morei nos Estados Unidos, trabalhei lá. As coisas com a lei são realmente duras, duras mesmo. Não tem moleza. Mas há um lado que vem junto da lei, de assistência, que funciona.
          Sporadic Realm   
Sought-After Furniture
          Book Review: ‘Flamecaster,’ A Shattered Realms Novel by Cinda Williams Chima   
In Flamecaster, A Shattered Realms Novel, Author Cinda Williams Chima, introduces us to a young and powerful healer with a gift of magic named Ash. Son of the queen, he is forced into hiding after a series of murders. He is ready for revenge and is close to the man he searches for, the King ...
          Syzygy - Realms of Eternity   
 Album type: Album
 Album language: English
 Released: 2009 year
 Tracks: 13
 Price: $1.71
 Total size: 177.42 Mb
 Bitrate: Constant, 256/320 kbps!
 Genres: 'Progressive Rock'
 Artist: Syzygy

          Nike venderá directamente desde Amazon   

NUEVA YORK (AP) — Nike comenzará a vender de forma directa algunos de sus zapatos deportivos a través de Amazon, como parte de un plan para llevar los productos de su marca a más sitios en línea.

Los clientes ya pueden encontrar productos de la marca deportiva en la gigantesca tienda en línea, pero solo a través de terceros.

Nike dijo que la nueva asociación con Amazon ayudará a tener un mejor control de su marca en Amazon. Al inicio, solo una pequeña selección de zapatos, ropa y accesorios estarán disponibles, pero la idea es ofrecer más productos en la plataforma si la prueba tiene éxito.

“Estamos en las primeras etapas, pero realmente estamos esperando evaluar los resultados”, dijo el director general de Nike, Mark Parker, el jueves en la noche en una conferencia.

A inicios de este mes, la empresa anunció la eliminación de 1.400 empleos, una reestructuración encaminada a vender zapatos directamente online. Nike ya tiene acuerdos con rivales de Amazon en China y Europa y Nike está haciendo más disponibles en el mundo sus apps para comprar.

Además del acuerdo con Amazon, Nike también se alió con Instagram para facilitar a los usuarios la compra de zapatos a través de la app para compartir fotos.

Vender directamente a través de Amazon dará a Nike más acceso a los millennials, dijeron analistas de Nomura. Los expertos también opinan que la empresa podrá tener mejor control de los precios en Amazon y ayudar a reducir el número de falsificaciones que se venden.

Amazon.com Inc. con sede en Seattle, no respondió el viernes a una solicitud para comentar al respecto.


          A (almost) Pure Random Demon Name Generator in Racket   

Hey: someone implemented a similar algorithm in one of my favorite languages: Factor! See it here.

Hey. Check out some of these fictional demon names:

("Barzan" "Melkot" "Bandi" "Fek'Ihri" "Krenim")

They are from this list of fictional demon names on the wikipedia.

You see, I've been listening to Songs of the Dying Earth, a short story collection, written by various authors, but set in Jack Vance's Dying Earth setting, which is a far future science fiction/fantasy world where mages insult eachother politely and make mischeif.

Back!

Another thing they do is enslave demons from lower or higher realms. This gave me the idea to eventually write a game where you play as one such enslaved demon, and I thought it would be cute to generate a fresh demon name for each play through. So I wrote such a system, in Racket, and here is a guided tour.

This isn't a very advanced technique, but all the code here is side effect free - so if that floats your boat, or if you are just curious how one programs in such a manner, then read on!

Overview

Our demon name generator will be a modified, ad-hoc Markov Model generator. What does that mean? It is easier to explain than implement, actually. We will take a corpus of demon names (the list from wikipedia) and do some statistics on it. In particular, we'll calculate how often a given letter follows another letter in a name, and then we can generate names based on that table of transitions. The only wrinkle is that the first letter in a name is obviously going to not have a letter before it to bias the choice, and that any letter might lead to the end of the name.

We'll add an additional wrinkle, which improves name generation, which is that we'll maintain a separate transition table for each position in the name. That is, the probability of going from "a" to "b" might be different if "a" is the third character in the name vs the seventh. This will let our model include the fact that certain letters and transitions are more common, for instance, near the front of the name, than near the end.

Populating our Transition Table

Our corpus looks like this:

(define demon-names 
  (list "Abraxas"
        "Abbadon"
        "Agrith-Naar"
        "Aku"
        "Alastair"
        ...))

We need to visit each name in the corpus and scan through it, recording each time, for a given index, that the letter at that index follows whatever letter was previous to the index. We want to maintain a side-effect free discipline, so we will use Racket's purely functional, persistent dictionaries to store the transitions. We will often be incrementing the value at a key in such a dictionary by 1, so lets get that code out of the way now:

(define (dict-update d key fun . args)
  (match args
    ((list)
     (let ((val (dict-ref d key)))
       (dict-set d key (fun val))))
    ((list or-value)
     (let ((val (dict-ref d key (lambda () or-value))))
       (dict-set d key (fun val))))))

(define (at-plus d k)
  (dict-update d k (lambda (x) (+ x 1)) 0))

dict-update takes a dictionary, a key and a function, fetches the value currently at the position, calls the function on it, and sets that value in the dictionary, the new version produced by which action is then returned. If they key isn't there, the first value in the args list is passed to the function instead, allowing us to specify a default value.

at-plus used dict-update to increment the value stored at a key by one, setting it to one if no such value is present.

Our dictionary is going to associate transitions with counts. How shall we represent a transtion? A transition is a triple, in our case, consisting of the index the transition covers, the previous character, and the current character. We will use a Racket struct to represent a transition as a triple:

(struct triple (index from to) #:transparent)

We will use the symbol 'a to represent the character "a" and so one. For the first and last transition, we will use the special values 'start and 'end. The first transition always goes from 'start to a letter, and any subsequent transition can arrive at 'end, in which case the name is over.

The function which populates the transition table looks like this, then:

(define (populate-transition-table names)
  (let loop 
      ((names names)
       (table (make-immutable-hash '())))
    (match names
      ((list) table)
      ((cons name names)
       (loop names
             (foldl 
              (lambda (triple table)
                (at-plus table triple))
              table
              (string->triples name)))))))

It takes of list of names and iterates over them, accumulating the table as we go. make-immutable-hash returns an empty immutable hash table. The heavy work is done by a call to foldl, which accumulates over the result of calling string->triples on name.

string->triples converts the current name to a list of triples.

(define (string->triples s)
  (let loop
      ((i 0)
       (l (append '(start) 
                  (string->list s)
                  '(end)))
       (triples '()))
    (match l
      ((list 'end) (reverse triples))
      ((cons from 
             (and rest
                  (cons to _)))
       (loop 
        (+ i 1)
        rests
        (cons (triple i
                    (char->symbol* from) 
                    (char->symbol* to))
              triples))))))

We initially convert our string to a list, prepend 'start and suffix 'end, and then iterate over the list, looking for 'end to terminate. At each iteration, we grab two values from the list, create a triple, and then recur on the current list minus just one element. Hence the (and rest (cons to _)) pattern match.

Generating Novel Names

Generating a new demon name is easy, now that we have the table. We simply start with an empty name, and consult the table for which character to generate next until we encounter an end.

Most of the work is done by the method next-character, which takes a table, the previous character as a symbol (or 'start) and the index of the character to be generated:

(define (next-character table prev-character index . args)
  (match args
    ((list) (next-character table prev-character
                            index
                            (current-pseudo-random-generator)))
    ((list generator)
     (let* ((sub-table 
             (restrict-table table index prev-character))
            (total-elements (foldl + 0 (dict-values sub-table)))
            (draw (random total-elements generator)))
       (let loop 
           ((draw draw)
            (key/val (dict->list sub-table)))
         (match key/val
           ((cons (cons 
                   (triple _ from to)
                   count) rest)
            (if (or (empty? rest)
                    (<= draw 0))
                to
                (loop (- draw count)
                      rest)))))))))

This function restricts the table to the triples which match the index and previous letter, calculates the total number of possible transitions, generates a random number in that range, and iterates through the possible transitions until that number is zero or less, subtracting away the count of each possible transition as it does so. It takes an option random state so that it can be used purely functionally, if we so desire. By default, it consults the current random state, which isn't completely pure - oh well!

This function returns the symbol generated.

generate-demon-name does the rest of the work:

(define (generate-demon-name table . args)
  (match args
    ((list) (generate-demon-name table (current-pseudo-random-generator)))
    ((list gen)
     (let loop ((ix 0)
                (name-list '(start)))
       (let ((next (next-character table (car name-list) ix gen)))
         (if (eq? next 'end)
             (symbol-list->string (cdr (reverse name-list)))
             (loop 
              (+ ix 1)
              (cons next name-list))))))))

This takes a table and an optional random state and calls next-character until and end is found. When it is, the 'start element is stripped off and the list of symbols is converted into a string, which is returned to the user.

It is invoked like this:

(generate-demon-name (populate-transition-table demon-names)) ;->
"Quinag"

Another function, generate-demon-names allows many to be generated at once:

(generate-demon-names (populate-transition-table demon-names) 10)
'("Azaigair"
  "Qwalboy"
  "Tecasex"
  "Mabuak"
  "Cinofego"
  "Abby"
  "Nurdar"
  "Zarigak"
  "Yahaxae"
  "Yk'legod")

Voila!

Conclusions

I think the result is pretty nice, and if you precache the table population step, it is also a pretty zippy algorithm. The code is on my github, comments are welcome.

For the intreped, try feeding in other seed data. Included in the library is a list of alien races from Star Trek and a list of all the names in the Book of Mormon. Have fun!



          EEUU: Prevén disputas legales por restricciones migratorias    

WASHINGTON (AP) — Una versión reducida de las restricciones decretadas por el presidente Donald Trump al ingreso a Estados Unidos de personas de seis países mayoritariamente islámicos ha entrado en vigencia, aunque despojada de las disposiciones que provocaron protestas y caos en aeropuertos de todo el mundo en enero, pero se prevé una nueva ronda de disputas legales.

Las nuevas normas, producto de meses de riñas en las cortes, no consisten en una prohibición, sino más sino más bien en un endurecimiento de las normas para el otorgamiento de visas a ciudadanos de los seis países, incluidos los refugiados.

Funcionarios del gobierno prometieron que la aplicación de la norma, vigente desde las 0000 GMT, se realizaría en orden. El vocero del Servicio de Control de Inmigración y Aduanas de Estados Unidos (ICE por sus siglas en inglés), Dan Hetlage, dijo que se preveía "normalidad en nuestros puertos de entrada" y que los poseedores de visas válidas podrían viajar.

Con todo, los defensores de los inmigrantes y refugiados prometen impugnar los nuevos requisitos y el gobierno no ha sabido explicar con claridad de qué manera se favorece la seguridad de Estados Unidos.

En Irán, el ministro de Exteriores Mohammad Javad Zarif dijo que la prohibición constituía "una muestra realmente vergonzosa de hostilidad ciega hacia todos los iraníes". La medida, dijo, impedirá que abuelas iraníes visiten a sus nietos en Estados Unidos.

Bajo las normas temporarias, los ciudadanos de Siria, Sudán, Somalia, Libia, Irán y Yemen que ya tienen visa podrán viajar a Estados Unidos, pero los solicitantes nuevos deberán demostrar un parentesco cercano o una relación existente con un negocio o una institución educativa en el país.

No está claro hasta qué punto se verán afectados los viajes, En la mayoría de los países incluidos en la norma, poca gente tiene los recursos para el turismo y esos pocos ya son sometidos a investigación intensa antes de recibir la visa.

No obstante, los defensores de los derechos humanos se preparan a librar nuevas batallas en las cortes. La Unión Americana de Libertades Civiles (ACLU, por sus siglas en inglés) dijo que los nuevos criterios son "sumamente restrictivos", "arbitrarios" y diseñados para "denigrar y condenar a los musulmanes".

El estado de Hawai presentó el jueves una moción de emergencia en la que solicitó a un juez federal que aclare que el gobierno no puede aplicar las restricciones a los prometidos o parientes como abuelos, tías o tíos, que no fueron incluidos en la definición que hizo el Departamento de Estado sobre relaciones personales “bona fide”, es decir genuinas y comprobables.

Gran parte de la confusión suscitada en enero, cuando entró en vigencia el primer decreto de Trump que prohibía los viajes de las personas de ciertos países a Estados Unidos, tuvo como consecuencia que quienes ya tenían visas aprobadas no pudieran tomar vuelos con destino a territorio estadounidense o se les negara el ingreso a su llegada al país.

Las autoridades de inmigración recibieron el jueves la orden de no impedir el ingreso de las personas con documentos válidos o que reúnan los requisitos para visitar Estados Unidos.

 


          Wikileaks: La CIA desarrolla un malware para el Sistemas Operativos basados en Linux   

Wikileaks está desvelando en el programa Vault 7 en su página web todos los detalles sobre los cientos de herramientas de hackeo que tenía (y tiene) la CIA en su poder para todo tipo de dispositivos. Mientras que ayer conocimos Elsa, un malware para geolocalizar a usuarios a través del WiFi, hoy se ha desvelado Outlaw Country, el malware de la CIA para ordenadores con Linux.
 

Outlaw Country: utilizado para manipular paquetes de red de manera oculta en Linux

Mientras que prácticamente todo lo que Wikileaks ha desvelado de la CIA tiene que ver con malware para ordenadores con Windows, es especialmente destacable que Outlaw Country sea la primera herramienta pensada explícitamente para Linux, que como todos sabemos es mucho más seguro que otros sistemas operativos y parchea mucho más rápido sus vulnerabilidades.
 
Outlaw Country permite redirigir todo el tráfico saliente de un ordenador objetivo a ordenadores controlados por la CIA con el objetivo de poder robar archivos del ordenador infectado, o también para enviar archivos a ese ordenador.

El malware consiste en un módulo de kernel que crea tablas netfilter invisibles en el ordenador objetivo con Linux, con lo cual se pueden manipular paquetes de red. Conociendo el nombre de la tabla, un operador puede crear reglas que tengan preferencia sobre las que existen en las iptables, las cuales no pueden verse ni por un usuario normal ni incluso por el administrador del sistema.
 
Relacionado:https://www.adslzone.net/2017/06/01/es-realmente-mas-seguro-linux-que-windows/
 
Y es que Linux es muy utilizado en servidores, por lo que es un objetivo prioritario para la CIA, que busca infiltrarse de cualquier manera en redes ajenas para realizar labores de espionaje, como hemos visto con otras herramientas como Brutal Kangaroo o Pandemic. 
 
Outlaw Country permite redirigir todo el tráfico saliente de un ordenador objetivo a ordenadores controlados por la CIA con el objetivo de poder robar archivos del ordenador infectado, o también para enviar archivos a ese ordenador.
 
El malware consiste en un módulo de kernel que crea tablas netfilter invisibles en el ordenador objetivo con Linux, con lo cual se pueden manipular paquetes de red. Conociendo el nombre de la tabla, un operador puede crear reglas que tengan preferencia sobre las que existen en las iptables, las cuales no pueden verse ni por un usuario normal ni incluso por el administrador del sistema.
 

El último documento del malware data de 2015

El mecanismo de instalación y persistencia del malware no viene muy bien detallado en los documentos a las que tuvo acceso Wikileaks. Para poder hacer uso de este malware, un operador de la CIA tiene que hacer primero uso de otros exploits o puertas traseras para inyectar el módulo del kernel en el sistema operativo objetivo.
 
 
La versión de Outlaw Country 1.0 contiene un módulo para el kernel de la versión de 64 bits de CentOS/RHEL 6.x. La primera versión de esa rama fue publicada en 2011, mientras que la última fue lanzada en 2013, siendo la última disponible hasta verano de 2014 cuando llegó la versión 7. El módulo sólo funciona con los kernel por defecto, y además, la versión 1.0 del malware sólo soporta DNAT (Destination NAT) a través de la cadena PREROUTING.
 
La versión del documento que Wikileaks ha revelado tiene como fecha el 4 de junio de 2015. En ese mismo documento aparece referenciado como requisito utilizar la versión de CentOS 6.x o anterior, y que tenga como versión de kernel 2.6.32 (del año 2011) o inferior. No se sabe si la herramienta contaba con una versión más actualizada para versiones más recientes.
 
https://www.adslzone.net/2017/06/29/outlaw-country-wikileaks-desvela-malware-de-la-cia-para-linux/
 
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          Designing for the new Space Launch System   
Vanessa Aponte
SLS Launch

Vanessa AponteVanessa Aponte has rubbed shoulders with astronauts, designed equipment that has gone to space, and worked with military technology so new she is not allowed to talk about it. As a Lockheed Martin engineer and CU Aerospace PhD graduate, she has achieved great things and gone further than many would have thought possible for someone raised in rural southwest Puerto Rico speaking only Spanish.

Growing up, Aponte did well in science but was unclear what her future could hold. Thanks to encouragement from a teacher in high school, she decided to become a chemical engineer. She earned both a BS and MS in Puerto Rico, but was not fulfilled.

One summer in college, she landed an internship at CU Boulder and happened to attend an event that would change her life’s direction. It was a presentation made by astronauts who flew on STS-77, the mission with the famous space Coca-Cola dispenser, a unit designed by BioServe Space Technologies at CU Boulder.

That is when she realized aerospace was her true calling. She moved to Boulder to pursue a PhD and has been in Colorado ever since. While Aponte was born on an island, she has fallen in love with the Front Range.

“The mountains beckoned me here," Aponte says.

Designing A New Way to Space

During her time as a PhD student, she focused on microelectromechanical systems or MEMS, particularly development of technology to monitor astronaut immune response. After graduating, she was hired by Lockheed Martin Space Systems for a position at their Waterton Canyon complex working on a key NASA-funded project.

 "I interviewed there and they were working on Orion and it just blew me away. The prospect of designing the next generation space vehicle and getting to stay in Colorado was too enticing," she says.

Aponte spent six years on Orion, helping redesign the old space shuttle launch pads for the new craft and later working on environmental systems.

"It's amazing to design something that has gone to space. Even if I don’t get to go myself, it’s something explorers will fly," she says.

She is now in her 11th year at Lockheed Martin, with her current assignment in the company’s military support program. She leads a team of technical experts on evaluation of new technologies. It is a position working on the bleeding edge of science and engineering.

 "New semiconductors, special materials, software, and certain things I’m not allowed to talk about. The goal is to minimize risk with unproven technology for critical space assets,” she says.

It is a job many engineers would salivate over, and she landed it almost by accident.

"The Chief Engineer retired and I volunteered to fill-in while they hired a replacement," Aponte says.

Two years later, she is still in the role, and on a permanent basis.

"I volunteer for a lot at Lockheed Martin. Things people don't want to do. The shuttle launch pad Orion redesign I asked for and my boss discouraged me from it. It's one of the most fun projects I ever did."

Despite enjoying her work, there is one job Aponte would not hesitate to leave Lockheed Martin for: NASA astronaut. She has twice applied, and made it through NASA’s grueling process of interviews, testing, and physical fitness evaluations, but was not selected either time. It was disappointing, but has not diminished her enthusiasm.

Giving Back

In fact, the excitement she feels about aerospace extends beyond her career and into the volunteer realm, where she spends time promoting engineering to the next generation.

She has worked with Big Brothers Big Sisters, Girls Inc., and Shades of Blue, which promotes aviation and aerospace at the K-12 level. Each semester, she brings high school students to CU Boulder to talk about the industry and showcase new research.

“I grew up without a vision that I could amount to something. It took special people in my life to say, 'You can do it,' and turn my uncertainty into passion. It's my duty to do the same," Aponte says.

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          HOSPITAL DE PORTALEGRE ABRE INQUÉRITO A MORTE DE MULHER APÓS TER ALTA   

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A mulher deu entrada no serviço de urgência cerca das 2h00 da madrugada de quarta-feira, com sintomas de má disposição, tendo obtido alta hospitalar poucas horas depois. Durante a madrugada foi de novo encaminhada para o hospital, mas, segundo João Moura Reis, deu entrada no serviço de urgência já cadáver.

"De acordo com o que me foi transmitido, a paciente enquanto esteve no hospital foi medicada com critério para a patologia que se queixava, obtendo melhoras. Esteve um período de tempo em observação e, quando realmente teve melhoras, foi enviada para casa", disse o presidente do conselho de administração da ULSNA, que adiantou ainda que "dentro de cinco dias" espera ter em seu poder um processo preliminar sobre este caso.

Foto: Lusa


          DJ MARK KLAZZIK SUNDAY MIX    
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The Game-Why you hate the Game Kanye west-We major Hi tek-Music for Life Hi Tek-Just began Da youngstas-Who's the Mic Onyx-walk in New York CNN-Iraq Ghostface Killah-Nutmeg Heather B-My kinda nigga Public Enemy-Shut Em Down Mos Def & Talib Kweli-Definition Mos Def & Talib Kweli-Re:Definition Grand puba-Reel to reel Jeru da Damaja-dirty rotten scroundrels Illegal -we Getz busy Mobb deep-Street life Gang starr-code of the streets Talib kweli & hi tek-the blast Junior mafia-Realms of junior mafia
          DJ TIMIKOT FRTP 1 MIX    
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Intro- @dj_beanz Aaliyah Tribute- @kyung Dimeshow Radio- @pro_djdime Exchange- @mylezia Tip her out- @darealnikkie Bet a 20- @ridewithponi Everything- @therealmaryjblige Lights out- @simoneskye Mvp Underground- @djmosprecious Get it on the flo- @thecandiredd Ladies First Radio- @djtimekot Thats it right there- @ladyboss Crack- @sotablack Back at it- @YGMilli Down in the DM- @kmichelle YUAMG Radio-@beautifulsmile_ling Forget that-@trinarockstarr Classe is in session- @firstclasse’
          Chat with Natalie: " - Getting To Know Yourself." ORMUS - Connect and Be the Vibration with Scott Stevens   
GuestIn today's show Natalie will chat with Scott Stevens one of the founders of Blue Water Alchemy, whose working to assist humanity to shift towards oneness via the vehicle of ORMUS and many other endeavors. ORMUS is a wonderful white liquid, based on ancient traditions, created from pure Organic Sea Salts that establishes a personal conduit to the Subtle Energy realm. More than that, the science and alchemy combined have shown amazing results for many people on their spiritual paths and heali ...
          Trying to be positive   
I'm not at all sure why I've been struggling so much lately - with everything. But the struggles I deal with daily are leading me down old paths with food that I just don't want to go down. Part of our "challenge" on my BLC team this week is to post something positive here. That truly *is* a challenge when the positives are few and far between, especially for me in the realm of personal fitness. I refuse to say "weight loss" and "diet" anymore.

So, the positives I can hones...
          Comentario en Realmente vas a aprender a Instalar alarmas!!! por Greisy   
Excelente el curso, lo estoy estudiando!!!
          Japón quiere llevar de nuevo al ser humano a la Luna, pero será en 2030 y buscando amigos internacionales    

Humano Luna 01

La llegada a la Luna fue un hito histórico que muchos tenemos en nuestra retina, bien por vivirlo en directo o bien por haber visto los famosos vídeos a posteriori. Desde aquella ocasión han sido realmente pocas las misiones tripuladas al satélite terrestre, pero ahora en Japón se han decidido a que el ser humano vuelva a pisar la Luna.

Así lo ha anunciado la Agencia Espacial Japonesa (JAXA), yendo no más lejos pero si pensando de manera más ambiciosa que con su intención de llevar una sonda al satélite, tal y como anunció en 2015. Una misión de la que de momento dan la información justa y que no sería sólo de la JAXA, sino que se trataría de una cooperación internacional.

Otro pequeño paso que pretenden dar en 2030

La agencia no ha puesto una fecha exacta, pero según reportan en CNN la JAXA planea llevar al ser humano a pisar el yermo suelo lunar hacia 2030, siendo la primera vez que se enviarían astronautas a un destino más lejano que la Estación Espacial Internacional (ISS). Sería la primera vez que unos astronautas viajan al satélite desde la misión Apollo 17 de la NASA (en 1972), habiendo en las siguientes décadas misiones no tripuladas y de exploración.

De hecho fue tras aquel primer boom (o diciéndolo menos bonito, efectos de la guerra fría entre Estados Unidos y la antigua Unión Soviética) cuando otros países fueron añadiéndose a la carrera espacial, aumentando los países interesados (con la incorporación asiática) y reduciéndose el número de misiones (algo más de cien entre los 69 y 70 frente a unas 25 entre 1990 y 2010). Y en Japón hasta ahora sólo habían hablado públicamente de enviar un rover a la Luna.

Con respecto a esta misión, según ha dicho un portavoz de la agencia japonesa a CNN los planes no giran exclusivamente en torno a enviar un cohete japonés a la Luna, lo cual tendría un coste muy elevado. Se trataría de contribuir en una misión internacional a nivel de la tecnología, esperando empezar los preparativos en 2025.

Cohete Jaxa Lanzamiento del Epsilon-2 (Crédito: JAXA)

¿Cuándo sabremos más de todo esto? Los japoneses (y el resto de países participantes) se hacen de rogar y nos tendrán en vilo hasta el Forum Internacional de Exploración Espacial en Japón en marzo de 2018. De este modo, el de la JAXA sería el último de los planes de investigación espacial de un país asiático desde que China anunciase el envío de un rover no a la Luna, sino a Marte.

Aunque también afirmaron tener planes de llevar al ser humano al satélite de nuevo (sin especificar fecha), y siendo rivales de Japón probablemente no se trate de uno de los países de esa cooperación internacional. Quizás vivamos otra pequeña carrera espacial por volver a llevar el ser humano a la Luna, sin olvidar además los vuelos espaciales comerciales, de hecho es donde se ha de pasar al menos un año si se quiere ir a Marte, según la NASA.

Imagen | NASA
En Xataka | Un ordenador menos potente que tu móvil y el resto de tecnología que nos llevó a la Luna

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La noticia Japón quiere llevar de nuevo al ser humano a la Luna, pero será en 2030 y buscando amigos internacionales fue publicada originalmente en Xataka por Anna Martí .


          Muere Mary Tyler Moore, toda una leyenda de la televisión estadounidense   

Mtm

La televisión estadounidense ha perdido a todo un icono y una leyenda del medio con Mary Tyler Moore, que ha fallecido hoy a los 80 años de edad, en Connecticut. Moore inspiró a toda una generación de actrices de comedia con sus papeles en 'The Dick Van Dyke Show' y, sobre todo, 'The Mary Tyler Moore Show', que en España se tituló 'La chica de la tele' y que hizo historia porque su protagonista era una mujer soltera, trabajadora, y para la que formar una familia no era su principal interés. Era toda una revolución en 1970 cuyo legado se nota, por ejemplo, en '30 Rock'.

Moore ganó cinco Emmy por esas dos series, que la convirtieron en una estrella. Su fama no pudo trasladarse del mismo modo al cine, pero donde la actriz dejó realmente su huella fue en la pequeña pantalla, especialmente a través de la productora que fundó con su entonces marido, Grant Tinker, en 1969, MTM Enterprises. Entre las series producidas por la compañía hasta principios de los 80, cuando la compró NBC, figuran no sólo 'La chica de la tele', sino también su spin-off, 'Lou Grant', 'Canción triste de Hill Street', 'The Bob Newhart Show' o 'Remington Steele'.

Aunque Mary Tyler Moore vaya a ser recordada más por su carrera en televisión, también logró una nominación al Oscar por ser una madre fría y distante en 'Gente corriente', un papel muy diferente de los que le dieron fama en las sitcom, y siguió trabajando en el teatro y en tv movies. En los últimos años, había hecho apariciones especiales en 'Lipstick Jungle' o 'Hot in Cleveland'. En sus memorias, Moore había confesado sus problemas con el alcohol y que era diabética tipo 1 desde que era una veinteañera.

Vía | Variety
En ¡Vaya Tele! | Cinco series de periodistas


          Quién es Stephen Colbert, el presentador de los Emmy 2017    

Colbert

La próxima gala de los premios Emmy ya tiene cadena, CBS, fecha, 17 de septiembre, y presentador. El canal anunció ayer que Stephen Colbert sería el encargado de conducir la gala, un encargo que representa un importante apoyo para quien asumió el puesto de David Letterman al frente de 'The Late Show' cuando éste se retiró, y que en el último año ha visto como James Corden, que presenta el programa que le sigue en la parrilla, le ha superado en viralidad y visibilidad. Corden hasta ha presentado ya los premios Tony y, el mes que viene, conducirá los Grammy.

Stephen Colbert puede no ser tan viral ni tener tanto tirón entre el público joven, pero su elección es bastante interesante teniendo en cuenta que es de los presentadores de late night con más interés en el comentario político y de los que ha sido más críticos con Donald Trump, el nuevo presidente de Estados Unidos. ¿Pero quién es Stephen Colbert?

A la fama con 'The Colbert Report'

Colbert, en realidad, es actor, o empezó su carrera como tal. Estudió y participó en Second City, el grupo de teatro e improvisación humorística de Chicago del que han salido, entre otros, Steve Carell y Tina Fey, y fue alternando su faceta interpretativa con la escritura de guiones en comedias de culto en Estados Unidos como 'Strangers with candy', protagonizada por Amy Sedaris. Casi toda su carrera ha estado basada en los sketches relacionados de algún modo con la actualidad, que es lo que le llevó a entrar en 'The Daily Show', en 1997.

Allí, interpretaba a "Stephen Colbert", un corresponsal de noticias republicano recalcitrante y con un alto concepto de sí mismo, que funcionaba como contrapunto a las visiones más progresistas de Jon Stewart, el presentador del programa. La popularidad que alcanzó su personaje (que en España podía tener un ejemplo similar en el empresario de derechas que El Gran Wyoming interpretaba en 'Caiga quien caiga') fue tal, que Comedy Central acabó concediéndole su propio espacio 'The Colbert Report', en 2005.

También era un pseudo informativo satírico, pero la parodia llegaba al llevar al extremo las posturas de los sectores más conservadores del país y, por supuesto, el narcisismo del propio Colbert. Criticó la manera en la que los candidatos en las primarias de cada partido suman apoyos y fondos para su campaña presentando su propia candidatura a la presidencia de Estados Unidos tanto por los republicanos como por los demócratas, y Colbert nunca dejó pasar la oportunidad de hacer chistes de las noticias más absurdas, sobre el sistema político del país y de dejar bien claro su amor por 'El Señor de los Anillos'.

En 2014, CBS decidió que fuera él quien sustituyera a David Letterman en su late show de las 23:30, que se enfrenta directamente a 'The Tonight Show', y en el año y medio que lleva al frente de ese programa ha dejado claro que lo suyo sigue siendo el humor político.

Así es Stephen Colbert

'The Late Show with Stephen Colbert' es un programa de late night muy tradicional, con su monólogo inicial, su banda de acompañamiento, su segmento comentando las noticias, sus sketches pre grabados, sus entrevistas a invitados y su actuación musical para cerrar la noche. Colbert ya no se esconde aquí tras un personaje, sino que es él mismo, y es mejor entrevistador que Jimmy Fallon, por ejemplo, pero necesita que el invitado aporte algo de su parte para que sus charlas sean realmente interesantes o, como mínimo, simpáticas.

Su programa no ha llamado especialmente la atención hasta que no decidió meterse más a fondo en el comentario de la campaña electoral, con segmentos como 'The hungry for power games', que utilizaba 'Los juegos del hambre' para hablar de las primarias de ambos partidos, o las semanas de programas en directo durante las convenciones que eligieron a los candidatos.

Ahí es donde Colbert ha encontrado lo que le hace diferente de los demás presentadores de late night, y será interesante ver si traslada parte a la gala de los Emmy. Puede ser un cambio interesante con respecto a las bromas más directas de Jimmy Kimmel el año pasado, o al humor inofensivo de Andy Samberg en 2015. Colbert, además, ha demostrado que puede cantar, por lo que su estreno como presentador en los Emmy puede continuar con la tradición de los números musicales. El 17 de septiembre lo comprobaremos.

En ¡Vaya Tele! | Los 27 mejores momentos de la gala de los Emmy 2016, en gifs


          Jeffrey Wright sabía los secretos de 'Westworld' antes que nadie    

Jeffreywright

La primera temporada de 'Westworld' ha sido todo un éxito para HBO, con las mejores audiencias de su historia para una temporada de debut e internet llena de teorías de los fans sobre los secretos de ese parque de atracciones del Oeste habitado por robots con apariencia humana. En el centro de muchas de esas teorías estaba Bernard, uno de los responsables del parque, al que da vida el veterano Jeffrey Wright.

Wright es ya un clásico de las producciones de HBO. Participó en la miniserie 'Angels in America' (recuperando el personaje que había interpretado en Broadway, y que le valió un premio Tony) y estuvo también en 'Boardwalk Empire' antes de subirse al carro de la adaptación de la película de Michael Crichton a cargo de Jonathan Nolan y Lisa Joy. El actor estuvo en Madrid participando en la presentación de HBO España, y aprovechamos para charlar con él, junto con otros medios, sobre Bernard y sobre el final de temporada de 'Westworld'.

El largo viaje de 'Westworld'

La mezcla de western y ciencia ficción de HBO ha resultado un éxito para la cadena, pero su nacimiento y rodaje no estuvieron exento de retrasos y de altibajos. "Rodamos el piloto en agosto de 2014, así que han pasado algo más de dos años desde que comenzamos el viaje de llevar la serie ante la audiencia, y que pudiera ver lo que estábamos haciendo", apunta Wright. La producción tuvo que pararse para que Nolan y Joy pudieran dedicarse a la escritura de los últimos episodios de la temporada, razón por la que el estreno inicial en 2015 pasó a otoño de este año.

"Cuando estábamos trabajando en la serie, tardamos bastante. Sabíamos desde el principio que estábamos trabajando en algo especial que era muy emocionante y excitante para nosotros, y estábamos deseando que el público pudiera verlo por fin", afirma Wright, al que tampoco le preocupa que haya habido algunas críticas que afirman que la forma, el envoltorio de la serie y sus trucos narrativos, casi fagocitan el fondo: "Confío en los guionistas y particularmente en la visión de Jonah (Jonathan) Nolan y Lisa Joy, nuestros capitanes. Cuando leí el primer guión, lo que reconocí en él, y lo que lo distinguía de otras cosas que he leído, es su equilibrio interno, la construcción del arco y de los personajes en él, y la complejidad que había, y la eficiencia que había, y estaba muy claro que estaba muy pensado".

En 'Westworld' hay muchas preguntas que van respondiéndose durante la temporada, y que han generado un intenso debate en internet. Los actores tampoco sabían por dónde iban a moverse esas respuestas, pero Jeffrey Wright reitera ahí su confianza en Nolan y Joy:

"Lo que he aprendido es que nuestros guionistas, liderados por Lisa y Jonah, van muy por delante de nosotros, así que es mejor dejar que nos sorprendan. Creo que es un territorio muy fértil para explorar. Una de las razones por las que estaba interesado cuando leí el piloto, y por las que quería formar parte de la serie, era que la premisa nos permite ir a cualquier parte, con el único límite de la imaginación de todos los implicados".

¿Puede 'Westworld' ir a cualquier parte en el mundo? "En el cuarto o quinto episodio, Theresa está hablando con alguien de la compañía y no están hablando en inglés, así que puede haber algunas pistas de hacia dónde podríamos ir", deja caer Wright.

Una charla sobre el final

Actualización: Si no habéis visto el final de la primera temporada de 'Westworld', a partir de aquí podréis encontrar spoilers de él.

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De todos modos, aunque los responsables de 'Westworld' mantuvieron también al reparto preguntándose qué significaba todo lo que estaban haciendo, hubo al menos un actor que sí era consciente de la verdadera naturaleza de su personaje y de lo que estaba pasabdo en el parque, y ése era Jeffrey Wright. Cuenta que, cuando rodaron el piloto, Bernard era para él solo el responsable de Comportamiento de Westworld, pero que antes de empezar la producción del resto de la temporada, tuvo una charla con Lisa Joy sobre quién era "Bernaldo", como lo llama cariñosamente:

"Me contó toda la historia y me quedé ojiplático. Estaba muy sorprendido, y pensé “oh, eso está muy bien”. Para poder entender lo que estaba haciendo, tenían que contarme más cosas que al resto de los actores. No todos sabían que estábamos operando en dos líneas temporales, o tres líneas temporales, con un espacio de treinta, 35 años entre ellas. No habría tenido sentido, de otra manera, que yo no lo hubiera sabido, porque Arnold tiene conversaciones con Dolores que no tendría sentido que tuviera Bernard. Nos dieron la información suficiente para que pudiéramos hacer nuestro trabajo, pero ninguno teníamos ni idea de la totalidad de lo que estábamos haciendo, y ninguno podemos pensar lo que haremos en la segunda temporada".

Así, Wright podía distinguir perfectamente a Arnold, en los recuerdos de Dolores, de Bernard y podía ciertos toques muy sutiles a su interpretación como ese anfitrión que Robert Ford construye para que, de algún modo, sustituya a su amigo y colaborador en la dirección del día a día de los robots del parque. Y el final de la temporada trae al centro cuáles han sido las verdaderas intenciones de Ford durante todo este tiempo, con su nueva narrativa, aunque queda la duda de si es realmente sincero cuando le cuenta a Dolores toda la verdad.

Jeffrey Wright sabía los secretos de Bernard antes de empezar a rodar la temporada de 'Westworld'

Para Wright, Ford es honesto en esas últimas acciones y palabras. "Creo que Ford es sincero. Es muy ambiguo; ¿de qué lado está? ¿Es malvado? ¿No lo es? Como mínimo, creo que comprendemos al final, y también al principio de la serie, que es una figura muy solitaria y misántropa", explica, y añade que "quizás descubrimos que, pese a la frialdad y la manera desapasionada en la que considera y trata a los anfitriones, está más próximo a ellos de lo que lo está de otro humano (…). Creo que, a lo mejor, hay una pregunta al final. ¿Está más del lado de los anfitriones y su emergencia o tiene aversión a la idea de humanidad? ¿Cuál es el detonante?"

Bernard está llamado a ser uno de los personajes importantes de la segunda temporada de la serie, que no veremos hasta 2018, pero su intérprete tiene otros personajes favoritos, aunque se confiese muy parcial hacia Bernard: "Armistice, el personaje de Ingrid (Bolsø Berdal), es una malota salvaje. Algunas veces, casi es más un personaje de mimo, lo que es muy interesante, parece salida de una película muda. Cada acento, cada gesto, cada pequeño gesto, transmite muchísimo. Ella ha hecho un trabajo maravilloso, como lo ha hecho todo el mundo, y hasta pudo desmelenarse un poco".

La relación con HBO

Boardwalk Jeffrey Wright, en 'Boardwalk Empire'.

'Westworld' es la última colaboración, hasta el momento, entre Jeffrey Wright y HBO, un lugar donde tuvo su primer gran papel con Belize, amigo del protagonista de 'Angels in America'. Fue el único actor de la representación original en Broadway que participó en la miniserie y ganó el Emmy como mejor secundario en esa categoría, y desde entonces, Wright ha vuelto periódicamente a la cadena. "Realmente, he mantenido el contacto con algunos de los ejecutivos de HBO. Incluso cuando no estoy trabajando, hemos mantenido una relación amistosa, y eso es inusual", apunta: "Creo que eso ejemplifica la cultura que hay allí, establecida desde lo más alto por Richard Pepler, y no digo esto a la ligera. Es una cultura muy de apoyo y sana para trabajar en ella".

Jeffrey Wright ganó un Tony y un Emmy por su trabajo en el teatro con 'Angels in America' y en la miniserie de 2003

Profundiza un poco más en esa respuesta señalando que "hay una relación amistosa entre actor y guionista que no se da en ningún otro sitio", y en parte por eso le atrajo también 'Westworld'. Con 'Boardwalk Empire', donde interpretó al doctor Narcisse, entró en la serie en la segunda temporada, y el mundo de Nucky Thompson ya estaba creado para él. "Con 'Westworld', estaba interesado en revisitar esa relación (actor-guionista). Me interesaba crearla desde el principio".

Por eso también le resulta gratificante la buena acogida, en general, que ha tenido la serie. ¿Qué se siente al saber que es la temporada de debut más vista en la historia de HBO? "Es mejor que lo contrario, es mejor que ser la menos vista", responde Wright entre risas.

En ¡Vaya Tele! | La música en 'Westworld', o por qué escuchamos a Radiohead en la pianola


          Testing your Boundaries   
I think that growth and pushing our boundaries is important.  I've always been one to sort of poke the things I'm afraid of, because I don't want to be trapped by fear.  But I also know that there is a fine line between healthy growth and being shoved so far out of your comfort zone that it actually becomes problematic.

Fear exists to  keep us safe.  Fear is what prevents us from touching fire or from wandering around in the dark where we can't see danger.  But in many ways our fear responses have not caught up with modern life.  So we develop fears for things that aren't dangerous in the same way:  fear of being rejected, fear of loss, fear of failure.  Even though these things aren't deadly in the traditional sense, our fear response doesn't know this, and so we react as if it were a serious threat.

Sometimes, we can face our fears and by doing things we are uncomfortable with we stretch our boundaries and grow and our fears become diminished.  This is a very healthy thing to do.  It pushes us out past where we feel safe and we have to learn how to navigate in this new space.  We build new boundaries, but they now include areas that were once 'unsafe' to us.

But sometimes we get forced outside our boundaries and it breaks something inside us because we weren't ready.  I don't think that people can be permanently broken, but I do think that sometimes fixing the broken parts of our Self requires a ton of work...way  more than it would have taken to safely expand our boundaries and work through the initial fears that were holding us back.  I also think there is a very real danger that if we are too broken, we can't see that light at the end of the tunnel, all we can see is the broken pieces and this becomes a new cage that keeps us bound up tighter than we were before.  We might also find that we can't bear the thought of living in this new place, and this leads to a risk of doing serious harm to ourselves before we can work our way out of the dark place we are in.

I have seen a lot of cute analogies about breaking through boundaries.  One I particularly like is how a seed must break through it's shell in order to grow.  And this is definitely a good analogy for healthy growth.  Inside the shell, the little seedling is safe.  It starts to grow and soon is pressed up against the inside of the shell.  And still it grows, making the shell no longer a nice safe place, but instead a stifling restriction.  So the seedling pushes even harder, cracking open the shell and opening itself to the dangers of the greater world.

The seed will never become a plant, it will never realize it's potential, if it stays safe within it's shell.  It has to crack and break free and expand in order to become a plant.  The same way we must sometimes push through our own boundaries in order to grow into our own potential.  If we stay bound up in the safe places, we never allow ourselves to bloom.

But another analogy comes to mind that demonstrates the flip side of breaking out of boundaries.  A caterpillar enters into a cocoon as part of it's transition to becoming a butterfly.  Much like the seed, it will eventually need to break free from it's safe cocoon in order to fly.   But the struggle of cracking the cocoon and forcing it's way out is part of what makes it ready for flight.  If an outside source sees the struggle and decides to 'help' cutting away the cocoon to make the process easier, the butterfly won't be able to fly.

I think this beautifully illustrates part of why struggle is healthy for us.  Sometimes, we want to fly to new heights, but if someone lifts us up, we haven't worked our way up, and the new heights can be terrifying.  We can find ourselves where we thought we wanted to be, but because we didn't make our way there ourselves, we may not have the tools to be able to survive.  We may cower in fear, afraid of falling, because we didn't experience the climb up to where we were.

And worse, while in the cocoon, the caterpillar isn't even a caterpillar, but it dissolves into a sort of caterpillar soup:  a goo that contains all the memories of the caterpillar but can't exist on it's own.  If the cocoon is opened too soon, there isn't anything inside that can come out...no butterfly, no caterpillar...just goo.

Sometimes it feels like this when we are pushed to do things we just aren't ready for.  When someone else is trying to shove you outside your boundaries, you may not be able to cope.  The difference between being released from your cocoon as a flightless butterfly and coming out as goo is a matter of scope.  If we are close to being ready to push through, we may be crippled when we come out, but if we are no where near ready then we can be completely incapacitated.

As I said earlier, I am a big believer in the resilience of people.  I think that we can recover from pretty much anything.  But just because we 'can', just because it is within the realm of possibility, doesn't mean that we will.  Some things scar us and we bear those scars for the rest of our life.  They may be superficial scars, things that are seen but don't hold us back in any serious way.  For example, if you had a bad experience after being pushed to speak in front of a group when you weren't ready, you may always remember that moment when you go to speak in front of a group in the future, but it may stay just a memory.  You remember it and you move on.

On the other hand, scars can limit us as well.  That same type of experience could have caused you to have a nervous reaction in the future.  You may feel faint and even pass out at just the thought of getting up in front of a group of people to talk.  It may take you a lifetime to work through this.

What we don't know, and I am not sure we can ever know, is what would have happened if we were allowed to grow on our own terms.  The butterfly knows when it is ready to break free from it's cocoon, just as the seed knows when it's time to crack it's shell.  Perhaps you would always have a fear of speaking in public.  Perhaps you would never feel comfortable in front of a group.  But if we are pushed before we are ready, we never have the opportunity to see what we might have accomplished.

Some amount of encouragement is a good thing.  I personally know that there are many things I am uncomfortable doing, and some of them I would never attempt if someone else wasn't cheering (or pushing) me into them.  But ultimately the decision to do a thing should be mine.  It is one thing to encourage someone to jump into the water and learn to swim...and another thing entirely to shove them into the water when they are begging you not to.

We have to learn to gauge our own fears, to open our eyes and examine each fear.  Listen to what the fear is telling us.  Let yourself sit with your fear for a little while, and see how uncomfortable it makes you.  Sometimes, if we let ourselves experience our fear instead of immediately running the other direction, we find that after those first few moments, things start to settle down.  We start to wrap our head around the idea and no longer feel paralyzed by it.

This is how I feel when I think about teaching.  A big part of me really wants to teach.  I love sharing knowledge (which is one reason why I love blogging!), and I enjoy talking to people, so teaching should be something I enjoy doing.  But I definitely have issues about any kind of formal teaching situation.  If it is just a casual conversation and someone asks me a question, I can answer no problem.  If there is a set time and an official 'I am teaching this subject in a class' situation, then I start to freeze up.

I have to really practice, go over what I may say, remind myself constantly that I will be fine, reassure myself that I have valid information to share.  I will be nervous right up to the moment I start talking, and then most of my anxiety goes away.  I've always been this way with any kind of performance, speech, demonstration or other situation where it's me presenting to a group.

But, sometimes, when we sit with a fear, it starts to grow.  It begins to overshadow everything else, and all we can do is fall prey to the fear.  These are things that we may not be ready to face right now.  We may have to work long and hard to start to approach these fears.  They may be things we have to break into smaller chunks in order to work with, or we may need to call upon friends and allies to face them.

For a long time I have had a pretty irrational fear of falling.  Not of heights, I'm actually pretty good about heights.  But the actual falling, the sensation of falling, triggers me.  It doesn't matter how far the fall is, it's the feeling you get while falling that I can't handle.

Many years ago, while I was in a JROTC spring camp, we had different exercises and challenges to do.  One of them was an obstacle course, and one of the obstacles was a rope that was hanging over a shallow pit, and there was a log across the path on the other side of the pit.  You had to grab the rope, swing over the little pit and then get yourself over the log.  The log wasn't even that tall, perhaps chest height.

But I was having trouble with it, and when I couldn't get over the log, I would swing backwards on the rope, and get the sensation of falling.  It was only a couple of failed attempts before I was starting to have a serious panic attack.  I was shaking and just the idea of trying again made me feel light headed.

At the time, I wasn't ready to face that particular fear.  I now feel that my issues with falling stem from a greater fear about being out of control.  When I am helpless, when there is nothing I can do to make a situation better, that is terrifying to me.  Things that manifest this fear for me include falling, people being sick or injured, flying in a plane...pretty much any situation that I can't do anything to effect the outcome of. 

It is something I have worked with quite a bit, and continue to work with.  There are some facets of it I can now handle.  I went to a ropes course a couple of years ago, and every time I had to walk to the edge of the platform and jump off (while fully in a harness and strapped in), I had to face that fear.  There was that moment of falling each time before the harness caught and you slid along the rope.  That I could manage.  I did not choose to go on the 'jump off the platform and experience freefall for 20 feet' however.

The things we fear are very personal.  Our fears may not even register to someone else, and yet they are very real to us.  Never let someone else belittle you for the things you fear.  Trust your instincts and trust how you feel.  Honor your fears and work with them to understand why you feel the way you do and what you might need to do to start working through them.

We may never fully overcome our fears, but we can learn to manage them.  We can learn to push through them when we need to.  And I think one of the best ways to do this is to keep poking at them.  Find where your line is, where your boundaries are.  See where you feel safe and where you don't.  And start to approach that line.

You may not be able to cross it at first.  It may take everything in you to just get close to it and stand there.  But, over time, you may find that you can stand there for longer and longer.  Then you may take a tiny step forward.  You may be able to take a little step forward every time you try, or you may not.  Do what you can do!  Eventually, you may find that you can cross a toe over that line.  You may need to retreat from time to time, and that is okay too!  Just because one day you could stand right at the line and the next day you can't even get within arm's reach doesn't mean you are failing.  Sometimes we have to push ourselves harder and then take a bit of a rest and let ourselves acclimatize.

Let yourself remember the seedling, and how it grew and grew inside it's shell until it was pressed in so tight that it had to crack the shell.  Grow yourself until you must push on your boundaries, because then you will be ready to be bigger than you were.  Remember the caterpillar goo, and let yourself stay safe in your cocoon until you are ready to become the butterfly.  Remember the butterfly who has to push and strive and force their way out of the cocoon in order to be strong enough to fly and know that all the struggles you have along the way, every time that boundary pushes back or pinches in on you, it is only preparing you for what waits on the other side.  Poke your boundaries, and keep poking them until you have pushed them back to where you want to be.
          Destinos potiguares serão divulgados para quase 700 mil pessoas   

Natal e o Rio Grande do Norte serão temas de estreia da primeira websérie produzida pela equipe de comunicação do Aeroporto Internacional Tom Jobim, popularmente conhecido como Galeão.

Em uma articulação junto com a Secretaria de Turismo do RN e a Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), a equipe conseguiu a logística de hospedagem, alimentação e passeios para as filmagens.

“Teremos nossos principais destinos em destaque na web, em redes sociais com milhares de seguidores - hoje uma ferramenta de crescente engajamento de usuários interessados em conhecer novos lugares”, comentou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.

Junto à equipe do Rio Galeão está também a influenciadora Amanda Antunes,cujo instagram possui mais de 100 mil seguidores. Ela funcionará como personagem da websérie  ‘RioGaleão Explore’ e também como divulgadora dos destinos potiguares. A primeira postagem de Amanda em seu instagram, na Lagoa de Jacumã, já obteve mais de 1670 curtidas.

“São mídias digitais fortíssimas para nós porque atinge um público específico, interessado em viajar. E são milhares de seguidores, tanto do Rio Galeão quanto da Amanda. E tudo isso por um investimento baixo de logística promovido pela Emprotur com apoio do trade turístico”, ressaltou a presidente da Emprotur, Aninha Costa.

A websérie será exibida nas redes sociais do Rio Galeão. O instagram do Aeroporto tem hoje quase 35 mil seguidores e a fanpage (facebook), mais de 520 mil. Somados aos 100 mil do instagram de Amanda Antunes, as gravações serão exibidas para quase 700 mil internautas.

Segundo a jornalista responsável pelo programa, Ana Lopes, a websérie será transmitida já no mês de julho. “Nossa intenção é realmente vender pacote, vender o destino, fomentar o turismo local em nossas redes sociais”.

O programa terá duração máxima de 3’50’’, adequado ao formato de uma websérie para o facebook. Além desse vídeo, várias pílulas temáticas de um minuto serão postadas no instagram, sobre praias, sobre gastronomia, etc.

E não bastasse o número de seguidores das redes sociais do Galeão, essas postagens também serão impulsionadas para atingir um público ainda mais abrangente, direcionadas aos estados que possuem conexão com o Galeão para Natal, segundo Ana Lopes.

A equipe já passeou de buggy pelas dunas de Genipabu e conheceu a Lagoa de Jacumã. Nesta quarta visitarão o Cajueiro de Pirangi e seguirão para um city tour em Pipa, com vista do Chapadão e estadia na Ponta do Madeiro.

Redes sociais Rio Galeão e Amanda Antunes:
Facebook: /RIOgaleao
Instagram: @RIOgaleao
Instagram: @prefiroviajar

          28 Weeks Later   


*este review contiene spoilers*

"28 Weeks Later" es la secuela a la gran película "28 Days Later", donde una epidemia infesta Londres y gran parte del Reino Unido dejándolo totalmente desvastado. Esta primera parte, película que gozaba de gran atmósfera, buenas actuaciones y una increíble banda sonora, parecía revivir el genéro "virus estilo zombie" dentro del cine, dándole credibilidad, a diferencia de películas como la saga "Resident Evil" o los "etc. of the Dead", que lo único que logran es sacarnos risas de lo estúpido e incoherente de la trama, y cuyas actuaciones patéticas son sólo comparables con las de Schwarzenegger.

Siempre que se anuncia una secuela de una película que ha sido buena uno llega con espectativas bajas, de que no igualará en ninguna forma a la primera, que esta será un bodrio, etc. Así mismo me encontraba yo, pero me sorprendí al leer tantos reviews favorables de la cinta. Mucha gente osaba decir que era incluso mejor que la primera, que "28 Days Later" había sido fome, que había guateado hacia "la parte de los milicos", que esta 2da parte mantenía la consistencia durante su hora y media. Yo pensaba no ver esta película, pero tales proclamas me hicieron caer en la tentación. Gran error.

Esta segunda parte comienza con una escena potentísima, donde Don (Robert Carlyle), junto a un grupo de refugiados, son atacados por un grupo de "zombies", donde la tensión llega a su máximo punto con la disyuntiva de Don, entre salvar a su mujer de los infectados o correr por su vida. Unos segundos de vacilación le dan el toque exacto de adrenalina a la escena, para luego ver a Don corriendo por los verdes prados de Inglaterra, hacia un bote, consiguiendo escapar.

Al ver esta escena pensé realmente que lo que decían aquellos infames bastardos podia ser verdad, nació la esperanza de ver otro peliculón de zombies. Lástima que aquella esperanza no demoró en disiparse.

Luego de aquella escena la película se transformaría en una producción estilo Hollywood con poco presupuesto, totalmente predecible, y con una trama muy poco creíble. Ejemplos de esto último son un Robert Carlyle infectado "casi con radar" que seguía a sus hijos por toda la ciudad más rápido que un auto, un piloto de helicóptero asesinando 100 zombies por segundo, personas sobreviviendo a un gas venenoso, francotiradores expertos fallando contra blancos inmóviles, etc. Tales detalles hacen que la película caresca de credibilidad, y la suma y suma de estos, para el final de la película, ya la convertían en un chiste.

Un guión pésimamente desarrollado, con mucho potencial, como se demuestra en la escena inicial, con actores que se basan más en una cara bonita que en ponerle empeño a su trabajo y efectos especiales mediocres. Lo único rescatable vuelve a ser la banda sonora, que es lo único que logra mantenernos inmersos dentro de una sútil atmósfera de suspenso.

3/10.
          Disputatio   

¿Es ilícito para alguien cometer aborto terapéutico?


Nos basaremos en este escenario: Una mujer entre 25 y 30 años, de buena salud, que se encuentra embarazada. Resulta que al séptimo mes de embarazo el doctor ha diagnosticado una seria malformación en los pulmones del feto que le imposibilitará de cualquier manera sobrevivir una vez fuera del útero materno y haberse desconectado del cordón umbilical. Además, le dice, podría ser un parto problemático, y comprometer así su vida.


Objeciones por las que parece que a alguien le es ílícito cometer aborto terapéutico:

1.- No debe realizarse el aborto porque es matar a un ser humano y exterminar la vida de un inocente, aunque éste incluya un peligro potencial para la vida de la madre, ya que la vida del feto por nacer esta por sobre la de ella.

2.- Todo ser humano tiene derecho a que se respete su vida, sin distinción de edad, peso, tamaño, salud, o color; y la cualidad que lo hace merecedor de este respeto, es que es un miembro más de nuestra especie. Esta definición incluye al feto desde el momento de la concepción.

3.- Todo individuo tiene derecho a la vida, a la libertad y a la seguridad de su persona.

4.- El código de ética médica señala que en el caso de complicaciones en el embarazo deben hacerse los esfuerzos proporcionados para salvar a madre e hijo y nunca tener como salida la muerte premeditada de uno de ellos.

Respondo diciendo que: Es absolutamente lícito cometer aborto terapéutico por las siguientes razones:

Toda persona tiene el derecho de preservar su propia vida. Ahora si bien es cierto, esta frase puede mal interpretarse por aquellos que consideren que el feto es una persona. Sin embargo esto es susceptible y depende de la interpretación de cada individuo, mientras que los que están a favor del aborto aluden que es ilógico considerar al feto como una persona, los que se encuentran en contra del aborto, no les parece en lo mas mínimo, que el feto sea considerado una persona.

La ley chilena es clara en especificar lo que es una persona, de hecho el Código Civil dice expresamente que la persona principia con el nacimiento, lo que es bastante consecuente con las definiciones clásicas que se tienen por el concepto de persona. Es por esto entonces que el feto no puede considerarse persona. Ahora si bien es cierto, se puede argüir que el feto es un ser humano en potencia, lo que es muy cierto. Pero luego de la reciente aseveración es sensato hacer una pregunta ¿quien es más importante, un ser humano hecho y derecho o algo que podría ser un humano? Un ejemplo claro sobre esta situación “podría decirse algo similar sobre el desarrollo de una bellota hasta convertirse en roble, y no se llega a la conclusión de que las bellotas sean robles, o que deberíamos decir que lo son” obviamente es una comparación casi extremista, pero básicamente este argumento ejemplifica en pocas palabras lo que la oposición al aborto postula. Retomando la línea de que todos tienen derecho a preservar su propia vida, se utiliza en los casos en que obviamente corre peligro una vida, y se hace alusión a esto debido a que puede ocurrir que la madre se encuentre en riesgo de fallecer si es que continua con el embarazo, o en el peor de los escenarios que la vida de ambos, tanto la madre como el feto corran peligro de fallecer, si es que se continua el embarazo. En estos casos la respuesta que surge es el “aborto terapéutico”, al parecer esta sería una salida viable y muy lógica de tomar para muchas mujeres, ya que estas poseen el derecho de auto preservar su vida, esto esta avalado por la ley. No aceptar estas decisiones y prohibir el aborto terapéutico sería de un modo u otro condenar una vida, y al parecer es viable pensar que la vida que por ningún motivo debe condenarse es la de la mujer, ya que esta es una persona y un ser humano constituido, y que su fallecimiento puede significar una mayor perdida, que el feto en definitiva.

Tal como se mencionaba con anterioridad, el aborto terapéutico surge como la solución por muchos factores. Si se tiene la certeza que el feto eventualmente, una vez nacido fallecerá, es bastante sensato y humano pensar que se le puede evitar toda clase de dolor. En otro de los eventuales casos, el feto una vez nacido, puede que sobreviva pero quede postrado en una cama, con un respirador lo cual es el sustento de su vida. Ahora la pregunta es ¿realmente vivirá este posible ser humano? La respuesta a nuestro juicio es que no.

A las objeciones:

1.- Que el feto sea un ser humano, no es un argumento válido, ya que el ser humano, un homo sapiens, lo que significa este un ser que piensa y razona, las cuales no son características del feto. En las leyes chilenas se enfatiza en decir que el feto no es persona tampoco. El argumento de protección a la vida, siempre debe avalarse, eso es lógico, pero en los casos en que la vida de la madre peligra es sensato también pensar que ella merece vivir, al igual que el feto, ella también es inocente, no se debería condenar la vida de ella.

2.- Aún aseverando que el feto es un ser humano, ¿No es la madre también un ser humano? ¿No deberíamos preocuparnos por ella en igual manera de la que lo hacemos con el feto? A nuestro parecer la madre tiene tantos derechos e igual de legítimos como el que el que está por nacer. En este punto, al igual que en la objeción 3, no se puede observar un límite claro entre cuál de los dos individuos tiene la mayor “importancia”, y por ende, su vida vale más en el momento de decidir por una de las dos. Estas objeciones nos parecen de escaso valor en caso de argumentar en contra de un aborto terapéutico.

3.- Ese estamento está planteado por la declaración universal de D.D.H.H. Así como el feto tiene derecho a la vida, también lo posee la madre; no se establece un límite claro. Además hay países que no han firmado aquella declaración, por lo que quedarían exentos de este argumento.

4.- En este aspecto avalamos, lo que establece la ética medica. Sin embargo creemos que esta premisa no abarca todos los aspectos necesarios, especialmente con este escenario. Es posible que eventualmente ambos se encuentren en riesgo, y será necesaria una solución que opte por la vida de uno de los dos, aquí queda afuera el hecho de hacer todo lo posible. También, de acuerdo al escenario, ante la inexorable muerte del feto al abandonar el cobijo materno, sería lógico enfocar, aunque no todos, sino la mayoría de los esfuerzos, en salvar la vida de la madre, ya que es el único ser con posibilidades de salir con vida después de la intervención. De acuerdo a la dignidad del bebé, debería recibir esfuerzos en que su nacimiento fuera sin complicaciones, en la medida de lo posible, y que su muerte fuera lo menos dolorosa e insufrible.


          Recensione libro Grammatica inglese for dummies (Hoepli)   


Una grammatica inglese scritta quasi interamente in italiano può lasciare un po’ perplessi, ma bisogna dare atto alla Hoepli di aver avuto il
coraggio di tradurre un libro di questo tipo con il grande rischio che non venga apprezzato nel mercato editoriale italiano.
Ed in effetti scombussola un po’ le carte.
Da una grammatica inglese ci si aspetterebbe tanti esempi in lingua inglese, possibilmente con frasi semplici ed immediate (magari tratte dalla vita di tutti i giorni),
ed invece qua non è così.
Il punto è che questo titolo nella sua versione originale è – appunto – una grammatica per studenti delle scuole superiori americane,
e non specificatamente rivolta a studenti stranieri.
Per essere realmente utile per noi lettori italiani, chi lo legge dovrebbe essere già abbastanza ferrato sulla lingua inglese,
dato che l’autrice non riporta le basi della grammatica, ma le numerose sottigliezze che la contraddistinguono e, soprattutto, gli errori più frequenti che si compiono.

Certo, la lettura è piacevole, lo stile è decisamente informale, ma servirà un libro di questo tipo?
Consiglio a chi sia interessato di dargli prima un’occhiata in una libreria, dato che la sua reale utilità può risultare molto soggettiva.

Fisicamente è comunque ben realizzato.
L’impaginazione è piacevole. Il font dei titoli richiama molto lo stile fumettistico, e vi sono diverse icone per sottolineare aspetti importanti,
errori frequenti e varie note di approfondimento.







La rilegatura è molto flessibile, e lo spessore non è fastidioso (nel caso lo si volesse leggere a letto).



Questo libro attualmente su Amazon costa 17 euro.

Sommario
1 – Introduzione
7 – Parte 1: I fondamentali: le parti della frase
9 – Cap. 1: So già parlare. Perché studiare la grammatica?
17 – Cap. 2: I verbi: il cuore della frase
33 – Cap. 3: Capire i tempi verbali
49 – Cap. 4: Chi sta facendo cosa? Come trovare il soggetto
63 – Cap. 5: Vogliamo tutto: la frase compiuta
81 – Cap. 6: Gestire i complementi

93 – Parte 2: Evitare gli errori più frequenti
95 – Cap. 7: Do you feel bad or badly? Tutto quello che dovete sapere sugli aggettivi e sugli avverbi
113 – Cap. 8: Piccole parole, grandi guai: le preposizioni
123 – Cap. 9: Le concordanze

141 – Parte 3: I meccanismi
143 – Cap. 10: La legge sulla punteggiatura che dovrebbe essere abrogata: gli apostrofi
159 – Cap. 11: Una pausa rinfrescante: le virgole
177 – Cap. 12: Utili segni di interpunzione: punti e virgola, due punti e lineette

189 – Parte 4: Levigare la frase: le questioni grammaticali più delicate
191 – Cap. 13: I pronomi e i loro casi
209 – Cap. 14: Perfezionare i verbi
231 – Cap. 15: L’ultima parola sui verbi
241 – Cap. 16: Le parole e le frasi descrittive
255 – Cap. 17: Good, better, best: le comparazioni
275 – Cap. 18: L’ultima parola sui pronomi

287 – Parte 5: I dieci metodi
289 – Cap. 19: Dieci modi per migliorare la rilettura dei vostri testi
293 – Cap. 20: Dieci modi per imparare una grammatica migliore

297 – Indice analitico




          Cagada mental   

El otro día partí leyendo 1984 de George Orwell. Por si no conocen la trama les haré un resumen; se trata del Reino Unido en el futuro (1984 FUE el futuro de Orwell ya que el libro fue escrito en 1948) donde es regido por un régimen totalitario que controla todo, donde el protagonista es sólo un engranaje más de la inmensa maquinaria del Gran Hermano, el ser casi divino, omnipotente que lo ve y domina todo. Bueno, la cosa es que leyendo esto di gracias de no haber nacido bajo la influencia del INGSOC, donde toda la información es manipulada a voluntad por el gobierno de turno, qué, durante toda la vida del protagonista, ha sido el mismo. Hay una muy buena frase que aparece en las primeras páginas:

Quien controla el pasado controla el futuro.

Quien controla el presente controla el pasado

Me puse a pensar y seriamente caí en un caos mental, pensar que todo dentro de lo que nos movemos puede ser gran mentira, una puesta en obra magistral de seres en calidad de genios, quienes verdaderamente serían los titiriteros del mundo entero. Como en 1984, ni siquiera se sabe con certeza que es realidad o ficción debido a la asquerosa manipulación de información y cambio de datos de archivos de diarios, diccionarios hasta de enciclopedias. La incerteza de que hasta el gran hermano realmente exista, de que todo sea una máscara, un montaje, de que cada persona este puesta estratégicamente, de que personas mentalmente débiles realicen importantes labores después de haberles lavado el cerebro, de tener la certeza de que esas personas no cometerán errores morales o valóricos debido al mismo lavado, de haberlo hecho tan exitosamente que crean fehacientemente en todo lo que se les diga, que se les haga creer que todo proviene de una fuente de certeza irrefutable.

Uff. Pienso y me imagino algo como The Truman Show, pero peor, donde hasta pueden saber lo que piensas, lo que escribes lo que haces, lo que dices, donde te vigilan las 24 horas del día (claro, tampoco se puede saber con certeza si realmente estás siendo visto, escuchado, o si te están espiando el pensamiento). Creo que en algún momento de nuestra historia podría suceder esto, donde casos como Bush (y una montonera de otros gringos) pretende hacerse dueño del mundo y expandir el imperio del capitalismo, donde pensamientos marxistas pudieran ser espiados, donde conductas anti mercado pudieran ser erradicadas antes de ser conocidas, donde personas que han actuado para mal del sistema fueran erradicadas de raíz, como si nunca hubieran existido. También SU gobierno ha creado campañas del terror y genera repudio contra personas como Osama Bin Laden (y su red Al Qaeda) y contra Saddam Hussein. Esto sucede casi como exacta copia en 1984 donde el gobierno del Gran Hermano alimenta a diario con los “2 minutos de odio” a personas haciéndoles creer que Emmanuel Goldstein es su enemigo, mediante la complicidad de lo que logra una pantalla, imágenes y sonido; claro, a Bush CNN y otros canales le han facilitado la tarea, logrando crear casi un odio colectivo dentro su nación contra estos individuos. Creo que de una u otra forma el mundo se tornará una especie de 1984, cada vez hay más satelites, más cámaras, más micrófonos grabando, cada vez más pequeños, cada vez más accesibles, una red que crece día a día sin parar.

Da para pensar.

PD: Las fotos las saqué de la película de 1984, no recuerdo su director en este minuto.



          Himiko   
Japan, 1974
Director: Masahiro Shinoda
Starring: Shima Iwashita, Masao Kusakari, Rie Yokoyama, Rentaro Mikuni, Jun Hamamura
IMDB: 7.2

Himiko, a film by Japanese new wave director Masahiro Shinoda, has apparently never been available on DVD, even in Japan - making it one of the many lost gems that were undeservedly forgotten when studio catalogues were upgraded from VHS to DVD.

Thankfully, Criterion have resurrected this rare film on their streaming Hulu channel (although at present Hulu is not available outside of USA and Japan. For readers outside of these two countries, your only recourse is to resort to the nefarious and sub-legal realms of the cyber-underworld where I'm told it can be found.)

Queen Himiko (played by legendary actress, and Shinoda's wife, Shima Iwashita) was a 3rd century historical figure in early Japan, and a topic of much academic debate to this day as to her exact location, time period, and even her name. But she is well known to the Japanese, much as Cleopatra is to us Westerners.

Part of her legend is that she was a shaman/sorceress who worshipped the sun, attended by 1000 maidens. Shinoda has incorporated this and many other historical details into a film that at first glance, feels suprisingly modern and experimental. The interiors, for instance, look remarkably unrealistic and akin far more to theatre sets. This does however allow him to concentrate more on the drama, and simultaneously achieve some truly memorable visuals.



And this is definitely a film for the arthouse crowd. Shinoda seems more than a little preoccupied with creating a visual spectacle for spectacle's sake, and that's just fine with me. The addition of famed Butoh dancer (and founder) Tatsumi Hijikata and his troupe add interpretive dance sequences and a unique visual flair throughout.

The drama concentrates on the political machinations of Himiko's advisor Nashime (Rentaro Mikuni) and the love triangle that develops beween her, her half-brother Takehiko (Masao Kusakari), and one of her female oracles, Adahime (Rie Yokoyama). And it's quite a saucy affair too. Not only is Himiko dispensing sexual favours to Nashime, and bedding her half-brother - but she's also ' making love' to the Sun God in ritual ceremonies as well!




However she falls hard for Takehiko, who commits the unforgivable sin of sleeping with Adahime on the side. Unsurprisingly it ends badly for all involved.

As an introduction to the legend of Himiko, the film fulfills it's purpose, and with no small amount of style. The cast is terrific, and the visuals often amazing. It is however a product of its time - experimental, arty, and very different to modern Hollywood fare.

My rating: 7.5/10
Recommended for film lovers open to something different.




          E assim se cala esta amostra de povo   

Um sistema de emergência (montado por mais uma "parceria público-privada") que, repetidamente, não funciona e que tem agora como resultado (visível) uma grande tragédia.
Um grande falhanço (e consciente negligência) da parte do poder estabelecido, que resulta num grande número de mortos.
Uma onda de revolta, por parte de quem é vítima (de facto e potencial) de tudo disto?
Não, nada disso... Pois, o povo é manso, fácil de enganar e distrai-se com outras coisas.
Produz-se um relatório, da parte da própria entidade que falhou, a dizer que nada de grave se passou e publicam-se também os resultados de um suposto estudo, feito pelo próprio governo por isto responsável, a dizer que a população continua a apoiar o governo.
(Tudo análises de inquestionáveis imparcialidade e veracidade, reportadas por uma imprensa que sempre estará longe de chamar a atenção para o ridículo destas publicações...)
Do lado "racional" estão as coisas "resolvidas". Passemos então ao lado emocional.
Toca a emitir reportagem atrás de reportagem televisiva, de estilo semelhante a um "docudrama", a focar-se no lado emocional da tragédia - includindo a grande onda de compaixão e solidariedade que esta catástrofe gerou - para, deste modo, calar o (muito indesejável) lado racional (que estaria realmente interessado em saber quem, e o que é, que falhou, para apurar responsabilidades) e toca a organizar também um grande concerto musical, que inclua uma grande operação de angariação de fundos, para ser transmitido por todos os principais canais televisivos nacionais, a apelar repetidamente ao cultivo deste lado emocional, para que se sobreponha a tudo o resto.
Pronto, já está. Os portugueses são um povo muito solidário e devem sentir-se muito bem por isso.
Continuem a roubar e a enganar o povo, nem que daí venham mais mortes.
Venham as próximas tragédias.


          Sì, i pesticidi neonicotinoidi sono un reale pericolo per le api   

Il primo studio europeo dimostra su Science che i neonicotinoidi sono realmente pericolosi per le colonie delle api

L'articolo Sì, i pesticidi neonicotinoidi sono un reale pericolo per le api sembra essere il primo su Galileo.


          A veces debes ceder un poco para mejorar tu relación de pareja   

Las peleas son una amenaza que acecha todas las relaciones amorosas. Sin embargo, es importante saber hasta qué punto vale la pena discutir. También hay momentos en los que debes ceder por el bien de tu relación, claro, si realmente te interesa estar bien. No siempre debe importar quién tiene la razón Las parejas que […]

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          En realidad esta es la forma en la que ellos se enamoran, según la ciencia   

Cuando tu pareja te confiesa que está enamorada puede ser un momento realmente increíble. Para las chicas que han experimentado esa mirada de arrobamiento, el sentimiento pudo haber sido muy intenso. En realidad esta es la forma en la que ellos se enamoran: mucho más intensamente que las mujeres, al parecer. Recuerdo perfectamente el día en […]

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          Mayo 19 de 2009   
Al comenzar la clase cada alumno trabajo en su blogs, agregando nuevos temas, subiendo fotos, comentando clases anteriores, etc.

A continuacion aprendimos como crear una pagina en WIKI. Conocimos las similitudes y diferencias que existen entre esta nueva herramienta y los blogs e igualmente cada alumno creo una pagina dependiendo de la rama del derecho que hubiese escogido.
En la pagina de wiki aprendimos como agregar enlaces, agregar articulos, documentos, fotografias.
Realmente esta clase fue muy interesante.

          Mike Quinsey (Channeling) Update - June 30, 2017   

http://www.treeofthegoldenlight.com/images/New%20Images/MikeQuinsey.jpg30th June 2017. Mike Quinsey.

Time marches on and continues to increase in such a way that you cannot fail to recognise the changes it is bringing about. You really do not seem to have time to do as much as you used to do previously, yet you find that time as you read it from your timepieces seems absolutely the same. In reality you are doing as much as usual but there is a sense of urgency that gives the impression that time is short. It is along with other signs a clear indication that time is speeding up, as it takes you into the New Age.

So much is changing and very little will revert to what it was beforehand. The changes are well under way, although in general terms you would find it difficult to pinpoint where they are occurring. Much has to be cleared away of the old before the new can be introduced, but nevertheless those who carry the responsibility for moving things forward are very active and wait for the right time to introduce what they have prepared.

Although the new cycle commenced in 2012 a number of sources were already prepared to bring out their contribution to the New Age. They remain on hold and as time passes more people join them with theirs, ensuring that once the safe time arrives for their introduction much will be revealed in a very short space of time.

Meanwhile a degree of chaos is inevitable, as people are normally reluctant to change their habits and accept new ways that “upset” their usual way of life. One thing is certain that it will be impossible to hold back progress, as so many advances have already been made. All will be very acceptable as it will uplift your quality of life and leave you with ample time to follow your own desires. Peace will be achieved at a level not experienced previously, and you will truly know that you have moved into the New Age.


The message for everyone is to keep raising your vibrations, and regardless of what happens to you in the future you will reap the benefits. I mention your Guides often because at such a time they have an important role to play. Without infringing your freewill, they will do all things possible to ensure that you gain the maximum success. Hopefully that will mean Ascension for you, and it will be worth every bit of effort you put in to be successful. Even if you are not ready to ascend what you would call failure is nothing to be concerned about, as you will have learnt much that will serve you well whatever path you take. It will also mean that because of what you have gained you have less to learn in the future, as nothing is lost or taken away from you.

Bear in mind that you are the sum total of all the experience you have gained and put it to good use. If there is karma to clear your Guides will ensure that it is part of your life plan, and also help you deal with it. You cannot take uncleared karma with you into the higher realms so the sooner you deal with it the better it will be.

You have probably had a great number of lives during the last cycle, and if you now feel ready and confident to make a quantum leap forward you will most likely succeed. A sure sign that you are ready is when you can look at every other soul and know they are One with You. That you can accept them as they are and regardless of their beliefs, and remember that Universal Love is the key to release yourself from the lower vibrations. No one can ask more of you than if you are doing your best to rise up, and by doing so you must eventually be successful. You will have already travelled far along the path of evolution and gained much through your experiences of your many lives upon Earth.

Now is the time that many revelations are being prepared for release as although you have been given new advances and technologies over many years, you are nowhere near where you should have been by now. However, that is all about to change because you and the Earth are crying out for change so that Humanity can advance to a point that eases the burdens of life. Equally important is the promotion of people that are best suited to lead you into a New Age, and they are already known and wait their opportunity to show what they can do. Their vision is to do the best for all people and put right the wrongs that have been perpetrated by those with a different agenda.

You must surely realise by now that you are effectively prisoners in an open jail created by the dark Ones, who have ensured that you have little or no say in your future. However, there are those who are working for improvements that will change your way of life and release you from bondage. The plans are advanced and as always it is the “right time” that is being awaited to ensure that when the Light Beings step forward it is safe to do so.

In times of such far reaching changes it is helpful if those with knowledge of the situation that now exists help those who have been kept in the dark, so that they are aware that there are soon to be great and welcome changes. People in general do not understand what is going on and why there is so much chaos, and see no future for themselves. Too much information may be difficult for some to comprehend, but a few words indicating the positive changes ahead will uplift many people. They are weary after so many years of disruption and political turmoil, and need help to understand that there is hope and that peace will come in due course. Perhaps the biggest upliftment will be in knowing that a world war will not be allowed, and the road to permanent and lasting peace has already been mapped out. There will be many positive changes very soon leading you into the New Age, with all of the advantages that will promise a wonderful and happy life.

From time to time it is necessary to remind you that all souls are loved by God and even those who are presently carrying out negative actions. They are experiencing exactly what they need to eventually learn the lessons of life. Karma can be complex and looking at it from the outside it is difficult for you to accept that all concerned are simply “playing” their part to give them the experiences they need to evolve. In so doing all parties involved will make progress by learning from the result of their actions. Be assured that at some stage you have all experienced both sides of life, and as you lift up your vibrations so the need for such lessons becomes less. Those of the negative actions will learn from their mistakes, but will need much love and help to overcome their extreme feelings of anger and hatred.

Love is the most powerful energy in the Universe, and ascended Beings are those souls who have reached a level where they can fully express it in all circumstances. It is also the ultimate goal of all souls as they make their way back to the Godhead. You have an innate drive that propels you ever onwards into the higher dimensions of Light, and the longing to return “home” is a powerful urge that grows stronger and stronger all of the time.

This message comes through my Higher Self and carries the energies of Light and Love.

Mike Quinsey

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Today is Rick's birthday, and I'm feeling overwhelming appreciation that he decided to show up on the planet when he did! Interestingly (or, at least, it's interesting to me!), he was born 23 days and five minutes sooner than I was, in a town about 60 minutes from where I was. He was born in Chapel Hill, NC, on the UNC campus and I was born in Lexington, NC.

That wouldn't be all that interesting except that when I met Rick, I was in North Carolina and he was in Colorado. We were both 43 at that time.We met online and for the first couple of weeks of our online friendship, I had no idea that he had NC roots--that his parents descended from generations of North Carolinians. I, on the other hand, am the daughter of NC newbies--my family has only been there for 60 years or so.

I always imagine that we were buddies in another realm and decided it would be fun to incarnate on Earth. I see the conversation as going something like this:

I say, "Look--it promises to be a grand adventure and all, but I'm not all that sure about it--could you please go first and check things out to be sure it's okay?"

And then Rick says, "I'd do anything for you, baby!" and leaps into the abyss, finding himself in a cradle in North Carolina (definitely God's country). He sends a message, "It's OOOOOOOOOOOKKKKKKKKKK...come on down!"

And so I wait till the timing is perfect, and I leap, too, finding myself blown off course a little so that I end up in a body in a cradle in a town not too far away, but just far enough that we don't find each other for quite some time.

Okay. A fantasy. But it does feel we were destined, even if it took more than 4 decades and a lot of mileage to find each other again.

I actually started writing this because I wanted to pay tribute to Rick's wonderfulness. He's not only my lover and best friend, he's like the big brother I always dreamed of having--you know, the one that takes care of you and protects you and gives you really good advice and helps you remember who you are, putting you in your place when needed!

Here is a list of just some of the things I love about Rick besides that he is devoted to me and is always doing things to make my life richer, more fun, and easier. He's:

brilliant
insightful
articulate
compassionate
quick-witted
funny
intuitive
giving
patient
helpful
easy-going
loyal
wise
trustworthy
mine! (okay--so no one belongs to another, but you know what I mean!)

Happy Birthday, my love!

          Our own relationship story (part four)   
Continuing with the recounting, here is the next part of Julia's and my tale. First, though, a clarification brought about by a comment.

A fairly unfriendly commenter (and one who did not leave any evidence who they are--it seems that anonymity is the realm of the cowardly critic) made mention that Kenny and Julia Loggins are no longer a couple. Quite true. Fortunately, the value of a message is never dependent upon the messenger's life, the ups and downs we all experience, or the outcome of one marriage.

The commenter decided that Julia and I are kooks, as are Kenny and Julia Loggins. In talking with my Julia about it, we decided it was good company to be lumped in with.

We now have this blog set to moderated comments, so if you do add a comment, I'll okay it as quickly as I see it.

Now, back to the story...


----(Julia's story)

So I met this nice guy with the videotapes on the Unimaginable Life forum, and we struck up an email conversation. I knew he was special right away, and wished he weren’t already taken, but I was happy to have him for a buddy at least. I figured any man who could simply make it all the way through such an intimate book as UL, not to mention, proclaim himself commited to conscious relationship, and was so devoted to his girlfriend, had to be someone I’d like to be friends with! It took only a few days for our email exchange rate to ramp up to 6-8 per day each way. We talked quite a bit about his relationship, and about my moving toward one. There was something really special about our chemistry, though, and it sure felt different than any platonic friendship I'd ever had, though I knew that's all it could be.

Around this time, I decided to try out an online dating service, and had several guys contact me based on my profile. I liked most of them just fine, and enjoyed emailing with them for the most part, but found myself FAR more excited to see a message from my buddy Rick in my inbox than one from any of them. When Rick asked if he could call me so we could hear each others' voices, I was so excited, you would have thought it was a fancy dinner date with Mr. Right! When I heard his voice on the other end of the line, I spontaneously had the thought, that’s my guy—he sounds like "home." (Danger, Will Robinson!) His voice was so familiar and so soothing to my soul, I just knew that he was “mine”—and yet, he was deeply committed to his girlfriend and their relationship. I knew this because we had talked about it so much. So I decided that he just sounded like the man that was coming into my life—the one I knew intuitively that I was magnetizing and could feel coming closer. I figured when “the one” showed up, he’d sound just like Rick. (I guess you could say he did!)

I can’t name the minute it happened, but it soon dawned on me that I didn’t just like this guy a lot, or love him as a friend—I was in love. Holy moly—in love with an unavailable man. SHEESH! That frustrating pattern had reared its ugly head AGAIN, and I can’t tell you how irritated I was and betrayed I felt when I realized it. I thought that the universe was having a big sadistic laugh at my expense, but I sure didn't think it was funny. I had worked so hard to break this pattern, but there it was, despite my best efforts to consciously move past it. I didn’t tell you the whole story on that before, but suffice to say that in addition to staying out of relationships with men for 8 years, I had also worked with it intensively in therapy and made it clear to the universe by my actions in other powerful ways that I was done with that pattern and willing to do anything to transmute it.

Let me backtrack a bit, and tell you what I discovered about the origins of this pattern of being involved with all manner of unavaialble men. I found this out in the therapy that I had worked with for many years called the Results Method, which was based on Thymo-Kinesiology. I started it in the early-to-mid ’80s with Margaret Fields Kean, who was the originator of Results, and when Margaret moved out of my area, I started seeing Mary Mooney (trained by Margaret), whom I still see to this day when I am in Raleigh. (If you are in that area, I highly recommend Mary—email me if you want her contact info.) Anyway, what we found out by doing an age regression is that it all started when I was a little girl, waiting for my daddy, whom I adored, to come home from work everyday. Late afternoon after work was my time with Dad, who would walk in the back door, pick me up, carry me into the kitchen where Mom would be fixing dinner, hug and kiss me, tickle me, and hold my arms while I turned somersaults by climbing up his legs and flipping over. And over. As many times as he would let me. It was always a thrill—and never lasted long enough. You know how kids are—it’s never enough. Just when it was really getting fun, Dad would run out of steam and tell me that was all for now—which always disappointed and deflated me. Then—and this is the critical part—he would turn away from me, and go and hug and kiss my mother, and they would talk about the news of the day and the important matters of life, while she stirred the pots on the stove.

What I learned from that was that I was the girl that men liked to play with—until they got tired of it—and there was someone else that they discussed the real things of life with. So that’s why I had created the same pattern over and over—while it hurt, it was what I was used to. I was comfortable being “the other woman,” and the one the guys loved to play with before they settled down and got serious with somebody else. (I also learned that I had internalized the notion that “just when things start getting good, they’re over.” But that’s a different soap opera…) But I had cleared all that and was ready to be the one at the stove stirring dinner—or so I had thought. So why, right out of the box, was this cropping up again? What was I going to have to do to move past it? The answer is pretty cool. But it will have to wait till another installment!


----(Rick's story)

While Julia was stewing over my seeming unavailability, I was beginning to notice that, when she would tell me about a few men she corresponded with thanks to her experiment with online dating, I was secretly wishing that they would all prove to be duds, at least in the sense of her finding any of them attractive. My problem was one of denial, and I mean the big-time, can’t-see-the-forest kind of denial, when I tried to explain those feelings to myself.

Julia had sense enough to feel the love growing between us, and I was silly enough to think it was a special friendship and only that…sure, blind-as-a-bat Rick!

I finally knew for sure that Julia really was the person with whom I belonged, and who belonged with me, soon after she decided that our situation was just too unsettling, confusing, and too much sending her off of center. She declared a moratorium on our communications—which by that time meant dozens of email messages a day, and frequent, hours-long phone calls—and it just about killed me.

I was still seeing my Colorado Springs friend, still doing my best to remain loyal to a vision I had which was already scratched and warped beyond repair like a badly mistreated cheap mirror, and still trying to see Julia as a really good long-distance friend. It hit me when I was driving back to the Colorado Springs house from the grocery store early one weekend morning. I thought of some little piece of life that tickled me in the moment, and I instantly wanted to tell my special someone about it…and realized that the person I wanted to tell was Julia, not the Colorado Springs friend.

That was my turning point as I look back. Everything that transpired after that point followed the new path I glimpsed for the first time that autumn dawn.

Right that moment, though, I had a problem: Julia was not willing to communicate with me. That problem’s resolution and more about the next few steps on our joint path will be retold soon!
          Lançamento Editora Biruta: Audaz como um urso    

Audaz como um urso é o novo lançamento da Editora Biruta! O livro é de Raquel M. Barthe, mesma autora de O segredo de Rigoberta e ilustrado por Anita Dominoni.


Sinopse: 
Bernardo descobre que o seu nome significa: Audaz como um urso é. O garoto então resolve sair em busca de pessoas com esse mesmo nome para saber se elas realmente levam uma vida cheia de aventuras. É assim que ele conhece o cientista Dom Bernardo e o seu incrível mecanotreco. Além de descobrir como fazer para a engenhoca funcionar, a dupla passará por desafios que exigirão muita coragem. E o menino Bernardo terá de passar pelo maior deles, afastar‑se da segurança da infância e enfrentar o mundo adulto.

FICHA TÉCNICA

ISBN 978-85-7848-159-9
Autor: Raquel M. Barthe
Ilustrador: Anita Dominoni
Idade a partir de 8 anos
Número de páginas:112
Formato: 14 x 21 cm
Editora Biruta
Onde Comprar CLIQUE AQUI

Michele Lima

          Con un Hot-Wheels y una caja llena de arena entenderás cómo se forman los socavones que se tragan coches   

Hot-Wheels socavón

A principios de 2014, un socavón se tragó varios coches en el museo Corvette en Bowling Green, Kentucky. La tierra se tragó ocho Corvette y algunos estaban tan destrozados que ya no se pudieron arreglar. Es uno de los episodios más famosos de socavón, pero no es el único.

Sin que sea algo que ocurre a diario, los ejemplos de socavones en la carretera son más habituales de lo que nos pensamos. Algunos de los más famosos en España son el de la AP-7 en 2004 cerca de Girona o el de la antigua N-525 entre Zamora y Orense, considerado por la prensa local como el mayor socavón vial de España. ¿Pero cómo se forman? ¿Se pueden prevenir? La explicación es sencilla, sobre todo si me lo explican con un Hot-Wheels y una caja de arena.

Grady Hillhouse, ingeniero de profesión, lleva el canal de YouTube Practical Engineering. Mediante miniaturas y ayudas visuales explica de forma sencilla y amena complejos problemas de ingeniería civil. Aquí, nos habla de lo impredecible que puede ser nuestro subsuelo.

Y es que realmente no hay manera de predecir la formación de un socavón no de saber cuándo se está formando. Hasta que las estructuras que hay encima de él empiezan a fallar. Muchos de esos socavones se deben a rupturas de las canalizaciones de agua, especialmente las de evacuación de agua de lluvia.

Cuando se produce un socavón, éste se va a tragar todo lo que hay encima. En ocasiones son unos Corvette en Kentucky y en otras son una pareja que pasaba por Viladecavalls.

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La noticia Con un Hot-Wheels y una caja llena de arena entenderás cómo se forman los socavones que se tragan coches fue publicada originalmente en Motorpasion por Daniel Murias .


          La policía de Austria estrena un Porsche 911 para controlar las carreteras del país   

La policía de Austria estrena un Porsche 911 para controlar las carreteras del país

Durante las décadas de los sesenta y setenta Porsche y el Ministerio del Interior de Austria tuvieron una estrecha relación, siendo el fabricante de Stuttgart encargado de suministrar vehículos a los cuerpos policiales del país. De hecho, en 2006 la policía austríaca volvió a recibir un Porsche 911 y, ahora, en 2017, habrá un nuevo nueveonce para patrullar las autovías y autopistas del país.

Se trata de un Porsche 911 Carrera básico de tracción trasera, con motor seis cilindros bóxer de 3.0 litros, una potencia de 370 CV y un par motor máximo de 450 Nm, que debería ser suficiente para cualquier labor policial. Lo que no sabemos es si la unidad en concreto estará equipada con una caja de cambios manual o bien con la automática PDK de doble embrague.

A nivel estético este deportivo alemán cedido a la policía, que será utilizado durante los próximos meses (hasta octubre) luce la decoración típica de este cuerpo austríaco, los clásicos rotativos de color azul en el techo y equipa lo básico para poder llevar a cabo su trabajo, como un sistema de comunicaciones con radio integrada.

La policía de Austria estrena un Porsche 911 para controlar las carreteras del país

"El Porsche 911 ha sido durante mucho tiempo emblemático entre los potentes deportivos con un gran nivel de practicidad para el día a día y particularmente muy seguro, además de cómodo para largos viajes -ambos cruciales para la policía, cuando patrullan las autovías-", afirma el director de Porsche en Austria, Helmut Eggert.

"Nuestra colaboración con este cuerpo policial tiene una larga tradición. En los años sesenta y setenta no era inusual encontrarse un Porsche de de policía o de la gendarmería con luces azules y, en el año 2006, el Ministerio Federal de Interior recibió un Porsche 911 para usar también en vías rápidas", concluye Eggert. Y es que, como te contamos en su día, la relación entre Porsche y la policía austríaca viene de largo: ¡hasta tuvieron varios Porsche 356 de patrulla!

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La noticia La policía de Austria estrena un Porsche 911 para controlar las carreteras del país fue publicada originalmente en Motorpasion por Javier Álvarez .


          DECISÃO DO STJ Condenado por furto ao Banco Central tem pena reduzida. Antônio Artenho da Cruz, o 'Bode', teve a pena reduzida de 27 anos e sete meses para 13 anos de prisão.    


A quadrilha conseguiu sair de uma residência e chegar ao cofre do Banco Central em Fortaleza e furtar mais de R$ 164 milhões, em notas de R$ 50,00 no dia 5 de agosto de 2005, através de um túnel
( Foto: Tuno Vieira )

por Messias Borges - Repórter


Segundo a Justiça Federal do Ceará Antônio Artenho da Cruz participou do planejamento, preparação e execução do furto ao Banco Central

Um dos membros do grupo que promoveu o maior furto da história do Brasil, que teve o Banco Central em Fortaleza como alvo, em 2005, Antônio Artenho da Cruz, conhecido como 'Bode', teve a pena reduzida de 27 anos e sete meses para 13 anos de prisão, de acordo com decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), proferida na última terça-feira (20). Apesar da condenação e da redução de pena, ele segue foragido, segundo a sua própria advogada.

'Bode' foi condenado há 11 anos, em janeiro de 2008. A pena total de 27 anos de reclusão foi composta por três anos pela prática do crime de formação de quadrilha; 16 anos e 7 meses por lavagem de dinheiro; e mais oito anos por furto qualificado. A Justiça Federal do Ceará entendeu que 'Bode' tem "personalidade desvirtuada e voltada ao crime, bem como suas condutas sociais reprováveis". Além disso, ele teria lavado dinheiro do furto ao comprar uma Toyota Hilux no valor de R$ 60 mil, e colocar no nome de um 'laranja', no caso, a sua própria companheira. E, por fim, a Polícia Federal identificou que 'Bode' foi um dos cavadores (toupeiras) do túnel que chegou ao cofre do Banco.

No entanto, o relator da decisão que reduziu a pena de Antônio Artenho, ministro do STJ Rogério Schietti Cruz, considerou, em seu acórdão, que "a elevação da pena ao patamar extremo não encontra respaldo em criteriosa e necessária motivação".

Conforme o ministro, 'Bode' não podia ser condenado à pena máxima de formação de quadrilha apenas por ter uma conduta social reprovável; nem à pena máxima de furto qualificado ou lavagem de dinheiro, por ausência de provas em ambas as situações. A primeira pena foi reduzida pela metade, ficando um ano e seis meses; a segunda, também, fixada em quatro anos de reclusão; e a terceiro teve foi reduzida a quatro anos e seis meses, totalizando 13 anos.

Apesar da redução da pena, a defesa de Antônio Artenho, representada pela advogada Maria Erbênia Rodrigues, entende que o crime de lavagem de dinheiro deve ser extinto da condenação do réu por conta de mudanças na legislação e afirma que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o cliente dela seja beneficiado. A advogada também representa o réu Antônio Jussivan Alves dos Santos, o 'Alemão', apontado como mentor do furto ao BC, que teve a pena de 80 anos por lavagem de dinheiro extinta em janeiro último por decisão do Tribunal Federal Regional da 5ª Região, (TRF 5), em Recife. Outros 14 réus do furto ao BC, que também haviam sido condenados por lavagem de dinheiro, tiveram os processos extintos pelo TRF 5,em março deste ano.

Perfil

Artenho nasceu no município de Boa Viagem, a cerca de 220 km de distância de Fortaleza, mas tinha residência fixa em Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo. Através das investigações, a Polícia Federal (PF) apurou que 'Bode' estava há meses no Ceará e tinha participado de todo o processo do furto ao Banco Central.

"Percebe-se, pela conjugação dos depoimentos e demais provas nos autos, que realmente o réu Antônio Artenho da Cruz participou do planejamento, preparação e execução do furto ao Banco Central, bem como das atividades de ocultação e posterior divisão de parte do numerário", descreveu a sentença do réu.

Apesar de identificado após o crime, Antônio Artenho da Cruz está há quase 12 anos solto. Por apenas duas vezes, nesse período, a PF esteve próxima de capturá-lo, ambas na fazenda do pai de 'Bode', em Boa Viagem. No entanto, nas duas oportunidades ele conseguiu escapar.

Segundo a companheira de Antônio Artenho, em depoimento no dia 18 de março de 2007, o casal voltou a São Paulo após o furto milionário e supostos policiais locais identificaram o marido dela. Porém, o interesse dos agentes de segurança seria de lucrar com a captura do foragido, que foi sequestrado e extorquido a pagar R$ 2 milhões pela liberdade dele e da mulher.

Ação criminosa

O furto ao BC ocorreu após três meses de planejamento e escavações. A quadrilha conseguiu sair de uma residência e chegar ao cofre do Banco Central em Fortaleza e furtar mais de R$ 164 milhões, no dia 5 de agosto de 2005, através de um túnel.

Durante os dez primeiros anos, 133 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF), sendo 94 destes condenados. Apenas dois suspeitos do furto milionário permanecem foragidos. Um deles é Antônio Artenho da Cruz e o outro é Juvenal Laurino. As informações foram divulgadas em reportagem especial sobre o furto ao BC, publicada pelo Diário do Nordeste em agosto de 2015

© Diário do Nordeste

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          MUNDO Homem expulsa esposa de casa por ela gemer enquanto era estuprada por ladrões. Um incidente na Nigéria está causando uma grande repercussão em vários meios de comunicações por lá. Segundo informações, um homem casado da região de Benue, identificado simplesmente como Baba Eneh, expulsou a esposa recém-casada porque ela estava gemendo enquanto era estuprada por assaltantes armados em sua presença [VIDEO]. De acordo com imprensa local, o fato ocorreu na residência do casal na r   



Conforme relatos, homens fortemente armados invadiram a casa do casal, por volta das 3 da manhã de terça-feira (20), e exigiram dinheiro, o homem disse aos ladrões que ele tinha pouco dinheiro em casa.

Baba Eneh, que é motorista de ônibus comercial, teria implorado aos assaltantes para que eles não fizessem mal, e que não tinha muito dinheiro em casa desde que gastou todas as suas economias ao se casar com a esposa. Mas os assaltantes que estavam ficaram irritados pelo fato do homem não ter muito dinheiro, por sua vez, eles decidiram violentar sexualmente a esposa do homem. [VIDEO]

Após cometer o #Crime os ladrões foram embora tomando rumo desconhecido. Segundo o esposo, ele ficou furioso com a mulher, pelo fato dela se aproveitar do estupro gemendo com entusiasmo e contorcendo sua cintura enquanto os ladrões a assaltavam sexualmente, em vez de gritar por ajuda. "Imagine minha esposa, em vez de pedir ajuda, ela estava ocupada fazendo alguns sons engraçados, uma indicação de que ela estava gostando do sexo, mesmo na minha presença", disse o marido da vítima.

Revoltado com a situação, o homem disse que a sua esposa lhe desonrou e a expulsou de casa. No entanto, o homem, aparentemente com medo de morrer, pediu à esposa para retornar à sua aldeia até que os sacrifícios necessários sejam feitos.

Atualização sobre o caso;

Conforme informações divulgadas pelo portal The Nigerian, a mulher identificada como Ejalo, de 28 anos, retornou para a residência do esposo para passar por um trabalho de limpeza espiritual. Segundo o portal, após a mulher ser vítima de violência sexual [VIDEO], ela tinha ido fazer um teste de HIV em Lagos, capital da Nigéria. Mas o resultado deu negativo. No entanto, o médico pediu que ela voltasse em seis meses para outro teste para verificar se ela está livre de DST e gravidez.

Segundo um curandeiro identificado como Johnson Agada, relatou que o homem deveria aceitar a esposa de volta depois da limpeza espiritual, uma vez que era uma violação de caso, os deuses pareceriam o contrário. "Na verdade não é culpa dela. É realmente doloroso. O homem deve permitir que ela faça a limpeza espiritual e volte para casa ", acrescentou a fonte.

Reproduzido por MassapeCeara.Com|Créditos: NOTÍCIASF5


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          Alex Telles elogia Felipe Melo e comemora bom momento no Porto: "Minha melhor temporada"   
Alex Telles elogia Felipe Melo e comemora bom momento no Porto:

Pouco mais de três anos após deixar o Grêmio, muita coisa mudou na vida do lateral Alex Telles. Mais marcador e mais experiente, após atuar no Galatasaray e na Internazionale, o jogador de 24 anos comemora o melhor momento da carreira, após uma excelente temporada atuando pelo Porto, de Portugal. 

Em entrevista ao programa Planeta Bola, da Rádio Gaúcha, o atleta falou sobre a mudança no seu estilo de jogo após ser treinado pelo italiano Roberto Mancini e também sobre a excelente relação com o volante Felipe Melo, seu antigo companheiro no Galatasaray e na Internazionale.

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Confira abaixo os principais trechos da entrevista com Alex Telles: 

Você teve ótimas atuações, mas o Porto acabou perdendo o título para o Benfica. Que balanço você faz da sua primeira temporada no futebol português?
A temporada só não foi melhor para mim e para o Porto porque não conquistamos o título. Particularmente, foi a minha melhor temporada. Tive uma sequencia muito boa, fiquei fora só de dois jogos. Só não foi melhor porque não conquistamos o título. Mas fiquei muito feliz, o balanço é positivo. 

Você foi muito comparado ao lateral  Alex  Sandro, que teve uma excelente passagem pelo Porto e hoje brilha na Juventus?
Com certeza. O Alex Sandro fez um excelente trabalho quando passou pelo Porto, isso é notório. Aí eu cheguei como um brasileiro, que joga na mesma posição. Então, é claro que houve a comparação. Nós temos característica diferentes, cada um com suas qualidades, mas tenho certeza que fiz um grande trabalho e pude relembrar alguns momentos do Alex Sandro. Hoje ele faz um excelente trabalho na Juventus e, para mim, é uma inspiração grande saber que um jogador desse nível jogou no clube naquela posição e agora eu estou o substituindo e podendo dar o meu melhor. 

O que mudou no seu futebol após mais de três anos na Europa?Cresci muito na parte defensiva nos últimos anos. Pelo fato de ter sido treinado pelo (italiano) Roberto Mancini por quase três anos (no Galatasaray e na Internazionale), cresci muito nesse sentido. No Grêmio, o meu ponto forte era o ataque, chegava à linha de fundo e fazia cruzamentos. Fui praticamente obrigado a aprender a marcar, porque na Europa se faz isso. Nesta temporada, tivemos a defesa menos vazada, o que deixa a gente da defesa muito feliz. 

Você ficou surpreso com a venda do atacante André Silva, do Porto para o Milan, por 38 milhões de euros? 
Pra mim não surpreendeu nem um pouco. Ele é um menino que trabalha muito, tem muita seriedade e um destino muito grande pela frente. Foi um prazer tê-lo conhecido. Ele vai galgar muitos espaços no Milan. É um grande amigo meu, torço muito por ele. A gente se dava muito bem dentro e fora do campo. Ele é jovem e vai aprender muito mais ainda no futebol italiano. Com certeza ele está bem preparado para fazer um grande trabalho. 

Que impacto teve no futebol do André Silva a chegada do atacante brasileiro Tiquinho Soares, que também foi um dos destaques do Porto na última temporada?
O Soares dispensa comentários, chegou e já fez a sua apresentação, marcando muitos gols. Ele e o André Silva são dois jogadores fixos, mas o André é um pouco mais de mobilidade. O Tiquinho Soares já é mais centroavante de presença de área mesmo. Quando o Soares chegou, o treinador botou o André mais na parte lateral do campo e aí ele chegava como um segundo homem. Eles se deram muito bem no início. Depois, obviamente, com a mudança tática, um jogava e outro ficava no banco, mas sempre em prol do clube. Com certeza eles se davam muito bem. 

O que você pode falar do futebol do Tiquinho Soares? Ele foi sensação no futebol português logo que chegou e, nem todos lembram, mas ele recentemente passou por vários clubes do interior gaúcho.
Ele chegou e surpreendeu a todos. É aquele estilo de centroavante que briga, é trombador e sabe fazer gol de cabeça e com os pés. Para mim, tem todo potencial para chegar à Seleção Brasileira um dia. Eu fiquei muito feliz por ele. O cara é uma excepcional pessoa. O Porto esta muito contente com ele. Tenho certeza que ele dará muito mais alegrias ao Porto. É um jogador que tem muita vontade de fazer gol e está sempre lutando. Ele teve uma passagem aqui no sul no Veranópolis, no Cerâmica e no Brasil, e nem muitos o conhecem. Quando eu estava no Grêmio, com o Luxemburgo, ele estava no Cerâmica (em 2013). A gente chegou a fazer um amistoso na Arena contra o Cerâmica e ele marcou um gol.  Ele me contou do jogo eu nem tinha me dado conta que a gente tinha se enfrentado.  Ele guarda com muito carinho esse momento. 

O Felipe Melo é um grande jogador, além de ser muito polêmico. Nesta temporada no Palmeiras, ele vem sendo notícia constantemente, pelo que faz em campo e também fora dele. Como foi a sua convivência com ele no Galatasaray e na Internazionale?
Realmente, o Felipe Melo está bastante visado pela imprensa. Muitas pessoas falam dele talvez sem o conhecer. Eu tive a felicidade de conhecê-lo como pessoa. Eu tinha uma imagem dele antes e acabei transformando essa imagem quando joguei com ele na Turquia. Eu precisei muito da ajuda dele lá e ele me ensinou muito. O futebol às vezes te trás armadilhas, que não se pode deixar que aconteçam. Mas sabemos da qualidade dele dentro de campo. Tudo que ele conquistou é trabalhado. Só acho que às vezes as pessoas falam muito dele e focam muito nele para dar noticia. Torço muito por ele e que possa cada dia ter mais felicidade no Palmeiras.

* RÁDIO GAÚCHA


          Mulher gostosa tirando a roupa no motel   

Mulher gostosa tirando a roupa no motel. O homem sortudo levou essa gata para o motel e antes de mete a pica nessa mulher gostosa, ele fez o favor de filma-la tirando a roupa para mostra para seus amigos porque se ele falasse não iria acreditar! para provar que realmente passou uma noite maravilhosa do […]

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          Agustín Luengo, el gegant del museu del Doctor Velasco   
Agustín Luengo, a Puebla de Alcocer,
amb la seva mare i un veí


L'any 2013 s'editava el llibre El hombre que compraba gigantes, de Luis C. Folgado de Torres (1), i el 2015, Luis Ángel Sánchez Gómez publicava l'article "Una momia en el salón. Los museos anatómicos doméstico del Doctor Velasco (1854-1874)" (2). El primer, a mig camí entre la ficció i la biografia novel·lada, narra la vida d’Agustín Luengo Capilla (Puebla de Alcocer, 1849-Madrid, 1875), personatge real que patia acromegàlia i que amb 2’35 metres d’alçada va ser un dels homes més alts del món. Agustín va ser comprat als seus pares pel propietari del Circo Luso i va ser passejat per tota Espanya com a atracció de fira. La primera part de la novel·la és un recorregut per la seva vida i l’adaptació al món del circ, on es barregen tant artistes amb d’altres anomalies físiques com personatges fronterers que troben en el món tancat i íntim del circ una forma de viure una vida que seria impossible a l’Espanya de “cerrado y sacristía” del XIX.

Agustín Luengo viu, amb mancances i desitjos, una vida més o menys feliç fora de l’Extremadura natal. Un dia actua a palau davant del rei Alfons XII, i serà allà on coneixerà el personatge central d’aquesta història: el doctor Pedro González de Velasco (1815-1892), fundador, l’any 1875, del Museo Nacional de Antropología, de Madrid. L’edifici del museu va ser prèviament casa seva i el material exposat prové de la seva pròpia col·lecció anatòmica.

La relació entre Agustín Luengo i González de Velasco va ser contractual. Velasco vivia la seva relació amb la medicina patològica amb el mateix entusiasme que un meteoròleg viu l’arribada d’un huracà. Una de les especialitats de Velasco era l’embalsamament, tècnica que feia servir per preservar qualsevol meravella mèdica. Sense voler desvetllar una història que de fet no és cap misteri ni cap enigma, el doctor s’interessa en les peculiaritats físiques d’Agustín i signa un contracte amb ell.

Però si per alguna cosa va ser conegut González de Velasco és pel trasbals que li va representar la mort de la seva filla, Concha, a l'edat de 15 anys, fet que també surt relatat a la novel·la. La nena patia un cas greu de tifus que va ser tractat pel doctor Benavente, pare de l’escriptor Jacinto Benavente. Veient que el tractament dispensat no donava cap resultat, va decidir actuar pel seu compte i li subministrà un purgant que va acabar causant la mort de la seva filla.


Esquela mortuòria de la filla de González de Velasco
Diario Oficial de Avisos de Madrid, 14 de maig de 1864


Desesperat per la pèrdua, de la qual no es recuperà mai més, Velasco va embalsamar la nena abans d’enterrar-la. Però un cop instal·lat a la casa-museu va decidir portar les restes mortals de Concha al seu domicili, exhumant-les del cementiri de San Isidro gairebé en perfecte estat. El cos va ser instal·lat en una de les estances de la casa amb un vestit de núvia, succés que va donar lloc a nombroses llegendes com les que es relaten a la novel·la, entre elles que el doctor i el seu ajudant i promès de la filla asseien el cadàver a la taula i la tractaven com si fos viva. L'escriptor aragonès Ramón J. Sender va escriure el conte La hija del doctor Velasco (3), sobre la seva vida. Què se’n va fer de la mòmia forma part de la llegenda de González de Velasco. Hi ha qui diu que és al Museo Nacional de Antropología; hi ha qui diu que és enterrada en el cementiri de San Isidro (4).

Amb un material com aquest i en un context tan ric com el dels circ i les fires ambulants, en una Espanya enterrada en l’obscurantisme i la negror de Goya i Gutiérrez Solana, i en el Madrid decimonònic, les possibilitats de la novel·la eren immenses, però ha faltat destresa narrativa i, sobretot, habilitat lingüística. No n’hi ha prou amb una bona història i un diccionari de castellà castís. Malgrat les intencions de l’autor, el relat es pla i sona fals per un excés d’artifici lèxic i per manca d’ofici. Malgrat tot, la novel·la es deixa llegir i és una bona introducció en un món que, com la sorra, se’ns escapa entre els dits. Posats a triar entre viure amb els monstres contemporanis de la cultura de masses televisiva i el lirisme trist de Freaks o del museu de González de Velasco, quedem-nos amb els horrors i les tenebres de l’imaginari secular.


Esquelet del gegant extremeny a la sala del Doctor Velasco
del Museo Nacional de Antrpología de Madrid


Per la seva banda, l'article "Una momia en el salón. Los museos anatómicos doméstico del Doctor Velasco (1854-1874)", de Luis Ángel Sánchez Gómez aprofundeix en la figura de Pedro González Velasco i estudia els museus anatòmics organitzats pel doctor en dos dels seus domicilis particulars del Madrid vuitcentista, projectes en els quals pren sentit la figura del gegant Agustín Luengo. El text revisa les circumstàncies que fan possible la creació d'aquests museus, vinculats tant amb l'estudi i la docència de l'anatomia com amb els projectes polítics de regeneració i modernització de la medicina espanyola que tracta de posar en marxa el seu propietari. Es comenten les seves singulars col·leccions (d'anatomia, teratologia, zoologia, etnografia i curiositats diverses) i s'analitza la projecció docent i sociopolítica d'ambdós centres, sense l'existència dels quals no hagués estat possible que Velasco construís poc després el seu gran Museu Antropològic, seu de l'actual Museo Nacional de Antropología de Madrid.

Amb posterioritat a aquest apunt,  Luis Ángel Sánchez Gómez publicava l'article "Anatomías míticas: el caso de Agustín Luengo Capilla, 'El Gigante Extremeño'" (5), el propòsit del qual és revisar la història vital i sobretot la història post mortem d'Agustín Luengo Capella. Estudia les circumstàncies que el vinculen amb el doctor Velasco i la conseqüència última d'aquesta relació: que el seu cos passi a formar part del Museu Antropològic fundat pel metge segovià en 1875, actual seu del Museu Nacional d'Antropologia a Madrid. Seguidament, l'article analitza el procés de formació de la llegenda creada al voltant de Luengo i Velasco.

També de Luis Ángel Sánchez Gómez és l'assaig La niña. Tragedia y leyenda de la hija del doctor Velasco (6), que narra la mort de Conchita, la filla del doctor Velasco, l'exhumació, la momificació, per acabar vestint-la i maquillant-a per dipositar-la en una urna a casa seva. Temps després, la llegenda comença a caminar, i creix, i es transforma, incorporant elements purament ficticis, cada cop més extravagants i macabres. L'autor revisa amb rigor el que esdevingué realment i les diferents versions de la llegenda, i compara el «cas de Conchita» amb altres impactants exemples de preservació de cossos documentats durant el segle XIX i començaments del XX. El llibre acaba amb una suggerent proposta que ens permetrà comprendre, i fins i tot explicar, la singular conducta del pare.

Si no en la seva totalitat, el Museo Nacional de Antropología de Madrid mostra en una petita sala part de la col·lecció del Doctor Velasco, que ens permet acostar-nos a com eren aquells museus decimonònics. Barcelona, com hem explicat diverses vegades, va gaudir del pas de més d'una vintena de museus anatòmics entre els anys 1848 i 1938. D'aquelles col·leccions, que es mostraven en la frontera de la ciència i de l'espectacle, la del Museu Roca va sobreviure tancada en uns magatzems del Paral·lel fins 1987, però quan va aparèixer ningú la va voler i va acabar a mans d'un col·leccionista a Bèlgica. D'altra banda, la col·lecció del Museu de la Història de la Medicina de Catalunya continua tancada, com la resta del fons del museu, per manca d'espai. Un ric patrimoni que no es pot mostrar al públic per manca d'interès de les institucions polítiques, com passa amb altres fons com el del Museu de les arts escèniques o el de farmàcia, entre d'altres.


*
  
Fragment de diari amb la crònica de la presentació del cos
d'Agustín Luengo a l'Exposició Universal de París de 1878




Motllo del cos d'Agustín Luengo
Museo Nacional de Antropología



*


Notes i bibliografia:

(1) Sánchez Gómez, Luis Ángel. "Una momia en el salón. Los museos anatómicos doméstico del Doctor Velasco (1854-1874)" [en línia]. Asclepio. Revista de Historia de la Medicina y de la Ciencia, vol 67, nº 2 (2015). Madrid: Instituto de Historia del CSIC.

(2) Folgado de Torres, Luis C. El hombre que compraba gigantes. Madrid: Áltera, 2013.

(3) Sender, Raúl J. La llave y otras narraciones. Madrid: Emesa, 1969.

(4) Dorado Fernández, Enrique, et al. “La momia de la hija del doctor Velasco. Disección de una leyenda” [en línia]. Revista de la Escuela de Medicina Legal. Febrero de 2010. [PDF]

(5)  Sánchez Gómez, Luis Ángel. "Anatomías míticas: el caso de Agustín Luengo Capilla, 'El Gigante Extremeño'" [en línia]. Revista Historia Autónoma, núm. 10 (2017). Universitat Autónoma de Madrid.

(6) Sánchez Gómez, Luis Ángel. La niña. Tragedia y leyenda de la hija del doctor Velasco. Sevilla: Editorial Renacimiento, 2017.



Sala del Doctor Velasco del Museo Nacional
de Antropología de Madrid
Foto: Enric H. March


          Pere Català i Pic: fotografia, publicitat, avantguarda i literatura (1889-1971)   


Presentació del llibre Pere Català i Pic. Fotografia, publicitat, avantguarda i literatura, 1889-1971

11 de maig

Presentació oficial del llibre a la Sala d'Actes del Col·legi d'Arquitectes de Catalunya, plaça Nova, 5, a les 19:30h, a càrrec de Jep Martí, director de l’Arxiu Municipal de Valls, Pablo Giori, autor, i Rafael Català i Dalmau, editor i nét de Pere Català Pic.


Pere Català Pic (Valls, 1889-Barcelona, 1971) va viure l’evolució de la fotografia des del pictorialisme fins la seva confirmació com a gènere artístic amb un llenguatge propi, que es veurà estimulat per les avantguardes del primer terç del segle XX, i que en el cas tant català com espanyol tindrà el seu punt àlgid durant la Segona República.

El cognom ens crida ràpidament l’atenció perquè ens remet a Francesc Català Roca, el popular fotògraf de la Barcelona dels anys 50 i 60 del segle XX, que tots identifiquem amb el barri Xinès. I no anirem errats perquè Català Roca n’és fill, i conjuntament amb el seu germà Francesc conformem una de les nissagues de fotògrafs més important del país.


Aixafem el feixisme (1937)
@Arxiu Pere Català Pic


El passat 14 d'abril se celebrava el 85è aniversari de la proclamació de la Segona República, una data especialment adient per recuperar la figura de Pere Català Pic, autor de l'emblemàtica fotografia Aixafem el feixisme, realitzada el 1937, dos anys abans que esclatés la Segona Guerra Mundial. Però Català Pic és molt més que aquesta fotografia històrica.

Els progressos tècnics i científics aplicats a la fotografia, els mitjans de reproducció mecànica i la seva aportació al camp de la publicitat obriran unes vies d’experimentació totalment inèdites que convertiran Pere Català Pic en un pioner i en un referent dins la modernitat europea, que es veurà estroncat amb la Guerra Civil, període durant el qual es va crear el Comissariat de Propaganda de la Generalitat republicana, on Català Pic va ser una peça clau amb cartells tan famosos com el de la creu gamada, però també com a escriptor amb articles com els que va publicar a la revista Nova Iberia.

Però millor que parlar-ne nosaltres és que ho faci Pablo Giori, autor del llibre Pere Català i Pic. Fotografia, publicitat, avantguarda i literatura (1889-1971), biografia publicada per Rafael Dalmau Editor i que arribarà als lectors aquest proper Sant Jordi, abans de la presentació oficial del llibre el 10 de maig al Col·legi Oficial d'Arquitectes de Catalunya.

Publiquem a continuació el text de la introducció de Pablo Giori a la biografia de Català Pic, i que l’autor cedeix en primícia exclusiva a Bereshit per fer-nos arribar a tots un tast de la vida d’aquest artista cabdal dins la història de la fotografia però que fins ara no ha rebut el reconeixement oficial que es mereix.


Català i Pic. Fotografia, publicitat, avantguarda i literatura (1889-1971)
Introducció, de Pablo Giori

La biografia que teniu a les vostres mans és un intent de reconstruir la vida d’un personatge que va ser reconegut com a l’home de la càmera però que és realment molt més que això; és un personatge polifacètic, un autodidacta, un heterodox, un self-made man: una persona que ve del no res i que amb l’esforç arribarà ser algú destacat. Però aquesta història parla no només dels èxits i de la fama (que no aconsegueix mai en vida), sinó també de les ombres i dels problemes d’una quotidianitat marcada per les guerres i per l’ascens de la modernitat, de les avantguardes, dels canvis socials.

El que sabíem fins ara de la vida de Pere Català Pic era molt fragmentari, producte de la falta de coneixement de l’abast i del contingut del seu arxiu. Ara que coneixem detalladament tot el que va conservar, hem descobert aspectes desconeguts de la seva personalitat, col·laboracions amb personalitats i institucions fins ara no explorades, una gran quantitat d’obra inèdita i la documentació necessària per entendre el funcionament del seu estudi fotogràfic. Aquesta biografia recupera el seu dia a dia, la seva tasca (fotogràfica, literària i personal) i el seu pensament i ens permet entendre un home clau de la història de la fotografia catalana, però també ens obre les portes de la seva quotidianitat per entendre la seva projecció social. En aquest sentit, el personatge (ell mateix explica la seva vida com si ho fos) ens parla de la seva obra i també de tot un ampli ventall de personalitats, moments històrics i institucions de les quals ell va formar part. Aquesta biografia no es tanca en si mateixa, ni es redueix a explicar una vida, sinó que es un document de les transformacions socials, culturals i també econòmiques viscudes a Catalunya durant els vuitanta anys més convulsos del segle passat.

Pere Català Pic va haver de deixar els estudis amb dotze anys, molt d’hora per algú que volia estudiar Filosofia i Lletres, i va començar a treballar al Banc Hispano Americà el 1902. Lluitant al CADCI per la jornada intensiva i en un viatge a Roma troba la seva passió i es fa retratista. Més endavant va a Valls a establir-se i fa retrats i fotografies de monuments per a la Mancomunitat de Catalunya. En aquella època, Valls, encara que capital de comarca, era un petit poble sense gaire activitat, cosa que Català Pic i un grup d’amics canviaran radicalment. Creen l’agrupació Amics de les Belles Coses, la secció vallenca del CADCI i s’uneix a la Unió Gremial i de la Cambra de Comerç; lluita per modernitzar la ciutat, vol nous trens, un camp d’aviació, millor transport, més turisme, més obertura. Finalment, la política toca a la seva porta i cal comprometre’s amb el progrés però no es presenta com a candidat, vol marxar.

Amb la República veu que cal desplaçar-se a Barcelona en busca de la modernitat, la psicologia, la publicitat i la fotografia, una barreja estranya que en aquella època el converteix en avantguardista. Coneix món, viatja i crea, fa publicitats per als clients més importants i es destaca com a professor de psicologia publicitària. Escriu un llibre sobre la seva recerca en psicologia publicitària, producte de les seves classes i dels estudis experimentals, que queda inèdit. Durant la guerra crea amb Jaume Miravitlles el Comissariat de Propaganda i fa un del cartells de guerra més famós: «Aixafem el Feixisme». Com a cap d’Edicions té contactes amb tots els intel·lectuals, publica la reconeguda revista Nova Ibèria i més de dos-cents llibres, revistes, auques, pamflets en quatre llengües. Els bombardeigs, la gana, els intel·lectuals que ajuden a la República, tres anys sense fer fotografies, l’exili i la mort. Fins aquí el personatge es bastant conegut, després de la guerra la seva vida era un misteri.


Barri Gòtic (1935)
@Arxiu Pere Català Pic


Català Pic va començar a escriure la seva autobiografia almenys sis vegades: esborranys, manuscrits i cartes demostren que des del seu exili interior, després de la mort de la seva dona i de l’inici de l’hivern franquista, va intentar explicar-se fragmentàriament. Va començar com una forma de recuperar la memòria, però també d’acceptar que alguna cosa s’havia acabat; els anys revoltosos i enèrgics de la seva tardana joventut no tornarien mai més. Reprèn la feina a poc a poc quan les pors de les represàlies amainen, va recuperant l’alegria, cal seguir treballant, ha de mantenir tota la família. Els clients demanen publicitats, a poc a poc, i cal començar des de zero l’empresa familiar; els amics exiliats tornen a omplir les penyes literàries. La Fira de Mostres i l’economia franquista dels anys cinquanta li permeten pagar els deutes i refer la seva vida.

Retorna també aquell anhel de joventut i la vida li dóna una segona oportunitat: serà un literat autodidacta, tal com va passar amb la fotografia. Treballa molt intensament, escriu contes, novel·les, narracions, obres de teatre, poemes, assajos. Una part de la seva obra literària de la postguerra es troba directament relacionada amb la seva vida (explica coses que li van passar de forma ficcionalitzada, el que ens dóna una informació molt valuosa) i la resta té un punt pedagògic, un missatge per millorar el món. Tanmateix, la cultura catalana no té força, el franquisme l’ofega i els catalanistes es barallen entre ells, no hi ha lloc per un heterodox, per un escriptor que no ho sembla o que ho intenta massa tard, quan la vida li deixa temps. És amic d’escriptors i d’editors, no vol pagar per editar i ningú s’arrisca per ell. Seguirà fent, ferm a l’actitud amb què viu tota la vida: treballar, treballar, treballar i tornar a començar quantes vegades calgui. L’alegria de la família, dels amics i de les penyes es barreja amb el dol de la vellesa, es cansa, no pot treballar, dorm poc; a més, sembla que fer-se gran vol dir, també, acomiadar-se, setmana a setmana, dels amics. Quan ell mor, mor tota una generació d’aquella nascuda a finals del segle XIX, serà un dels seus últims representants. Mor sense reconeixement, sense exposicions retrospectives, sense l’obra literària publicada, però això mai li pesarà: sap que ha viscut a la seva manera, respectant el seus ideals, i que tot sol ha pogut tirar endavant una família i una indústria.


 El Retocador. Gràfiques Cantín 
@Arxiu Pere Català


Encara que el seu ofici va ser la fotografia, la seva actitud era la d’un humanista, com la del seu amic Salvador Espriu: «Però hem viscut per salvar-vos els mots per retornar-vos el nom de cada cosa». Ho conservarà tot, tot per terra com si fos un trencaclosques, tot al seu arxiu on el seu fill, Pere Català i Roca, treballa salvant altres mots que calen per recuperar la cultura catalana. Quan aquest mor, l’any 2009, l’arxiu segueix intacte però totalment desorganitzat, feia ja onze anys de la darrera exposició de les obres de Català Pic. L’actitud de literat humanista del pare i la d’historiador del fill fan que tot es conservi, només s’havia de posar en ordre: tres estius de la família i dos anys d’ordenació, catalogació i sistematització del fons. La documentació que es conserva a l’arxiu familiar, més de vint-i-cinc mil documents i quinze mil fotografies, és un llegat valuosíssim que comencem a mostrar amb aquesta recerca.

La importància d’aquesta biografia és que no només tracta de fotografia sinó que a través d’un personatge cabdal explica la història catalana del segle XX, endinsant-se en el dia a dia d’un fotògraf, l’obra i el pensament d’un d’aquells que van creure que es podia canviar el món. El llarg recorregut d’aquesta vida, de la diligència a cavalls de finals de segle XIX a l’avió a reacció dels anys setanta, ens ajuda a entendre d’una manera molt propera com era el ofici de fotògraf, però també com es van viure els grans canvis socials del segle passat.

Aquesta biografia que escric amb tinta en aquestes pàgines és una manera de concloure la seva tasca i de donar forma a això que va intentar tantes vegades sense sortir-se’n: inscriure la seva vida en la història.


Halógrafo. Conde del Asalto, 3 
@Arxiu Pere Català


*

Pablo Giori (Tucumán, Argentina, 1986) ha estudiat Filologia Hispànica i investiga temes de cultura popular, fotografia, història, música, societat civil i nacionalisme, i forma part del grup «Itineraris reformistes, perspectives revolucionàries (1909-1949)» de la Universitat de Girona. Des del 2012 treballa en l’Arxiu Pere Català, i el 2013 va guanyar el Premi Fundació Ciutat de Valls per aprofundir en el coneixement de la figura de Pere Català i Pic.


          Andressa Suita fala sobre nascimento de Gabriel pela primeira vez: "Nós estamos radiantes com a chegada do nosso filho"   
Gabriel (Foto: Reprodução/Instagram)

 

Andressa Suita é uma mãe orgulhosa. A modelo falou pela primeira vez em seu Instagram sobre a chegada de Gabriel, seu primeiro filho com Gusttavo Lima. "Nós estamos radiantes com a chegada do nosso filho, que veio de um parto normal e saudável!!! Muito obrigada por todas as mensagens de carinho que estamos recebendo". 

 

"Eu só tenho a agradecer a Deus em primeiro lugar por ter me dado força e coragem pra ter o parto da forma que sempre sonhei", falou a modelo sobre a chegada por via natural do filho ao mundo.

Andressa ainda aproveitou para falar da importância de Gusttavo durante este momento. "[Meu marido] passou comigo as 24 horas de trabalho de parto, me apoiando e me dando muita força", escreveu a modelo.

"Obrigada também a toda equipe que esteve comigo, minha mãe Suely, meu amigo Charles, minha doula Kelly e aos meus médicos Dra Ana Cristina e o anjo Dr Luiz Carlos". Canceriano, Gabriel chegou ao mundo nesta quarta-feira, dia 28.

À Glamour, ela falou com exclusividade: "É uma felicidade que não cabe em nós, estamos tão feliz com a chegada do Gabriel, é realmente um sentimento inexplicável. A melhor e maior emoção do mundo".

Os fãs estão comentando muito a semelhança entre o menino e o pai e já rolaram diversas montagens internet afora. Sobre o assunto, Andressa também comentou conosco: É muito idêntico (risos). Nariz e boquinha do papai e branquinho igual à mãe".  

Gusttavo e Gabriel Lima (Foto: Reprodução/Instagram)

 

Gabriel (Foto: Reprodução/Instagram)

 

Andressa Suita e Gusttavo Lima (Foto: Reprodução/Instagram)

 


          Horóscopo de julho: Tensão, conflitos e oportunidades vêm aí!   
Horóscopo da semana! (Foto: Mike Lowery - Reprodução/Instagram)

 

Julho chegou! O sétimo mês do ano se divide entre os signos de Câncer e Leão  -- água e fogo, respectivamente -- e vem cheio de oportunidades de mudança e também alguns conflitos. Confira as previsões do nosso astrólogo Julio Grobel para ficar por dentro do seu!

 


Áries
Até meados do mês, a situação pode ficar cada vez mais tensa no ambiente familiar, como um panela de pressão no seu máximo. O começo do mês pode ser um período bem complicado, em que implicará uma situação sem controle que vai exigir algumas escolhas, e a Lua Cheia do dia 9 marca o ápice destes acontecimentos. Tome cuidado pra o estresse não se converter em ansiedade e sofrer no físico com alergias e inflamações ou se acidentar. Certamente não é um período favorável para mudanças e investimento em imóveis, e você pode ter muita dor de cabeça por conta disso. Mas alegre-se, pois, a partir do dia 20, as coisas melhoram com seu regente ingressando em Leão e toda energia, antes muito contida, pode ser extravasada. O final do mês será a melhor fase para aproveitar a vida. Caso tenha filhos,  eles podem pedir mais sua atenção. Curta esse momento com eles.

Amor
Vênus ingressa em Gêmeos a partir do dia 5, o que facilita o contato e a comunicação entre o casal ou, se não estiver em um relacionamento, a busca pelo amor no seu entorno. Será importante proporcionar um estímulo mental, não apenas físico e emocional. Já a partir do dia 23, será a melhor fase pra romances. A libido estará em alta, por isso vale curtir mais os momentos de prazer, viver mais o presente e ativar seu lado mais criativo. Período também muito fértil, bom para caso pense em ter filhos.

Trabalho
Boas oportunidades para ganhos, mas é necessário que você saiba vender a ideia, tenha lábia e estimule a troca. A partir do dia 6, pode sentir o trabalho cada vez mais agradável e isso alimenta sua confiança e chance de sucesso. É um momento bem criativo da sua parte, por isso confie em seus talentos e coloque aquilo que sabe de fazer de melhor. E, a partir do dia 26, deverá saber se organizar mais e prestar atenção aos detalhes. No geral, passará por um ótimo mês neste setor, por isso aproveite para crescer profissionalmente. Preste atenção por volta do dia 14, quando uma boa oportunidade pode aparecer.


Touro
Seu regente ingressa em Gêmeos a partir do dia 5 e é a melhor fase para trabalhar a comunicação e as ideias e buscar mais conhecimento. Como é um período bom para cursos, envolva-se com algo interessante agora. Se estiver com alguma ação na justiça, pode não ter o resultado esperado por volta do dia 9, mas não é motivo para desistir. A partir do dia 20, problemas com a família ou com seu passado podem surgir. Será uma fase de lidar mais com questões íntimas e você poderá sentir uma ansiedade maior -- qualquer coisa dita ou feita em casa pode apertar seu botão do nervosismo. Tome cuidado com acidentes em casa neste período e, caso se envolva com alguma reforma, poderá enfrentar alguns atrasos.

Amor
Bons ventos sopram a seu favor caso não esteja em um relacionamento. Se estiver e viver um casamento (em que mora com o outro), pode enfrentar alguns conflitos agora no início do mês. Para você, tudo pode estar muito seguro e confortável, mas, para o outro, tal comodismo pode incomodar. Na primeira metade do mês, procure curtir mais a dois com coisas mais intimistas. Fiquem mais em casa, assistindo a um filme juntinhos ou façam um jantar romântico. Ao longo de todo mês resgate, atitudes românticas e, a partir do dia 26, trabalhe mais a comunicação e, se não estiver em um relacionamento, envolva-se com atividades e pessoas diferentes, pois alguém legal pode surgir disso.

Trabalho
Bom mês pra ganhos e oportunidades aparecerão pra isso, principalmente por volta do dia 14. Poderá sentir uma ansiedade maior a partir do dia 20 e mais pressa para resolver as coisas, o que pode lhe causar problemas, principalmente caso responda a alguém. Por isso, acalme-se um pouco e faça aquilo que sabe fazer de melhor. A partir do dia 25, trabalhe mais seus contatos e não tenha medo de inovar.

Gêmeos
Será um mês bem agitado no nível pessoal, pois seu regente ingressa em Leão a partir do dia 6 e depois em Virgem a partir do dia 25. Nesses primeiros 20 dias do mês, você estará com tudo, buscará se envolver em mais conhecimento e também expressar mais suas ideias. Nos últimos dias do mês, pode começar a ouvir mais do que fala, interiorizar mais as questões e trabalhar melhor as informações que adquire.

Amor
Vênus ingressa em seu signo, então é a chance do amor aparecer neste momento. Vale também cuidar mais de você, da aparência e, talvez, mudar o visual. Naturalmente atrairá olhares e, com essa mudança, a chance de sucesso é certa. Se estiver em um relacionamento, aproveite a fase mais romântica e receba mimos do outro. Caso não esteja, nada impede este mês de conseguir. Apenas não vá com muita expectativa, curta mais o momento e, quando se der conta, já estará com alguém interessante. Mesmo que não resulte em um namoro ou romance mais intenso, isso não a impede de curtir e viver aquela paixão mais leve.

Trabalho
Atenção à Lua Cheia do dia 9, pois poderá passar por alguma dificuldade financeira por volta desse dia. O quanto investe em seu patrimônio? Esse pode ser um momento de despertar para tal questão financeira e ter que controlar mais os gastos a partir de então. Também não será uma boa fase para ganhos. O que deve fazer, principalmente a partir do dia 23, é vender mais seu produto através da lábia. Para isso, troque bastante ideias ao longo do mês e saiba absorver críticas construtivas e aprimore sua ideia, especialmente no fim do mês.

Câncer
Os nascidos no segundo e terceiro decanato iniciam um novo ciclo pessoal e devem sentir aquele chamado de que precisam fazer algo para mudar a vida de alguma maneira.  Agora no início do mês, a ansiedade e a pressão podem ser maiores, o que pode causar algumas reações destrutivas, principalmente para o próprio físico, por conta do acúmulo de estresse e energia. Família e lar são temas que caminharão bem este mês, bem como as amizades. Trabalhe a comunicação e a troca neste setores, especialmente no final do mês.

Amor
Será difícil manifestar o amor neste momento. Na verdade, você poderá afastar pessoas por conta da irritação que estiver sentindo, principalmente na primeira metade do mês. A dica é você trabalhar mais o autoconhecimento e buscar o amor que existe dentro de si em vez de suprir uma carência buscando no outro o que julga faltar em você. Trabalhe isso e poderá ver pessoas aparecendo sem que você espere.

Trabalho
O trabalho pode ser bem estressante na primeira metade do mês. Irá testar sua resistência, capacidade de fazer boas escolhas e também sua habilidade de inovar e sair de zona de conforto. Preste atenção no dia 9, que é quando poderá sentir maior dificuldade neste sentido, inclusive havendo risco de perder algo importante neste setor. Para quem gosta de se sentir seguro sempre, certamente será um desafio. A partir do dia 23, tem mais chances de obter ganhos. Sua vida financeira entrará em pauta e você deve colocar em prática tudo o que aprendeu com os desafios do começo do mês.


Leão
A comunicação estará a seu favor, pois Mercúrio ingressa em seu signo no dia 6. Boa fase para aprender mais, por isso pode ser interessante buscar algum curso rápido ou se envolver com palestras ou rodas de discussões, e também falar mais, expor suas ideias criativas. O momento com os amigos será bem proveitoso. Você pode ainda se isolar mais na primeira metade do mês e ter algumas crenças confrontadas. Ja a segunda metade do mês quando Sol e Marte ingressam em seu signo é o momento de brilhar e demonstrar todo seu potencial. Coloque ao mundo aquilo que sabe fazer de melhor e vá atrás do que deseja.

Amor
Se envolverá mais com os amigos neste momento e, se não estiver em um relacionamento, pode sair algum romance daquele grupo de amizades. Se estiver em uma relação é importante trazer à tona os ideais que possuem em comum. Pense mais no futuro e façam planos. Por volta do dia 17 pode ter alguns confrontos com o outro. É a oportunidade de enxergar a situação por um ângulo pessoal e tomar alguma atitude no sentindo de mudança. O que no outro lhe incomoda mas que tem medo de expressar? Não se preocupe, pois será mais fácil de fazer isso a partir do dia 23.

Trabalho
Pode passar por dificuldades por volta do dia 9, sentir uma limitação e cobrança e se deparar com difíceis escolha. Por mais limitadora que seja a situação tome cuidado com os exageros e a dramaticidade. No geral é um bom mês para ganhos e avanço na carreira mas dependerá da sua capacidade de expor ideias e se comunicar. Trabalhe isso ao longo do mês e para ir ocupando seu espaço e certamente na segunda metade do mês estará com confiança total para avançar neste setor. A partir do dia 25 há uma abertura maior para fechar bons negócios. Trabalhe as ideias criativas ao longo de todo mês e saiba vendê-las ao final.


Virgem
Com seu regente Mercúrio ingressando em Leão a partir do dia 6 talvez seja melhor você entrar em um processo de autoconhecimento, em que será mais fácil de racionalizar questões inconscientes. O dia 9 pode marcar um momento em que sua expressão fica limitada e podada e tenha que lidar com esse seu lado mais sombrio. Talvez se preocupe tanto com o coletivo e o futuro que esqueceu de focar nas necessidades pessoais e no presente. Se tiver filhos tal condição pode se refletir neles, pois envolvem sua criação e expressão. Por volta do dia 23 pode sentir a necessidade de se recolher mais e junto vem acompanhado um sentimento de ansiedade, agitação e nervosismo. Por isso vale dar atenção ao longo do mês inteiro aos processos do inconsciente, através das “coincidências” ou também dos sonhos. Perceba os sinais que o universo lhe envia, que na verdade você atrai. Será que isso que o que atrai é bom ou ruim? E se for ruim, que comportamento não está tão consciente assim que precisa ser analisado de forma mais racional?

Amor
O dia 9 se mostrará especialmente complicado para romances. Será que não nutre um apego a alguém? O quanto a carência faz que se submeta a situações que não gostaria de fato?  É um momento de maior reflexão em que o outro lhe apresentará de com coisas que talvez não queira ouvir ou enxergar, mas será necessário fazer esse processo de interiorização agora para resgatar uma autoconfiança e aí a capacidade e fazer boas escolhas e atrair pessoas e situações boas também.

Trabalho
Felizmente neste setor tudo caminhará bem, mas deve saber trabalhar melhor as relações o que pode então se deparar com todas as questões ditas anteriormente. Mas é uma boa fase pra estabelecer parcerias e sociedades, apenas saiba ouvir e se comunicar, estabeleça uma troca saudável. Isso ficará mais fácil a partir do dia 25, em que você chegará a conclusões mais pragmáticas e objetivas e será capaz de se expressar mais efetivamente. Atenção por volta do dia 14, que será um período de sorte a você e aí podem aparecer oportunidades.


Libra
Vênus, seu regente, ingressa em Gêmeos no dia 5, um signo que ressoa bem com o seu e é a chance que tem para adquirir mais conhecimento, seja através de estudos ou mesmo viagens. O estrangeiro pode aparecer mais a você de alguma maneira. Trabalhe seus ideias e metas, mas tome cuidado com as expectativas que nutre. Se estiver com alguma ação na justiça poderá obter um resultado positivo. Por volta do dia 9 alguma situação familiar ou relacionada à casa pode se complicar. Se investiu em um imóvel pode aparecer de fato algo que atrapalhe, ou viva uma situação tão limitadora e sob tanta pressão que será a gota d’água para proporcionar alguma mudança na vida. Esteja bem consciente de seus objetivos para não ter uma atitude drástica apenas pelo calor do momento. Por volta do dia 23 você estará mais sociável e conviver com amigos lhe apetecerá mais. É interessante também se envolver mais com a comunidade, como por exemplo realizar algum trabalho social.

Amor
Você pode ter dificuldades em seu relacionamento agora no início do mês e, se não estiver em um, pode ser melhor estar só que em má companhia. Pode passar por um joguinho de poder que reflete um medo de perder e com isso vem a possessividade e o ciúme. Mas a partir do dia 11 o outro pode se fazer mais presente em vários setores de sua vida, como por exemplo no trabalho e no grupo de amigos. O quanto você está com essa pessoa fixa em sua mente e acaba levando-a para todos esses ambientes? De qualquer maneira é interessante trabalhar uma relação de amizade ali, em que há mais uma troca mental e convergência de ideias do que um vínculo emocional propriamente dito. Se estiver em um relacionamento poderá, mais para o fim do mês, se envolver com o futuro do casal com mais ações de fato, saindo um pouco do plano das ideias somente.

Trabalho
Até meados do mês sua carreira precisará ainda de atenção, especialmente por volta do dia 9 a 11. Será que constrói o ideal e o futuro que sempre quis? Quando algo não dá certo deve encarar o desafio como uma oportunidade de mudança e crescimento. Na verdade é sua alma que pede tal mudança, mas como é muito difícil tomar a decisão passa a ser necessário forçar tal escolha. A partir do dia 23 seus objetivos podem ficar mais claros e você vislumbrar melhor o que vem pela frente e quais os próximos passos.


Escorpião
A comunicação, o conhecimento e entendimento serão essenciais. O quanto questões ficam mais complicadas do que realmente são porque se insere em um mar de ideias e crenças que acarretam em conclusões erradas? Suas ideologias serão confrontadas, principalmente por volta do dia 9. Se estiver com algum curso em andamento pode passar, também por volta deste dia, por um desafio, uma limitação que talvez resulte até em sua interrupção. As coisas têm seu tempo certo para acontecer, não adianta, por exemplo, colher um fruto sem que este tenha amadurecido. Talvez seja de fato encarar que não está em condições maduras o suficientes ainda para determinadas situações, mas nada impede de trabalhar isso ao longo do mês. Por isso tente entender o que deu de errado e como pode melhorar.

Amor
No início do mês poderá sofrer um confronto, sentir-se sob domínio ou controle do outro, o que pode levar a uma postura mais reativa, mas também se mostra um momento oportuno para trabalhar algumas crenças pessoais. No decorrer, será muito mais fácil observar saídas racionais para qualquer crise afetiva que estiver passando. A melhor terapia, no caso, é a conversa e saber também escutar o que o outro tem para lhe dizer. Não será um mês de conflitos e sim de resoluções, de deixar os conflitos no passado e seguir adiante com uma nova ideia e postura.

Trabalho
Marte, um de seus regentes, ingressa em seu setor de carreira a partir do dia 20. O final do mês se mostrará de fato mais estressante a você, mas com oportunidade de assumir as rédeas da situação, ter atitude e liderança para construir melhor seu espaço profissional e atender suas metas financeiras. Você vai fugir da guerra ou vai à luta? Para isso será importante desenvolver o auto-valor, característica que será muito ativada na segunda metade do mês, mas que para você já começa a valer a partir do dia 6 através de ideias mais criativas, mais envolvimento e participação no trabalho.


Sagitário
Que tal fazer aquilo que mais gosta? Viajar. O mês inteiro está favorável a isso, sendo que também é válido viajar mentalmente, através de um novo conhecimento. Expanda suas ideias e forma de pensar. A necessidade de ampliar seus horizontes pode aparecer mais forte por volta do dia 23. É um período bom para viagens, mas tome cuidado com a ansiedade. Pode sentir essa necessidade e fechar uma viagem de uma hora para outra, sem planejar direito e aí sofrer imprevistos ou até se colocar em situações perigosas. Atenção ao dia 9 em que seu dinheiro pode estar em risco. Procure trabalhar ainda na primeira metade do mês sentimentos que não costuma dar atenção.

Amor
Logo no início do mês pode ter dificuldades de expressão neste setor. Talvez vá com muita sede ao pote por alguém que não está interessado. Mas anime-se, pois Vênus ingressa em Gêmeos, seu signo oposto a partir do dia 5 e vem abençoar sua vida afetiva. Com ou sem alguém irá olhar para o outro com mais atenção e interesse. Demonstrar tal interesse pode ser positivo para iniciar uma relação ou, se estiver em uma, viver uma fase mais romântica, valorizando o outro. Por volta do dia 18 terá a maior oportunidade, mas pode vir acompanhada também de muitas expectativas. Já as proximidades do dia 24 pode se mostrar especialmente difícil, em que sentirá uma cobrança e responsabilidade maior e talvez estar em um relacionamento não faça com que se sinta tão bem. Tenha bem consciente quais são suas metas afetivas e de que nem sempre tudo será flores.

Trabalho
Preste atenção no dia 9, em que poderá passar por alguma perda financeira. Vale você fazer um trabalho de ressignificar a forma como investe. Para isso é muito válido trabalhar seus contatos com o intuito de formar uma parceria ou sociedade. É o momento de ampliar seus negócios e pode se aliar a outra pessoa que sirva como combustível para suas ideias criativas. Claro que toda parceria vem com desafios e dificuldades, que podem acontecer ainda este mês por volta do dia 24. Mas encarando e assumindo responsabilidade por seus ideais não tem porquê não supera-las.


Capricórnio
Prepare-se para importantes mudanças que podem vir por volta do dia 9 e que podem estar relacionados ao afetivo, mas também envolver seus projetos pessoais. Qual sua disposição para correr riscos? Poderá viver uma situação limite neste momento em que a escolha que ali fizer será crucial. A partir do dia 23 pode se envolver mais com estudos, o meio acadêmico, conhecimento, ou mesmo viagens.

Amor
Os relacionamentos, de qualquer natureza, serão ainda muito trabalhados e podem te colocar em situação de pressão. O que no outro lhe incomoda mais? Na verdade é uma característica que você reconhece em si, mas talvez não aceite. Ao longo de todo o mês irá racionalizar mais essa questão para lidar com os próprios demônios internos e resgatar sua confiança afetiva. Enquanto não a tiver irá atrair pessoas ou situações complicadas em seu relacionamento. Em resumo, é sua oportunidade de se renovar e reciclar. O dia 9 pode se mostrar interessante neste sentido. O quanto o outro exerce poder sobre você? O quanto por carência você assume uma identidade que não é a sua e só gera perdas? A partir deste dia de Lua Cheia pode ser comum se envolver em mais brigas e dramas. Deve eliminar tudo aquilo que não lhe pertence e só atrasa neste setor. Mas para isso é preciso, primeiro, saber reconhecer.

Trabalho
Com Vênus ingressando em seu setor de trabalho e rotina serão muito mais prazerosas as atividades este mês. Pode inclusive se beneficiar com contatos e também estabelecer algumas parcerias. Meados do mês, por volta do dia 14 a 18 pode surgir uma oportunidade bem interessante. Controle as expectativas e aceite o que vier sem julgamentos. Você poderá também receber apoios e patrocínios na segunda metade do mês. Seu sucesso financeiro estará muito atrelado à confiança que sente. Para isso será importante trabalhar questões pessoais, aquelas que costuma guardar a sete chaves.


Aquário
Sua saúde precisa de uma atenção ainda na primeira metade do mês, especialmente por volta do dia 9. Pode passar por uma situação de risco sem se dar conta ou mesmo aparecer algum sintoma que não deve negligenciar. Cuide também de sua saúde psíquica que pode, inclusive, ser a origem de sintomas físicos.

Amor
Este será um mês muito favorável neste setor, pois Vênus abençoa sua casa de prazeres e romances a partir do dia 5. Pode ser um período em que comece a pensar mais em filhos também. O outro se fará mais presente, principalmente na segunda metade do mês. Com isso pode vir aborrecimentos sim, mas também virá momentos de prazer. A ideia é você manifestar aquilo que gosta e a pessoa que é, e quem se aproximar e gostar de você por conta disso representa um alvo certeiro. Por volta do dia 14 você tem grandes chances de aproveitar mais esse lado bom da vida.

Trabalho
A rotina pode ser bem estressante na primeira metade do mês, o que pode agravar em problemas de saúde que talvez não dê tanta importância assim. Este início de mês é marcado por confrontos, em que deverá perceber até que ponto você tem autonomia e controle da situação. Se não sabe a resposta talvez não tenha encontrado ainda seu verdadeiro potencial naquele serviço ou talvez nem seja aquilo que queira fazer de fato. Tal incômodo vem para despertar em você esse potencial, mesmo que acompanhado por difíceis escolhas.


Peixes
A primeira metade do mês será ainda um momento oportuno para romances, curtir e aproveitar mais a vida. Mas o quanto sua expressão é notada? Você tem voz própria ou se deixa mesclar com um grupo e adquire um falso sentimento de pertencimento. Por volta do dia 9 pode perceber que determinados grupos ou mesmo amigos não têm a ver com seu momento. Fazer a escolha de se distanciar deles pode ser difícil e um possível conflito neste setor pode fazer com que tome atitudes drásticas. Mas o quanto isso realmente te impulsiona ou lhe prende? Vênus ingressa em seu setor familiar e doméstico, indicando um bom período para investir em imóveis, fazer coisas em casa ou trabalhar as relações familiares.

Amor
A fase é muito favorável a romances, principalmente por volta do dia 7. Se estiver em um relacionamento é a oportunidade de curtir mais e se estiver pensando em filhos também pode cogitar melhor a ideia. A libido estará em alta ainda, por isso se não estiver em um relacionamento expresse-se de forma criativa, vivendo os romances que aparecerem, mas não necessariamente pensando em algo sério ainda. Pode refletir mais a respeito no final do mês, por volta do dia 25. Preste atenção por volta do dia 14 em que há chances de aparecer alguém interessante.

Trabalho
A rotina pode apertar e você deve ainda assim desenvolver mais ideias criativas e mostrar seu talento. Certamente terá energia, mas que também pode se converter em ansiedade e pressa. Confie aquilo que faz de melhor e não tem como errar, mas saiba também inovar quando for solicitado. Por volta do dia 23 que pode sentir mais o cansaço físico e deve ter atenção com a saúde.


          Benedita Casé diz que a mãe, Regina, escolheu o nome de seu primeiro netinho   
Benedita Casé, filha primogênita de Regina Casé (Foto: Daryan Dornelles/Glamour)

 

"Ela está radiante, toda boba! É um amor que realmente transborda", contou Benedita Casé sobre a felicidade sem fim da mãe, a apresentadora Regina Casé, por ter ganhado seu primeiro netinho. Brás, como o pequeno se chama, nasceu no último domingo, 25, com 3,8 kg e 52cm. O nome, aliás, foi escolhido pela própria avó.

"Ela sempre foi apaixonada por esse nome, amava Roque e Brás. O primeiro ela deu para o meu irmãozinho e eu e o João [Pedro Januário, o pai] achamos Brás lindo e forte! É um nome curtinho mas forte", lembra a diretora do "Fora da Caixa" com carinho.

 

Criada com toda liberdade e em um lar livre de preconceitos, Benedita já elegeu um dos principais ensinamentos que aprendeu com a mãe e que quer passar para seu filho: "Acho que saber amar o que é diferente da gente. É muito fácil amar quem é igual a gente", diz.

Família

Benedita namora o fotógrafo João Pedro Januário há 9 anos, mas só agora, aos 28 e recebendo Brás à família, é que ela e o parceiro confessam pensar em oficializar a união com uma cerimônia. 

"Namoramos há muito tempo realmente, mas começamos a namorar novinhos e ainda era cedo. Queríamos aproveitar muitas coisas antes [do casamento]. Agora já temos uma vida de casados, né? Então temos planos, sim, mas nada certo ainda de data. Estamos vivendo a chegada do Brás", fala.

A produtora e apresentadora não parou um minuto durante a gravidez, mas garantiu que não tomou qualquer atitude sem o acompanhamento de um médico.

"Fui ao meu obstetra, claro, mas nada de especial. Eu continuei fazendo tudo que faço normalmente sempre com orientação dele. Desse jeito tudo é mais fácil e gostoso", finaliza.

Benedita Casé, filha primogênita de Regina Casé (Foto: Daryan Dornelles/Glamour)

 

 


          Este no es el sonido de la "señal wow" #El Reptiliano escéptico #noticias   

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Circula en Youtube desde hace años un audio que presuntamente es como "sonaría" la "Señal wow". Recordemos que la señal captada por el Big Ear no contaba con un mensaje codificado. Las personas que suben el audio por Youtube no explican como lo obtuvieron.

Como era de esperarse, esta información no es auténtica.

Israel Ampuero (en Twitter como @israelampuero) y un servidor, hemos encontrado lo siguiente.

Todo inicia el 7 de diciembre de 2007. El usuario "Coffee300am" sube a YouTube el audio. En la actualidad el video no está disponible, pero aún lo podemos encontrar en Daylimotion.

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Imágenes de como se solía ver el video original 

Screenshot_2017-06-30-02-14-26-1.jpg
La fecha 
El audio fue resubido por otros internautas. Hasta que descubrieron que el audio original es una frecuencia de radio policial, pero alterada. Nos lo explica el internauta " LOLz personok".


En la descripción del vídeo dice lo siguiente:
"Muestro lo que realmente es el sonido. Si todavía piensas que estoy mintiendo después de ver este video, inténtalo tú mismo. Descarga el archivo de audio (en la descripción del vídeo) y acelerarlo en Audacity en 1.500%."
Es por eso que cuando algunas personas modificaban los parámetros del audio con un programa de edición, descubrían una voz. Eso generaba mal entendidos. No son alienigenas, eran policías...

La banda "Pioneers Of Love" incluyo el sonido en su canción "Biogenesis". Ahora lo que sucede es que cuando un entusiasta a los ovnis sube el audio, le salta una reclamación de copyright por esta canción.

Referencias:

Demostración de como el sonido es de una frecuencia policíal.

https://m.youtube.com/watch?v=cCt1ED0wltM
https://m.youtube.com/watch?v=6KXy_shwt7A

Identifican al autor del audio.
http://www.abovetopsecret.com/forum/thread959652/pg2

El autor Coffee300am aún lo tiene en Dailymotion
http://www.dailymotion.com/video/xdlnqf_wow-signal-1977_tech

Agrupación musical que añadió el sonido a una de sus canciones. Pionners of love. https://m.youtube.com/watch?v=F8R15R1ViC0




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De nuevo la idea deco de hoy va al poco espacio de casa. Guardar y almacenar se puede convertir en algo realmente desagradable. No saber donde tener incluso tus cosas, puede hacer que no tengas aquellas cosas que te gusta guardar y tener. Yo como gran aficionado a la decoración, como bien sabes tengo un […]
          Thierry Neuville manda en el Rally de Polonia, Ogier cede   
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De cuatro a tres contendientes. El segundo bucle del Rally de Polonia ha reducido, al menos a primera vista, la nómina de aspirantes a la victoria. Aunque los ingredientes han sido idénticos al bucle matinal, en este caso el barro y los tramos rotos no han jugado a favor de Sébastien Ogier. El francés ha perdido medio minuto respecto a los tres líderes del rally, que tras 115 kilómetros siguen separados por unos cuantos segundos. Con todo y tras un 'rush' final muy interesante, Thierry Neuville cierra la jornada al frente del Rally de Portugal con una ventaja de 1,3 segundos sobre Ott Tänak.

La lluvia no ha dado tregua a los aficionados presentes en el Rally de Polonia. Fans que han vuelto dejar su sello, en clave negativa, por su deficiente colocación en el SS6. A pesar de los insistentes mensajes del organizador de la prueba para corregir esta situación, el SS6 ha sido neutralizado, restando 6,52 kilómetros a la prueba. Sea como fuere, esta cancelación no era ni de lejos la mayor sorpresa que se daba en los tramos polacos, ya que Teemu Suninen sumaba su primer scratch absoluto en el WRC a los mandos del Ford Fiesta RS WRC '17 con el que está debutando.

Más allá del sorprendente crono de la joven perla finlandesa, el primer tramo real del bucle dejaba patente que las cosas no iban a ser tan fáciles para los líderes. Los grandes charcos y el barro daban paso a unos tramos realmente rotos tras el paso de toda la caravana del rally en el primer bucle, lo que perjudicaba a Sébastien Ogier al abrir pista. De hecho, pilotos con puestos retrasados de salida conseguían asomarse entre los mejores en el SS7. Quizá el caso más claro el de Andreas Mikkelsen, que tras golpear un árbol en el SS5 conseguía seguir en competición gracias al frenético trabajo de sus mecánicos.

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La segunda pasada por 'Swietajno' dejaba un nuevo scratch de Thierry Neuville, con Dani Sordo como el segundo piloto más rápido del tramo. Teemu Suninen volvía a rodar entre los mejores para asaltar la séptima posición de la general, aunque era Ott Tänak el que sacaba más rédito al SS8 al escalar al colocarse líder. Un discreto tramo de Jari-Matti Latvala era suficiente para que Tänak diera el salto al primer puesto. En el lado opuesto de la moneda y con notables problemas para encontrar grip, Sébastien Ogier se dejaba 13,5 segundos para colocarse a casi medio minuto de su compañero.

El contragolpe de Thierry Neuville llegaba en el SS9 con un scratch que le permitía asaltar el liderato, posición que ya no abandonaba en lo que restaba de jornada. Ott Tänak y Jari-Matti Latvala no podían seguir el ritmo entre las grandes roderas y el agua estancada presente en varias secciones del último tramo al uso del día, algo que volvía a repercutir en el ritmo de Sébastien Ogier. El francés se dejaba otros 9,9 segundos respecto a Neuville para alejarse por encima del medio minuto del piloto belga. De hecho, Hayden Paddon y Dani Sordo se postulan como amenaza del francés tras la Súper Especial de Mikolajki.

Al cierre de la jornada, Thierry Neuville tiene una ventaja de 1,3 segundos sobre Ott Tänak y de 6,6 segundos sobre Jari-Matti Latvala. Apartado de la lucha por el podio, al menos de forma provisional, Sébastien Ogier cede 35,1 segundos respecto al líder de la prueba y tiene a apenas 4,5 segundos a Hayden Paddon. El cántabro Dani Sordo ocupa la sexta posición con margen más o menos amplio respecto a Teemu Suninen y Juho Hänninen. Stéphane Lefebvre con el primero de los Citroën, toda vez que Craig Breen fue penalizado, y Mads Ostberg cierran el Top 10.

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La batalla por el liderato del WRC2 mantiene una gran dosis de emoción. Ole Christian Veiby y Pontus Tidemand no se dan tregua y al final de la jornada han terminado separados por 5,1 segundos. De momento, Ole Christian Veiby está por delante, aunque el empuje del piloto oficial de Skoda está siendo realmente grande. En otro mundo, con más de dos minutos perdidos respecto a los dos pilotos de referencia, Quentin Gilbert cierra el podio provisional. Con todo, el francés tiene una posición muy cómoda ya que Benito Guerra casi está un minuto por detrás.

Por último, cabe destacar el gran zarpazo que ha dado Nil Solans en el Junior WRC y por ende en la clase WRC3. El piloto catalán ha firmado un bucle vespertino casi perfecto, con tres de los cuatro scratch en juego. El español sólo ha cedido el mejor tiempo en la Súper Especial que cerraba la jornada, un mal menor a tenor de la ventaja que ha obtenido. De hecho, Solans ostenta una ventaja de 25,1 segundos sobre Denis Radström y de 42,7 segundos sobre el finlandés Emil Lindholm. Terry Folb aspira al podio de ambas categorías.

Clasificación tras el SS10 del 74º Rally de Polonia

Posición Piloto
Vehículo
Tiempo / Diferencia

Thierry Neuville
Hyundai i20 WRC Coupé
56:21.2

Ott Tänak
Ford Fiesta RS WRC '17
+1.3

Jari-Matti Latvala
Toyota Yaris WRC
+6.6

Sébastien Ogier
Ford Fiesta RS WRC '17
+35.1
Hayden Paddon
Hyundai i20 WRC Coupé
+39.6

Dani Sordo
Hyundai i20 WRC Coupé
+51.7

Teemu Suninen
Ford Fiesta RS WRC '17
+ 1:11.0

Juho Hänninen
Toyota Yaris WRC
+1:28.9

Stéphane Lefebvre
Citroën C3 WRC
+1:37.0
10º
Mads Ostberg
Ford Fiesta RS WRC '17
+ 1:42.7

La segunda etapa del Rally de Polonia arranca este sábado a las 08:08 horas con la disputa del primero de los nueve tramos que componen la jornada. Los pilotos se enfrentarán a 144,74 kilómetros contra el crono.

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La noticia Thierry Neuville manda en el Rally de Polonia, Ogier cede fue publicada originalmente en @motorpuntoes por Fernando Sancho.


          Previo y horarios del DTM 2017 en Norisring   
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No es tan glamuroso como Mónaco, ni tan rápido y espectacular como Bakú, pero el trazado urbano de Norisring es historia viva del DTM. El certamen llega a su cita más carismática y lo hace en un momento álgido de la temporada. Bien es cierto que sólo se han disputado tres rondas -seis carreras- y que todo puede darse la vuelta, pero de momento cuatro pilotos están separados por ocho puntos. El duelo entre los Audi RS 5 DTM de Rast, Green y Ekstrom contra el Mercedes-AMG C 63 DTM de Auer promete ser uno de los activos del fin de semana.

El trazado de Norisring está situado en Núremberg. A pesar de tener 2,3 kilómetros de longitud y siete curvas, destila algo especial. Zonas de alta velocidad, una chicane en la que hay que rozar el muro para ser rápido y dos horquillas en los extremos son más que suficiente para brindar carreras realmente emocionantes. Aunque el trazado ha sido territorio Mercedes, con triunfos de Mercedes desde 2003 a 2015, las victorias de Audi en 2016 han supuesto un respiro para la marca de los aros, toda vez que es su carrera de casa ya que Ingolstadt está a apenas media hora en coche.

Cuatro son los grandes protagonistas del fin de semana, aunque realmente en Norisring todo puede pasar. René Rast llega como líder del DTM (70 puntos) al trazado urbano tras su magnífica actuación en Hungaroring, con dos poles y una victoria. Estos resultados le valieron para sobrepasar a Lucas Auer, que tuvo un fin de semana antagónico en el que no consiguió puntuar. Jamie Green también tuvo un buen papel en el trazado húngaro, pero su descalificación de la carrera del sábado le ha dejado a cinco puntos del líder. Mattias Ekström con su podio consiguió dar el paso para colarse entre los mejores.

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Jamie Green es un auténtico especialista en esta pista con cuatro triunfos, pero Gary Pafett, Bruno Spengler o Robert Wickens también saben lo que es ganar en Norisring. Todos ellos son candidatos a conseguir grandes cosas en el trazado urbano de Núremberg, de la misma forma que no hay que descartar a otros pilotos. Las condiciones del asfalto, la meteorología y la estrategia pueden jugar a favor de ver otros protagonistas. No obstante, durante las primeras carreras de la temporada se ha visto como la combinación de salir en los últimos puestos y hacer una parada muy pronto da buenos resultados.

El otro gran factor a tener en cuenta en Norisring es el balance de pesos. Tras el fin de semana de Hungría, los Audi RS 5 DTM y Mercedes-AMG C 63 DTM acreditan el mismo peso de partida, ya que ambos han sido lastrados hasta los 1.125,5 kilogramos. Por su parte, los BMW M4 DTM se quedan en un peso de 1.117,5 kilos, lo que debería ser una ventaja para sus pilotos en Norisring. A pesar de ello, es difícil decir que fabricante llega con ventaja a Norisring, más allá del liderato de Mercedes-AMG -por cuatro puntos sobre Audi- en la clasificación de marcas.

Horarios del DTM 2017 en Norisring

Día / Hora
Sesión
Duración
Viernes 30/06 - 17:00h
Entrenamientos Libres 1
30'
Sábado 01/07 - 08:45h
Entrenamientos Libres 2
30'
Sábado 01/07 - 11:20h Clasificación (Race 1)
20'
Sábado 01/07 - 13:28h Carrera 1
55' + 1 vuelta
Domingo 02/07 - 11:10h
Entrenamientos Libres 3
30'
Domingo 02/07 - 14:00h Clasificación 20'
Domingo 02/07 - 17:23h Carrera 2 55' + 1 vuelta

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La noticia Previo y horarios del DTM 2017 en Norisring fue publicada originalmente en @motorpuntoes por Fernando Sancho.


          UX job hunting with little to no portfolio   
I need a new UX job as soon as possible. I'm in the interaction design/information architecture track. I've been doing this for about 6 years. Because of reasons, I don't have a portfolio. I got the job I have now through connections I don't have anymore. How am I gonna get another job?

So this is a question about making myself look as hire-able as I think I am.

The type of work I've done is more in the realm of interactive prototypes (in Axure, which I'm pretty good at) & a lot of talking, sketching, whiteboarding, & research. In my current job I've done a lot of writing articles in our team wiki, including reports I wrote on the self-directed user research I did. But I tried exporting those to Word but they look bad, and don't really make a lot of sense out of context. I don't really know how to make a decent-looking portfolio out of them.

And I feel so weird about walking up saying "Here take all of my company's IP." In the past I have gotten around that by just taking the logos & stuff out of my work, but that was back when I was doing more traditional wireframe PDFs and it was very easy to do. And my work from those days is very old and probably not good enough to show anymore. I think when I was interviewing for this job I just got over myself and showed them the stuff I was working on at the time but I don't have those materials anymore.

I do have some Axure prototypes that I think would show off both my interaction design skills & my skills at Axure:
1. One of them is for a product my company isn't pursuing, or might not pursue. There is already no mention of my company on there anywhere so that's pretty simple.
2. The other is a game I made based off a description I saw online that I credit within the game.
3. The third one will take some work to fix up and strip out the product-specific stuff but it demos a complex addition to the product that I designed & shipped. I know that having shipped stuff is a big deal. I don't have documentation for any of the other stuff I've worked on that has shipped, such as a well-known consumer-facing interface I was a big part of.

I can demo these in an interview but, do I put them online too? I don't really want to? Is that normal? I have a personal domain that doesn't have anything on it anymore. Do I get that going again? Is two or three things enough? I have reached out to some of the recruiters who spam me on LinkedIn and they all want me to send portfolios. To me a portfolio seems like such an old-fashioned thing, like a throwback to Mad Men days.

Background details: I have a BS in media studies and a Masters (2010) in Human Computer Interaction (UX degree for career changers basically). I live in the San Francisco Bay area but too far from Silicon Valley for a job down there to be feasible; San Francisco would be better. I'm looking for job security & I'd prefer a job at an established, stable company rather than a start up. But honestly I'm happy to live anywhere other than here and that's another difficult point that's tripping me up. I moved here a few years ago and don't really know anyone else around here to help me network and I'm not very good at that anyway.

My throwaway email is anonh2629@gmail.com.

          Redneck DBA   

It’s 5:47AM and two things woke me up.

The dogs at the dairy next door. Like clockwork except driven by the sun and not adjusted for human convenience. Rumour has it that no “foreign” non-Homo sapien has ever made it half way down the drive-way. It may have no scientific data to back it up, but I take it is a fact.

The other is a heifer mowing grass three feet from the bedroom window. A beautiful animal, but get the fuck of my lawn! The 2-wire electric fence must have shorted due to a fallen branch and they have waltzed right into the house paddock.

I command the sleeping Blue Heeler.

KADIE! GET IN TO ‘EM!

I should have known the ensuing chaos would wake the whole family. Doesn’t matter…it’s a school day.

There is so much data to check and record. First the rain gauge, humidity sensor and wind speed average for the night. The thermometer backs up the fact that we are a having a cool summer. The chicken output remains a steady one egg per chicken per day. Experience says that any variation from that rate usually brings bad news. The Access database that manages these data sets has performed flawlessly for 8 years. If it ain’t broke…

Making my way to the network, I discover that 2 computers have rebooted during a power spike/surge. The UPS has protected the main development machine and backup server. Maybe next payday I will buy another UPS.

The spam idiots are relentless. Opera always does a great job filtering the crap but I check for false positives and find a perfect score. No sign of any problems from clients. The day just got a little brighter.

“Eat your breakfast…get dressed…your shoes are outside…where is your hat?...Hurry up or we will miss the bus!” The morning ritual is completed and we start the 15km drive down the dirt road to the bus stop.

I like this time of the day. With the radio playing mindless garbage, it gives me time to contemplate the day ahead and to try and model various database and code problems. With the kids safely on the bus, I turn for home. Nothing brilliant comes from my mind during the trip.

2 shots of locally grown coffee are consumed quick smart and I make my way towards the office. I have 4 different projects that I am currently working on. Two of them are in the .NET space while the others are a LAMP stack and a legacy VB6 data warehousing project. I find myself confusing language syntaxes each time I switch between projects. The equality and assignment operators always screw me.

I classify the programming task I am working on into one of three realms. I call them the “B” worlds. Bits for low level programming, Bytes for general programming and Boolean for the SQL work. Thankfully, the closest I have come to Bits programming in these projects is interfacing with USB devices.

The contrast between the B world and R (real) world is vital for my sanity. I like to finish the day doing something on the farm. Today I have a choice of 2 tasks. Fix the slave cylinder on the ute or turn the blood and bone fertiliser compost heap. I don’t feel like working upside down at the moment so I select the later task.

Walking back to the house brings a smile to my face as I realise that tomorrow is more of the same.


          Estos son los 10 ídolos masculinos más seductores del K-pop   
Todos sabemos que en el K-pop existe una cantidad muy grande de idolos realmente muy hermosos.
 

Estos idolos no solo saben cantar muchos de ellos tambien actuan en dramas que fueron muy popular y ademas de todo poseen cuerpos realmente atractivos. De esos cincelados, abs de chocolate a esas lindas sonrisas, estos hombres son realmente muy atractivos. Prepárate para derretir como helado con el ranking de los 10 ídolos masculinos más populares en el K-Pop.
 

 10. Zico de Block B


 No se trata de miradas. Aunque Zico es bastante encantador y tiene un estilo distinto, individual que es difícil de resistir, su mirada seductora sin duda hace que este en esta lista! Su sonrisa encantadora, suavidad de voz y el sentido de la moda intercambiable lo hacen perfecto.

 9. Jimin de BTS


  Es actualmente uno de los idolos mas seductores con esos looks irresistible que usa, junto con una mirada feroz y tierna al mismo tiempo y rasgos afilados, esculpidos, Jimin es el chico que seguramente enamora a todos. ¡Un galán total!
 

 8. Kai de EXO


  Este integrante de EXO es realmente muy atractivo y tambien seductor. El hermoso equilibrio de aegyo y seductor lo convierten en uno de los chicos mas sexys

 7. Bobby de iKON
 

Bobby de iKON a todas las mujeres del planeta. Con una cara dura y una actitud de tipo duro, Bobby tiene una actitud seductores que junto a una sonrisa de ojo que te hará enamorarte de el. Fresco, tranquilo no es suficiente para describir su estilo seductor.
 

 6. T.O.P de Big Bang


 Con su personalidad fuera de este mundo y sus facciones guapas, hay una gran razón por la que T.O.P es el primer pensamiento de todos cuando piensas en ídolos sexy. Por no hablar de su voz profunda que es como el oro líquido.

 5. Jackson de GOT


 El enérgico, feliz  Jackson de GOT7 es más sexy de lo que cualquiera pensaría. No sólo es extremadamente atlético y tonificado, sino también es encantador que no se puede imitar fácilmente. Su estilo relajado, su sonrisa torcida y su cariñosa personalidad lo hacen innegablemente hermoso.
 

4. Baro de B1A4


 Baro, de B1A4, tiene algo que seguir y no debería pasar por debajo del radar tampoco. Su cuerpo sexy y estilo de chico rudo tienen a las fans enamoradas. No olvides que es otro ídolo con una voz suave y sedosa que simplemente te derrite como mantequilla en palomitas de maíz. Al igual que Jungkook, Baro también tiene una gran mezcla de encantos lindos y características hermosas que es un combo galardonado.

 3. Minho de Shinee


El es un realmente un chico muy seductor y hermoso que tiene enamorados a todos. Minho es uno de los chicos que con solo verlo caes enamorado por el.
 

 2. Siwon de Super Junior


Siwon es una de las creaciones más bellas de la tierra! Su cuerpo grueso y robusto te hará babear mientras te muestra su sonrisa. Al igual que una estatua, su cuerpo bellamente tonificado, su forma perfecta y hermosos rasgos faciales lo convierten en una obra de arte.

1. Seo Kang Jun de 5urprise


Puede que no tenga un cuerpo espectacular, pero su actitud de chico malo en sus dramas te hace anhelarlo aún más. Su sentido de la moda emparejado con su actitud despreocupada y su sonrisa encantadora te enamorara en segundos.

          Diamond Schmitt Architects Unveil Transformed National Arts Centre   

On July 1st, Canada's 150th Birthday, the National Arts Centre inaugurates a new building wing which transforms the Centre for the first time in 50 years. Diamond Schmitt Architects has designed new public spaces and a new entry which, for the first time, connect the NAC to Confederation Square and the Parliamentary Precinct in Ottawa.

Delicate and transparent, the architecture of the new wings reveals the artistic animation within and stands in contrast to the fortress-like mass of the existing structure. Open and welcoming, the new wings animate the civic and Parliamentary realm for patrons and visitors to the capital.

In the 1960's, the building was designed to turn its back on the city and only be accessed by car. In shifting the entry, the design embraces the city and the pedestrian realm. The NAC rejuvenation is designed to meet the needs of a new audience, one that is not the elite that was the audience in 1967.

The new wings are constructed of exposed wood structure and ceiling coffers of Douglas fir and framed on a custom-desigNed Glass curtain wall system that pushes the limits of glass innovation. With floors of Ontario limestone, the new lobby is formed as a series of six major spaces, each shaped to support a wide range of program events, and together create a dramatic public venue embracing the adjacent park landscape, the Rideau Canal, Confederation Square, the City and the Parliamentary Precinct.

"The NAC can now support activity throughout the day in light-filled spaces designed to engage the public and become the crossroads for the performing arts community," said Donald Schmitt, Principal, Diamond Schmitt Architects.

The new entry, fronting the City for the first time, is marked by the Kipnis Lantern, a luminous beacon seen from broad vantage points. The Lantern is digitally enabled to live stream artistic production from the NAC as well as from across Canada.

Public space for education, pre-concert gatherings and small concerts occupy the new North Atrium. An upper level Lounge takes in views of Confederation Square and Parliament Hill. A transformed Fourth Stage, which serves as an incubator for theatre and music, will animate the NAC's presence along Elgin Street in the second phase to be completed in the autumn.

Diamond Schmitt also completed a renovation of the main auditorium. "Southam Hall has been reshaped to achieve significant improvements in acoustics as well as patron comfort. A new orchestra shell and updated production facilities mark the next stage of renewal," said Jennifer Mallard, Senior Associate and project architect.

A dramatically expanded Panorama Room, now sized for 600-plus patrons, reaches out to the Rideau Canal, a UNESCO World Heritage Site.

"Thanks to Donald Schmitt's brilliant design, today the NAC embraces the Nation's Capital, and emerges from its original concrete structure into an open, transparent and modern public building, to become the living room of the city" said Peter Hernndorf, President and CEO of the National Arts Centre.

Originally completed in the late 1960's, the NAC is a landmark building with a range of performance and production spaces and has developed a storied history of excellence in the presentation of music, drama and dance from across Canada.

Diamond Schmitt Architects (www.dsai.ca) is among the world's top design firms for the cultural building sector. An award-winning portfolio of opera houses, concert halls and galleries includes the Mariinsky II Theatre in St. Petersburg, Russia, Maison Symphonique in Montreal, and the Four Seasons Centre for the Performing Arts in Toronto. Current projects include the renewal of David Geffen Hall at Lincoln Center in New York City and Buddy Holly Hall of Performing Arts and Sciences in Texas.


          Los internautas critican a T.O.P por presentarse a la corte con un maquillaje completo   
T.O.P está siendo criticado por asistir a su primer juicio con un maquillaje completo.
 

El 29 de junio, el miembro del Big Bang apareció en la corte para su primer juicio sobre el uso de la marihuana. Antes de entrar, la estrella ídolo aparecio con un traje negro y un elegante peinado y saludó a la prensa y se disculpó oficialmente.
 

Lo que más llamó la atención de los internautas no fue su sincera disculpa sino su apariencia física. Los internautas señalaron que T.O.P parecía completamente diferente de la forma en que dejó el hospital a principios de junio. El aparecio con un traje a medida, peinado perfeccionado, y usando un maquillaje completo lo que se convirtio en tema de crítica.
 

Internautas comentarion: "En medio de todo esto él está usando sombreador de ojos", "¿Qué estaba pensando usando maquillaje completo? Él está realmente fuera de su mente", "Mira esa sombra de ojos ... ¿Vas a filmar un MV?", "Que Maquillaje lol loco "," Se las arregló para conseguir maquillaje completo antes de venir "," ¿Realmente está usando maquillaje? Wow increible..."
 


Mientras tanto, T.O.P ha admitido todos los cargos y recibió una condena de 2 años de libertad condicional. Si viola su libertad condicional en los 2 años, será sentenciado a 10 meses de prisión. Su sentencia se finalizará el 20 de julio.

Video: Asi entro TOP a la corte para su Juicio



          Integrante de BTS revelo el momento exacto cuando penso que se estaban volviendo famosos   
Después de nombrar a BTS como uno de los principales influyentes en Internet, TIME Magazine se sentó para una entrevista con Rap Monster.
 

Fascinado por su éxito global, TIME Magazine le preguntó a Rap Monster exactamente cómo el grupo ha sido capaz de tomar el mundo por la tormenta. Como líder de BTS y uno de los miembros más activos en las redes sociales, Rap Monster explicó exactamente cuánto luchan a veces para estar al día. Rap Moster dijo:
 

"No nos dimos cuenta de que nos estábamos haciendo famosos hasta que fuimos invitados a KCONs en los Estados Unidos y Europa en 2014 o 2015". "En su mayoría interactuamos con nuestros mensajes de Twitter mediante la subida de selfies, recomendaciones de música y fotos de moda callejera, etc."
 

"Realmente no podemos responder a los fans de manera regular porque hay tantos mensajes. Pero tratamos de leer todas las reacciones y respuestas ". "No es fácil administrar una cuenta de redes sociales durante un largo período de tiempo, pero nos encanta comunicarnos con nuestros fans todos los días y todas las noches".
 

"BTS se comunica con nuestros fans manteniéndonos fieles a nosotros mismos y creyendo en la música todos los días". "A menudo estamos inspirados por nuestros fans, porque tratamos de escribir sobre cómo los jóvenes verdaderos como los siete de nosotros se enfrentan a problemas de la vida real". "Nos esforzamos por poner todo en nuestra música".
 

Algunas lindas fotos de Rap Monster de BTS






          MONTREAL Kettenanhänger aus Silber mit Brillant am Wunschort   
64,90 EUR
Kettenanh?nger in der Form der Montreal Landkarte in massiv 925 Sterling Silber mit einem Brillant amWunschort.Der Anh?nger ist mit einer gro?z?gigen ?se versehen, sodass dieser auch mit einer etwas dickeren Halskette getragenwerden kann.Hergestellt in einer traditionsreichen Goldschmiede in Deutschland und selbstverst?ndlich 925 gestempelt!?Landkarte : MontrealMaterial : massiv 925 Sterling SilberGr??e : ca. 26mm und 1mm dickOberfl?che : Vorderseite handpoliert und R?ckseite matt geb?rstetGewicht : ca. 1,5 gBrillant: 0,015 ct. TW SIBitte teilen Sie uns unbedingt nach Ihrer Bestellung den Wunschort in der Kaufabwicklung unter Bemerkungenoder per Email mit!Sonderanfertigungen, wie z.B. ein anderes Land, gr??er oder in einem anderen Material k?nnen auf Wunschf?r Sie hergestellt werden. Fragen Sie uns einfach danach! Wir werden Ihnen sicherlich weiter helfen k?nnen!Alle Kettenanh?nger werden direkt nach Ihrer Bestellung von einer?Goldschmiede extra f?r Sie angefertigt.Da es sich hierbei um eine Sonderanfertigung handelt, ist dieser Artikel ausdr?cklich vom R?ckgaberecht ausgeschlossen!?Die Abbildungen sind nicht in Originalgr??e - Bitte entnehmen Sie die Gr??e der jeweiligen Produktbeschreibung!

          COMUNICADO IMPORTANTE AOS LEITORES E AMIGOS   
BOM DIA AMIGOS E LEITORES-AMIGOS,

COMUNICO QUE ESTOU REDUZINDO MINHAS ATIVIDADES NO BLOG E NA INTERNET DE MODO GERAL.

PELO FACEBOOK, ALGUMAS VEZES ME QUEIXEI DE PRESSÃO ALTA OU BAIXA E DE DOR DE CABEÇA (ESSA QUE JÁ ME ACOMPANHA HÁ 5 MESES APROXIMADAMENTE), SENDO ASSIM, VOU ACEITAR O PEDIDO DA MINHA FAMÍLIA E DOS MEUS AMIGOS PARA CUIDAR UM POUCO MAIS DA MINHA SAÚDE, O QUE VENHO RELUTANDO ATÉ MESMO PELA INCREDULIDADE DE QUE O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) PUDESSE REALMENTE ELIMINAR MINHA DOR DE CABEÇA E A CRENÇA QUE PODERIA ATÉ AJUDAR A PIORAR.

MAS TENHO QUE TENTAR!

NÃO ESTOU MORRENDO, NA VERDADE NÃO SEI O QUE ESTÁ PROVOCANDO ESTA DOR DE CABEÇA E, POR ISSO, ESTOU COMEÇANDO A PROCURAR A RESPOSTA DESTE DILEMA.

O PONTO SG TEM BATIDO RECORDES DE ACESSOS À 4 MESES CONSECUTIVOS, E AGRADEÇO A TODOS VOCÊS QUE ME APOIARAM ATÉ AQUI E QUE CONTINUARÃO ME APOIANDO COM AS POUCAS POSTAGENS QUE VIRÃO NESTE MÊS, E PRINCIPALMENTE COM ORAÇÕES.

ESTOU A PROCURA DE ALGUÉM QUE POSSA CONTINUAR INDO DIRETO AO PONTO NESTE PERÍODO EM QUE ESTAREI REDUZINDO MINHAS ATIVIDADES E ESPERO CONSEGUIR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!

AGRADEÇO A TODOS PELO CARINHO E COMPREENSÃO:

RAFAEL DIAS FERREIRA.
Editor e autor do Ponto SG

          A verdade sobre o relatório do CREMERJ em relação à fiscalização feita no Hospital da Mulher Gonçalense.   
Saiu na imprensa diversas matérias sobre o relatório da fiscalização Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) após da morte de nove crianças. Entretanto houve falta de consenso da mídia sobre o verdadeiro resultado deste relatório.

O jornal O São Gonçalo publicou que não foi encontrado nada que levasse a crer que houve surto de infecção e no final colocou o subtítulo "Unidade oferece exames e tratamentos" e no texto dizia " Com 111 leitos, divididos em UTI's, maternidade e outras especialidades, o Hospital da Mulher Gonçalense (HMG) é o maior ponto de referência da Região Metropolitana na categoria. Inaugurado em 30 de março de 2010, passou por uma grande reforma, tendo seus ambientes ampliados." Esta matéria foi copiada para o jornal Estadão.

De outro lado, foi noticiado pelo jornal O Dia e o Portal G1, que o Hospital da Mulher Gonçalense não possui sequer o registro no Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ).

Então liguei para o CREMERJ para saber a verdade dos fatos:

O HMG possui ou não o registro do conselho?
O número de profissionais é adequado?
A unidade hospitalar realmente possui toda a aparelhagem para realização de exames e tratamentos?

Eis que consegui as seguintes respostas:

O Hospital da Mulher Gonçalense não possui registro no Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, isto não quer dizer que a unidade não pode funcionar, mas quer dizer que o CREMERJ não deu o seu aval para o funcionamento.

Entretanto o HMG não possui também a Certidão de Anotação de Responsabilidade Técnica (esta anotação define, para efeitos legais, o responsável ou responsáveis pelo empreendimento. Sem ela praticamente não se consegue definir num caso de uma ação judicial, o responsável legal pelos trabalhos¹.) e o Certificado de Inscrição de Empresa.

O número de profissionais é adequado somente para o número de leitos existentes, entretanto foi constatado que havia superlotação, logo não havia profissionais suficiente para atender a demanda do HMG prejudicando a estrutura de acolhimento e da sala de cirurgias, sendo que a superlotação foi encerrada após a fiscalização do CREMERJ e os noticiários da imprensa.

O CREMERJ durante a fiscalização descobriu também que o HMG não possui equipamentos necessários para realizar Ultrassonografia com Doppler e Cardiotocografia, o que seria indispensável para a maternidade.

O jornal O Dia foi o jornal que mais se aproximou da verdade dos fatos e novamente o jornal O São Gonçalo tentou ludibriar o povo.

Muito obrigado à assessoria de comunicação do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro pela transparência no atendimento ao cidadão e ao jornal O Dia pela reportagem séria e verídica.

E agora tudo está esclarecido!

          Morte de adolescente em São Gonçalo comove internautas pelo Facebook   
Clique na imagem e vá direto para a postagem no facebook

No domingo, dia 17 de junho, a adolescente Ana Caroline de 17 anos, foi arremessada a 15 metros após um policial atingir a moto em que ela estava com o namorado. Seu irmão que estava em outra moto atrás do casal viu tudo e foi impedido de socorrer a jovem que faleceu no local.

Diz-se que os policiais pediram para o casal encostar com a moto e não obedeceram o chamado dos agentes da Polícia Militar, mas sabe-se que os jovens não usavam armas e nem drogas. O despreparo para a abordagem foi demasiada, dado que se eles não estavam armados, bastaria se fazer um cerco policial e logo aplicar a lei no que se refere a fuga realizada, se é que a mesma realmente ocorreu (toda a perícia ainda está sendo realizada).

Mesmo sabendo que muitos bandidos utilizam este tipo de veículo, não se pode generalizar e agir desta forma. Da mesma forma que não podemos generalizar todos os policiais pelo erro individual de alguns. Deve ser feito treinamento intensivo de como abordar alguém e de como agir caso a abordagem seja ignorada, para que mais inocentes como esta jovem, não morram. 

Recebi o link de uma reportagem do Bom Dias Brasil (Rede Globo) do dia 26 de julho de 2010, sobre um adolescente que estava na garupa da moto com o pai e um PM de Fortaleza (CE) abordou disparando um tiro na cabeça do jovem de 14 anos, por achar que o mesmo era um bandido. (Veja: Policial mata jovem de 14 anos, por engano, na frente do pai)

Fiquei muito emocionado com o caso, pois perder uma vida inocente e de uma forma tão trágica é algo muito ruim para a família, os amigos e para a sociedade em geral que começa a se sentir desprotegida, e  ontem à tarde coloquei uma imagem na fan page do Ponto SG para não deixar o caso se encerrar e pedirmos que a justiça seja feita, e aconteceu o que não esperava: em menos de 24 horas foi realizado mais de 1600 compartilhamentos e centenas de curtições, além de vários comentários indignados com o caso.

Agora só nos resta esperar que a justiça seja feita!

          World of Warcraft’s latest story update enters the Public Test Realm   
World of Warcraft’s 7.3 patch is almost here, leading players to the Legion’s home world. The story of World of Warcraft’s Legion expansion is moving ever forward as Blizzard gets ready to kick off Patch 7.3. This update lets players take the fight against demons back to the Legion home world of Argus, in what’s […]
          Frutas afrodisíacas para hacer el amor   

Las frutas afrodisíacas son alimentos que pueden estimular el apetito sexual de una persona. Los alimentos afrodisíacos tienen un origen casi tan antiguo como el hombre, pues ya civilizaciones milenarias como la griega o la egipcia los conocían y utilizaban para aumentar el deseo sexual y el vigor. Si quieres organizar una cena romántica con esa pareja que has conocido en Agregame y que sea un evento realmente especial, te recomendamos las siguientes frutas afrodisíacas para hacer el amor: El plátano. Es considerada una fruta afrodisíaca tanto por su forma, que asemeja al aparato sexual masculino, como por sus componentes. El

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          Elon Musk termina primeiro túnel subterrâneo para carros   
Equipamento da empresa The Boring Company, de Elon Musk (Foto: Reprodução)

 

Em janeiro deste ano, Elon Musk anunciou que iria criar uma empresa de escavação para construir túneis e acabar com o trânsito da cidade de Los Angeles. Aprendemos a não duvidar do CEO da Tesla quando ele realmente recebeu a entrega de uma escavadeira gigantesca marcada com o nome da empresa The Boring Company - um trocadilho em inglês com as palavras “escavar” e “entediar”.

Esta semana, Musk usou sua conta no Twitter para anunciar que a escavadeira batizada de "Godot", em referência a uma peça de teatro de 1953, completou a primeira fase da construção do túnel de LA. O CEO da Tesla também divulgou vídeos do novo túnel e afirmou que o esqueleto do elevador para carros já foi instalado, e deve começar a funcionar na próxima semana. 

 

 

O plano inicial é criar uma rede com até 30 níveis de túneis para carros. No vídeo publicado por Musk, os veículos ficam sobre as plataformas dos elevadores, que vão até o subsolo e podem atingir a velocidade de até 200 km/h para escapar do trânsito.  E parece que o projeto está saindo do papel. 

 


          Transacácio entrega Intermarine 760 Full em Capitólio – MG   

Escapas do Lago é realmente um lugar fantástico. Localizada entre a Serra da Canastra e o Lago de Furnas, a cidade de Capitólio possui muitos atrativos naturais. Conhecida por muitos como o “Mar de Minas“, o Lago de Furnas é o principal atrativo do município […]

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          PREFEITURA AGUARDA NOVO LAUDO PARA DEFINIR SITUAÇÃO DO SHOPPING POPULAR   
A Prefeitura Municipal de Itabuna está empenhada para que uma das obras mais aguardadas pelos trabalhadores do mercado informal de Itabuna, o Shopping Popular, tenha uma conclusão definitiva o mais rápido possível. Isto porque parte da obra desabou no final da gestão passada, e desde então, a obra seguia parada. Logo ao assumir a Prefeitura de Itabuna, o prefeito Fernando Gomes determinou que as equipes técnicas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente se empenhem para uma conclusão segura e definitiva do empreendimento.

O Secretário Patrick Olbera Monteiro, titular da Sedur, lamenta o fato da administração anterior ter pago cerca de R$ 2 milhões a Statuss Construtora por uma obra inacabada. “Fico muito triste em falar do Shopping Popular, por ter sido um grande desperdício de dinheiro público da gestão passada. No começo do ano tentamos ver se havia possibilidade de recuperação da estrutura do prédio, pois havia um laudo pericial dando algumas condições, mas durante visita in loco percebemos que tinha muito erros de projeto e erros de execução, e em nome da segurança não prosseguimos com a obra”.

Na tentativa de solucionar este impasse, o secretário informa que a Prefeitura foi em busca de uma segunda opinião técnica. “Consultamos outra empresa terceirizada de Salvador, para que faça um laudo técnico bem estruturado do prédio e assim possamos saber se realmente ele poderá ser recuperado”. E completa explicando que erros de projeto ocorrem quando o projetista erra no cálculo da estrutura. “Já em relação a erros de execução, a empresa não cumpre o que está no projeto”.

E ressalta que infelizmente está ocorrendo um desgaste do assunto em questão, mas que ele não pode deixar a população e os ambulantes em risco, sem saber se o prédio, que tem capacidade para 136 boxes, terá segurança para suportar a carga. E finaliza anunciando que caso haja necessidade da obra ser demolida, o prefeito Fernando Gomes e o secretário de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente, John Nascimento, estão estudando uma segunda opção de local para o Shopping Popular. 

          División de opiniones en MotoGP: "espero que no haya nadie que se caiga porque está centrado en los mensajes de la pantalla"   

Ducati Motogp Alemania 2017

Estaba claro que la nueva normativa sobre los mensajes en los dashboards en el Campeonato del Mundo de MotoGP iba a traer cola y no todos los pilotos iban a estar de acuerdo. Poco han tardado en dar su opinión los pilotos en la rueda de prensa previa al Gran Premio de Alemania y hay declaraciones para todos los gustos.

Este mismo fin de semana se pondrá a prueba y a partir de 2018 se utilizará tanto en MotoGP como en Moto3, dejando la categoría intermedia de Moto2 para 2019 coincidiendo con el cambio de suministrador de motores.

Todos coinciden en la seguridad

Andrea Dovizioso Motogp Alemania 2017

El caso es que parece que no todos los pilotos de la parrilla de MotoGP están de acuerdo con este nuevo sistema de información que les permitiría, entre otras cosas, saber si hay bandera roja, si han sido sancionados o si tienen que entrar al box.

El actual líder del campeonato, Andrea Dovizioso, es uno de los que se ha mostrado a favor cuando le han preguntado y cree que es algo positivo “Siempre he estado a favor en las comisiones de seguridad, pero hay pilotos que pueden leerlos y otros no. Además, en Ducati ya han estado hablando con Danny Alridge sobre el formato de los mensajes y están decididos a probarlos este mismo fin de semana.

Dani Pedrosa Motogp Alemania 2017

Marc Márquez es otro de los que se muestra a favor y cree que más que para dar información, por ejemplo, sobre el momento idóneo para entrar a cambiar de moto en una carrera flag to flag, “puede ser interesante para las cuestiones de seguridad”.

Valentino Rossi se ha mostrado un poco indiferente sobre este nuevo sistema y cree que “que podamos contar con esa opción es algo bueno”, no obstante, también piensa que es un sistema mucho más útil en los coches, ya que tienen más tiempo para poder mirar en la pantalla y ese no es el caso de una MotoGP cuando no dejas de enlazar una curva tras otra.

Cal Crutchlow Motogp Alemania 2017

Por último, el que más objeciones le ha puesto a este nuevo sistema ha sido Cal Crutchlow, el piloto del LCR Honda, en unas declaraciones a nuestros amigos de Motorsport.com, piensa que “ya lo paso mal para ver lo que me ponen en la pizarra, o sea que no creo que pueda ver las órdenes de la pantalla” y cree que puede desconcentrar a los pilotos: “solo espero que no haya nadie que se caiga porque está centrado en el cuadro de mando cuando realmente debería estar frenando”.

Fotos | Ducati
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          Frieze lets the sculptures play outside before the big tents arrive   

The Frieze Sculpture exhibition is coming early to Regents Park. The show, which opens in July this year rather than in October (as it usually does to coincide with Frieze art fair), will include 25 works selected by Clare Lilley, the director of programme at Yorkshire Sculpture Park. It includes examples by Eduardo Paolozzi, Emily Young, Rasheed Araeen, Ugo Rondinone and Sarah Sze.

The selection is made from works proposed by galleries, and there are sculptures that we especially pursue, Lilley says. One of the highlights will be the Polish artist Alicja Kwades Big Be-Hide (2017). Kwade is a rising star, and her sculpture works brilliantly outdoors, Lilley says. It engages diverse people, so it is particularly apt for the public realm.

Kwade often uses mirrors and replicas of rocks made from different materials in her work. She plays with our perception of truth and confounds what we believe to be real objects, real space, material and light, Lilley says. Her stones and mirrors form an almost magical door into alternative reality, she adds, bringing to mind Lewis Carroll and transcendental philosophy.

Frieze Sculpture, Regents Park, London, 5 July-8 October
          Abstraction in reverse: how Latin American Modernists changed how we see   
Hélio Oiticica with Nucleo 6 (1960-63, left) and Nildo of Mangueira wearing Oiticica's P15 Parangolé Cape 11, I Embody Revolt (around 1968) (© César and Claudio Oiticica)
The art historian Alexander Alberros new book, Abstraction in Reverse, which has just been published by the University of Chicago Press, offers a fresh perspective on how Latin American artists have altered our perceptions of Modern art. The central argument of the book is that abstract artists like Julio Le Parc, Toms Maldonado and Jess Rafael Soto, among others, made works that granted viewers a fuller stake in interpretation, which was no longer a matter of passive reception.


These artists "get rid of the 're-' in representation," Alberro says. "The dynamic of connection is between the spectator and the object, who now takes a greater role." Importantly, Alberro says, the artwork was no longer made in advance and then exhibited; rather, it was produced at the very site where the art object and spectator meet, where object and subject come together.



Latin American artists did not always have direct access to works by painters like Piet Mondrian and Kazimir Malevich, whom they admired. Often, works by artists like these were only available in black-and-white reproductions, which led to productive misreadings. In the first issue of the short-lived journal Arturo, which was founded in Buenos Aires in 1944, the artist Lidy Prati manually coloured in the reproductions of Mondrian's work. "When Soto finally saw a Mondrian, he realised he had it all wrong," Alberro says. "He thought Mondrian's work was completely smooth, with no visible brushstrokes and all straight lines meeting the edge of the canvas."



One of the keys to Alberro's book is that he takes a comparative approach to artists from various Latin American countries, which is a shift from the traditional narrative. "Artists like Le Parc in Argentina and Soto in Venezuela were dismissed or couldn't find a place in their national context," he says. "So Modernism, rather than an imposition, gave these artists the ability to speak and be heard in their own national contexts."



The below excerpt is taken from Alberro's introduction to the book.



During the mid-20th century, Latin American artists working in several different cities altered the nature of Modern art in ways that have never been fully appreciated. In this critical transformation, arts relation to its public was reimagined, and the spectator was granted a more significant role than ever before in the realization of the artwork. These developments unfolded in the context of a complicated mediation of the particular form of abstract art that European Modernist artists Theo van Doesburg, Max Bill, and others referred to as Concrete art. This type of abstraction resonated in Latin America not only as a result of European Modernisms hegemony but also because it articulated an experience of Modernity that, despite all cultural differentiation, was becoming increasingly global. Initially, in the 1940s, Latin American artists with Modernist ambitions faithfully adopted Concretism, following their European predecessors in banishing all categories of description and imitation in favor of an emphasis on the sheer inventiveness of a simple operation generated entirely from the mind of the artist and communicated lucidly to the spectator. The task of the spectator in turn was to avoid any particularities that might obstruct her deindividualized gaze and to subordinate herself entirely and without interference to the logic of the art object, enabling the artworks import, its meaning, to be comprehended fully. Vision was the primary means for this model of spectatorship, and any phenomenological aspect of the experience was to be avoided.

But Latin American artists would soon push Concrete art considerably beyond its established boundaries. Indeed, most of the artists whose work is central to Abstraction in Reverse created their distinctive identity by rejecting the a priori generalizations of pictorial or sculptural Concretism and offering an alternative to it. In their effort to imagine art as an integral aspect of an intellectual life that responded to their own particular concerns, they put aside the Concretist notion that the meaning of an artwork is established prior to its experience by the spectator in favor of a concept of artistic signification (as much as of consciousness and subjectivity) that assumes that meaning can be produced only in the site where the art object and spectator meet, where subject and object come together. I call the site of this intersection the aesthetic field of the artwork, defining it first and foremost as an area of possibility through which the spectator constructs meaning, and I focus this study on the structuring of artistic signification according to the interrelationship of subject and object within this aesthetic field. Consistent with their negation of idealist aesthetics, Latin American post-Concrete artists interwove the specificities of the material object and the context of its exhibition and display with the spectators subjective experience within the aesthetic field in ways that thread the work of art back into the fabric of the world.

By reshaping the aesthetic field to posit the spectator not as a disembodied receptor of optical stimuli but as an active subject engaged in a new kind of attentiveness and tactile encounter, post-Concrete artists opened the way for new modes of consciousness and experience, as well as new models of subject-object relations. My thesis, in brief, is that in breaking in various ways with the core dictums of Concrete art, Latin American artists in the mid-twentieth century reimagined the relationship of art to its public and produced artworks to challenge prevailing notions of the interconnection between subject and world, perceiver and perceived, objective reality and subjective experience. In this new con-ceptualization, art was no longer considered entirely autonomous and internally coherent but relationally dynamic, prompting the imaginative engagement of the spectator and producing meaning through this very relationality. The rationales underlying the generation of this art varied, as did the degrees and conditions of subjective agency it actualized, but the new post-Concrete art in Latin America fundamentally reconfigured the aesthetic field and Modernist spectatorship more generally, and the particular forms these new modes of sensibility took are the primary concern of this book.

Along with a realignment of the aesthetic field and the development of new conventions of spectatorship, ambitious mid-20th-century Latin American art manifested a new type of artistic subjectivity. For reasons that are as much political and cultural as they are aesthetic, these artists discarded the traditional, artisan-like exercise of manufacturing the artwork in favor of presenting catalytic objects or ensembles that encompass, and in fact require, the spectator for their completion. If, as noted a moment ago, Concrete arts form of spectatorship closed the art object in upon itself, conveying an idea or act carried out by the artist at an earlier moment, then the importance of the new post-Concrete work lies in the context of spectatorship. Henceforth the artist performs no longer as a creator for contemplation, but as an instigator for creation, as Brazilian artist Hlio Oiticica put it. In this new condition, the function of the artist is limited to the presentation of formal elements or situations to be constructed into artworks in the context of the aesthetic field. This process of configuration and the link between forms of artistic signification and forms of spectatorship are central theoretical concerns of this book. My argument is that meaning does not reside in the intent of the artist, nor in the essence of the art object, nor in its site of display, nor even in the consciousness of the spectator engaging with the work. Meaning is constructed in the aesthetic field, a space that includes all of these elements as well as writings and statements made by the artists and others about the work. In this respect, the aesthetic field differs from the logic of what philosopher Jacques Rancire refers to as an emancipatory practice of art in which the centered subject is fully capable of seizing hold of aesthetic experiences, and constitutes instead something similar to what philosopher Michel Foucault describes as an apparatus of a system of relations that is established among a set of components. My goal in what follows is to study what Foucault called the interplay of shifts of position and modifications of function among the elements that structure the work of mid-20th-century Latin American artists, keeping in mind that with each shift or modification the hierarchy of these constituent parts is readjusted or reworked. Moreover, insofar as the aesthetic field as an apparatus is always inscribed in what Foucault refers to as a play of power, it will be important to comprehend some of the reasons that led to this reconfiguration in the mid-20th century.

Then, too, the aesthetic field as an apparatus implies a process of sub-jectification; that is to say, it produces its subject, it orients the gestures, behaviors, opinions, or discourses of living beings into subject positions. This is what separates it from sociologist Pierre Bourdieus framework of a field of cultural production. Although both concepts theorize a field as hierarchical, the goal of Bourdieus analysis is to understand the ways in which the subjects and institutions that specialize in creating, displaying, distributing, and evaluating art interact, and in particular how the fully formed subject negotiates the social and economic context of art at a given time and in a particular place. The ensemble of relations that structure the aesthetic field that I propose includes the context singled out by Bourdieu. But I understand the spectatorial subject as a position that is itself formed in the aesthetic field. This approach requires paying greater attention than does Bourdieu to the way the dynamic system of relations established among the elements of the aesthetic field are configured, as well as to the spectators interaction with the formal or material techniques that actually make art.

The turn to action and participation in the context of spectatorship in Latin American art also marks a shift to an entirely different mode of social engagement of the artwork. The model of spectatorship that develops as artists attempt to reintegrate art into the social realm by asserting its relationship with the viewing subject turns outward into the third and fourth dimensions. This, in essence, is at the core of what I refer to as abstraction in reverse. To quote a 1960 text by Ferreira Gullar, a Brazilian critic whose early writings are important to my investigation, post-Concrete artists, in their attempt to reconnect the picture plane with paintings need for spatialization, invert traditional perspective and create an outward three-dimensional virtual space powerful enough to break away from (even abstract) representation. The gap between the ostensible permanence of the art object and the ephemerality of the spectators interaction with it accordingly narrows and in some cases collapses altogether. The artwork ceases to be a stationary object accessible to immediate and exhaustive viewing (that is, seen in its entirety) and invites an embodied reception located in space and time. The artistic experience becomes a transitional phenomenon, prompting the spectator to relate with others and with an environment that surrounds and envelops her. But rather than rest in the moment of desublimation, the spectator is induced by some of the artworks produced in this manner to see herself both as an integral subject and as an object of the perception of others, creating new, liberating spaces of sociability. Gone is the myth of the singular artist in absolute control of her creative production. Gone too is the traditional understanding of the ontology of art in which the artwork and its conceptualized essence stand apart from the world and unchanging for all time. In place of these singularities, these artworks posit a relational identity and set of processual operations that are not atavistic but disjointed, having multiple roots, facets, and directions. The subjective agency and creativity of the spectator become paramount in the realization of the artwork.

Alexander Alberro is the Virginia Bloedel Wright Professor of Art History and Department Chair at Barnard College
              
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          NBA Free Agency Shopping Lists: Atlantic Division   
Gordon Hayward is Boston’s top free agent target. (Getty Images)

Free agency is a complicated time full of misdirection, brief opportunities, and a whole lot of persuasion. We’ve put together these shopping lists to ensure every team stays on track.

Boston Celtics

2016-17 record: 53-29, eliminated in the conference finals

Unrestricted free agents: Jonas Jerebko, Amir Johnson, Gerald Green, James Young

Restricted free agents: Kelly Olynyk

The Celtics are cruising into July with big dreams, and unlike many other teams that enter free agency with far-fetched visions of wooing multiple stars, Boston’s are realistic. Plan 1A: Sign Gordon Hayward, then trade for Paul George, in that order. Plan 1B, maybe: Sign Blake Griffin, then swoop in for George. The latter actually might make more sense fit-wise, but, if reports and rumors are to be believed, the Celtics have had their sights set on Hayward for a while, and he appears to be their first choice. He’ll talk shop with Boston this weekend, sandwiched in between meetings with Miami and Utah.

The plans sound wonderful in theory. But there are plenty of potential hiccups. The wait for Hayward will be excruciating. If he does indeed opt for a reunion with Brad Stevens, Boston will then have to clear cap space to fit his presumed max contract under the salary cap — something that became a bit more difficult when the NBA slashed its cap projection from $101 million to $99 million. Even if the Celtics renounce all five of their free agents and waive Tyler Zeller, they may be squeezed on max room. That means they may have to part ways with even more assets to fit Hayward into cap space.

Then, after what could be a lengthy (by NBA free agency standards) wait, they’ll have to hope George is still available. Indiana has been talking to other PG-13 suitors, and may not be comfortable turning down other enticing deals to hold out for Boston’s package. After all, what if Hayward goes elsewhere?

If he does, and if Griffin lands elsewhere, shelling out for what could be a one-year rental for George makes significantly less sense for Boston. If Danny Ainge strikes out, he could — and probably should — hold on to his valuable assets, maintain flexibility, and build for three or four years down the road.

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If everything goes right, the Celtics will add Hayward and George to a core of Isaiah Thomas, Al Horford, Jaylen Brown, Jayson Tatum and whoever doesn’t get flipped to pave way for two All-Stars. They could then add an athletic big man with their mid-level exception, and gear up to battle the Cleveland Cavaliers for East supremacy. But a lot of contingencies must be in place if the Hayward-George pursuit doesn’t go to plan.

Brooklyn Nets

2016-17 record: 20-62

Unrestricted free agents: Randy Foye, K.J. McDaniels (Nets will reportedly decline team option)

Restricted free agents: None

The Nets are still struggling for breath under the oppressive weight of the 2013 Kevin Garnett-Paul Pierce trade, but the wheezing is gradually turning into deeper intakes and outtakes. Brooklyn now has a centerpiece — or at least a building block — for its rebuild in D’Angelo Russell. It has a semblance of stability and direction. But it still has a striking dearth of talent, and no chance of contending within the next few years. That means the Nets should look to make one of two moves.

First, they could snoop around for trade partners looking to offload big contracts, just like they did with the Lakers and Timofey Mozgov in the Russell deal. With plenty of cap room, the Nets can afford to take on dead weight if it means also acquiring future first-round picks or talented youngsters.

Second, they could throw money at restricted free agents coming off their rookie deals to try and pry any away from their incumbent teams. Targeting established stars is unrealistic, and targeting aging veterans is useless, but targeting a 24- or 25-year-old who can develop along with Russell meshes with Brooklyn’s timeline. Otto Porter, Nerlens Noel and Kentavious Caldwell-Pope should be at the top of their list. If those big-money offers get matched, GM Sean Marks could turn to guys like Tim Hardaway Jr. or Kelly Olynyk.

The downside of handing a four-year deal to a player like Porter or Noel is it restricts Brooklyn’s cap flexibility going forward, and could hinder its pursuit of big-time free agents in 2019 or 2020. That’s why rumors have linked the Nets with veterans like J.J. Redick, who may not command more than two or three years. That would maximize Brooklyn’s cap space for more important offseasons in the future. But taking a chance on Porter or Noel might be worth it.

Are the Knicks still building around Carmelo Anthony and Kristaps Porzingis? (Getty Images)

New York Knicks

2016-17 record: 31-51

Unrestricted free agents: Derrick Rose, Justin Holiday, Sasha Vujacic

Restricted free agents: Ron Baker

The Knicks enter free agency without a team president. That, in most cases, is not a good thing. On the other hand, they’re now free from the constraints of the Triangle and Phil Jackson’s insistence on bringing in players to fit in his antiquated offense. That, undoubtedly, is a very good thing.

Jackson, however, has left the Knicks with more problems than potential for growth. The first order of business should be repairing the organization’s relationship with Kristaps Porzingis. The second should be figuring out what to do with Carmelo Anthony. Is there a palatable trade offer out there? How forgiving would Anthony be in buyout negotiations? A trade is the preferable option, but Anthony, of course, has a no-trade clause. Coach Jeff Hornacek was non-committal when asked about Anthony’s future with the team.

As for free agency, the Knicks need help in the backcourt, where they are alarmingly thin. They could basically use any guard — well, except Derrick Rose. Before Jackson’s ouster, there were reports that the Knicks had interest in re-signing their expensive, ineffective point guard. That would be absurd.

A better move would be to bring back Justin Holiday, and perhaps bring in a veteran point guard or combo guard to mentor — or simply take the load off — first-round pick Frank Ntilikina. There is reportedly mutual interest between the Knicks and Jeff Teague. Jrue Holiday and George Hill could be options in a similar realm.

Overall, the Knicks could be extremely quiet. Or a resolution to the Anthony situation could trigger a flurry of moves. With no replacement for Jackson as of Friday morning, their direction remains up in the air.

Philadelphia 76ers

2016-17 record: 28-54

Unrestricted free agents: Tiago Splitter, Sergio Rodriguez

Restricted free agents: Alex Poythress

The Sixers won’t be too active in the coming weeks, but they’re nonetheless in an interesting spot. They have loads of cap space, but not much roster space, and a slew of players that will be up for new deals in coming years. As a result, the Sixers should limit their free agency haul to one or two players.

J.J. Redick makes a ton of sense as a top target. The Sixers can offer him big money for two years, or maaaaaybe three, without handicapping themselves when the time comes to make a real splash in free agency. Redick can space the floor for a young team that desperately needs shooters. He can also offer a strong veteran presence in the locker room.

Or the Sixers could stay patient, and wait until 2018 or 2019, when a) more attractive options could arise, and b) Philadelphia will be a more attractive destination for free agents. GM Bryan Colangelo and his staff need to refrain from spending just to spend. Handing a four-year, big-money deal to someone like Kentavious Caldwell-Pope could end up being a grave mistake.

The other logical move is to extend Robert Covington on a front-loaded deal. Such an extension would allow the Sixers to pay Covington fairly while also softening his cap hit down the line to around $10 million. A Covington renegotiation, along with one veteran free-agent signing, should be the priorities.

Will Toronto keep its core together? (Getty)

Toronto Raptors

2016-17 record: 51-31, eliminated in conference semifinals

Unrestricted free agents: Kyle Lowry, Serge Ibaka, Patrick Patterson, P.J. Tucker

Restricted free agents: None

The next few weeks in Raptor-land revolve around Kyle Lowry. Will the 31-year-old All-Star point guard bolt? Or will he re-sign? Or do the Raptors even want to bring him back? The answers to those questions should dictate the direction of the franchise this summer and for years to come.

If Lowry stays, Toronto would have no cap room, but could bring back its own guys and make another run at a top-four finish in the East. The payroll would climb to slightly unnerving levels, but that’s the price of ambition. If ownership and management decide they want to stay competitive, there is no choice but to go all in to retain Lowry, Ibaka and probably Patterson, too. Any other pieces would have to be added either using exceptions or via trade (Jonas Valanciunas should be on the block … and, if they really want to get crazy, maybe DeMar DeRozan as well?).

But if Lowry leaves, or if the team decides his price tag is too hefty, the first domino of the rebuild falls. The second domino should be to let Ibaka and Tucker walk. The third should be drawing a line in the sand during negotiations with Patterson, and possibly walking away from them if the dollar figures get out of control. The fourth could be trades of veterans for younger assets. The Raptors can’t even come close to contending without their star point guard; therefore, if they lose him, they shouldn’t even try to. They’re overdue for a rebuild, and being spurned by Lowry could force their hand.

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          The Unspeakable Oath   
Published 30 June 2017 | Arkham Horror: The Card Game

The Unspeakable Oath

Announcing the Second Mythos Pack in The Path to Carcosa

"…So numerous are the recorded troubles in insane asylums, that only a miracle can have stopped the medical fraternity from noting strange parallelisms and drawing mystified conclusions."
     – H.P. Lovecraft, The Call of Cthulhu

Fantasy Flight Games is proud to announce the upcoming release of The Unspeakable Oath, the second Mythos Pack in The Path to Carcosa cycle for Arkham Horror: The Card Game!

It was always going to come to this… You're finally headed to the asylum.

Something about the mysterious play, The King in Yellow, had nagged at the corners of your mind before it arrived in Arkham, and you began investigating. You learned madness and disaster followed the play everywhere it went. And still you dug deeper.

You attended the performance. You came face to face with terrors that still haunt you. And then—having barely survived your earlier encounters, and hanging onto the remnants of your tattered sanity—you went to the Arkham Historical Society in search of even more information.

Now, as you look to carry forward through The Path to Carcosa campaign, you may find yourself wracked by Doubt and surrounded by Lunatics. And, still, you'll catch hints of deeper and darker secrets.

What Madness Compels You?

With the new scenario coming in The Unspeakable Oath, Arkham Horror: The Card Game continues and deepens its exploration of the mystical realms between the traditional roleplaying and card game experiences.

First of all, you have the strong sense of place that's exceedingly rare among card games. You're not wandering the streets of Arkham, nor the wooded New England hillsides. Instead, you're wandering the hallways of an eerily quiet asylum—perhaps punctuated, at times, by mournful howls or manic laughter—and need to gain passage through several locked doors.

The fact that doors can be locked against you is important in the sense that it allows the adventure to unfold at the same sort of pace with which a Game Master might walk you through an adventure. And it matters because you can only act upon objects and information in your investigator's location. Moreover, if you and your fellow investigators split your company, you might cover more ground… or you might render yourselves vulnerable.

Next, you have the different ways the scenario preys upon the game's cooperative nature and the relationships you try to maintain with your fellow investigators. After The Path to Carcosa introduced the Hidden keyword, which forces you to hold cards in your hand—and keep them hidden from the other investigators—The Unspeakable Oath adds more of these cards, so that your experience of the game might not match that of the other players. And none of them will understand you.

Your secrets will isolate you from your companions. In the depths of an asylum.

Think about that…

Finally, the scenario breaks away from the traditional customizable card game experience by forcing you to live with the consequences of other games.

Yes, you can play and enjoy The Unspeakable Oath as a standalone adventure, but for those who dare to look more deeply, The Unspeakable Oath comes to life most fully as part of The Path to Carcosa campaign. It is, in fact, the fourth chapter in that campaign, and it represents the nexus of many possible paths through time and space. But those paths are not all equal.

Normally, when you sit at your table to play a customizable card game, you start fresh. There's nothing imposing itself upon your starting hand or the resources with which you might start the game. But in the Arkham LCG®, the choices you make in earlier adventures may come back to haunt you later on. The game's basic structure is the campaign, as in an RPG, and you are often given choices to make in your games—and between them—that aren't clearly about winning or losing, but just about how your investigator would respond to a given situation.

And in The Unspeakable Oath, these choices already come back with profound ramifications, literally restructuring the adventure depending upon the consequences of your earlier investigations. Choices you make in your games—the people to whom you choose to speak and the ways you interact with powerful artifacts—will impact the structure of the adventure's act deck, as well as the composition of its encounter deck.

You're Never Truly Alone

Along with its new scenario, The Unspeakable Oath introduces twenty-four new player cards (two copies each of twelve different player cards) that allow you to "learn" from your mistakes. As you gain experience, you can use that experience to enhance your deck with cards like Forewarned (The Unspeakable Oath, 150) and A Test of Will (The Unspeakable Oath, 156).

Alternatively, you may forge an alliance with one of the Mythos Pack's new Patrons, Charles Ross, Esq. (The Unspeakable Oath, 149) and Dario El-Amin (The Unspeakable Oath, 151). Naturally, as Patrons, both of these gentlemen come with valuable connections.

Charles Ross, Esq. helps you gain access to a whole host of powerful Items, reducing their costs by one each time he exhausts. You can think of him as your personal connection to the Disc of Itzamna (Core Set, 41), making it easier to afford and discard—and then to afford again. While your investigator has a limited number of body slots to which these Items can be assigned, meaning there's a limit on the total financial benefit you can derive from recruiting the services of Charles Ross, Esq., it's worth noting that that limit is a great deal less restrictive than it might first appear.

First of all, there's the fact that you might choose to discard one Item in favor of another—or just because discarding it is in your best interests. Many of the game's most powerful Items, like the Disc of Itzamna, are discarded when you use them, and Charles Ross, Esq. lends significant value if you intend to use these items over and over—such as you might if you're playing Rex Murphy (The Dunwich Legacy, 2) with Scavenging (Core Set, 73).

Perhaps more importantly, there's the fact that the Arkham LCG can support as many as four players, and Charles Ross, Esq. works with any investigator at your location, not just yours. If you and your teammates can coordinate your purchases, Charles Ross, Esq. can easily save your group at least one resource each and every round.

Meanwhile, the unscrupulous Dario El-Amin can provide you access to an astonishing array of benefits, all of which should certainly help you find your way out of the asylum. As a single action, Dario El-Amin allows you to claim two resources. He's also more than willing to offer bonuses to both your Willpower and your Intellect—provided you can meet his demands.

Dario El-Amin may be a Patron of the arts, but it's clear that he's looking less to prop up struggling artists than to invest in characters and endeavors with records of proven success. The permanent attribute boosts that Dario El-Amin can provide are fantastically valuable, but the Patron requires you to sit on a stockpile of no fewer than ten resources if you want those bonuses.

Fortunately, that's not too much of a problem for Rogue investigators like Jenny Barnes (The Dunwich Horror, 3), who can gain resources fast with cards like Burglary (Core Set, 45), Hot Streak (Core Set, 57), and Lone Wolf (Blood on the Altar, 188). And once you have all those resources at your disposal, it'll be good to know that Dario El-Amin will be, at least, a little invested in seeing you make your way out of the asylum.

Adversity Breeds Adventure

It's a good thing that Arkham Horror: The Card Game isn't real life. We don't really want to stare down unspeakable horrors, suffer grievous internal injuries, and feel our minds fracturing with the burden of all we've witnessed.

But it makes for great fiction. And in the Arkham LCG, it makes for great adventure.

Soon, you'll have your chance to enjoy yet another of these horrifying adventures. In The Unspeakable Oath, you'll find the world closing around you. You'll be stuck in the asylum. Surrounded by Lunatics. Threatened by monsters and madness… And your games couldn't be better!

Look for your chance to revel in the madness when The Unspeakable Oath (AHC13) makes its way to retailers in the third quarter of 2017!

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          Títeres de cachiporra de Arbolé   

Quédate en Verano

Descripción:

Pelegrín es un muñeco aventurero y pendenciero, de doble moral, lleno de matices y contrastes; feo, pero atractivo. Con la cachiporra realmente resuelve sus entuertos como a veces hay que hacerlo: abriendo la cabeza a la gente, no tanto para hacerles daño, sino para hacer que les entren las ideas. Pelegrín es, sobre todo, un antihéroe. Aunque su astucia le haga salir airoso de las aventuras más difíciles, no es un superhéroe, sino un superviviente. Todo ello hace que los niños de ahora, los del pasado y los del futuro disfruten de las aventuras, las desventuras, el ingenio, la torpeza, el valor, el miedo, las verdades y las mentiras de este viejo héroe del teatro de títeres más popular.

Se incluye dentro del programa Quédate en Verano del Ayuntamiento de Zaragoza.

Lugar: Parque La Granja, Zaragoza

Fecha: 8 de Julio del 2017

Horario: 20:00h.

Precio: Entrada gratuita

Tipo: Infantil



          La digitalización, clave para elevar la productividad en Iberoamérica   
La digitalización en América Latina ha progresado significativamente desde el año 2009, acortando la brecha que separa a la región de los países de la Península Ibérica. Sin embargo, y a pesar de que el avance ha sido de 24 puntos, hasta alcanzar los 45 sobre 100, el nivel de digitalización del consumo todavía se mantiene alejado de los 60 puntos que ostentan España y Portugal.

Ante esta disparidad, el último informe del Consejo Iberoamericano para la Productividad y la Competitividad insiste en la necesidad de acercar los indicadores para acelerar el desarrollo del ecosistema digital iberoamericano y elevar la productividad de estas regiones.

El documento, elaborado en colaboración con la Fundación privada Cotec para la Innovación, diagnostica las carencias y pone de relieve los retos de la región en el sector digital, cuyo peso económico en términos de las ventas brutas como porcentaje de Producto Interior Bruto (PIB) alcanza el 2,8% en la Península Ibérica y hasta el 4,3% en América Latina.

Cuarta revolución industrial

"Debemos pensar en el futuro y en la cuarta revolución industrial, donde la tecnología es excesiva", advirtió durante la presentación del informe en la Casa América de Madrid el copresidente del Consejo Iberoamericano para la Productividad y la Competitividad, Enrique García. Para el expresidente ejecutivo del Banco de Desarrollo de América Latina (CAF), el problema de Latinoamérica reside en que su modelo económico sigue ligado al de las ventajas comparativas, donde se invierte en innovación una parte muy reducida del PIB.
En esto coincidió el profesor de la Universidad de Columbia Raúl Katz, quien apostó por las políticas públicas e iniciativas privadas para "desbloquear las barreras a la innovación". En este sentido, los expertos proponen el establecimiento de programas de digitalización, liderados por el sector público, con el asesoramiento y la participación privada, cuyo objetivo prioritario sea el cierre de la brecha digital. 

Como se ha apuntado, Iberoamérica presenta un desarrollo desigual en cuanto a la digitalización del consumo. Argentina, Chile, Colombia, Panamá y Uruguay encabezan la lista de los países latinoamericanos más digitalizados, aunque "América Latina se está acercando cada vez más al nivel de desarrollo digital de España y Portugal, con un crecimiento del 7% anual, comparado con el 3 o 4% que experimenta España actualmente", añadió Katz al respecto. Por otro lado, según detalla el informe, los programas de digitalización deben incluir iniciativas específicas en cuatro áreas: calidad de la enseñanza, inversión en infraestructuras, digitalización de las pymes y armonización de las regulaciones digitales entre los países.

Inversión y capital humano

Para avanzar en esta transformación, los países deberían solventar dos de sus grandes debilidades: la inversión y el capital humano. En palabras del profesor, "estamos aumentando el consumo de productos digitales, pero la capacidad de sostener estas necesidades es muy inferior a la demanda. Esto provoca que dichos productos sean creados fuera de la región". 

De hecho, las infraestructuras latinoamericanas se encuentran muy bien posicionadas en relación a las que están presentes en la Península Ibérica. América Latina se sitúa en 80 puntos sobre 100 en este aspecto, empatando con Portugal y tan solo un punto por debajo del índice que posee España. 

En relación a la digitalización de la producción, y teniendo en cuenta las infraestructuras, los insumos, el procesamiento, la distribución y la digitalización agregada, los países más avanzados de Iberoamérica son Argentina, Brasil, Chile, Colombia, España, México y Portugal. En este caso, la diferencia entre España (66,8), Chile (65,87) y Colombia (64,48) es realmente mínima. 

Así, según recordó el secretario de Estado para la Sociedad de la Información y la Agenda Digital, José María Lassalle, "Iberoamérica impulsó la globalización". "Si alguien tiene oportunidades estratégicas para ser protagonista de la revolución digital, estos son los países iberoamericanos", concluyó.


          Plants in Disguise   

So … did any of you come up with your own idea for air plant vessels? Did you think about turning them upside down? I know I didn’t but I have to agree that once you do that, they are going to look like live creatures. Perhaps that is how one crafty lady came up with the creative creatures you see here.

On her Etsy site, Jellyfish Kisses, Lish Jellyfish (I’m thinking that is not her real name … just a guess) integrates air plants with sculpted vessels off all kinds of creatures. Some are so well-integrated, you might now know it’s a plant tucked in there, at least not right away. It’s just fun stuff and I thought these images might push you aspiring air plant vessel makers to thinking beyond upright containers and into other realms. I mean, that is the advantage of air plants … they can be situated in any direction, as long as they have a spot to tuck their toes in and hold on.

For more creative ideas for vessels, just plug-in “air plant” and other key words like “vessel”, “clay”, or “holder” into Pinterest, Google Images, Instagram or other favorite visual site and just immerse yourself in all the possibilities!

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        The Great Create Sept 15 blog

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          Spurgeon on Winter and Suffering   
I am reposting something Lauren Chandler posted on her blog this morning – it is particularly relevant for them as they struggle through this difficult news of Matt’s tumor, discovered when he had a seizure and fell in his home on Thanksgiving day.

But it is relevant for all of us as we struggle through various seasons of pain, loss, frustration. Sometimes it is a death in our extended or close family. Perhaps it is frustration with a job search or with career growth. Or other issues.

This was encouraging to me, and I hope will be to you at all. Spurgeon seems to be saying that God uses these winter seasons not only to kill off disease or germs in our own life (to further refine and grow us in a later season), that God is sovereign and not out of control, but also that God is a present and living presence that we can count on as we go through difficult times and seasons.

Morning + Evening by C.H. Spurgeon--December 1, Morning:

"Thou hast made summer and winter."
--Psalm 74:17

My soul begin this wintry month with thy God. The cold snows and the piercing winds all remind thee that He keeps His covenant with day and night, and tend to assure thee that He will also keep that glorious covenant which He has made with thee in the person of Christ Jesus. He who is true to His Word in the revolutions of the seasons of this poor sin-polluted world, will not prove unfaithful in His dealings with His own well-beloved Son.

Winter in the soul is by no means a comfortable season, and if it be upon thee just now it will be very painful to thee: but there is this comfort, namely, that the Lord makes it. He sends the sharp blasts of adversity to nip the buds of expectation: He scattereth the hoarfrost like ashes over the once verdant meadows of our joy: He casteth forth His ice like morsels freezing the streams of our delight. He does it all, He is the great Winter King, and rules in the realms of frost, and therefore thou canst not murmur. Losses, crosses, heaviness, sickness, poverty, and a thousand other ills, are of the Lord's sending, and come to us with wise design. Frosts kill noxious insects, and put a bound to raging diseases; they break up the clods, and sweeten the soul. O that such good results would always follow our winters of affliction!

How we prize the fire just now! how pleasant is its cheerful glow! Let us in the same manner prize our Lord, who is the constant source of warmth and comfort in every time of trouble. Let us draw nigh to Him, and in Him find joy and peace in believing. Let us wrap ourselves in the warm garments of His promises, and go forth to labours which befit the season, for it were ill to be as the sluggard who will not plough by reason of the cold; for he shall beg in summer and have nothing.

          La respuesta a por qué nos fatigamos en el ejercicio podría estar aquí: la teoría del gobernador central    

Fatiga

¿Por qué nos fatigamos mientras hacemos ejercicio? ¿Qué nos obliga a parar? Durante muchos años las investigaciones han intentado encontrar el sentido funcional de la fatiga. Según la teoría del gobernador central, el cerebro tiene un papel clave en este proceso.

¿Qué es realmente la fatiga?

El concepto de fatiga es complejo y ha adquirido diferentes definiciones a lo largo del tiempo, incluyéndose entre estas las siguientes:

  • Fallo para mantener la fuerza requerida o esperada.
  • Fallo para continuar trabajando a una intensidad de ejercicio determinada.
  • Pérdida de la capacidad de desarrollar fuerza o velocidad de un músculo como resultado de la actividad contra una carga y que es reversible con el descanso.
  • Circunstancia en la que la respuesta contráctil obtenida es menor que la obtenida con anterioridad con una estimulación de idénticas características.
  • Sensaciones de cansancio y disminución asociada en el rendimiento y en la función muscular.

Por tanto, podemos decir que la fatiga involucra un fallo, pérdida o disminución en la fuerza y el rendimiento muscular.

Los diferentes tipos de fatiga

La fatiga se divide principalmente en dos tipos:

Fatiga central

Es una reducción en el impulso neural hacia los músculos que resulta en una disminución en la producción de fuerza o en el índice de manifestación de ésta, que ocurre independientemente de los cambios en la capacidad contráctil del músculo.

Además de esta fatiga central existe una sensación de aumento del esfuerzo, pérdida de la constancia, aumento de los temblores y reclutamiento progresivo de otros músculos no directamente implicados en la tarea fundamental.

Esta sensación de esfuerzo parece derivar de la necesidad de aumentar los comandos centrales para conseguir reclutar un número de motoneuronas suficientes para acometer la tarea objetivo.

Fatiga periférica

Es conocida como una disminución en la capacidad de generar fuerza del músculo esquelético como resultado de alteraciones en los potenciales de acción en la unión neuromuscular, fallos en el proceso de excitación-contracción o alteraciones en los mecanismos contráctiles, no habiendo una disminución y pudiendo haber incluso un aumento en el impulso neural.

Por tanto, los mecanismos de fatiga son complejos, con componentes tanto periféricos (dentro del propio músculo) como centrales (en el sistema nervioso).

A su vez, dependerán de factores relacionados con las características del ejercicio que se esté realizando (duración e intensidad y grupos musculares implicados) y las particularidades del sujeto que lo realiza (edad, sexo y condición física) o del ambiente en el que lo realiza (calor y humedad).

Fatiga central y periférica

Así funciona la teoría del gobernador central

La teoría del gobernador central fue propuesta por el científico sudafricano Timothy David Noakes, siendo revisada y ampliada a partir de la teoría de Archibald Hill en los años 30, proponiendo el primero un modelo más complejo.

En palabras de Noakes (y su equipo de investigación) (2012), la fatiga es "una emoción derivada del cerebro que regula el comportamiento del ejercicio para garantizar la protección de la homeostasis de todo el cuerpo".

La fatiga es una emoción derivada del cerebro que regula el ejercicio para proteger la homeostasis del cuerpo

Según esta teoría, el sistema nervioso central regula el ejercicio específicamente para asegurar que cada periodo de ejercicio termina mientras que la homeostasis se mantiene en todos los sistemas corporales.

El cerebro utilizaría los síntomas de la fatiga como reguladores clave para asegurar que el ejercicio es completado antes de que surja un daño.

En otras palabras, el sistema nervioso central optimiza el rendimiento en el músculo fatigado eligiendo el patrón de contracción muscular más económico y seguro en todo momento.

Cerebro

¿Estas sensaciones son iguales en todas las personas?

No, estas sensaciones de fatiga son únicas para cada individuo y son una ilusión, ya que su generación es en gran medida independiente del estado biológico real del deportista en el momento en que se desarrollan.

El modelo indica que los intentos de comprender la fatiga y de explicar el rendimiento atlético humano superior únicamente sobre la base de las respuestas fisiológicas y metabólicas conocidas del cuerpo al ejercicio son erróneos.

Esto es así desde que las decisiones mentales subconscientes y conscientes hechas por los ganadores y perdedores, tanto en el entrenamiento como en la competición, son los últimos determinantes tanto de la fatiga como del rendimiento deportivo.

El modelo del “Gobernador Central” de la regulación del ejercicio propone que el cerebro regula el rendimiento del ejercicio modificando continuamente el número de unidades motoras que son reclutadas en las extremidades que se están ejercitando.

El cerebro modifica continuamente el número de unidades motoras reclutadas durante el ejercicio

Esto ocurre en respuesta a factores conscientes y subconscientes que están presentes antes y durante el ejercicio, y los que actúan puramente durante el ejercicio.

¿Cuál es el objetivo de este control?

El objetivo de este control es asegurar que los seres humanos siempre se ejercitan con reserva y terminan el periodo de ejercicio antes de que haya un fallo catastrófico de la homeostasis.

El cerebro utiliza las sensaciones desagradables (pero ilusorias) de fatiga para asegurar que la intensidad y duración del ejercicio están siempre dentro de la capacidad fisiológica del sujeto que lo realiza.

Este modelo, a su vez, predice que las realizaciones/actuaciones últimas (rendimiento último) son conseguidas por los deportistas que mejor controlan la progresión de estos síntomas ilusorios durante el ejercicio.

Conclusión

La fatiga es un tema muy complejo y aún queda mucho para conocerla completamente (si es que se puede o se llega algún día), aunque posiblemente, como informa Noakes, en palabras tomadas del fisiólogo italiano Mosso hace más de un siglo, la fatiga sea, de hecho, “una de las perfecciones más maravillosas del cuerpo humano”.

Interesante, ¿verdad?

Imágenes | iStock

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La noticia La respuesta a por qué nos fatigamos en el ejercicio podría estar aquí: la teoría del gobernador central fue publicada originalmente en Vitónica por José Manuel Herrera .


          Por qué las zapatillas de running para hombres y para mujeres son diferentes    

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Cuando habéis ido a comprar vuestro par de zapatillas más reciente seguramente os habréis fijado en que existen zapatillas específicas para hombres y zapatillas específicas para mujeres. ¿Realmente tienen características distintas o no es más que una operación de marketing para segmentar al consumidor y orientarle hacia un producto concreto?

La verdad es que las zapatillas de running para hombres y para mujeres sí que son diferentes, y es que biológica y biomecánicamente hombres y mujeres somos distintos y tenemos distintas necesidades. Más allá de los colores de los distintos modelos, ¿en qué se diferencian unas zapatillas de running para hombre de unas para mujer?

Las diferencias en el calzado para hombre y para mujer se han corroborado gracias a estudios biomecánicos en miles de deportistas. Las marcas utilizan estos estudios para conocer las necesidades de unos y otros y para poder realizar las modificaciones pertinentes en el calzado.

  • La horma de las zapatillas para mujeres es más estrecha: de forma general los pies de las mujeres suelen ser más estrechos que los de los hombres, por lo que la horma de la zapatilla (su forma en relación al pie) también es más reducida, sobre todo en la zona central.

  • El apoyo del puente del pie suele ser más alto: y también la zona del empeine, para evitar rozaduras y para ejercer menos presión sobre el hueso del empeine, que suele ser más alto en el caso de las mujeres.

  • Las zapatillas de running para mujeres son más flexibles que las de hombre: el diseño de la suela se adecua a esta necesidad de mayor flexibilidad contando con más troquelado, sobre todo en la zona delantera de la zapatilla. Esto, además, favorece un mayor impulso en la zancada.

  • Las zapatillas para hombres tienen una mayor amortiguación: o, en ocasiones, se utilizan materiales más densos para absorber los impactos. Esto se debe a que, por norma general, las mujeres son menos pesadas que los hombres y necesitan una amortiguación menor.

  • Las zapatillas para mujeres suelen ser más ligeras: en relación a la horma más estrecha y a la menor amortiguación, las zapatillas para mujeres tienen un peso final menor que las de hombres.

¿Puede un hombre correr con una zapatilla específicamente diseñada para mujeres y viceversa? Sí, mientras se encuentre cómodo con ellas. Recordemos que debería ser el calzado el que se adapte a las necesidades del deportista, y no a la inversa.

Por esto es tan importante que probemos diferentes modelos de calzado antes de comprar las próximas zapatillas de running y que no nos dejemos llevar por las modas: investiga, prueba y encuentra la zapatilla que mejor se adapta a tu pisada.

Imagen | Saucony
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          Texas Supreme Court throws out pro-gay marriage benefits ruling to test 'reach' of Obergefell   

The U.S. Supreme Court just summarily dismissed an Arkansas case that tested whether the equal treatment conferred upon same-sex couples by the high court's 2015 marriage decision extends to the realm of birth certificates and parenting.

The Texas Supreme Court now seems committed to testing the bounds of that equal treatment in the realm of benefits, writes the Texas Tribune:

The Texas Supreme Court on Friday threw out a lower court ruling that said spouses of gay and lesbian public employees are entitled to government-subsidized same-sex marriage benefits. The state's highest civil court unanimously ordered a trial court to reconsider the case.

As part of a case challenging Houston’s benefits policy, the Supreme Court suggested a landmark ruling legalizing same-sex marriage does not fully address the right to marriage benefits. Justice Jeffrey Boyd, writing on behalf of the court in a 24-page opinion, said there’s still room for state courts to explore the “reach and ramifications” of the U.S. Supreme Court's 2015 ruling in Obergefell v. Hodges.

“We agree with the Mayor [of Houston] that any effort to resolve whether and the extent to which the Constitution requires states or cities to provide tax-funded benefits to same-sex couples without considering Obergefell would simply be erroneous,” Boyd wrote.“On the other hand, we agree… that the Supreme Court did not address and resolve that specific issue in Obergefell.”

The article notes that LGBTQ advocates will probably appeal the ruling to federal courts.

But we are likely to see many more challenges of this sort designed to test the depth and breadth of what the Supreme Court meant in Obergefell. Whether we like it or not, those challenges are coming, which means it's probably better for the LGBTQ movement if they come while Justice Anthony Kennedy still sits on the court. He's more likely than any Trump replacement for him to protect the integrity of the decisions he wrote equalizing treatment for same-sex couples.


          Os excentricos Smith´s   
Pois é... Will Smith esteve na première do novo filme de sua esposa - que néam... nao é ninguém na noite *comentário malvadoso mode on -, nesta quinta-feira. Como aqui nao é blog de jornalismo, a gente nem precisa dizer o nome dela (e pode dar notícia velha), porque nem faz diferenca meshmo. Máaaaaaaas o que realmente deixa a gente chocaaaaaaaado é que gentem... todo mundo é ator nessa família?

A filha de Will Smith, Willow, de sete anos, está no elenco de “Eu sou a lenda” e o irmaozinho mais velho dela, Jaden, de nove anos, também aparece ao lado do papai em "À procura da felicidade". Tudo bem que rola um Q.I do tipo "só aceito protagonizar seu filme se tiver um papel para meus filhos"... mash néam... que que isso minha gentem? Desconsiderando a exploracao infantil... Onde estao aqueles velhos valores familiares "filho meu vai ser alguem na vida, vai estudar e ser doutor"?! Esses valores mudernosos de hoje em dia... tsc tsc

Nota de roda pé: Dishque que a esposa de Will Smith se chama Jada Pinket Smith, e o filme lancado foi o drama "The Women" que tem no elenco Meg Ryan, Annette Bening, Eva Mendes e Debra Messing. *Bocejos. Como eu nao gosto de filme com a Meg Ryan meshmo... Quanse me arrependi de ter citado o nome do filme.



* Esse outro aí também já fez filme com o papai?


          Me colore que eu tô BEGE!   
Sérião minha gente! Nunca na minha vida achei que veria isso! Mas graças aos Deuses e às Deusas que estou são e salvo e posso repassar a notícia que causou uma imensa felicidade nesse ser que vos escreve.

O nome Francineto Luz de Aguiar lhe diz alguma coisa? Não. E que tal a frase "Ela é o morango aqui do Nordeste"? Acendeu uma Luz né? (trocadalho do carilho) Pois é, Francineto Luz de Aguiar nada mais é do que o nosso querido Frank Morango do Nordeste Aguiar! Mas porquê diabos um blog de cinema vai falar do Cãozinho dos Teclados?

Simplesmente porque no dia 18 de Setembro de 2009 todos nós poderemos ir ao cinema e conferir a história da vida desse grande cantor/deputado na tela grande! Sim meus caros, um filme baseado na vida de Frank Aguiar.

O longa será desenvolvido em conjunto (porque a história é complexa) pela Benedito Rui Barbosa Produções e Fábrica de Vídeo Produções e contará com a direção de Caco Milano, seja-lá-quem-for... "Os Sonhos de Um Sonhador - A História de Frank Aguiar" tem orçamento estimado de 6 FUCKING MILHÕES DE DINHEIROS, a história do filme vai retratar desde a infância do cantor/deputado no interior do Piauí até o seu sucesso musical.

Gente, namoral... O cara nem sofreu tanto assim pra justificar um filme. O que só me leva a concluir que desses 6 FUCKIN MILHÕES DE DINHEIROS apenas 500mil realmente será investido gastado (ui!) no filme. O que eles vão fazer com o resto do dinheiro é um mistério pro Mister M...

- Os meus amigos falam que eu sou demais...

          File: Magic Realm:: Magic Realm Player Area   

by Quantum_Jack

New File: Magic Realm Player Area for Board Game: Magic Realm
          Thread: Fantastiqa Rival Realms:: General:: Video Playthrough?   

by JYoder


I can't post on the KS page without backing, so hopefully the powers-that-be from there see this and either make it happen, or tell me it's not possible.

I'm intrigued by this game. I've read the rules and descriptions, but I'm very visual and would love to see a video of an example playthrough, to help me see if I should back a new KS game. (Sort of like Rahdo does, who also gives bonus final thoughts regarding how he and his wife respond to it.) Seems like a perfect game he could have reviewed, though I'm sure it's too late for that.

Anyway, is a video playthrough of at least a few rounds doable? It'd help me see how much player interaction and decision-making there is, to see how good a fit it would be for my wife and/or kids. Thanks.

          Dos años de aplicación de las "Leyes Mordaza"   

Organizaciones y movimientos sociales exigen que se cumplan diez principios básicos para garantizar la protección de los Derechos Humanos.

Comunicado "No somos delito"

El 1 de julio se cumplen dos años de la entrada en vigor de las conocidas como Leyes Mordaza (Ley Orgánica de Protección de la Seguridad Ciudadana y reformas del Código Penal). Desde su entrada en vigor, en 2015, organizaciones y movimientos sociales venimos denunciando las graves consecuencias de la aplicación de estas leyes para el libre ejercicio de los derechos humanos. En estos dos años, hemos sido testigos de un incremento de la discrecionalidad policial y de la vulneración de derechos fundamentales, consecuencia en muchos casos del abuso por parte de los agentes de la presunción de veracidad y del poder de interpretación que les otorga la citada Ley Orgánica de Protección de la Seguridad Ciudadana.

Los últimos datos extraídos del informe del Ministerio del Interior muestran que el primer motivo de sanción referente a seguridad ciudadana son las multas por "faltas de respeto y consideración a la autoridad". Uno de los tantos artículos que aparecen redactados de una forma indeterminada en esta ley, en el cual no se especifica de una forma clara cuáles pueden ser los motivos concretos de dicha sanción. Este hecho pone de manifiesto cómo la ambigüedad de la ley, está dejando a la ciudadanía en una situación de indefensión ante el poder de la policía, que es quien tiene la potestad de interpretar qué hechos son sancionables o no dentro del libre ejercicio de derechos fundamentales como la libertad de expresión o reunión.

Por tanto, no es de extrañar que desde que se empezó a aplicar la Ley Mordaza se estén produciendo situaciones de personas denunciados por policías, no sólo en el ámbito de las movilizaciones activistas, por motivos como no tratarlos de usted, criticar la extralimitación en sus funciones o vestir una camiseta con una leyenda reivindicativa, por poner algunos ejemplos. También son alarmantes los casos de periodistas multados por esta ley, restringiendo de esta forma el derecho de la ciudadanía a recibir una información veraz.

Ante una posible reforma de esta ley en el Congreso, las organizaciones y colectivos sociales que hemos denunciado la arbitrariedad y falta de garantías de esta norma legal seguimos trabajando para que las modificaciones que se lleven a cabo por los grupos parlamentarios respondan a unos mínimos que garanticen el libre ejercicio de los derechos fundamentales. Por este motivo, hemos iniciado la redacción de una propuesta para una ley que garantice la Seguridad Jurídica y la protección del ejercicio de los Derechos Humanos que recoge los 10 principios básicos que consideramos que debería contener una legislación que defienda y proteja los derechos y libertades de las personas.

Se trata de un texto en construcción y en continuo desarrollo, redactado por el Grupo de Análisis de la Plataforma No Somos Delito, compuesto por más de 15 juristas, con el apoyo de numerosos colectivos, asociaciones y organizaciones de diversas características que tienen en común la defensa de los Derechos Humanos. Documento al que se han adherido desde un inicio más de 10 organizaciones entre las que se encuentran: Jueces y Juezas para la Democracia, la Asociación Libre de Abogados y Abogadas (ALA), la Comisión Legal Sol, Hetaira, Greenpeace, la Coordinadora de ONGD, la Plataforma en Defensa de la Libertad de Información (PDLI), Red Acoge, la Coordinadora de Barrios, Xnet, 15MPaRato, PAH Madrid, Sos Racismo, Defender a quien defiende, Hetaira, Federación de Sindicatos de Periodistas (FeSP), Yayoflautas Madrid, Asociación Apoyo, Forn de Teatre Pa'tothom, PAH AlcoSanse (confirma este jueves), Psicología Solidaria, etc. El objetivo de este proyecto es sumar a muchas más personas individuales y colectivos que trabajan en la defensa de los Derechos Humanos para conseguir en los próximos meses un documento enriquecido que pueda ser la base de una legislación realmente garantista y que cumpla con los principios de un Estado democrático en el que se respeten los derechos humanos.